A Condição Humana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes. (desde maio de 2013). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
The Human Condition
A Condição Humana
País  Estados Unidos
Editora University of Chicago Press
Lançamento 1958
Páginas 333
ISBN B0000CK2TY
Edição portuguesa
Edição brasileira
Tradução Roberto Raposo
Editora Forense Universitária
Lançamento 2001
ISBN 978-85-2l8-0255-6

A Condição Humana (em inglês: The Human Condition) é um livro da autora teuto-americana Hannah Arendt publicado em 1958. Uma de suas principais obras teóricas, é um relato do desenvolvimento histórico da situação da existência humana, da Grécia Antiga até a Europa moderna.

Arendt teve como meta no livro discutir as possibilidades da vita activa (título que ela preferia para a obra) no mundo moderno. Ela define as três atividades - labor, trabalho e ação - e descreve quatro campos possíveis: o político, o social, o público e o privado. A autora então explica como os gregos antigos possicionavam cada atividade num destes campos, e critica o mundo moderno a partir deste ponto de vista.

Obra[editar | editar código-fonte]

Hannah Arendt faz um relato detalhado da evolução dos contextos da ação e do discurso como formas predominantes da revelação da essência do homem. Partindo da Grécia Antiga até a modernidade da questão proletária, é possível perceber a degradação e a banalização que esses conceitos sofreram no decorrer do tempo e suas conseqüências para a vida do homem moderno, cada vez mais alienado e apolítico.

A ação é a característica do "Homem" na condição de "Homem", característica esta que tem o poder de fazer com que o ele se integre à esfera pública, de fazer com que ele revele quem ele é e inicie novos processos, ilimitados e potencialmente eternos. O Homem enquanto age deixa de ser escravo das necessidades, deixa para trás o labor e o trabalho, para finalmente ser livre. Agindo o Homem desvincula-se do reino doméstico, o oikos e entra na polis, no espaço político. A própria ação é a liberdade, e por conseqüência só se é livre enquanto se está em espaço público. Com a crescente apolitização dos homens têm-se reduzido o espaço público, reduzida a ação, correndo-se o risco de um caminhar À escravidão maior, fazendo com que o animal laborans finalmente predomine por completo sobre o zoon politikon.

Capítulos da obra[editar | editar código-fonte]

A condição humana divide-se em seis capítulos,sendo eles:

I - A Condição Humana - Ykaro

II - As Esferas Pública e Privada. - Guilherme

III - Labor - Periks

IV - Trabalho - Ulysses

V - Ação - Ricardo

VI - A Vita Activa e a Era Moderna - Igor