1000 Ways to Die

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1000 Ways to Die
1000 Formas de Morrer (PT)
Mil Maneiras de Morrer (BR)
1000 Ways to Die.jpg
Informação geral
Formato
Género Horror
Humor negro
Splatter
Duração 22 minutos
Criador(es) Tom McMahon
País de origem  Estados Unidos
Idioma original Inglês
Produção
Produtor(es) Tom McMahon
Thom Beers
Narrador(es) Thom Beers
Ron Perlman
Joe Irwin
Alisdair Simpson
Exibição
Transmissão original 14 de maio de 2008– 15 de julho de 2012
N.º de temporadas 4
N.º de episódios 74

1000 Ways to Die (em Portugal, 1000 Formas de Morrer; no Brasil, Mil Maneiras de Morrer) é uma série televisiva produzida nos Estados Unidos e que foi transmitida no país de origem pelo canal de cabo Spike. No original estreou em 14 de maio de 2008 e terminou em 15 de julho de 2012. A série é composta por um total de 74 episódios, distribuídos por quatro temporadas.

Em Portugal é transmitido pelo Canal Odisseia desde abril de 2013.[1] No Brasil, é transmitido pelo Space.[2]

Argumento[editar | editar código-fonte]

O programa recria mortes incomuns baseada em fa(c)tos reais (por ex: o de Garry Hoy, um advogado de Toronto (Canadá) que em 1993 caiu de um 24.º andar, quando para mostrar aos estudantes de uma universidade que os vidros da empresa onde trabalhava eram inquebráveis decidiu atirar-se para a janela, acabou por cair de uma altura de 92 metros de altura, tendo morte imediata. Os vidros eram inquebráveis, mas os caixilhos da janela desencaixaram e o pobre Hoy caiu e perdeu a vida[3] ) ou em mitos urbanos com humor negro (na forma como é narrado). Cada episódio de cerca de 22 minutos recria vários acontecimentos que levaram à morte, com uma duração de cerca 3 minutos cada. Cada um dos pequenos vídeos que recriam essas mortes inclui entrevistas com especialistas que pretendem explicar as mortes das pessoas.[4] Cada episódio tem um lugar e uma data em que ocorreu a morte (que não são reais), e cada possui um "número da morte" que é totalmente de azar e no final de cada pequeno episódio termina com um jogo de palavras que resume a morte do episódio. Até à primeira época (um total de 4), o final incluía uma história com final feliz, em que o protagonista sobrevivente testemunhava os acontecimentos.

Os especialistas e convidados especiais podem ser médicos,bioquímicos, psiquiatras, psicólogos, psicoterapeutas, toxicólogos, traumatólogos, neurologistas, cirurgiões, cardiologistas, investigadores privados, treinadores, mestres de kung fu, bailarinas, strippers, voyeurs, entre outros.

Algunes dos convidados foram
  • Leslie Kobayashi, cirurgiã.[5]
  • Jeff Mulvin, treinador.
  • Steven Kim, bioquímico.[5]
  • George Turner, investigador privado.
  • Steve Burstein, cardiologista
  • Méd. Ramon Cestero, cirurgião de trauma.[5]
  • Franklin Ruehl, especialista em mortes.
  • Méd. Thomas Carmichael, neurologista
  • Lic. Stacy Kaiser, psicoterapeuta.
  • Méd. Dj Green, traumatologista[5]
  • Alex Katenarer, traumatologista
  • Méd. Khyber Zaffarkhan, medicina física e reabilitação.
  • Danielle Tagoda, psicoterapeuta.
  • Méd. Pavel Bindra, medicina física e reabilitação .[5]
  • Kim Henderson, toxicóloga.
  • Stefan Timmermans, sociólogo
  • Robert Fovell, professor de ciência atmosférica.
  • Sifu Todd Tei, mestre de kung fu.
  • Jules Sylvester,especialista em vida selvagem.
  • Kim Hopkins, Eletricista.
  • David Svoboda, Paramédico
  • Jason Romero, Paramédico.
  • Boyd Flinders, cirurgião
  • Johnny Loouasto fanático em futebol.

O show foi cancelado depois da estreia de "Death, The Final Frontier". Isto foi devido ao fa(c)to de os produtores e atores que participavam no show entrarem em greve contra o canal Spike.[6]

Estilo[editar | editar código-fonte]

O programa tem um enfoque irónico da morte através da apresentação de histórias derivadas de histórias reais ou de mitos, a ciência e incidentes da vida real de fa(c)tos reais de quem morreu dessas maneiras tão fora de comum. Representa as mortes utilizando recreações dos eventos juntamente com comentários de especialistas e às vezes de testemunhos, também utiliza animações geradas através da técnica CGI (Computer Generated Imagery), muito similar os utilizados na série de televisão CSI para ilustrar de forma gráfica o modo como a pessoa morreu.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pedro Vendeira (30 de março de 2013). Odisseia estreia série documental «1000 formas de morrer» .atelevisao.com. Visitado em 3 de maio de 2013.
  2. Programação Canal Space. Visitado em 25 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2014.
  3. Alessandra Nogueira (2009). 12 Inacreditáveis mortes acidentais. Visitado em 3 de maio de 2013.
  4. Odisseia apresenta '1000 formas de morrer' Correio da Manhã. Visitado em 3 de maio de 2013.
  5. a b c d e Bringing In The Dead tv.com (2010). Visitado em 3 de maio de 2013.
  6. '1000 Ways to Die' halts production Los Angeles Times.
  7. Odisseia apresenta '1000 formas de morrer' (29 de março de 2013). Visitado em 3 de maio de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]