...Baby One More Time

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...Baby One More Time
Álbum de estúdio de Britney Spears
Lançamento mundo 12 de janeiro de 1999 (1999-01-12)
(ver histórico de lançamento)
Gravação Agosto de 1997 — Junho de 1998;
Cheiron Studios
(Estocolmo, Suécia)
Battery Studios
(New York City, Estados Unidos)
Gênero(s) Bubblegum pop, dance-pop, teen pop
Duração 42:20 (edição americana)
45:54 (edição internacional)
Gravadora(s) Jive
Produção The All Seeing I, Jörgen Elofsson, David Kreuger, Kristian Lundin, Per Magnusson, Max Martin, Rami, Eric Foster White, Andreas Carlsson, Denniz PoP
Cronologia de Britney Spears
Último
Último
Oops!... I Did It Again
(2000)
Próximo
Próximo
Singles de ...Baby One More Time
  1. "...Baby One More Time"
    Lançamento: 30 de setembro de 1998 (1998-09-30)
  2. "Sometimes"
    Lançamento: 30 de abril de 1999 (1999-04-30)
  3. "(You Drive Me) Crazy"
    Lançamento: 23 de agosto de 1999 (1999-08-23)
  4. "Born to Make You Happy"
    Lançamento: 6 de dezembro de 1999 (1999-12-06)
  5. "From the Bottom of My Broken Heart"
    Lançamento: 15 de dezembro de 1999 (1999-12-15)

...Baby One More Time é o álbum de estreia da cantora pop americana Britney Spears. Seu lançamento ocorreu mundialmente no dia 12 de janeiro de 1999 através da editora discográfica Jive Records, e contém doze canções inéditas, compostas por grandes músicos, como Max Martin.[1] [2] Em junho de 1997, enquanto Spears negociava com o gerente Lou Pearlman para se juntar à gilrband Innosense, sua mãe perguntou ao amigo da família e advogado de entretenimento Larry Rudolph sobre sua opinião e apresentou a ele uma fita de Spears cantando uma música de Whitney Houston em um karaokê. Rudolph enviou a fita para várias gravadoras, e também uma fita demo sem uso de Toni Braxton. A Jive Records se interessou no material e nomeou a cantora para trabalhar ao lado de um dos produtores do álbum, Eric Foster White. Após ouvir o material gravado, Spears assinou um contrato com a Jive de vários álbuns.

Spears viajou para a Suécia para trabalhar com os produtores Max Martin, Rami Yacoub, Denniz PoP e outros. Martin mostrou à Spears seu gerenciamento de uma faixa intitulada "Hit Me Baby One More Time", que havia sido originalmente escrita para o grupo americano de R&B TLC, que rejeitaram a faixa. Spears mais tarde afirmou que estava se sentindo animada quando ela ouviu a faixa e sabia que seria um sucesso. Em junho de 1998, o álbum foi concluído.

A sonoridade do álbum deriva principalmente da mescla entre os estilos musicais teen pop, dance pop e bubblegum pop, com temas que abordam fins de relacionamentos e sentimentos que seu parceiro traz, e tem uma instrumentação com pianos, guitarras, sinos, e no caso de "The Beat Goes On", pratos, tambores e sintetizadores. O álbum recebeu críticas mistas pelos críticos de música pop contemporânea, que comparam Spears a Madonna e consideraram o álbum bobo e prematuro. O álbum foi um grande sucesso comercial, sendo o mais bem sucedido da carreira de Spears, vendendo mais de 30 milhões de cópias no mundo inteiro, e é o álbum mais vendido por uma adolescente, pois Spears havia 17 anos na época do lançamento do álbum. O disco também possui sete capas, que foram distribuídas aleatoriamente ao redor do mundo.

Como parte da divulgação do álbum, Spears lançou cinco singles. O primeiro deles, a faixa homônima, foi um grande sucesso mundial, atingindo a primeira posição em tabelas musicais de mais de 25 países,[3] [4] [5] e se tornou um dos singles mais vendidos do mundo, com mais de de 11 milhões de cópias comercializadas mundialmente, sendo o single mais famoso da carreira de Spears. "Sometimes" e "(You Drive Me) Crazy" alcançaram os tops cinco e dez em diversos países. "Born to Make You Happy" e "From the Bottom of My Broken Heart" foram os quarto e último singles, respectivamente, sendo que o primeiro citado não foi lançado nos Estados Unidos e na Austrália.

Spears também promoveu o álbum através de apresentações em emissoras televisivas, entrevistas, talk-shows e as turnês Hair Zone Mall Tour (1998), ...Baby One More Time Tour (1999) e Crazy 2K Tour (2000), sendo que a última incluiu canções de seu segundo álbum, Oops!... I Did It Again (2000). O álbum fez com que Spears se tornasse uma grande imagem da cultura pop, e rendeu duas indicações na 41ª cerimônia do Grammy Awards, que foram Best New Artist e Best Pop Vocal Album, ambas pelo single "...Baby One More Time", porém Spears perdeu as duas.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

"Eu estava no estúdio por cerca de seis meses escutando e gravando o material, mas eu realmente não tinha ouvindo um sucesso ainda. Quando comecei a trabalhar com Max Martin na Suécia, ele me mostrou a demo de "Baby One More Time", e eu sabia desde o início que era uma daquelas músicas que você tem vontade de ouvir de novo e de novo. Ele me fez sentir bem. Fui para o estúdio e fiz meu próprio material, tentando dar-lhe um pouco mais de atitude do que a demo. Em 10 dias, eu nunca vi na Suécia. Estávamos tão ocupados..."

Spears falando sobre a produção do álbum com Chuck Taylor, da revista musical americana Billboard.[6]

Em junho de 1997, Spears estava em negociações com o empresário Lou Pearlman para se juntar ao grupo pop feminino Innosense. Sua mãe, Lynne Spears, perguntou ao amigo da família e advogado de entretenimento Larry Rudolph sobre sua opinião e lhe apresentou uma fita de Spears cantando uma canção de Whitney Houston num karaokê, juntamente com algumas fotos. Rudolph decidiu enviá-la a algumas gravadoras, o que lhe exigiu uma demonstração de profissionalismo. Ele enviou uma canção sem uso de Toni Braxton a Spears, ela ensaiou durante uma semana e gravou em um estúdio com um engenheiro de som. Spears viajou para Nova York com o demo e se reuniu com executivos de quatro gravadoras, retornando para Kentwood no mesmo dia. Três rejeitaram, que argumentaram que o público queria bandas pop, como os Backstreet Boys e as Spice Girls, e que "não ia ser outra Madonna, outra Debbie Gibson ou outra Tiffany". Duas semanas mais tarde, executivos da Jive Records retornaram as chamadas para Rudolph.[7] O vice-presidente e sênior do setor A&R da Jive, Jeff Fenster, declarou: "É muito raro ouvir alguém dessa idade que pode lhe entregar conteúdo emocional e apelo comercial. [...] Para qualquer artista, a motivação é 'olho do tigre' -é extremamente importante. E Britney tinha isso". Eles nomearam a cantora para trabalhar com o produtor Eric Foster White durante um mês, que teria deixado a voz "mais baixa e fofa distintamente, e inequivocamente [de Britney]".[8] Spears gravou dez músicas com White, incluindo "Autumn Goodbye", "E-Mail My Heart", "From the Bottom of My Broken Heart", "I'm So Curious", "I Will Still Love You", "Soda Pop" e "Thinkin' About You". A cantora também gravou um cover do single de 1967 de Sonny & Cher, "The Beat Goes On". White foi responsável pela gravação e produção vocal da canção, enquanto a produção adicional foi feito pelo grupo inglês de música eletrônica All Seeing I.

Depois de ouvir o material, o presidente Clive Calder ordenou um álbum completo. Spears voou para os Cheiron Studios em Estocolmo, Suécia, onde metade do álbum foi gravado entre março e abril de 1998, com os produtores Max Martin, Denniz Pop e Rami Yacoub, entre outros.[9] Martin mostrou a Spears seu gerenciamento de uma faixa intitulada "Hit Me Baby One More Time", que havia sido originalmente escrita para o grupo americano de R&B TLC, que no entanto, a rejeitaram. Spears mais tarde afirmou que se sentiu animado quando ela ouviu e sabia que ia ser um sucesso.[10] "Nós, da Jive dissemos: 'Esta é uma porcaria esmagada", revelou o executivo A&R da gravadora, Steve Lunt.[11] No entanto, outros executivos estavam preocupados que a parte "Hit Me" iria tolerar a violência doméstica, e foi posteriormente intitulada para "...Baby One More Time".[10] A cantora revelou que ela "não se saiu bem em todo o primeiro dia no estúdio [na gravação da canção], eu estava muito nervosa. Então eu saí naquela noite e tinha que cumprir minha tarefa. No dia seguinte, eu estava completamente relaxada e acertei em cheio. Você tem que estar relaxado cantando '...Baby One More Time '".[12] Em junho de 1998, o álbum foi concluído,[13] e Spears embarcou em uma turnê promocional patrocinada pela L'Oréal, a Hair Zone Mall Tour.[14] ...Baby One More Time foi lançado como o álbum de estreia de Spears mundialmente em 12 de janeiro de 1999.[15] Quatro meses após o lançamento do álbum, Spears regravou a faixa "(You Drive Me) Crazy", que recebeu o nome de The Stop! Remix, e foi incluída em edições limitadas do álbum, foi a versão usada no respectivo videoclipe e fez parte da trilha sonora do filme Drive Me Crazy.

Composição[editar | editar código-fonte]

Estilo musical e letras[editar | editar código-fonte]

Spears havia inicialmente imaginado "uma música de Sheryl Crow, mas mais jovem e mais contemporânea para adultos", mas ela se sentiu bem com os produtores de sua gravadora, e ela disse: "Fazia mais sentido ir para o pop, porque eu posso dançar com isso- é mais comigo". O álbum começa com seu primeiro single, "...Baby One More Time", uma canção teen pop e dance pop que começa com três notas de baixo do piano. A abertura foi comparada com muitas outras canções, como "We Will Rock You" (1977), "Start Me Up" (1981) e a canção tema do filme Jaws, devido ao fato de a faixa "tornar sua presença conhecida, em exatamente um segundo".[16] [17] De acordo com a revista Blender, "...Baby One More Time" é composta por "linhas de guitarra wah-wah e EKG -máquina de bass-slaps". Claudia Mitchell e Jacqueline Reid-Walsh, autores de Girl Culture: Studying Girl Culture: A Reader's Guide (2008), observaram que a letra da canção "é gesto em direção ao anseio [de Spears] pelo retorno de um ex-namorado".[18] A segunda canção e terceiro single, "(You Drive Me) Crazy" funciona através de uma batida dançante moderadamente lenta,[19] e tem uma melodia rhythm and blues misturada com instrumentais sintetizadores.[20] A terceira faixa e segundo single, "Sometimes" é uma balada romântica,[21] que começa com Spears dizendo: You tell me you're in love with me / That you can't take your pretty eyes away from me / It's not that I don't wanna stay / But every time you come too close I move away".[nota 1] [22] Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, observou que a canção tem "um gancho com uma melodia cativante e agradável, com uma reminiscência de estilo eurodance".[23]

A faixa de número quatro do álbum ...Baby One More Time é "Soda Pop", uma canção que contém influências do bubblegum pop e dancehall, e possui vocais de fundo fornecidos por seu co-escritor, Mikey Bassie. Os vocais de Spears na quinta faixa e quarto single, "Born to Make You Happy", chegam a atingir notas entre F♯3 e B4, em intervalos de uma oitava.[24] Suas letras fazem alusão a uma relação que uma mulher deseja reparar seu relacionamento, sem entender o que deu errado, como nas linhas "I don't know how to live without your love / I was born to make you happy".[nota 2] [25] A sexta faixa e último single, "From the Bottom of My Broken Heart", é uma balada romântica teen pop slow-tempo.[26] [27] [28] "I Will Be There" apresenta um riff de guitarra semelhante a "Torn" (1997), de Natalie Imbruglia, com um "refrão empolgante sobre seu seu homem (ou um melhor amigo ou uma casa de seu animal)", como observado por Kyle Anderson, da emissora televisiva estadunidense MTV. A décima primeira faixa, "E-Mail My Heart", é uma balada de piano sensível onde Spears canta: "E-mail me back / And say our love will stay alive".[nota 3] [25] O cover da canção "The Beat Goes On", interpretada originalmente por Sonny & Cher em 1965, é influenciado pela bossa nova e trip hop,[25] [29] e apresenta um som semelhante a filmes de espionagem.[25]

Singles[editar | editar código-fonte]

Spears a apresentar ...Baby One More Time na turnê Dream Within a Dream Tour, em 2002.

"...Baby One More Time" foi lançado como o primeiro single do disco nos Estados Unidos em 30 de setembro de 1998. A canção alcançou o número um em mais de 25 países, incluindo os Estados Unidos, onde chegou a ser número um na Billboard Hot 100 em janeiro de 1999 e liderou a parada por duas semanas.[30] [31] Ele abriu a número um na UK Singles Chart vendendo mais de 460.000 cópias em sua primeira semana, um recorde para uma artista feminina na época,[32] e se tornou o single mais vendido de 1999[33] e se tornou a 25ª canção de maior sucesso de todos os tempos na história das paradas britânicas com mais de 1,45 milhões de unidades vendidas no Reino Unido, e mais de 11 milhões de cópias comercializadas mundialmente, recebendo inúmeras certificações de ouro e platina ao redor do mundo e entrando para a lista dos singles mais vendidos de todos os tempos, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). Seu videoclipe, dirigido por Nigel Dick, mostra Spears como uma estudante de um colégio católico que começa a sonhar que está a dançar ao redor do colégio, e que encontra seu interesse amoroso.[34] Em 2010, o videoclipe foi nomeado como o terceiro vídeo mais influente da história da música pop.[35]

"Sometimes" foi lançado como o segundo single do trabalho em 30 de abril de 1999.[36] A canção chegou ao pico de número um na Bélgica, Países Baixos,[37] Nova Zelândia, Brasil, Espanha e também atingiu seu pico dentro do top 10 em mais de 15 países.[37] Nos Estados Unidos, a canção atingiu um pico de número 21 na Billboard Hot 100 devido ao fato de ser lançada apenas nas rádios nos Estados Unidos.[38] Seu videoclipe foi dirigido por Nigel Dick.[39] Durante os ensaios, Spears machucou o joelho esquerdo e teve que fazer a cirurgia necessária.[40] Após se recuperar em Kentwood, Luisiana, Spears gravou o vídeo, que foi filmado entre os dias 9 e 10 de abril de 1999 em Paradise Cove, Malibu, Califórnia,[41] sendo lançado no Total Request Live, da emissora estadunidense MTV em 9 de maio de 1999.[39]

Em maio de 1999, Max Martin e Spears retornaram aos Battery Studios para regravarem a faixa "(You Drive Me) Crazy", recebendo o nome de The Stop! Remix, que acabou por ser incluída no filme de comédia romântica Drive Me Crazy.[42] The Stop! Remix acabou por ser o terceiro single do álbum, lançado em 23 de agosto de 1999.[36] Seu acompanhante videoclipe foi dirigido por Nigel Dick, e conta com as participações especiais de Melissa Joan Hart e Adrian Grenier, protagonistas do filme Drive Me Crazy.[43]

"Born to Make You Happy" foi lançado como o quarto single do disco[44] em 6 de dezembro de 1999. O single não foi lançado nos Estados Unidos e Austrália, e recebeu críticas mistas pelos críticos de música pop contemporânea.[25] [45] Seu videoclipe foi dirigido por Billie Woodruff e produzido por Geneva Films, sendo coreografado por Wade Robson.[46]

"From the Bottom of My Broken Heart" foi o quinto e último single do disco (quarto nos EUA e na Austrália), lançado em 15 de dezembro de 1999, nove dias após "Born to Make You Happy".[47] A canção recebeu críticas mistas, que a chamaram de clássica e competente.[25] [48] Assim como "Born to Make You Happy", a canção também teve um desempenho moderado nas tabelas musicais, atingindo um pico de número 14 na Billboard Hot 100, 17 na Billboard Pop Songs,[49] 37 na Austrália e 33 na Nova Zelândia.[50] A canção também atingiu um máximo de 174 na The Official Charts Company.[51] Em 2000, a canção recebeu um certificado de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) pelas vendas físicas de mais de 1 milhão de cópias.[52] Seu videoclipe, dirigido por Gregory Dark, mostra Spears indo embora de casa, e estreou em 17 de dezembro de 1999, através do programa Total Request Live, da emissora estadunidense MTV. Dark foi fortemente criticado por trabalhar com uma adolescente, pois Dark havia dirigido filmes pornôs.[53] [54]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[23]
Amazon.com (mista)
Billboard (favorável)[55]
Entertainment Weekly (B-)[56]
MTV (mista)[25]
NME (mista)[57]
Robert Christgau (neutra)[58]
Rolling Stone 2 de 5 estrelas.Star full.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg[59]
Sputnikmusic 2.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar half.svgStar empty.svgStar empty.svg[48]
The Hamilton Spectator 3.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[60]

O editor americano Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, deu ao álbum quatro de cinco estrelas,[23] e disse que ...Baby One More Time tem a mesma mistura de baladas infecciosas, dance pop e rap-soft, no final dos anos 1980 levou o sucesso da boy-band New on the Block e cantora Debbie Gibson. Isso ele atribuído, em grande parte, ao apoio do produtor sueco Max Martin, que até então era apenas conhecido por suas produções para o Backstreet Boys. A este respeito, disse a editora Max Martin tinha um talento especial para criar ritmos cativantes, melodias cativantes e ritmos atraentes euro-dance, que havia sido totalmente reflectidas em "...Baby One More Time". Homólogos características atribuídas a "Sometimes", "(You Drive Me) Crazy" e "Soda Pop", que também foi descrito como uma canção bubblegum-ragga "totalmente deliciosa". Em paralelo, observou que, como muitos álbuns de estúdio do estilo teen pop, ...Baby One More Time tem a sua quota bem-quebrada de enchimento, mas que, apesar disso, seu simples carisma de Britney Spears, trazem para fora em parte principal grande, então eu qualifiquei com estrelas.

Uma crítica distante da classificação acima, ...Baby One More Time não foi bem recebido pelo editor Barry Walters da revista Rolling Stone, que classificou o álbum com apenas 2 das 5 estrelas. Isso, observando que suas baladas evocam "o pior" da Debbie Gibson, uma situação que ele disse, que até mesmo Britney Spears "imita" os gestos da cantora R&B Mariah Carey. Apesar de Barry Walters ter catalogado, despectivaente, canções como "E-Mail My Heart" como "spam puro", o editor também disse que "...Baby One More Time" contém congestionamentos funk de vários ganchos, projetado para crianças e adolescentes. Além disso, elogiou sua pista, "...Baby One More Time", e argumentou que se lembra da última "dias de glória de Britney Spears", que disse que eram parecidos com a cantora britânica Samantha Fox, que em 1986 iniciou a sua carreira com apenas 19 anos, imerso em palavras relacionadas com a sexualidade.

O crítico Robert Christgau comentou que Spears se retratou como uma "nova Madonna no álbum com canções como "...Baby One More Time" e "Soda Pop",[58] enquanto que Craig McDennis, de The Hamilton Spectator, disse que o álbum "oferece compêndios clichês de soul / pop, servido com vertiginosos verves, e canções uptempo que lembra Debbie Gibson no ponto mais alto de sua carreira".[60] Rickey Wright, do site Amazon.com, deu ao álbum ...Baby One More Time uma revisão mista, dizendo que "algumas das faixas do disco são agradavelmente legais", observando, no entanto, que "também não é um álbum de estreia de 17 anos de Spears que contém qualquer outra coisa que se aproxima do sucesso instantâneo único remotamente ['...Baby One More Time']". Paul Verna, da revista musical americana Billboard, considerou o álbum "um treino de top 40 previamente preenchido com canções divertidas do mesmo tipo, como a faixa-título".[55] Beth Johnson, da Entertainment Weekly observou que a cantora "soa notavelmente como Kid Sister, dos Backstreet Boys", dizendo, no entanto, que este "não é surpreendente, já que o mestre dos hits dos BS [Backstreet Boys] Max Martin escreveu a estreia acabando com-o-funky-e-o-bubblegum-pop".[56]

Kyle Anderson, da emissora estadunidense MTV, disse que "foi surpreendida em mais de uma maneira", desde a primeira vez em que ouviu ...Baby One More Time, comentando que "esperava que houvesse um monte de coisas chatas (há uma chance de ser), mas eu não esperava que fosse tão estranha (pelo menos sonoramente), como acabou sendo. Nunca houve qualquer mistério de saber por que Spears se tornou uma superestrela, mas essas músicas provavelmente teriam sido enormes, mesmo se Spears usasse sacos de estopa em todos os seus vídeos".[25] Um revisor da revista NME avaliou ...Baby One More Time com críticas mistas, dizendo que "parecem ter chegado a um ponto de crise: Púberes pop agora são tão abundantes que a adolescente de 17 anos de idade como Spears já estão no meio de seu lucro no show business de sua carreira".[57] Ele também achou o álbum prematuro, comentando: "Espero que, se ela começar a viver a vida miseravelmente como todos nós, eventualmente, irá fazer sua voz mostrar as cicatrizes, e ela vai parar de olhar muito presunçosamente, e ela vai encontrar consolo nas drogas e teremos tudo mais feliz por isso. Agora cresça, menina. Rápido!".[57] Amanda Murray, da Sputnikmusic sentiu que, "com exceção da faixa-título fantástica, ...Baby One More Time é uma coleção de canções pop, que são canções pop competentemente escritas ou competentemente executadas".[48]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Spears a apresentar "(You Drive Me) Crazy" na Dream Within a Dream Tour, em 2002.

...Baby One More Time teve um estrondoso sucesso comercial. Nos países anglo-saxões da América estreou-lo diretamente no topo do ranking semanal de vendas do álbum no Canadá e nos Estados Unidos, tanto desenvolvido e publicado pela revista musical estadunidense Billboard, segundo o sistema de informação Nielsen SoundScan. Por sua vez, no Canadá, ele permaneceu como um sucesso sólido na posição #1 em vendas em nove semanas 1.999, que, no mesmo ano, o levou a receber o certificado exclusivo de Diamante pela associação canadense Music Canada, com as vendas legais de credenciamento registrando 1 milhão de cópias nos país. Tudo isso graças ao sucesso considerável com seu primeiro single, "...Baby One More Time" em ambos os países no início de 1999, o sucesso, mais tarde também cobriu o resto da América e países de outros continentes, apoiados no número de vendas de álbuns nessas regiões. Uma dessas regiões foi a América Latina, onde ...Baby One More Time foi certificado pela suas vendas elevadas, as associações musicais na Argentina, Brasil, especialmente no México, na qual a Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas (AMPROFON) deu ao álbum um certificado duplo de platina em 2000, pelas vendas legais de 300.000 cópias.

Na Europa ...Baby One More Time foi certificado como Disco de Platina Quádruplo pela IFPI, devido as elevadas vendas de mais de 4 milhões de cópias, sendo mais de 1 milhão apenas no Reino Unido.

Em paralelo, na Europa ...Baby One More Time levantou-se rapidamente no ranking de álbuns vendidos semanalmente no continente e foi mantido por semana pesada, entre os dez álbuns mais vendidos em quase todos os países europeus, incluindo Alemanha, na Áustria, nas regiões de Flandres e da Valónia, na Bélgica, França, Noruega, Holanda, Reino Unido, Suécia, Suíça, que se tornou um hit No. 1 em vendas por três semanas, com vendas de 1.999. Suas altas vendas levaram Spears a receber inúmeras certificações de associações europeias musicais, com três principais delas: Disco de Platina Quádruplo pela British Phonographic Industry (BPI), por substanciar as vendas legais de 1.200.000 exemplares no Reino Unido; triplo Ouro pela Bundesverband Musikindustrie (BVMI), devido as vendas de mais de 900 mil exemplares na Alemanha, e Disco de Platina Duplo pela Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP), por vendas elevadas de 200 mil cópias na França. No geral, as vendas legais na Europa ascendeu 4,59 milhões de cópias, que o levou a ser certificado de platina quádrupla pela IFPI em 2000. ...Baby One More Time emergiu como o álbum mais bem sucedido comercialmente de Britney Spears no continente.

Similar ao que ocorreu na América, na Oceania ...Baby One More Time estreou com força nas principais paradas semanais de vendas de álbuns dos países do continente. Nisto se manifestou na Nova Zelândia, onde estreou com um éxito #3 em vendas, apenas foi superado pelos álbum Come on Over da cantora canadense Shania Twain, e Talk on Corners da banda mais grande do continente The Corrs, respectivamente. De forma paralela na Austrália, o maior mercado de música do continente, ...Baby One More Time de converteu em um éxito de #2 em vendas. Em parte isso aconteceu graças ao éxito local de seu segundo single, "Sometimes", que apenas a banda da série Dawson's Creek impediu o álbum de ser #1. Com as consolização das vendas, ...Baby One More Time emergiu como o 7º álbum mais vendido em 1999 na Austrália. Posteriormente, em 2000, foi certificado quadruple pela ARIA, que credenciados alta as vendas legais de 280.000 exemplares no país. No entanto, ...Baby One More Time é, até hoje, o álbum de maior sucesso comercial de Britney Spears na Oceania.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o maior mercado de música em todo o mundo na semana de 17 de janeiro de 1999, ...Baby One More Time estreou diretamente na posição número #1 na Billboard 200.[61] Isto, após vender 120.500 cópias em sua primeira semana no país, derrubando Flesh of My Flesh, Blood of My Blood do rapper DMX, que passou as últimas quatro semanas consecutivas na mesma posição.[61] Da mesma forma, esta semana "...Baby One More Time" alcançou a posição número #1 na principal parada americana, a Billboard Hot 100.

Na sua segunda semana o álbum desceu para 3ª posição mas aumentou as vendas para 123.000 cópias,enquanto a faixa-título se mantinha na 1ª posição pela 2ª semana, na 3ª semana as vendas do álbum foram ainda maiores, totalizando 149.000 cópias para um total de 392.000 cópias vendidas. Na sua 4ª semana foram vendidas 182.000 cópias, o suficiente para tirar Lauryn Hill do topo e continuar uma 2ª semana no topo de forma não-consecutiva, na sua quinta semana as vendas foram ainda maiores, totalizando 229.000 cópias na semana e mantendo o álbum na 1ª semana por 3 semanas não-consecutivas. Em sua 6ª semana "...Baby One More Time" vendeu 198.000 cópias,completando 1.001.000 de cópias vendias em apenas 6 semanas nos Estados Unidos.

No total, ...Baby One More Time vendeu mais de 30 milhões de cópias pelo mundo, sendo o álbum mais bem sucedido da carreira de Britney Spears.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

...Baby One More Time rendeu a Spears duas indicações na 41ª cerimônia do Grammy Awards, que foram Best New Artist e Best Pop Vocal Album, mas Spears perdeu as duas.

Ano Nomeação Premiação Prêmio Resultado
1999 ...Baby One More Time Grammy Awards Best New Artist Indicado
Best Pop Vocal Album Indicado

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Spears a apresentar "...Baby One More Time" na The Circus Starring Britney Spears, em 2009.

No início de 1998, Spears fez várias promoções incluindo a Hair Zone Mall Tour que foi uma turnê feita em shoppings, realizada em 1998. Spears fez pequenos conjuntos em shoppings e praças de alimentação em torno dos Estados Unidos, principalmente nas grandes cidades. Seu setlist durou cerca de 30 minutos, e ela tinha duas dançarinas com ela no palco. Sua gravadora, a Jive Records, disse que esta turnê foi criada para promover Spears "para seu álbum de estreia e se preparar para sua primeira grande turnê". Esta turnê é também era conhecida como Mall Tour L'Oreal, porque era patrocinada pela L'Oreal. Spears fez muitas aparições promocionais, incluindo talkshows e performances ao vivo em todo o mundo para ajudar a promover o álbum. Em dezembro de 1998, primeiro Spears apareceu no MTV e gráficos da caixa mais requisitada de vídeo.[62] Spears também prestou inúmeras aparições semanais antes do lançamento de seu álbum de estréia, principalmente no Ricki Lake Show, o Howie Mandel Show, e com apresentador do American Music Awards em 11 de janeiro de 1999.[62] Ela também apareceu ao vivo da MTV, na Ruptura da Primavera e (foi substituído por um segmento pré-gravado), e uma aparição no episódio 100 de Nickelodeon, All That. Além disso, Britney foi forçada a reagendar aparições no The Tonight Show With Jay Leno e no Live With Regis And Kathie Lee.[63]

Antes da ...Baby One More Time Tour, Britney estava fazendo apresentações em diversos programas de televisão, incluindo The Tonight Show With Jay Leno em 25 de abril, Nickelodeon's 12th Annual Kids Choice Awards em 1 de maio, FANatic da MTV em 12 de maio, Live With Regis & Kathie Lee em 3 de maio, e The Rosie O'Donnell Show em 25 de maio.[64] Ela também apareceu no talk show alemão Wetten, dass..? e em Top of the Pops em 25 de junho de 1999, This Morning, CD:UK & National Lottery do Reino Unido. Ela também visitou um programa de variedades japonês de música chamado Hey! Hey! Hey! Music Champ no Japão para ajudar a promover o álbum. Ela também se apresentaram no Festival Bar na Itália. Enquanto isso, Spears também jogou-se na época do seriado de televisão ABC, Sabrina, The Teenage Witch.[65] Spears estava voltando um favor para a atriz Melissa Joan Hart, que teve uma participação especial no videoclipe de "(You Drive Me) Crazy", de acordo com a revista People. O episódio com Spears foi ao ar em 24 de setembro de 1999. Ela também se apresentou no 27º American Music Awards, que foi transmitido em 17 de janeiro. Em seguida, ela se apresentou na 42ª cerimônia do prêmio Grammy Awards, que foi televisionado ao vivo pela CBS em 23 de fevereiro. No final de 1999, Spears foi igualmente ocupado, como ela se apresentou no The Rosie O'Donnell Mostrar em 27 de setembro. Em 28 de setembro, ela visitou Carson Daly no Total Request Live da MTV às 15:30. Ela também tinha um mini-concerto da Disney intitulado "Britney Spears & Joey McIntyre In Concert", onde Spears e Joey McIntyre tocaram ao vivo no concerto gravado.

Turnês[editar | editar código-fonte]

Em 5 de março de 1999, foi relatado que Spears estava planejando sua primeira turnê.[66] Ela anunciou que a turnê começaria em julho.[67] Em 12 de maio, Tommy Hilfiger foi anunciado como o principal patrocinador da turnê. Durante o tempo do anúncio, Spears estava sendo destaque em uma campanha da empresa "AllStars".[68] Em 17 de dezembro, durante a estreia do videoclipe de "From the Bottom of My Broken Heart" no TRL, Spears chamou o show para anunciar datas da turnê norte-americana, que seria em março de 2000. A extensão, intitulado Crazy 2K Tour, foi considerada um prelúdio para a sua futura turnê mundial.[69] O patrocinador principal da turnê era Got Milk?. O diretor de mídia Peter Gardiner explicou: "Britney é a magia com as meninas em idade adolescente, e isso é uma meta absolutamente crucial para o leite". Spears lançou um campanha publicitária para ser mostrado antes de suas performances começaram.[70] O patrocinador secundário foi Polaroid e a empresa lançou a Polaroid I-Zone como a câmera oficial da turnê. Spears usou o I-Zone no palco para tirar fotos da plateia e promover ainda mais o produto.[71] O show foi dividido em segmentos, separados por intervalo, terminando com um bis.[72] O setlist foi composto geralmente de canções de seu álbum de estreia e vários covers.[72] Algumas mudanças foram feitas durante a turnê de 2000, com os covers sendo substituídos por canções de seu segundo álbum de estúdio, Oops!... I Did It Again. A turnê recebeu críticas geralmente positivas.[73] Durante a turnê, Spears foi acusada de usar playback durante as apresentações, embora ela negou essas alegações. Em 20 de abril de 2000, o concerto no Hilton Hawaiian Village em Honolulu, Havaí foi gravado.[74] Ele foi um pouco alterada desde a Crazy 2K Tour e contou com trajes diferentes. Em 5 de junho de 2000, foi transmitido pela Fox.[75] O especial foi ao ar várias vezes durante o ano. Em 21 de novembro de 2000, a Jive Records lançou o DVD Live and More!, que contou com o especial da Fox.[76] O DVD foi disco de platina triplo pela RIAA pelas vendas de 300.000 unidades.[77]

Legado[editar | editar código-fonte]

"Com ... Baby One More Time, eu não consegui mostrar toda a minha voz. As músicas eram grandes, mas elas não eram muito desafiadoras".

Spears refletindo sobre o álbum "...Baby One More Time" em dezembro de 1999.[78]

Spears foi fortemente creditada como a líder do renascimento do teen pop. O The Daily Yomiuri informou: "Os críticos a saudaram como o ídolo pop adolescente mais talentosa por muitos anos, mas Spears colocou sua mira um pouco mais alto, ela está apontando para o nível de estrelato, que foi alcançado por Madonna e Janet Jackson". A revista musical Rolling Stone escreveu: "Britney Spears continua o arquétipo clássico da rainha adolescente do rock & roll, a boneca fofinha, o bebê anjo que só tem que fazer uma cena". Rami Yacoub, que co-produziu o álbum de estreia de Spears com o letrista Max Martin, comentou: "Eu sei muito sobre Denniz Pop e produções anteriores de Max, quando nós fazemos músicas, há um tipo de coisa nasal. Com 'N Sync e o Backstreet Boys, tivemos que empurrar para que a voz ficasse boa e nasal. Quando a Britney fez isso, ela tem esse tipo de voz rouca, que fica sexy". Chuck Taylor, da Billboard observou: "Spears tornou-se um artista consumada, com movimentos de dança mal-humorados, uma dança claramente em tempo real, embora seja jovem e tenha uma voz 'funkificada' [...] "(You Drive Me) Crazy", seu terceiro single [...] demonstra próprio desenvolvimento de Spears, provando que a jovem de 17 anos de idade é encontrar sua própria personalidade vocal após tantos meses de prática constante". Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, disse: "A música dela mistura de doenças infecciosas, dance-pop com rap-flexionados e uma balada suave". A escritora do Sputnikmusic, Amanda Murray, notou: "O álbum oferece um marcador para a progressão de Spears como um artista, uma celebridade, e como uma mulher".

Spears tornou-se uma ícone internacional da cultura pop logo depois de iniciar sua carreira de cantora. A revista musical Rolling Stone escreveu: "Uma das vocalistas mais polêmicas e bem-sucedidas do século 21, ela liderou o crescimento do pós-milenar teen pop [...] Spears cultivou cedo uma mistura de inocência e da experiência que quebrou os recordes".[79] Ela é listada pelo Guinness World Records como tendo o "álbum mais vendido por uma artista solo na adolescência". Melissa Ruggieri, do Richmond Times -Dispatch, relatou: "Ela também marcou por ser a artista adolescente mais vendida; Antes que ela completasse 20 anos em 2001, Spears vendeu mais de 37 milhões de álbuns em todo o mundo". Barbara Ellen, do The Observer, relatou: "Spears é notoriamente uma das 'mais antigas' adolescentes pop já produzidas, com quase meia-idade em termos de foco e determinação. Muitas pessoas com 19 anos de idade ainda nem sequer começaram a trabalhar nessa idade, ao passo que a Britney, ex-Mouseketeer, era meio que mais incomum e volátil dos fenômenos americanos. [...] Uma criança com uma carreira em tempo integral, enquanto outras meninas estavam colocando cartazes em suas paredes, Britney estava querendo ser o cartaz na parede. Enquanto outras crianças desenvolvem em seu próprio ritmo, Britney estava se desenvolvendo em um ritmo definida pela indústria do entretenimento americano ferozmente competitivo". ... Baby One More Time é um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos e o mais bem sucedido álbum de Spears até hoje, com vendas mundiais de cerca de 35 milhões de cópias, é o álbum mais vendido por uma artista solo adolescente.

Alinhamento de faixas[editar | editar código-fonte]

O álbum apresenta onze faixas na versão dos Estados Unidos, doze na versão internacional, dezesseis na versão do Japão, da Austrália e do iTunes, vinte e uma faixas na edição especial e ainda um DVD adicional com o vídeo musical de "..Baby One More Time" com os bastidores do vídeo, uma galeria de fotos e um link para baixar o encarte do álbum digitalmente.

As faixas estão listadas de acordo com o acompanhante encarte do álbum ...Baby One More Time.[80]

...Baby One More Time (edição dos Estados Unidos)
N.º Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "...Baby One More Time"   Max Martin Martin, Rami, Denniz PoP[C] 3:30
2. "(You Drive Me) Crazy"   Martin, Jörgen Elofsson, Per Magnusson, David Kreguer Martin, Magnusson, Kreguer 3:17
3. "Sometimes"   Elofsson Magnusson, Kreuger, Elofsson[A] 4:05
4. "Soda Pop"   Mikey Bassie, Eric Foster White White 3:20
5. "Born to Make You Happy"   Kristian Lundin, Andreas Carlsson Lundin 4:03
6. "From the Bottom of My Broken Heart"   White White 5:11
7. "I Will Be There"   Martin, Carlsson Martin, Rami 3:53
8. "I Will Still Love You" (com Don Phillip) White White 4:02
9. "Thinkin' About You"   Bassie, White White 3:35
10. "E-Mail My Heart"   White White 3:41
11. "The Beat Goes On"   Sonny Bono, White White[B], The All Seeing I[C] 3:32
Duração total:
42:20
Notas
A - denota co-produtores
B - denota produtores vocais
C - denota produtores adicionais
D - denota remixadores

No primeiro lote da edição americana do disco, foi incluída uma faixa escondida no final de "The Beat Goes On", na qual Spears anunciava o novo álbum dos Backstreet Boys, Millennium.

Eric Foster White adicionou novas partes à versão original de "The Beat Goes On", que foi originalmente composta por Sonny Bono.

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Gráficos de sucessão
Precedido por
Flesh of My Flesh, Blood of My Blood por DMX
Chyna Doll por Foxy Brown
FanMail por TLC
Álbum número um na Billboard 200
17 de janeiro – 5 de fevereiro de 1999 (primeira vez)
20 de fevereiro – 12 de março de 1999 (segunda vez)
10 – 23 de abril de 1999 (terceira vez)
Sucedido por
Made Man por Silkk the Shocker
FanMail por TLC
I Am... por Nas
Precedido por
Big Shiny Tunes 3 por Vários Artistas
Grammy Nominees por Vários Artistas
Sogno por Andrea Bocelli
Álbum número um na Canadian Albums Chart
16 de janeiro – 5 de fevereiro de 1999 (primeira vez)
20 de fevereiro – 12 de março de 1999 (segunda vez)
10 – 23 de abril de 1999 (terceira vez)
Sucedido por
Grammy Nominees por Vários Artistas
Sogno por Andrea Bocelli
Come on Over por Shania Twain
Precedido por
Open por Gotthard
Sogno por Andrea Bocelli
Álbum número um no Schweizer Hitparade
28 de março – 11 de abril de 1999 (primeira vez)
25 de abril – 2 de maio de 1999 (seguna vez)
Sucedido por
Sogno por Andrea Bocelli
Bury the Hatchet por The Cranberries

Créditos[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais evolvidos na elaboração do álbum ...Baby One More Time, de acordo com seu acompanhante encarte:[80]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

...Baby One More Time foi lançado mundialmente no dia 12 de janeiro de 1999 através da Jive Records e da Sony Music. Foi lançado no mesmo dia nos Estados Unidos através da Jive Records. Foi lançado no dia 24 de janeiro de 1999 no Reino Unido através da Sony Music. Na Alemanha, foi lançado no dia 1 de fevereiro de 1999 através da Sony Music. No Brasil, foi lançado pela mesma editora discográfica, mas no dia 13 de fevereiro. A Sony Music também disponibilizou o CD na Polónia, no dia 25 de fevereiro.

País Data Formato Editora discográfica
Mundo 12 de janeiro de 1999 (1999-01-12) CD, download digital Jive Records, Sony Music
 Estados Unidos Jive Records
 Reino Unido 24 de janeiro de 1999 (1999-01-24) CD Sony Music
 Alemanha 1 de fevereiro de 1999 (1999-02-01)
 Brasil 13 de fevereiro de 1999 (1999-02-13)
 Polónia 25 de fevereiro de 1999 (1999-02-25) CD, download digital

Notas

  1. Em português: "Você me diz que está apaixonado por mim / Que você não consegue tirar seus lindos olhos de mim / Não é que eu não quero ficar / Mas cada vez que você chega perto, eu me afasto".
  2. Em português: "Eu não sei como viver sem seu amor / Eu nasci para fazer você feliz".
  3. Em portugês: "Me mande um e-mail de volta / E diga que o nosso amor vai permanecer vivo".

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]