Antônio Carlos Magalhães Neto
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Nota: Para outros significados de Antônio Carlos Magalhães, veja Antônio Carlos Magalhães (desambiguação).
| ACM Neto | |
|---|---|
| Antônio Carlos Magalhães Neto | |
| ACM Neto | |
| Deputado federal pela Bahia |
|
| Mandato | 1º de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2014 |
| Vida | |
| Nascimento | 26 de janeiro de 1979 Salvador |
| Partido | DEM |
| Profissão | Político |
Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, conhecido como ACM Neto, (Salvador, 26 de janeiro de 1979) é um advogado e político brasileiro. É neto do falecido Antônio Carlos Magalhães (ACM) e herdeiro político de uma das mais tradicionais famílias políticas do país.
Índice |
[editar] Funções e cargos políticos
Principais cargos e funções exercidas na esfera política:
- Formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia, desde muito jovem militou na política, tendo sido, inclusive, fundador de grêmio de colégio. Acompanhou de perto campanhas do avô, Antônio Carlos Magalhães, e do tio, Luís Eduardo Magalhães;
- Foi assessor da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, de 1999 a 2002.
- Em 2002 foi eleito deputado federal, sendo o candidato mais votado da Bahia pelo PFL (atual DEM); assumiu o mandato de 2003 a 2007. Neste período, ficou em evidência na mídia por conta de sua participação na CPI dos Correios
- Reelegeu-se deputado nas eleições de 2006, tomando posse em 1 de fevereiro de 2007.
- Candidato à prefeitura de Salvador em 2008, não alcançou votação o suficiente para ir para segundo turno. Com 99% das urnas apuradas, o mesmo obteve 26% dos votos contra 30% dos seus concorrentes. No segundo turno, apoio João Henrique de Barradas Carneiro (PMDB).
- Em 2009, ocupando o cargo de Corregedor da Câmara dos Deputados e integrante do Conselho de Ética, pediu a cassação do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG), acusado de utilizar a verba indenizatória da Câmara em benefício das próprias empresas. ACM Neto não votou pela cassação do deputado no Conselho de Ética porque era o acusador, mas o seu suplente, Roberto Magalhães (DEM-BA), votou pela cassação. ACM Neto criticou a decisão do Conselho de absolver o parlamentar mineiro.
- Em 2010 reelegeu-se deputado federal, sendo o mais votado da Bahia e o oitavo mais votado no Brasil.
- Em 16/02/2011 defendeu no plenário proposta de aumento do mínimo para R$560,00.
[editar] Atentado
No dia 17 de dezembro de 2006, em Salvador, ACM Neto foi atacado pelas costas pela pensionista Rita de Cássia Sampaio de Souza com golpes de faca. Após isso, foi internado no Hospital da Bahia. Sua agressora foi presa, sendo indiciada por tentativa de homicídio qualificado.[1]
Referências
- ↑ Gazeta do Sul acessado em 6 de maio de 2008
[editar] Ligações externas
- Dados do deputado no site oficial da Câmara dos Deputados
- Página pessoal de ACM Neto
- Página no site Transparência Brasil
- Citações referentes a ACM Neto em matérias de jornais que tratam sobre corrupção e o seu combate Obs.: o fato de a pessoa ser citada em algum artigo que trata de corrupção não significa necessariamente que ela esteja envolvida nem sendo acusada.