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| Séculos: | Século XI - Século XII - Século XIII |
| Décadas: | 1070 1080 1090 1100 1110 - 1120 - 1130 1140 1150 1160 1170 |
| Anos: | 1116 1117 1118 1119 1120 - 1121 - 1122 1123 1124 1125 1126 |
[editar] Eventos
- D. Afonso II entra em Portugal, em missão de soberania, no séquito da mãe, D. Urraca.
- Início do desempenho de funções governativas no Condado Portucalense, por Fernão Peres de Trava, membro eminente da nobreza galega que desempenhou funções militares de vigilância junto à fronteira muçulmana e terá vivido maritalmente com D. Teresa. O seu papel preponderante na corte portucalense afastou dela os principais membros da nobreza nacional, acentuou a oposição do arcebispo de Braga, grande adversário de Diego Gelmírez, e acabou por suscitar a revolta aberta dos barões portucalenses quando estes obtiveram o apoio do infante Afonso Henriques.
- Viagem de Paio Mendes, arcebispo de Braga, a Roma para defender os seus direitos contra o arcebispo de Santiago de Compostela, tendo em Junho conseguia o reconhecimento papal dos direitos metropolíticos sobre as dioceses de Viseu, Lamego e Idanha que pertenciam anteriormente a província de Mérida, e que deviam ser, por isso, teoricamente sufragâneas de Compostela. No regresso da sua viagem, Foi preso por D. Teresa, conseguindo a sua libertação graças a intervenção do papa.
- Afastamento da corte de D. Teresa dos representantes das mais poderosas e prestigiadas famílias nobres do Condado Portucalense, nomeadamente os Senhores de Sousa, os Senhores de de Ribadouro, os Senhores da Maia e ainda de Sancho Nunes de Barbosa, um nobre de origem galega, todos favorecidos pelo conde D. Henrique com cargos da maior confiança.
- Invasão e saque de Portugal pelas tropas de D. Urraca, rainha do Reino de Leão e do Reino de Castela e de Diego Gelmírez, arcebispo de Compostela. Este facto foi de grande humilhação para D. Teresa, que teve de recuar e de se refugiar no Castelo de Lanhoso, onde acabou por se submeter a sua irmã D. Urraca.

