Évora

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Évora
Brasão de Évora Bandeira de Évora
Brasão Bandeira
Evora-RomanTemple.jpg
Templo Romano de Évora
Localização de Évora
Gentílico Eborense
Área 1 307,08 km2
População 56 596 hab. (2011)
Densidade populacional 43,3 hab./km2
N.º de freguesias 12
Presidente da
Câmara Municipal
Carlos Pinto de Sá (CDU)
Fundação do município
(ou foral)
1166
Região (NUTS II) Alentejo
Sub-região (NUTS III) Alentejo Central
Distrito Évora
Antiga província Alto Alentejo
Orago São Pedro
Feriado municipal 29 de junho (Dia de São Pedro)
Código postal 7000-000/7005-000
Sítio oficial Câmara Municipal
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Évora OTE é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Évora, e da região do Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com uma população de 49 252 habitantes (2011).[1] Évora é a única cidade portuguesa membro da Rede de cidades europeias mais antigas.[2]

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1307,08 km² de área e 56 596 habitantes (2011), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arraiolos, a nordeste por Estremoz, a leste pelo Redondo, a sueste por Reguengos de Monsaraz, a sul por Portel, a sudoeste por Viana do Alentejo e a oeste por Montemor-o-Novo. É sede de distrito e de antiga diocese, sendo metrópole eclesiástica (Arquidiocese de Évora).

O seu centro histórico bem-preservado é um dos mais ricos em monumentos de Portugal, o que lhe vale o epíteto de Cidade-Museu. Em 1986, o centro histórico da cidade foi declarado Património Mundial pela UNESCO.

História[editar | editar código-fonte]

Évora e sua região circundante tem uma rica história que recua mais de dois milénios, como demonstrado por monumentos megalíticos próximos como a Anta do Zambujeiro e o Cromeleque dos Almendres. Alguns povoados neolíticos desenvolveram-se na região, o mais próximo localizado no Alto de São Bento. Outro povoado deste tipo é o chamado Castelo de Giraldo, habitado continuamente desde o 3º milénio até ao primeiro milénio antes de Cristo e de esporádica ocupação na época medieval. Escavações arqueológicas, porém, não demonstraram até agora se a área da actual cidade era habitada antes da chegada dos romanos.

Segundo uma lenda popularizada pelo humanista e escritor eborense André de Resende (1500-1573), Évora teria sido sede das tropas do general romano Sertório, que junto com os lusitanos teria enfrentado o poder de Roma. O que é sabido com certeza é que Évora foi elevada à categoria de município sob o nome de Ebora Liberalitas Júlia, em homenagem a Júlio César. A origem etimológica do nome Ebora é proveniente do celta antigo ebora/ebura, caso genitivo plural do vocábulo eburos (teixo), nome de uma espécie de árvore, pelo que o seu nome significa "dos teixos". A actual cidade de Iorque (York), no Norte de Inglaterra, na época do Império Romano, era denominada Eboracum/Eburacum, nome derivado do celta antigo Ebora Kon (Lugar [carece de fontes?] dos Teixos), pelo que o seu nome antigo está hipoteticamente relacionado com o da cidade de Évora.[3] Na época de Augusto (r. 27 a.C.-14 d.C.), Évora foi integrada à Província da Lusitânia e beneficiada com uma série de transformações urbanísticas, das quais o Templo romano de Évora - dedicado provavelmente ao culto imperial - é o vestígio mais importante que sobreviveu aos nossos dias, além de ruínas de banhos públicos. Na freguesia da Tourega, os restos bem-preservados de uma villa romana mostram que ao redor da cidade existiam estabelecimentos rurais mantidos pela classe senhorial. No século III, num contexto de instabilidade do Império, a cidade foi cercada por uma muralha da qual alguns elementos existem até hoje.

Claustros da Sé de Évora (século XIII-XIV).

O período visigótico corresponde a uma época obscura da cidade. Na época da dominação muçulmana, a cidade conheceu um novo período de esplendor económico e político, graças a sua localização privilegiada. As muralhas foram reconstruídas e um alcácer e uma mesquita foram construídos na área da acrópole romana.

A tomada de Évora aos mouros deu-se em 1165 pela acção do cavaleiro Geraldo sem Pavor, responsável pela reconquista cristã de várias localidades alentejanas. Inaugurou-se assim uma nova etapa de crescimento da urbe, que chegou ao século XVI como a segunda cidade em importância do reino. D. Afonso Henriques concedeu-lhe seu primeiro foral (carta de direitos feudais) em 1166, e estabeleceu na cidade a Ordem dos Cavaleiros de Calatrava (mais tarde Ordem de Avis). Entre os séculos XIII e XIV foi erguida a Sé Catedral de Évora, uma das mais importantes catedrais medievais portuguesas, construída em estilo gótico e enriquecida com muitas obras de arte ao longo dos séculos. Além da Sé, na zona do antigo forum romano e alcácer muçulmano foram erguidos os antigos paços do concelho e palácios da nobreza local. A partir do século XIII instalam-se na cidade vários mosteiros de ordens religiosas nas zonas fora das muralhas, o que contribuiu para a formação de novos centros aglutinadores urbanos. A área extra-muros contava ainda com uma judiaria e uma mouraria. O crescimento da cidade para fora da primitiva cerca moura levou à construção de uma nova cintura de muralhas no século XIV, durante o reinado de D. Dinis. As principais praças da cidade eram a Praça do Giraldo (originalmente Praça Grande) e o Largo das Portas de Moura e o Rossio. A Praça do Giraldo, sede de uma feira anual desde 1275, também foi sede dos paços do concelho (desde o século XIV) e da cadeia. Com o tempo, especialmente a partir do século XVI, o Rossio passou a concentrar as feiras e mercados da cidade.

Vista da cidade no Foral de Évora de 1501. A Sé encontra-se no ponto mais alto.

O século XVI corresponde ao auge de Évora no cenário nacional, transformando-se num dos mais importantes centros culturais e artísticos do reino. A partir de D. João II e especialmente durante os reinos de D. Manuel e D. João III, Évora foi favorecida pelos reis portugueses, que passavam longas estadias na urbe. Famílias nobres (Vimioso, Codovil, Gama, Cadaval e outras) instalaram-se na cidade e ergueram palácios. D. Manuel concedeu-lhe um novo foral em 1501 e construiu seus paços reais em Évora, em uma mistura de estilos entre o mudéjar, o manuelino e o renascentista. D. João III ordenou a construção da Igreja da Graça, belo templo renascentista onde planeou ser sepultado, e durante seu reinado foi construído o Aqueduto da Água de Prata por Francisco de Arruda. Nessa época viveram na cidade artistas como o poeta Garcia de Resende, os pintores Frei Carlos, Francisco Henriques, Gregório Lopes, o escultor Nicolau de Chanterene e eruditos e pensadores como Francisco de Holanda e André de Resende.

Pátio da Universidade de Évora (século XVI).

Em 1540 a diocese de Évora foi elevada à categoria de arquidiocese e o primeiro arcebispo da cidade, o Cardeal Infante D.Henrique, fundou a Universidade de Évora (afecta à Companhia de Jesus) em 1550. Um rude golpe para Évora foi a extinção da prestigiada instituição universitária, em 1759 (que só seria restaurada cerca de dois séculos depois), na sequência da expulsão dos Jesuítas do país, por ordem do Marquês de Pombal. Nos séculos XVII e XVIII muito edifícios importantes foram reformados ou construídos de raiz em estilo maneirista ("chão"). No património da cidade destaca-se a capela-mor barroca da Sé, obra do arquitecto Ludovice, e os muitos altares e painéis de azulejos que cobrem os interiores das igrejas e da Universidade.

No século XIX, Évora passou por muitas transformações urbanísticas, algumas de discutível qualidade. Na Praça do Giraldo, a cadeia e os antigos paços do concelho manuelinos foram demolidos e em seu lugar foi levantado o edifício do Banco de Portugal, enquanto que a sede do concelho foi transferida ao Palácio dos Condes de Sortelha, na Praça do Sertório. O Convento de S. Francisco também foi demolido (a igreja gótica foi poupada) e em seu lugar foi construído um novo quarteirão habitacional e um mercado. No lugar do Convento de S. Domingos foi erguido o Teatro Garcia de Resende (c. 1892). As muralhas medievais foram em grande parte preservadas, mas das antigas entradas apenas a Porta de Avis foi mantida. No século XX foi construído um anel viário ao redor do perímetro da muralha, o que ajudou na sua preservação.

Foi feita Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito a 26 de Abril de 1919.[4]

Évora é testemunho de diversos estilos e correntes estéticas, sendo ao longo do tempo dotada de obras de arte a ponto de ser classificada pela UNESCO, em 1986, como Património Comum da Humanidade.

Freguesias de Évora[editar | editar código-fonte]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

Évora e paisagem circundante.

O Concelho de Évora localiza-se em meio à grande planície alentejana, caracterizada por uma ondulação muito suave e altitude média de 240 metros. Com uma área de 1309 km², o concelho ocupa 5% da superfície da região do Alentejo. A área urbana de Évora abrange 1643 ha.

A paisagem da região de Évora caracteriza-se pelo cultivo extensivo de cereais, com manchas de pastagem e florestas de sobro a azinho. Vinhedos, olivais e arrozais também são parte da paisagem.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima da cidade é tipo mediterrânico, segundo a Classificação climática de Köppen-Geiger, com chuvas distribuídas de maneira desigual ao longo do ano: a pluviosidade máxima regista-se no inverno; no Verão, Évora é a capital de distrito mais quente, seguida da cidade de Beja. A temperatura média anual é de 15.8 °C, mas as variações mensais de temperatura são grandes; as média mensal mais alta dá-se em Agosto (23,3 °C) e a mais baixa em Janeiro (9,3 °C). A temperatura mais baixa alguma vez registada foi -5 °C e a mais alta 44.5 °C fonte: Instituto de Meteorologia. Os nevões são eventos raros. Um dos últimos ocorreu a 26 de Janeiro de 2006, dia em que também nevou em Lisboa.

Gráfico climático para Évora, Portugal Portugal
J F M A M J J A S O N D
 
 
88
 
13
6
 
 
86
 
14
7
 
 
57
 
16
8
 
 
56
 
18
9
 
 
38
 
22
11
 
 
29
 
26
14
 
 
8
 
30
16
 
 
4
 
30
16
 
 
27
 
27
16
 
 
69
 
22
13
 
 
80
 
16
9
 
 
85
 
13
7
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: allmetsat.com[5]
Valores climáticos para Évora, Portugal Portugal
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Média da temperatura máxima °C (°F) 12.8
(55)
13.7
(57)
15.9
(61)
17.8
(64)
21.6
(71)
26.2
(79)
30.0
(86)
30.2
(86)
27.4
(81)
21.7
(71)
16.3
(61)
13.1
(56)
20,6
(69)
Temperatura média diária °C (°F) 9.5
(49)
10.2
(50)
11.8
(53)
13.4
(56)
16.4
(62)
20.1
(68)
23.0
(73)
23.3
(74)
21.6
(71)
17.3
(63)
12.7
(55)
9.9
(50)
15,8
(60)
Média da temperatura mínima °C (°F) 6.1
(43)
6.7
(44)
7.7
(46)
8.9
(48)
11.1
(52)
14.0
(57)
16.0
(61)
16.3
(61)
15.7
(60)
12.9
(55)
9.1
(48)
6.6
(44)
10,9
(52)
Precipitação mm (polegadas) 88
(3.46)
86
(3.39)
57
(2.24)
56
(2.2)
38
(1.5)
29
(1.14)
8
(0.31)
4
(0.16)
27
(1.06)
69
(2.72)
80
(3.15)
85
(3.35)
627
(24,69)
Horas de luz solar 148.8 149.7 201.5 219.0 285.2 300.0 362.7 347.2 252.0 204.6 159.0 142.6 2 272,3
Número médio de dias de chuva 10 10 7 8 6 3 1 0 3 7 9 9 73
Fonte: allmetsat.com [5] 6 de março de 2010

Demografia[editar | editar código-fonte]

Com uma população de mais de 50.000 habitantes, Évora é o principal aglomerado urbano da região. A tendência de crescimento é idêntica a de outras cidades portuguesas de média dimensão e é mais alto que o da região envolvente. Como outros centros urbanos portugueses, há uma tendência de movimento de população de povoados pequenos circundantes para Évora.

População do concelho de Évora (1801 – 2011)
Anos 1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011
Habitantes 18 620 16 995 25 563 35 903 50 095 51 572 53 754 56 519 57 073

Centro histórico[editar | editar código-fonte]

Pix.gif Centro Histórico de Évora *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

Evora-StAntaoChurch.jpg
Praça do Giraldo
País Portugal
Critérios ii, iv
Referência 361
Coordenadas


 Portugal

Histórico de inscrição
Inscrição 1986  (10ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.

O centro histórico de Évora é um dos mais ricos de Portugal, sendo classificado como Património Mundial desde 1986. Alguns dos seus principais monumentos são:

  • Templo romano de Évora: é um dos monumentos romanos mais importantes de Portugal. Situa-se no ponto mais alto da cidade e foi parte do forum romano. Pensa-se que foi criado por volta do século I para homenagear o Imperador Augusto, mas mais tarde passou a ser conhecido erradamente por Templo de Diana.
  • Sé Catedral: construída entre os séculos XIII e XIV em estilo gótico, é uma das catedrais medievais mais importantes do país, com plano inspirado na Sé de Lisboa românica. No século XIV foi construído um claustro e foram esculpidas as estátuas dos apóstolos do portal principal, obra-prima da escultura medieval portuguesa. No século XVIII a capela-mor foi reconstruída em exuberante estilo barroco.
  • Igreja de São Francisco: foi reconstruída a partir do reinado de D. João II e terminada na época de D. Manuel. Sua arquitectura e decoração mistura os estilos gótico, mudéjar e manuelino. A nave única, coberta por uma imensa abóbada de pedra, é uma obra-prima da arquitectura gótica portuguesa.
  • Capela dos Ossos: situada na Igreja de São Francisco, foi construída no século XVIII e é inteiramente forrada com ossos humanos. É conhecida pela famosa frase escrita à entrada "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos"
  • Palácio de D. Manuel: do paço construído na cidade por este rei nos inícios do século XVI sobreviveu a chamada Galeria das Damas, em que se misturam influências do gótico-mudéjar, manuelino e renascentista.
  • Convento dos Lóios: a igreja e o claustro do convento são bons exemplos do gótico-mudéjar e manuelino em Évora. Actualmente o convento abriga uma pousada.

Política[editar | editar código-fonte]

Administração municipal[editar | editar código-fonte]

O município de Évora é administrado por uma câmara municipal composta por 7 vereadores. Existe uma assembleia municipal que é o órgão legislativo do município, constituída por 33 deputados (dos quais 21 eleitos diretamente).

O cargo de Presidente da Câmara Municipal é atualmente ocupado por Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá, eleito nas eleições autárquicas de 2013 pela Coligação Democrática Unitária para um primeiro mandato, para o qual a coligação conquistou três vereadores. Existem ainda 2 vereadores eleitos pelo Partido Socialista e um pelo Partido Social Democrata. Na Assembleia Municipal o partido mais representado é a CDU com onze deputados eleitos e cinco presidentes de Junta de Freguesia, seguindo-se o PS com seis deputados eleitos e sete presidentes de Juntas de Freguesia, o PSD com três deputados e o Bloco de Esquerda, com um deputado. O Presidente da Assembleia Municipal é António Jara da CDU.

Eleições de 2013
Órgão PCP-PEV PS PPD/PSD Bloco de Esquerda
Câmara Municipal 4 2 1 0
Assembleia Municipal 16 13 3 1
dos quais: eleitos directamente 11 6 3 1

Geminações[editar | editar código-fonte]

Évora tem acordos de parceria com várias cidades e tem múltiplos acordos como cidade gémea (português europeu) ou cidade-irmã (português brasileiro) com as seguintes cidades:[6]

Infraestruturas e economia[editar | editar código-fonte]

A cidade de Évora é o centro económico e administrativo da região Alentejo, que ocupa mais de 1/3 do país. A economia eborense baseia-se principalmente no sector dos Serviços, com grande peso da Universidade de Évora e dos serviços descentralizados do Governo Central. A Indústria está também bastante presente na economia da cidade, principalmente no sector dos componentes eletrónicos e eletromecânicos e da construção.

O turismo é uma importante fonte de receitas no concelho. Um milhão de turistas visita a cidade Património Mundial e o número cresce todos os anos. A cidade dispõe de vários hotéis, desde cadeias de luxo até às típicas pensões e residenciais.

O comércio tradicional localiza-se sobretudo no centro da cidade, zona turística por excelência, enquanto que as grandes superfícies se concentraram na freguesia da Horta das Figueiras. As principais lojas de grande retalho no concelho são:

  • Continente (com galeria comercial)
  • Pingo Doce E.N.114 (com galeria comercial)
  • Pingo Doce Liceu
  • Pingo Doce Leonor Fernandes
  • Pingo Doce Horta das Figueiras
  • Mercado dos Mosqueteiros (Intermarché com galeria comercial, Bricomarché, Roady, Kiabi e Posto de Abastecimento de Combustíveis)
  • Intermarché Frei-Aleixo
  • Lidl
  • Minipreço
  • Aki
  • Agriloja
  • Staples
  • Espaço Casa
  • Seaside
  • Calçado Guimarães
  • Hiper-Centro do Móvel
  • Viva

A cidade conta com um Retail Park com as insignias JOM,SportZone, Worten e Izibuild. No mesmo espaço está a nascer o ÉvoraShopping, o primeiro grande centro comercial da cidade e do Alentejo.

A cidade de Évora prepara-se para receber inúmeros investimentos, incluindo a construção de duas unidades industriais da construtora aeronáutica brasileira EMBRAER, um novo Centro Comercial (Évora Shopping), a construção de um novo Hospital Central de Évora, a construção do IP2 entre a A6 e São Manços, a restauração da parte principal da cidade (entre o Templo Romano e a Sé Catedral) e que é parte integrante do projecto Acrópole XXI, a Ligação Ferroviária de Mercadorias Sines – Elvas, assim como a modernização e renovação de várias infraestruturas já existentes na cidade.

Acessibilidades e transportes[editar | editar código-fonte]

Évora situa-se no centro da região alentejana e é, pela sua situação geográfica, um importante nó de comunicações.

A nível rodoviário, a cidade é servida pelos seguintes eixos principais:

  • A6 - Via que liga Lisboa a Madrid e tem dois nós de ligação à cidade (Nascente e Poente)
  • EN 114 - Évora/Montemor
  • IP 2 - Via que liga Bragança ao Algarve pelo interior do país. No concelho de Évora está ainda em obras
  • EN 18 - Évora/Estremoz
  • EN 18 - Évora/Beja
  • EN 254 - Évora/Redondo
  • EN 256 - Évora/Reguengos
  • EN 380 - Évora/Alcáçovas
  • R 254 - Évora/Viana
  • R 114-4 - Évora/Arraiolos

O transporte ferroviário faz-se por combóio urbano em linha eletrificada, ligando Évora a Lisboa e ao resto do país pelo serviço Intercidades

A cidade dispõe também de um Aeródromo Regional, com pista asfaltada e iluminada, onde funcionam vários serviços como a Escola de Pilotos e Paraquedismo.

O Terminal Rodoviário de Évora é sede da empresa Rodoviária do Alentejo, que assegura as ligações da cidade com variados pontos da região. Neste terminal funciona também o serviço Expresso, que liga a cidade a todas as regiões do país e também linhas regulares internacionais.

O transporte urbano é assegurado pela TREVO (Transportes Rodoviários de Évora), ligando os numerosos bairros da cidade com o centro e com as Zonas Industriais, Hospitais, Escolas, etc.

= Educação[editar | editar código-fonte]

Agrupamento de Escolas Manuel Ferreira Patrício

; Agrupamento de Escolas Nº 2 de Évora

; Agrupamento de Escolas Nº 3 de Évora

; Agrupamento de Escolas Nº 4 de Évora

; Profissionais:

; Superiores:

Smart grids[editar | editar código-fonte]

Em Portugal, o primeiro projeto de rede elétrica inteligente começou em abril de 2010 em Évora, com a instalação de 31 000 contadores inteligentes.[7] [8]

Referências

  1. [1] Instituto Nacional de Estatística. Visitado em 30 de Agosto de 2012.
  2. Diktyo MAETN Internet Archive (1999). Visitado em 19 de maio de 2011.
  3. [2] (em inglês) Yorkshire-england.co.uk.
  4. Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas Presidência da República Portuguesa. Visitado em 2014-10-22. "Resultado da busca de "Cidade de Évora"."
  5. a b Informação Meteorológica para Évora.
  6. a b c d e f Geminações de Cidades e Vilas Associação Nacional de Municípios. Visitado em 15 de novembro de 2009. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2009.
  7. Energia: Primeira rede elétrica inteligente arranca hoje em Évora Semanário Expresso Aeiou.expresso.pt.
  8. Smart Energy Living (site oficial) Évora InovCity Inovcity.pt (2011). Visitado em 2 de junho de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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Concelhos do Distrito de Évora Localização do distrito de Évora
Alandroal
Arraiolos
Borba
Estremoz
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Montemor-o-Novo
Mora
Mourão
Portel
Redondo
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Vendas Novas
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Vila Viçosa
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