Ángel Nieves Díaz
Ángel Nieves Díaz (31 de agosto de 1951 — 13 de dezembro de 2006) foi um porto-riquenho condenado por assassinato nos Estados Unidos, executado por injeção letal na cidade de Starke, Flórida. Díaz foi condenado por atirar no gerente de um bar de striptease em 1979. Ele sustentou até o fim sua posição de que era inocente e que não cometera o crime.
[editar] Execução
Em 2006, o último recurso de Díaz foi negado. À medida que a data da execução se aproximava, o caso foi mais uma vez atraindo atenção pública. Em 28 de novembro de 2006, o então Governador de Porto Rico, Aníbal Acevedo Vilá, pediu clemência ao Governador da Flórida, Jeb Bush. A petição foi negada.
Em 13 de dezembro de 2006, Díaz foi executado com uma injeção letal pelo estado da Flórida, na cidade de Starke. Ele não quis fazer a última refeição. Suas últimas palavras [1] foram:
| O estado da Flórida está matando uma pessoa inocente. O estado da Flórida está cometendo um crime, porque eu sou inocente. A pena de morte não é somente uma forma de vingança, é também um ato covarde dos humanos. Sinto muito pelo que está acontecendo a mim e pela minha família, que está tendo que passar por isso. | — Ángel Nieves Díaz
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Uma grande controvérsia envolveu a execução porque, ao contrário das práticas usuais, Díaz precisou de doses adicionais da droga para ser executado. O processo inteiro levou cerca de 37 minutos, quando o normal é 15 minutos. A família declarou o processo grosseiro.
Inicialmente, Gretl Plessinger, porta-voz do Departamento de Correições, afirmou que Díaz não sofreu dor e que uma condição renal foi a causa da demora. A família então negou tal condição renal. [2] Uma investigação posterior concluiu que houve negligência na inserção das agulhas nos braços de Díaz, o que fez com que as drogas não chegassem devidamente aos órgãos. [3] Como resultado disto, Jeb Bush suspendeu todas as execuções pendentes até segunda ordem. [4]