A Ilha Perdida

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A Ilha Perdida é um livro escrito por Maria José Dupré e publicado em 1944 pela editora Brasiliense e, depois, pela editora Ática, na Série Vaga-Lume Júnior.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Era época de férias, justamente no final de novembro, chegaram à fazenda Henrique e Eduardo, eram dois meninos de doze e quatorze anos. Montavam muito bem, sabiam remar e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias percorreram grande parte da fazenda, andaram por toda à parte e ao verem um rio, apelidaram-no de “filhote do Paraíba”. Os dois meninos contemplavam da fazenda na qual estavam passando as férias uma ilha que se localizava do outro lado do rio.

Henrique e Eduardo resolveram ir à ilha perdida, encontraram uma canoa e uma corda meio velha. Eles iriam passar um dia na ilha, mas eles não podiam ir sem ninguém saber nada. Então eles inventaram uma mentira falando que no dia seguinte iriam visitar o fazendeiro vizinho; era um velho que morava a alguns quilômetros de distância. Então o padrinho e a madrinha falaram com a Eufrosina para preparar um almoço bem reforçado. De madrugada eles acordaram, pegaram o almoço e a canoa com a corda e foram direto para à ilha.

Henrique e Eduardo enfrentaram muitos desafios no rio, mas conseguiram chegar até lá. Quando eles chegaram, logo começaram a andar pela mata perderam, quando começaram a se cansar, almoçaram o que tinha e voltaram a andar mais, porque queriam encontrar a canoa.

Como estava anoitecendo, resolveram andar só mais um podeste importante escritor brasileiro, Modernismo, poesias, romances, teatro, ensaios e memórias.

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Oswald de Andrade: importante representante da literatura modernista

Biografia, obras e estilo literário 

Um dos principais literatos do modernismo no Brasil, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo no ano de 1890 e viveu até 1954, ano de seu falecimento.

Em 1916 deu inicio ao livro Memórias Sentimentais de João de Miramar. Em 1917 conheceu Mario de Andrade e a partir de então, passaram a trabalhar juntos iniciando movimentos que visavam a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu em 1922. 

Ainda no ano de 1922, o escritor modernista Oswald de Andrade escreveu o romance Trilogia do Exílio. A partir de então, escreveu outras obras: Estrela de Absinto, A Escada Vermelha,  Primeiro Caderno do Aluno de Poesia, etc. 

No ano de 1924, Oswald lançou na Europa o movimento nativista Pau-Brasil. Para dar continuidade a este movimento, ele fundou, em 1927, a Revista de Antropologia com seu Manifesto Antropofágico. 

Com A Crise da Filosofia Messiânica, ele passou a ser livre Docente de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo. 

Além dos livros escritos por ele, Oswald de Andrade foi o precursor de perspectivas totalmente inexploradas pelo teatro brasileiro. 

PRINCIPAIS OBRAS:

Romances
Os Condenados (1922), Memórias Sentimentais de João Miramar (1924), Estrela de Absinto (1927), Serafim Ponte Grande (1933), A Escada Vermelha (1934), Os Condenados (l941) - reunindo os livros de 1922,1927 e 1934, constituindo a Trilogia do Exílio, Marco Zero I - Revolução Melancólica (1943), Marco Zero II - Chão (1946).

Poesia
Pau-Brasil (1925), Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927), Poesias Reunidas (1945).

Teatro
O Homem e o Cavalo (1943), Teatro (A Morta, O Rei da Vela), (1937).

Ensaio
Ponta de Lança (1945?), A Arcádia e a Inconfidência (1945), A Crise da Filosofia Messiânica (1950), A Marcha das Utopias (1966).

Memóriasuco, quando chegaram finalmente as margens do Rio Paraíba, mas não encontraram a canoa, estavam tão cansados que resolveram ficar ali mesmo. Quando acordaram, viram que o rio tinha crescido muito, começaram a andar pela margem do rio, ficaram uma hora andando até que avistaram a canoa que estava presa só por um fio, tentaram puxar a canoa para a terra mas não conseguiram, de repente a enchente começou a trazer tanta coisa que trouxe um tronco enorme que passou por cima da canoa.[editar | editar código-fonte]

Henrique ficou na prainha, quando de repente viu uma sombra que se aproximava; voltou-se de lado pensando que era o irmão, já ia perguntar: “Já voltou?”, mas quando viu era um homem barbudo, que tinha cabelos pelos ombros e estava quase nu, o nome do tal homem era Simão. Simão levou ele para uma caverna onde tinha vários bichos, Simão falou para Henrique descansar

Depois que fizeram a refeição, foram dormir, pois Henrique ainda se sentia cansado. Henrique achou que estava sonhando e sendo assim dormiu logo, pois tudo seria diferente ao acordar.

Simão era um homem muito bom e não gostava de viver na cidade, preferia viver na floresta, gostava do jeito como vivia e sempre estava rodeado de animais, Henrique também estava gostando. Henrique começou a ficar amigo dos bichos, principalmente dos miquis Um-Dois-Três-Quatro-Cinco, brincava durante horas com os miquis e já estava aprendendo a pular de um galho a outro com a maior facilidade, era bem tratado e não tinha de se queixar, mas sempre pensava em fugir.

De repente os macacos convidaram Henrique para um passeio na floresta, Simão logo falou que ele podia ir. Henrique pensou na fuga, era uma ótima ocasião, resolveu acompanhar os macacos, pularam durante horas nos galhos, pensou em abandonar o macaco de perna quebrada, mas o macaco não o deixava um minuto, de repente eles chegaram, Henrique viu uma porção de macacos sentados, alguns entre os galhos, outros de pé em atitude zangada, outros em atitude humilde. Os companheiros convidaram Henrique a subir numa árvore ao lado, como se fossem assistir a um espetáculo.

Logo Henrique percebeu que era uma espécie de júri, aonde quatro macaquinhos seriam julgados (por terem roubado algumas frutas de outros macacos), estava tão legal que Henrique esqueceu 

Simão e Henrique foram pescar num lago próximo a caverna, e Simão disse ao menino que seu anzol havia quebrado e pediu-lhe para buscar outro. Henrique se aproveitou da situação para fugir, mas Simão o estava espiando. Simão percebeu que Henrique estava muito triste e perguntou porque ele estava triste, Henrique falou que estavam com saudade de sua família e que queria voltar, Simão gostou da sua franqueza e falou que ele podia voltar, mas não podia levar nada, Henrique pelo menos pode se despedir. Henrique lhe perguntou se poderia contar a seu irmão sobre suas aventuras, e Simão disse que sim, já que ninguém iria acreditar.

Simão no dia seguinte acompanhou Henrique até aonde havia o encontrado, Henrique andou mais um pouco sem Simão e logo encontrou a prainha e Eduardo estava esperando Henrique, conversaram um pouco sobre como cada um tinha vivido sozinho, mas quando Henrique falou que encontrou Simão, Eduardo falou que ninguém morava na ilha. Eduardo mostrou para Henrique a jangada que tinha feito e com certeza os paus estavam bem firmes, pois eles subiram na jangada e começaram a remar para voltarem para casa. De repente viram uma embarcação com três homens, os meninos ficaram de pé na jangada, mudos de espanto e alegria, estavam salvos.

Quando ficaram de pé a jangada quase virou, mas logo sentaram e começaram a gritar por socorro o barco já havia avistado a jangada, que chegaram mais perto e pegaram os meninos, Bento estava junto e falou que todos estavam preocupados.

Quando chegaram todos perguntaram como eles haviam vivido na ilha, mas quando Henrique contou suas histórias ninguém acreditou. Na mesma semana chegou uma carta de São Paulo avisando que Vera e Lúcia viriam passar as férias de dezembro na fazenda dos padrinhos. Houve grande alvoroço entre eles, mas todos queriam saber se Pingo e Pipoca viriam também. Passaram mais alguns dias e as duas meninas chegaram à fazenda e trouxeram os cachorrinhos, Tupi já estava ficando com ciúmes, mas depois nem deu bola. Estavam todos felizes, quando o padrinho deu uma noticia que deixou todos muito mais felizes, falou para eles que iriam fazer uma expedição à ilha. Então eles foram para lá e se divertiram muito. Ao voltar, Henrique se lembrou de Simão e sentiu saudades deles.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.


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