Ápio Cláudio Pulcro (cônsul 212 a.C.)
Ápio Cláudio Pulcro (em latim: App. Claudius P. F. App. N. Pulcher) foi um político e militar da República de Roma, que ocupou o consulado em 212 a.C. Lutou contra Cartago durante a Segunda Guerra Púnica.
[editar] Biografia
Ápio Cláudio Pulcro foi filho de Públio Cláudio Pulcro (cônsul em 249 a.C.). Foi edil curul em 217 a.C.[1] No ano seguinte foi designado tribuno militar, lutando na Batalha de Canas e conseguindo o comando das tropas que fugiram para Canusium com Públio Cornélio Cipião Africano.
Pretor em 215 a.C., conduziu os restos das tropas derrotadas para a Sicília, onde os seus esforços por separar Hierônimo, o neto de Hierão II, da sua conexão com os cartagineses não tivessem sucesso.[2] Permaneceu na Sicília no ano seguinte como propretor e legado de Marco Cláudio Marcelo,[3][4] encarregar1 da armada e do acampamento em Leontini.[5] Em 213 a.C., quando os cartagineses acamparam na Sicília, codirigiu uma expedição à ilha, com Marcelo.
Foi nomeado cônsul em 212 a.C., com Quinto Fúlvio Flaco, empreendendo o assédio de Cápua. No final de ano, voltou a Roma, e em cumprimento de um decreto do Senado, nomeou dois novos cônsules.
O seu próprio imperium foi prorrogado um ano mais. Resultou ferido na batalha com Aníbal antes de Cápua. A ferida finalmente provocou-lhe a morte pouco depois da rendição da cidade. Opôs-se sem sucesso à sangrenta vingança de Fúlvio contra os capuanos.[6][7]
Foi o pai de Ápio Cláudio Pulcro, Públio Cláudio Pulcro e Caio Cláudio Pulcro.
Referências
- Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em espanhol, cujo título é « Apio Claudio Pulcro (cónsul 212 a. C.)».
| Precedido por: Quinto Fábio Máximo e Tibério Semprônio Graco |
Cônsul da República Romana com Quinto Fúlvio Flaco 212 a.C. |
Sucedido por: Públio Sulpício Galba Máximo e Cneu Fúlvio Centumalo Máximo |