Éramos Seis (1994)
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Nota: Este artigo é sobre a telenovela de 1977. Para outros significados, veja Éramos Seis (desambiguação).
| Éramos Seis | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Criador | Adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, uma novela de Sílvio de Abreu, escrito por Sílvio de Abreu e Rubens Edwald Filho. |
| País de origem | Brasil |
| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Diretor(es) | Henrique Martins e Del Rangel |
| Elenco | Irene Ravache Othon Bastos Denise Fraga Nathália Timberg Osmar Prado Marcos Caruso Tarcísio Filho Leonardo Bricio Luciana Braga Jandira Martini Marco Ricca Jandir Ferrari Ney Latorraca e grande elenco. |
| Tema de abertura | Valsinha , Chico Buarque e Vinícius de Moraes |
| Exibição | |
| Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
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| Transmissão original | 9 de maio de 1994- 5 de dezembro de 1994 |
| № de temporadas | 1 |
| № de episódios | 180 |
| Portal Séries de televisão · Portal Televisão Projeto Televisão |
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Éramos Seis é uma telenovela brasileira produzida pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) e exibida de 9 de maio a 5 de dezembro de 1994. É uma adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, foi escrita por Sílvio de Abreu e Rubens Edwald Filho e dirigida por Nilton Travesso, Henrique Martins e Del Rangel. Regravação da novela produzida pela Rede Tupi e levada ao ar em 1977.
Índice |
[editar] Trama
O cotidiano da vida de Dona Lola, ao lado do marido Júlio e dos quatro filhos (Carlos, Alfredo, Isabel e Julinho) desde quando estes eram pequenos até a idade adulta, quando Dona Lola termina seus dias sozinha numa casa para idosos.
A história transcorre todos os fatos marcantes de sua vida: a dura luta para criar os filhos; a morte do marido; a morte de Carlos, o filho mais velho, vítima na Revolução de 1932; os problemas com Alfredo, metido com movimentos políticos e badernas; a união precoce de Isabel com um homem bem mais velho e casado; o casamento de Julinho com uma moça da sociedade que culmina com a ida de Dona Lola para um asilo.
Entre tanto sofrimento, alguns momentos leves, como a amizade de Lola com a vizinha Genú, casada com Virgulino, e os passeios à casa de sua mãe, Dona Maria, no interior, onde moram suas duas irmãs, Clotilde e Olga, e sua tia doente, Candoca. A espevitada Olga, se casa com o farmacêutico Zeca e juntos dão início a uma grande prole. Clotilde se apaixona por Almeida, um amigo de Júlio, mas não consegue romper com os padrões morais da sociedade quando tem de decidir morar com ele que é desquitado.
[editar] Elenco
[editar] Participações
| Ator | Personagem |
|---|---|
| Ney Latorraca | "Sorriso" |
| Elizângela | Marion |
| Maria Aparecida Baxter | Madre Superiora |
| Chico Diaz | Euclides |
| Marilena Ansaldi | Madame Bulhões |
| Clarisse Abujamra | Madame Bulcão |
| Caio Blat | Carlos (menino) |
| Wagner Santisteban | Alfredo (menino) |
| Carolina Vasconcelos | Maria Isabel (menina) |
| Julia Ianina | Carmencita (menina) |
| Roberto Lima | Lúcio (menino) |
| Paula Ciudad | Lili (menina) |
| Carolina Gregório | Maria Laura (menina) |
| Wellington Rodrigues | Raio Negro (menino) |
| Alexandre Frederico | Dráusio |
[editar] Curiosidades
- Essa era a quarta vez que o romance da Sra. Leandro Dupret (também autora da obra que deu origem à novela Gina) era adaptada como telenovela. A primeira foi em 1958, pela Rede Record; a segunda foi em 1967, pela Rede Tupi; e a terceira em 1977, novamente pela Tupi. Esta última versão foi regravada pelo SBT em 1994.
- Éramos Seis, é considerada por muitos, a maior produção do SBT.
- Os adaptadores, nessa versão, modificaram o final da personagem Clotilde (Jussara Freire) que assumia o seu amor e ficou com Almeida (Paulo Figueiredo). Na versão de 1977, Clotilde (Geórgia Gomide) não ficava com Almeida (Edgard Franco).
- Paulo Figueiredo e Jussara Freire que fizeram Zeca e Olga na versão de 1977, retornaram à novela em papéis diferentes, Almeida e Clotilde.
- Os capítulos de Éramos Seis eram exibidos duas vezes por noite: às 19h45 e novamente às 21h30. Esse expediente seria repetido também nas novelas seguintes da emissora, As Pupilas do Senhor Reitor e Sangue do Meu Sangue.
- A atriz Chica Lopes interpretou a mesma personagem nas versões de 1977 e 1994: Durvalina, a empregada da família de Dona Lola. A atriz Lia de Aguiar também atuou nas duas versões, fazendo participações especiais: em 1977 foi uma irmã de caridade e em 1994 foi Dona Marlene, mãe de Júlio.
- Com a interpretação de Dona Lola, a atriz Irene Ravache voltava a fazer novelas depois de um afastamento de seis anos (a anterior havia sido Sassaricando).
- É por enquanto a única novela do SBT a receber o Troféu Imprensa de melhor novela.
- Foi reapresentada às 18h, de 22 de janeiro a 22 de maio de 2001.
[editar] Prêmios
[editar] APCA (1995)
- Melhor Novela
- Melhor Atriz - Irene Ravache
- Melhor Ator Coadjuvante - Tarcísio Filho
[editar] Troféu Imprensa (1995)
- Melhor Novela
- Melhor Atriz - Irene Ravache