Álvaro Pais
Álvaro Pais foi um um oficial régio do século XIV português.
Cidadão Honrado de Lisboa,[1] serviu e foi Chanceler Mor dos Reis D. Pedro I e D. Fernando.[2]
Desempenhou um importante papel na na fase inicial da crise de 1383-1385, contribuindo de forma decisiva para a aclamação do Mestre de Avis para Rei de Portugal, e seu Aclamador (Crónica de Fernão Lopes).[3] Terá desempenhado acção importante para o levantamento popular subsequente ao assassínio do conde Andeiro, que, segundo se presume, também terá sido perpetrado por inspiração sua, tendo aconselhado D. João a eliminá-lo.[4]
Seu enteado pelo seu segundo casamento com Sentil Esteves — o Dr. João das Regras — também viria a salientar-se em defesa dos direitos ao trono de D. João, Mestre de Avis. Casou primeira vez com Leonor Giraldes, de quem teve Diogo Álvares Pais, casado com Inês Alves e com larga descendência, alguma pouco conhecida.
Referências
- ↑ "Mouzinho de Albuquerque", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha, Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 149
- ↑ "Mouzinho de Albuquerque", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha, Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 147
- ↑ "Mouzinho de Albuquerque", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha, Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 148
- ↑ "Mouzinho de Albuquerque", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha, Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 149