Ângelo Jorge

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Ângelo Jorge (1883-1922) foi um escritor português nascido a 4 de Setembro de 1883 na cidade do Porto. Foi para o Brasil aos nove anos e ai, ainda em terna idade dedicou-se ao jornalismo. Regressou a Portugal em 1901 começando a colaborar em vários jornais. Escreveu poesia, ficção e ensaio. Também fez traduções.

Foi vegetariano.[1]

Índice

[editar] Obras

  • Ginástica Mental das Crianças (1902)
  • Penumbras (1903)
  • Fugitivas
  • Libertas! (1908)
  • Dor Humana (1908)
  • Beatrice (1909)
  • Olhando a Vida (1910)
  • Espírito Sereno (com uma carta a Teófilo Braga) (1912)
  • Irmânia (1912; nova edição: 2004)
  • A Questão Social e a Nova Ciência de Curar (1912)
  • A Ciência e a Humanidade
  • A Visão da Eternidade (1914), com juízo crítico de José Agostinho de Oliveira
  • Gritos de Prometeu (1914)
  • Almas de Luz (1918)
  • O Natal do Senhor
  • A Barrela
  • Boémia Dolorosa
  • A Nova Ciência de Curar pela Natureza
  • Luz nas Trevas

Referências

[editar] Referências gerais

  • Grande enciclopédia portuguesa e brasileira, Edição de Editorial Enciclopédia, limitada, 1936, volume 14, p. 309-310.
  • Ângelo Jorge, Irmânia , Biblioteca das Utopias, edições Quasi, 2004.

[editar] Ligações externas

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