Livro do Êxodo

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Êxodo (do latim tardio exŏdus do grego ἔξοδος, composto de ἐξ "fora" e ὁδός "via, caminho", significando partida) é o segundo livro do Antigo Testamento e do Pentateuco/Torá, vem depois do livro de Gênesis e antes do livro de Levítico.[1] [2] . Na tradição hebraica, chama-se Sh'moth (em hebraico: שמות, literalmente "nomes", hebreu moderno: Shmot). A sua autoria foi tradicionalmente atribuída ao profeta Moisés pela tradição judaico-cristã.[3] A crítica acadêmica moderna descreve o livro do êxodo com um copilado de textos distintos, tendo recebido sua redação final no período posterior ao exílio babilônico entre os séculos 6 e 5 A.C.[3] .[4] O Livro do Êxodo dá continuidade ao livro da Gênesis, relata como Moisés conduz os israelitas do Egito pelo deserto até o Monte Sinai Bíblico, onde Yahveh se revela e oferece uma aliança: os israelitas devem manter a lei e, em retorno, receberiam a proteção de Yahveh que lhes daria Canaã (a Terra Prometida). Há muitas relatos bem conhecidos no Êxodo, como a passagem pelo Mar Vermelho (possivelmente, Mar dos Juncos), a revelação no Sinai, a entrega das tabuletas da lei, Bezerro de ouro e o aparecimento de maná no deserto.

Título[editar | editar código-fonte]

O termo "Êxodo" deriva da versão Septuaginta Grega (LXX), que procurava intitular os livros a partir do seu conteúdo. O seu nome em hebraico é Shemôtht, que significa "Nomes", de acordo com o costume de judaico de intitular os livros a partir das suas palavras iniciais. (Êxodo 1:1 - "Estes são os nomes …"; em língua hebraica We élleh shemôtht)

Data[editar | editar código-fonte]

De acordo com a tradição, o Êxodo e os outros quatro livros da Torá foram escritos por Moisés na segunda metade do 2º milênio a.C., entretanto estudiosos modernos divergem da autoria por Moisés.

A Edição Pastoral da Bíblia sustenta que os capítulos 25-31 e 35-40 foram acrescentados por sacerdotes após o exílio na Babilônia[5] .

A Bíblia não cita o faraó do Êxodo por seu nome, a data bíblica do Êxodo pode ser estimada por 1 Reis 6:1, em que se lê que Salomão começou a construir o Templo no quarto ano de seu reinado, 480 anos depois que os filhos de Israel saíram do Egito. A maioria dos estudiosos da Bíblia estima que o quarto ano do reinado de Salomão foi o ano 967 a.C. Logo a data do Êxodo teria sido 1447 a.C. (967 + 480), quando governava Tutmósis III, mas não há nenhum documento nem resto arqueológico egípcio que confirme este excepcional acontecimento.

A figura mais popularmente associada ao faraó do Êxodo é Ramsés II, embora não haja qualquer evidência arqueológica de que ele tenha tido de lidar com as Pragas do Egito ou qualquer coisa similar ou que tenha perseguido escravos hebreus fugindo do Egito. A estela de Ramsés II em Beth Shan menciona dois povos conquistados que vieram a lhe "prestar obediência" na cidade de Ramsés ou Pi-Ramsés mas não menciona nem a construção da cidade nem os israelitas ou Hapirus.[6] Ainda, acredita-se que Pitom tenha sido construída no século 7 ACE.[7] [8]

Por outro lado outros estudiosos apontam o ano de 1250 AC [5] [9] [10] .

Arqueologia[editar | editar código-fonte]

Enquanto alguns arqueólogos deixem aberta a possibilidade de ter havido uma tribo semítica oriunda da escravidão no Egito e que uma figura como a de Moisés tenha realmente existido no século XIII AC, rejeita-se a possibilidade de que o Êxodo tenha acontecido conforme descrito na Bíblia.[11] Mais de um século de pesquisa arqueológica não descobriu nada que pudesse comprovar os elementos narrativos do livro do Êxodo - os quatro séculos de estada no Egito, a fuga de bem mais de um milhão de israelitas do Delta ou os três meses de jornada através do deserto até o Sinai.[12] Os registros egípcios não fazem qualquer menção aos fatos relatados no Êxodo, a região sul da península do Sinal não mostra traços de uma migração em massa como descrita no Êxodo e virtualmente todos os nomes mencionados, incluindo Goshen (a região do Egito onde os israelitas supostamente viveram), as cidades-armazém de Pitom e Rameses, o local onde teria acontecido a passagem pelo Mar Vermelho (ou Mar dos Juncos) e o próprio monte Sinai não puderam ser claramente identificados.[13] Acadêmicos que defendem a historicidade do Êxodo concedem que o máximo que as evidências podem sugerir é que o relato é plausível.[14] Tem se tornado cada vez mais claro que a idade do ferro Israelense - os reinos de Judá e Israel - tem suas origens em Canaã e não no Egito:[15] A cultura dos assentamentos israelitas mais antigos é Canaanita, seus objetos de culto são os mesmos do deus canaanita El, o trabalho da cerâmica reflete as tradições canaanitas locais e o alfabeto usado é o canaanita antigo. Praticamente a única distinção entre as cidades israelitas das áreas canaanitas é a ausência de ossos de porco, embora se este aspecto pode ser usado como um marcador étnico ou é devido a outros fatores permanece assunto de disputa.[16]

Estudo[editar | editar código-fonte]

Como em muitos outros livros históricos, a história que é narrada aqui está muito longe da definição científica moderna, pois se trata de uma história religiosa e cultural e não bélica, diplomática ou política.

Objetivo[editar | editar código-fonte]

O principal propósito do Êxodo é manter vivo na memória do povo hebreu o feito da fundação de si mesmo como nação: a saída do Egito e a conseqüente libertação da escravidão. Através de sua fuga e a busca da Terra Prometida, o judeu adquire consciência de sua unidade étnica, filosófica, cultural e religiosa pela primeira vez.

O Êxodo estabelece também as bases da liturgia e do culto, e está dominado em toda sua extensão pela figura do legislador e condutor, o patriarca Moisés.

A aliança entre os israelitas e Yahveh é um ponto central da cultura judaica, tendo influenciado fortemente sua teologia e espiritualidade. Esse acontecimento recebeu diversas releituras dentro da própria Bíblia. Tanto o segundo Isaías como o terceiro relacionam o retorno do povo de Judá do Exílio Babilônico como um novo Êxodo.[3]

Os cristãos viram na doutrina de Jesus um "novo Êxodo", vêem Jesus de Nazaré como o verdadeiro libertador e Moisés como uma mera figura intermediária que prepararia o povo para receber o verdadeiro mestre.[3]

Conteúdo[editar | editar código-fonte]

Êxodo dá continuidade à narrativa iniciada em Gênesis. Relata o início da escravidão do povo de Israel no Egipto, sua posterior libertação e aliança com Deus no Monte Horebe,[17] na Península do Sinai, onde Deus entrega a Moisés as duas tábuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Também narra o nascimento e a vida de Moisés.

A Escravidão e Moisés[editar | editar código-fonte]

Depois da morte de José e de toda a sua geração, subiu ao trono do Egito um novo Faraó - e muito provavelmente uma nova Dinastia - "que não sabia nada a respeito de José." (1:6,8 BLH) Segundo o relato bíblico, o Faraó disse ao seu povo: "Ele disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. Vamos, usemos de astúcia para com ele, para que não se multiplique, e seja o caso que, vindo guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos, peleje contra nós e saia da terra." (1:9,10 ALA)

Com esse fim designaram sobre eles, chefes de trabalhos forçados com o objetivo de oprimi-los; de tornar a sua vida penosa. Segundo o relato bíblico, os israelitas trabalham na construção das cidades de Pitom (ou Pi-Atum, que significa "Casa de [deus] Atum") e Ramsés (que significa "Casa do Filho de [deus] Rá"; ou Pi-Ramsés-Meri-Amon), que seriam locais para armazenagem de cereais. Ambas as cidades situavam-se na fronteira oriental do Delta do Nilo. A cidade de Pi-Ramsés seria a Avaris mencionada no relato do sacerdote e historiador egípcio Manéto, citado pelo historiador judeu Flávio Josefo.

Quanto mais os egípcios os oprimiam, tanto mais eles se multiplicavam, a ponto de os egípcios temerem uma rebelião. (1:12-14) Para conter o preocupante aumento da população masculina entre os israelitas, o Faraó terá ordenado que todo menino israelita recém nascido fosse morto. (1:15-22). É neste contexto que surge o nascimento de Moisés. Uma mulher levita (da tribo de Levi) consegue salvar seu bebê o deixando sem rumo no rio Nilo em uma arca de junco. Então a filha do Faraó acha o bebê, e dá a ele o nome de Moisés (traduzido como Salvado das águas). Moisés cresceu dentro da sociedade egípcia, mas depois se solidariza com os israelitas, ao matar um egípcio que estava batendo em um israelita.

Então foge do país e vai para Midiã.[18] Lá ele casa, e depois, converte-se em pastor do sacerdote Jetro (chamado Reuel, em outra parte do Êxodo) e por sua vez Moisés chega a ser marido da filha de Jetro, Zípora. Enquanto rebanhava o bando de ovelhas de seu sogro Jetro[19] no Monte Horebe,[17] encontra Deus na forma de um anjo sobre uma sarça (arvoredo) em chamas. Deus revela seu nome, Yahweh (ou Javé), a Moisés, e diz que ele deve voltar ao Egito e liderar a fuga dos hebreus rumo à Terra Prometida de Abraão (Canaã).

Moisés retorna ao Egito, e Deus o instrui a aparecer diante do faraó e informar ele da exigência de Deus de que ele deixe o povo de Deus partir. Moisés e seu irmão Arão fazem isso, mas o faraó recusa o pedido e oprime ainda mais os hebreus. Moisés fala a Deus e Deus diz que os hebreus conseguirão deixar o Egito.[20] Deus envia uma série de pragas sobre o Egito, mas o faraó insiste em recusar.[21] Deus instrui Moisés a instituir o sacrifício da Passagem entre os hebreus, e mata todos os primogênitos egípcios e seus gados, mas evita as casas dos israelitas, que haviam marcado as portas de suas casas com sangue de cordeiro. O faraó reconhece sua derrota e então concorda em deixar os hebreus partirem.[22]

Moisés explica o significado da Passagem: é para a salvação de Israel do Egito, então os hebreus não irão requerer o sacrifício dos seus próprios filhos, mas para redimir eles.

Passaria exatamente 80 anos, até os israelitas serem libertados do Egito.

O Êxodo e a Jornada a Israel[editar | editar código-fonte]

O Êxodo inicia. Os hebreus, 600.000 homens mais mulheres e crianças e uma multidão misturada, com suas manadas e rebanhos, foram para a montanha de Deus.

O faraó persegue os hebreus, e Yahweh destrói o exército do faraó ao cruzar o Yam Suf (Mar Vermelho). Os hebreus comemoram. Em Repidim, ele providencia água milagrosamente da rocha de Meribah (Massah). Os hebreus chegam à montanha de Deus, onde o sogro de Moisés, Jetro, o visita; para ele Moisés aponta julgamentos sobre Israel.

O povo de Israel organiza o acampamento em Sucote, e dali caminha até ao Etão, no limite do deserto, onde acamparam. (13:17,18,20) Sucote estava evidentemente a um dia de jornada (32 a 48 km) do Etão que é acreditado que se estende ao longo do lado Norte da Península do Sinai.

Retrocedem e acampam diante de Pi-Hairote, entre Migdol e "o mar", à vista de Baal-Zefom [ou seja, a fronteira Norte]. É o último lugar antes da travessia do mar Vermelho. (14:1-3) Crê-se que Migdol seja a pronúncia egípcia do hebraico mighdal, que significa "torre", devendo referir-se a um posto militar ou torre de vigia na fronteira egípcia. Numa das Cartas de Tell-Amarna é mencionado Maagdali.

Após a travessia do Mar Vermelho, entram no Ermo do Sur. Sur ou Shûr, significa "muro" ou 'muralha". Depois de três dias de caminhada, chegam ao Oásis de Mara, em árabe Ani Hawarah, onde as águas eram amargas. Mara significa "amarga", devido à sua água ser salobre e sulfurosa, não potável. Andando 24 quilômetros mais para Sul, chegaram ao Oásis de Elim, em árabe Wadi Garandel, com doze fontes de água e setenta palmeiras. Elim significa "árvores grandes [sagradas]". (15:22,23,27)

Atravessam o Ermo de Sim junto ao mar Vermelho, entre o Oásis de Elim e o Monte Horebe (Sinai), hoje a planície de El Kaa. Acamparam a Dofca, e depois em Alush, e finalmente, no oásis de Refidim. Dafca é actualmente chamada em árabe de Serábit el-Chadem. Era um antigo centro egípcio de extração de cobre e de turquesas e onde havia fornos de fundição. Segundo os filólogos, Dofca é um nome hebraico que equivale a "fornos de fundição". Alush é um local não identificado entre Dofca e Refidim.

  • A questão das codornizes como o maná, tal como descritos no texto bíblico, são um acontecimento local natural. Somente as suas circunstâncias (tempo, duração, quantidade, etc …) que tornam estes factos em parte milagrosos ou inexplicáveis. O mesmo se aplica ao fenómeno da "água brotar da rocha".

Foi em Refidim, a actual wadi Feiran dos árabes, a noroeste do Monte Horebe. Foi aqui que ocorreu o episódio de "água brotar da rocha" (Números 20:11). Foi o local da batalha entre Israel e os amalequitas. Josué, ajudante de Moisés, saí vitorioso. (17:1,6; Números 33:12-15) Por fim, o povo de Israel acampa junto do Monte Horebe, na Península de Sinai. Em árabe, é chamado Jebel Musa que significa "Monte de Moisés".

Tal rota "oficial" do êxodo carece de comprovação arqueológica. Alguns autores questionam o êxodo bíblico; outros apresentam rotas mais plausíveis com o texto bíblico; Existem trabalhos (como o de Ron Wyatt) que apontam a praia de Nuweiba no Golfo de Aqaba como o provável local da travessia do mar Vermelho, e o monte sagrado situado na Arábia Saudita, no local chamado em árabe de Jabel El Laws.

No Sinai: As Leis e o Tabernáculo[editar | editar código-fonte]

No terceiro mês, os israelitas chegam ao Monte Sinai, e seu Deus os anuncia, através de Moisés, que os israelitas seriam seus filhos, porque ele os havia deixado partir com sua onipotência. Os israelitas aceitam este chamado, e logo, com trovões, relâmpagos e com o som das trompetas, e Deus aparece no cume do Monte Sinai,[23] e as pessoas viram a nuvem e "ouviram" a voz de Deus.[24] Então, Moisés e Arão supostamente subiram ao cume da montanha.[25] Então Yahweh anuncia o Decálogo (os Dez Mandamentos)[26] na escuta de toda Israel.[27]

Depois anuncia um código mais detalhado, relacionado a rituais e leis civis;[28] e promete a terra de Canaã aos israelitas se eles obedecerem,[29] mas os alerta sobre a presença do paganismo de seus habitantes.[29]

Yahweh chama Moisés no cume da montanha para receber um conjunto de tábuas de pedra contendo as leis e instruções adicionais.[30] [31]

Então Yahweh dá a Moisés instruções para construir um tabernáculo no qual Deus poderá dormir permanentemente entre os hebreus, assim como instruções para as vestimentas dos sacerdotes, o altar e seus pertences, o ritual a ser usado para ordenar os sacerdotes, e os sacrifícios diários a serem oferecidos.[32] Arão é escolhido o primeiro sacerdote.[33] E todos os futuros sacerdotes deveriam vir de sua linhagem.[34] Então Yahweh dá a Moisés as duas tábuas de pedra com as instruções, escritas pelo próprio dedo de Deus. Enquanto Moisés se encontrava no cume da montanha, o povo se impacienta e exige a Arão a construção de um bezerro de ouro. Deus informa Moisés que seu povo tem se voltado contra ele, então ameaça em abandonar o povo de Israel, mas Moisés intercede por eles. No entanto, quando ele se abaixa e vê o que foi feito, fica com raiva e destrói as tábuas da lei. Depois de pronunciar o juízo contra Arão e seu povo, Moisés sobe novamente e implora a Elohim pelo perdão.[35] Em consequência, Elohim ordena a Moisés fazer duas novas tábuas, onde ele pessoalmente escreve os mandamentos. Deus entrega a ele o Decálogo, com os Dez Mandamentos. Então Moisés regressa com seu povo, e enquanto lê as leis, o povo o escuta com respeito.

Moisés reúne a congregação, e impõe o descanso do Sabbath (sábado) e solicita oferendas para o santuário. A totalidade da população responde positivamente, e abaixo da direção de Besaleel e Aholiab, seguem todas as instruções para fazer o Tabernáculo, seu conteúdo, e a vestimenta dos sacerdotes. Os israelitas juntam todo o primeiro dia do segundo mês. Esta seção é quase uma cópia literal dos capítulos 25-31.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Echegary, J. González et ali. A Bíblia e seu contexto (em <código de língua não-reconhecido>). 2. ed. São Paulo: Edições Ave Maria, 2000. 1133 pp. 2 vols. ISBN 978-85-276-0347-8.
  2. Pearlman, Myer. Através da Bíblia: Livro por Livro (em <código de língua não-reconhecido>). 23. ed. São Paulo: Editora Vida, 2006. 439 pp. ISBN 978-85-7367-134-6.
  3. a b c d Êxodo - Bíblia Sagrada capuchinhos.org. Visitado em 8 de novembro de 2010.
  4. Rolf Rendtorff, "Directions in Pentateuchal Studies", Currents in Research: Biblical Studies volume 5 (1997), pp.43-65; and David M. Carr, "Controversy and Convergence in Recent Studies of the Formation of the Pentateuch", Religious Studies Review volume 23 número 1 (Janeiro, 1997), pp.22-29 doi:10.1111/j.1748-0922.1997.tb00321.x/pdf
  5. a b Êxodo, acessado em 20 de julho de 2010
  6. Stephen L. Caiger, "Archaeological Fact and Fancy," Biblical Archaeologist, (9, 1946).
  7. I Will Show You: Essays in History and Archaeology of the Ancient Near East in Honor of J. Maxwell Miller, Sheffield Academic Press, 1997, P. 261-262, ISBN 978-1850756507,[1]
  8. Neils Peter Lemche. Israel's past in present research: essays on ancient Israelite historiography. [S.l.]: Eisenbrauns, 2000. p. 398. ISBN 978-1575060286.
  9. A História de Israel no Debate Atual, acessado em 20 de julho de 2010
  10. Arqueologia e Bíblia, acessado em 20 de julho de 2010
  11. Dever, William G.. What Did the Biblical Writers Know and When Did They Know It?. [S.l.]: Wm. B. Eerdmans Publishing Company, 2002. ISBN 0-8028-2126-X.
  12. James Weinstein, "Exodus and the Archaeological Reality", in Exodus: The Egyptian Evidence, ed. Ernest S. Frerichs and Leonard H. Lesko (Eisenbrauns, 1997), p.87
  13. John Van Seters, "The Geography of the Exodus", pages 255–276 in The Land that I Will Show You: Essays on the History and Archaeology of the Ancient Near East in Honour of J. Maxwell Miller, ed. J. Andrew Dearman and M. Patrick Graham (Journal for the Study of the Old Testament Supplement Series 343, Sheffield Academic Press, 2001) ISBN 1-84127-257-4.
  14. James K. Hoffmeier, Israel in Egypt: The Evidence for the Authenticity of the Exodus Tradition, (OUP, 1999)
  15. Finkelstein, Israel and Nadav Naaman, eds.. From Nomadism to Monarchy: Archaeological and Historical Aspects of Early Israel. [S.l.]: Israel Exploration Society, 1994. ISBN 1880317206.
  16. Anne E. Killebrew, "Biblical Peoples and Ethnicity" (Society of Biblical Literature, 2005) p.176
  17. a b Também conhecido como Monte Sinai.
  18. Região desértica entre o Egito e o Negev.
  19. O sogro de Moisés é chamado de Reuel e Jetro na Torá, e Hobeb nos Julgamentos. Hobeb também aparece na Torá (nos Números), mas é identificado como filho de Reuel.
  20. Êxodo 5-6
  21. Êxodo 7-10
  22. Êxodo 11-12
  23. Êxodo 19
  24. A palavra hebraica usada aqui normalmente significa voz, mas alguns versos antes (Êxodo 19:16) é usada como sendo "trovão", no contexto do trovão e a luz da montanha. Portanto não está claro o que "beqol" significa nesta instância. A implicação de Êxodo 20:18-19 é que as pessoas ouvem somente trovões e trombetas e é por esta razão que isso aponta Moisés como seu mediador com Deus: "E todo o povo viu os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando; e o povo, vendo isso, retirou-se e pôs de longe. E disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos; e não fale Deus conosco, para que não morramos." Algumas traduções colocam o "trovão" junto da "voz".
  25. Não está totalmente claro quem subiu a montanha - no Êxodo 19:24 está escrito que Yahweh instruiu Moisés e Arão a ir ao cume enquanto as pessoas e os padres permanecem abaixo, mas no Êxodo 19:22 os padres foram instruídos que eles podiam se aproximar de Yahweh depois de se consagrarem.
  26. Êxodo 20
  27. Uma versão um pouco diferente dos Mandamentos é dada no Deuteronômio 5, a mais notável variação sendo a razão dada para manter o Sabbath: no Êxodo, o Sabbath é mantido porque Deus fez os céus e a terra em seis dias e descansou no sétimo; no Deuteronômio, é um memorial para a partida de Israel do Egito.
  28. Êxodo 21:1-23:19
  29. a b Êxodo 21-23
  30. Êxodo 24
  31. Oscar Mata Sosa, Gênesis -Em 7 Dias-, C. I, pode ser baixado de
  32. Êxodo 25-28
  33. Êxodo 28
  34. Levitas
  35. Êxodo 32-33

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • W. F. Albright From the Stone Age to Christianity (segunda edição) Doubleday/Anchor
  • W. F. Albright Archaeology and the Religion of Israel (5th edition) 1969, Doubleday/Anchor
  • Enciclopédia Judaica, Keter Publishing, entrada em "Population", volume 13, coluna 866.
  • Humphreys, Colin J. The Miracles of Exodus: A Scientist’s Discovery of the Extraordinary Natural Causes of the Biblical Stories 2003, HarperSanFrancisco
  • Y. Shiloh, "The Population of Iron Age Palestine in the Light of a Sample Analysis of Urban Plans, Areas and Population Density." Bulletin of the American Schools of Oriental Research (BASOR), 1980, 239:25-35
  • Exploring Exodus: The Origins of Biblical Israel Nahum Sarna, Shocken Books, 1986 (first edition), 1996 (edição reimpresa), capítulo 5, "Six hundred thousand men on foot".
  • "Those Amazing Biblical Numbers: Taking Stock of the Armies of Ancient Israel" William Sierichs, Jr.
  • "The Rise of Ancient Israel : Symposium at the Smithsonian Institution October 26, 1991" by Hershel Shanks, William G. Dever, Baruch Halpern and P. Kyle McCarter, Biblical Archaeological Society, 1992.
  • The Biblical Exodus in the Light of Recent Research: Is There Any Archaeological or Extra-Biblical Evidence?, Hershel Shanks, Editor, Biblical Archaeological Society, 1997

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Traduções judaicas do Êxodo[editar | editar código-fonte]

Traduções cristãs do Êxodo[editar | editar código-fonte]


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