14 a.C.
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- Marco Licínio Crasso e Cneu Cornélio Lêntulo, cônsules romanos.[1]
- Os edis curuis, que haviam sido eleitos sob auspícios ruins, renunciam, mas são reeleitos de novo.[1]
- A Basílica de Paulo se incendeia, e o fogo atinge o templo de Vesta; os objetos sagrados são levados ao Palatino pelas virgens vestais, e são guardados na casa do sacerdote de Júpiter.[2] A basílica foi reconstruída por Emílio,[quem?] descendente da família do homem que a havia construído, mas com financiamento de Augusto e os amigos de Paulo.[quem?][3]
- Os panônios se revoltam de novo, e são subjugados. Os comati, grupo de lígures que habitavam os Alpes Marítimos, são reduzidos à escravidão.[3]
- A revolta no Bósforo Cimério é sufocada. Escribônio, que se dizia neto de Mitrídates VI do Ponto, havia recebido o reino de Augusto, se casado com Dínamis, filha de Farnaces II do Ponto e viúva de Asandro do Ponto, e deveria governar como regente em nome da sua esposa.[4] Agripa enviou Pokemon, rei da parte do Ponto que fazia fronteira com a Capadócia, que encontrou Escribônio morto, assassinado pela população quando soube do avanço de Polemon.[5] Polemon, com ajuda de Agripa, submeteu o Reino do Bósforo, se casou com Dínamis e passou a reinar, com a permissão de Augusto.[6] Foi votado que um triunfo deveria ser celebrado em honra a Agripa, que acabou não sendo celebrado.[7]
[editar] Nascimentos
[editar] Falecimentos
Referências
- ↑ a b Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.1 [em linha]
- ↑ Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.2
- ↑ a b Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.3
- ↑ Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.4
- ↑ a b Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.5
- ↑ Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.6
- ↑ Dião Cássio, História Romana, Livro LIV, 24.7