Árabe iraquiano

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Árabe iraquiano
Falado em: Iraque, Irã, Síria
Total de falantes: 15, 1 milhões
Família: Afro-asiática
 Semítica
  Ocidental
   Central
    Meridional
     Árabe
      Árabe iraquiano
Escrita: Alfabeto árabe
Estatuto oficial
Língua oficial de: não há
Regulado por: não há
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: ---
ISO 639-3: acm

O árabe iraquiano (عراقي, ʕiraqi; em árabe padrão: اللغة العربية العراقية, al-luɣa al-ʕarabiyya al-ʕiraqiyya), também conhecido com árabe da Mesopotâmia ([ISO 639-3]) é uma variante do árabe falada na bacia da Mesopotâmia, no Iraque, de Bagdá até o sul do país, bem como nas áreas iranianas próximas e no leste da Síria.

Uma distinção reconhecida entre suas duas variantes, o qeltu e o gelet, são diversas formas da palabra "sei".

Variantes[editar | editar código-fonte]

O grupo qeltu inclui o grupo de dialetos da Anatólia, que inclui o conhecido como árabe do norte da Mesopotâmia (ou ainda como árabe maslawi, "de Mossul"), o árabe judeu-iraquiano e dialetos sectários cristãos (como o Árabe Judeu de Bagdá). Os falantes do árabe de Bagdá consideram tanto o árabe norte-mesopotâmio como o judeu-árabe como reminiscentes do árabe sírio, por apresentarem características Qeltu, o que em verdade é uma insignificante afinidade.

O grupo gelet inclui o grupo de dialetos da área do Rio Tigre, sendo as formas mais conhecidas o árabe de Bagdá e os do Rio Eufrates (Furati, "do Eufrates"). O grupo tem afinidades com o chamado árabe pérsico. Há ainda diversos dialetos beduínos falados no Iraque.

As variantes do árabe iraquiano, tanto o gelet como o qeltu têm alguns falantes no extremo leste da Síria. Algumas características do árabe palestino rural também aparecem no iraquiano. O árabe iraquiano medieval, conforme certos registros, deve ter sido o de padrão Qeltu. Alguns estudiosos, como Joshua Blau, pensam que as características gelet na principal linha do atual árabe iraquiano são resultado de um processo de "rebeduinização". Similaridades como o árabe do Golfo e persistências do qeltu nos dialetos cristão e judeu ajudam a confirmar essa opinião.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • H. Blanc. 1964. Dialetos Comunitários em Bagdá. Cambridge: Harvard University Press.
  • Raymond G. Gordon, Jr, ed. 2005. Ethnologue: Languages of the World. 15th edition. Dallas: Summer Institute of Linguistics (see also

Ligações externas[editar | editar código-fonte]