Ângela Diniz
Ângela Maria Fernandes Diniz (Belo Horizonte, 1944 - Búzios, 30 de dezembro de 1976) foi uma socialite brasileira da década de 70, assassinada em uma casa na Praia dos Ossos, Armação dos Búzios estado do Rio de Janeiro pelo seu companheiro, Doca Street (Raul Fernandes do Amaral Street). O crime foi amplamente divulgado em jornais e televisão. [1].
A vida de Ângela Diniz foi transformada em filme dirigido por Roberto Farias, tendo Deborah Secco no papel principal. [2]
O livro Mea Culpa, editado em 2006, escrito pelo assassino confesso, trata com profundidade a ocorrência. "A Pantera de Minas", como era tratada a biografada nas colunas sociais da época, foi morta por disparos de uma pistola Beretta. [3].
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[editar] Envolvimentos amorosos
Angela Diniz casou-se aos 18 anos com o engenheiro Milton Villas Boas, do qual se separou após 9 anos e três filhos.
Manteve, depois, relacionamento com o colunista social Ibrahim Sued, em 1975, do qual se separou para viver com Doca Street.[4]
[editar] Envolvimentos em crimes
Além do envolvimento que culminou em sua morte, Ângela Diniz se viu envolvida em 3 outros crimes.
- Em junho de 1973, assumiu a autoria de um crime, para tentar proteger o verdadeiro culpado.
- Em 1975, foi acusada de consumir e guardar drogas e, logo depois, de sequestrar sua filha.[4]
Referências
- ↑ Jonas Furtado. "Penso em Ângela todos os dias". Isto É Gente, Editora Três. Página visitada em 6-12-2010.
- ↑ CineClick (21-8-2002). Deborah Secco vive Ângela Diniz no cinema. Página visitada em 7-12-2010.
- ↑ Angélica Santa Cruz (1-9-2006). Perdoe-me, Ângela, diz Doca Street. O Estado de São Paulo. Página visitada em 7-12-2010.
- ↑ a b Última viagem de amor - Veja, 12 de janeiro de 1977, págs. 34 a 37.