Ápio Cláudio Cáudice

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Ápio Cláudio Cáudice (em latim Ap(pius) Claudius C.f. Ap.n. Caudex1 ) foi um militar da República de Roma, neto de Ápio Cláudio o Censor. Foi eleito cônsul, com M. Fulvius Q.f. M.n. Flacus, em 264 a.C.,1 enfrentou Cartago pela posse da Sicília, o que foi causa imediata da Primeira Guerra Púnica.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 265 a.C., Hierão II de Siracusa atacara Messina, numa tentativa de capturá-la aos Mamertinos, mercenários da Campânia, que a tomaram uns anos antes. Entre os mamertinos havia dois partidos, um inclinado para Roma e outro para Cartago. Em 264 a.C., o partido pró-romano acudiu a Roma em demanda de ajuda. Vários senadores romanos opuseram-se, mas a Assembleia do povo decidiu concedê-la, e Ápio Cláudio foi o encarregado de dirigir a expedição.

A campanha[editar | editar código-fonte]

Antes que chegasse o exército romano, os Mamertinos conseguiram expulsar a guarnição cartaginesa, que ofereceu uma resistência meramente simbólica. Quando chegaram os romanos, puderam entrar em Messina sem problemas. Então, Hierão II decidiu unir-se aos cartagineses, e enquanto estes bloqueavam a cidade, ele ficou fora, aguardando o desenlace.

Ápio Cláudio enviou embaixadores a Cartagineses e Siracusanos, mas foi ignorado. Então enviou as suas tropas, que derrotaram os dois exércitos inimigos. Depois, tentou explorar a vitória e marchou sobre Siracusa, mas não pôde conquistá-la,porque se arriscou demais e esteve à beira do desastre, tendo de retirar-se precipitadamente. Esta disputa foi o prolegômeno da Primeira Guerra Púnica.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Historia Universal siglo XXI. El helenismo y el auge de Roma ISBN 84-323-0066-7

Referências