Abel Braga

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Abel Braga
Abel Braga
Abel Braga cumprimentando o então presidente
da república, Luiz Inácio Lula da Silva.
Informações pessoais
Nome completo Abel Carlos da Silva Braga
Data de nasc. 1 de setembro de 1952 (62 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro,  Brasil
Apelido Abelão, Bebel, Dobermann Tricolor
Informações profissionais
Clube atual Brasil Internacional
Posição Treinador
(ex-Zagueiro)
Clubes de juventude
1968–1971 Brasil Fluminense
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1971–1976
1973
1976–1979
1979–1981
1981–1982
1982–1984
1984–1985
Brasil Fluminense
Brasil Figueirense (emp.)
Brasil Vasco da Gama
França Paris Saint-Germain
Brasil Cruzeiro
Brasil Botafogo
Brasil Goytacaz
0075 0000(2)
0018 0000(1)
0171 000(11)
0045 0000(9)
0012 0000(1)
0021 0000(4)
0000 0000(0)
Seleção nacional
1971–1978 Brasil Brasil 0005 0000(0)
Times que treinou
1985
1986
1987
1987–1988
1988–1989
1989–1991
1991–1994
1994
1995
1995
1997–1998
1999
1999–2000
2000
2000–2001
2001
2001–2002
2002
2003
2004
2005
2006–2007
2007–2008
2008–2011
2011–2013
2014–
Brasil Goytacaz
Portugal Rio Ave
Brasil Botafogo
Brasil Santa Cruz
Brasil Internacional
Portugal Famalicão
Portugal Belenenses
Portugal Vitória de Setúbal
Brasil Vasco da Gama
Brasil Internacional
Brasil Atlético Paranaense
Brasil Coritiba
Brasil Paraná
Brasil Vasco da Gama
França Olympique de Marseille
Brasil Atlético Mineiro
Brasil Botafogo
Brasil Atlético Paranaense
Brasil Ponte Preta
Brasil Flamengo
Brasil Fluminense
Brasil Internacional
Brasil Internacional
=Emirados Árabes Unidos Al-Jazira
Brasil Fluminense
Brasil Internacional
000024
000030
000042


000090
000120
000030






000081
000054



000052
000076
000165

000114
000135[1]
000043
Última atualização: 13 de abril de 2014

Abel Carlos da Silva Braga, mais conhecido apenas como Abel Braga (Rio de Janeiro, 1 de setembro de 1952), é um ex-futebolista e atual treinador de futebol brasileiro, que atuou como zagueiro. Atualmente, é treinador do Internacional.

Curiosidade sobre Abel Braga: ele toca piano.

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Abel Braga começou no Fluminense em 1968, sendo integrado ao elenco profissional em 1971, ano em que conquistou seu primeiro título de campeão carioca, repetindo este feito em 1973, 1975 e 1976 pelo Fluminense.

Em 1973, foi emprestado ao Figueirense para disputar o Campeonato Brasileiro daquele ano, tendo atuado em 18 partidas pelo clube catarinense e marcado um gol.

Em 1977 se transferiu para o Vasco da Gama, onde sagrou-se campeão carioca novamente, em 1977. Foi pelo clube de São Januário que Abelão, como também ficou conhecido, firmou-se como titular, já que no Fluminense geralmente era reserva (voltando a ser titular da Seleção Brasileira, na época comandada pelo técnico Cláudio Coutinho).

Três anos após a sua chegada ao Vasco da Gama, ele transferiu-se para o exterior. Paris foi seu destino, para defender o Paris Saint-Germain. Permaneceu na França entre os anos de 1978 e 1980, tendo disputado 45 partidas e marcado nove gols[2] , até regressar ao Brasil para jogar pelo Cruzeiro, em 1981, e depois pelo Botafogo, de 1983 a 1984.

Em 1985 foi contratado pelo Goytacaz, onde, no mesmo ano, encerrou a carreira.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Pela Seleção Brasileira atuou em cinco partidas[3] e pertenceu ao elenco da Copa do Mundo de 1978. Sua primeira partida foi em 11 de dezembro de 1971 na vitória por 1 a 0 contra o Peru, e sua última partida foi em 25 de maio de 1978, em um empate por 2 a 2 contra a Seleção Gaúcha.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

A sua carreira como treinador começou no mesmo clube onde ele encerrou a carreira de jogador, o Goytacaz. Formou-se em Educação Física e, no ano seguinte, foi para Portugal treinar o Rio Ave, regressando ao Brasil em 1987 onde trinou o Galicia/BA para depois assumir o comando da equipe do Botafogo, onde já havia trabalhado como jogador. Foi curta a sua passagem pelo alvinegro carioca e, no mesmo ano, seguiu para Recife para treinar o Santa Cruz.

O salvador em Portugal[editar | editar código-fonte]

Em 1988 assumiu o Internacional, deixando o cargo no ano seguinte, para voltar a Portugal para assumir o comando do Famalicão, que estava na 2ª divisão do Campeonato Português de Futebol. No seu primeiro ano no clube, Abel conseguiu levá-lo de volta à Primeira Liga. Na temporada 1990-91 os resultados não foram bons, mas Abel conseguiu manter o clube na 1ª divisão, terminando a competição em 18º. Abel permaneceu no clube até metade da temporada 1991-92, quando voltou a treinar um clube que se encontrava na 2ª divisão, o Belenenses. Mais uma vez ele conseguiu levar um clube de volta à 1ª divisão e, com isso, foi mantido no cargo para a temporada 1992-93. Nessa temporada, Abel levou o clube do Restelo a 7ª posição do Campeonato Português, permanecendo no cargo para a temporada seguinte. Mas o treinador não permaneceu até o fim da temporada, trocando o Belenenses pelo Vitória de Setúbal, que terminou em 8º. Os resultados obtidos com os clubes que se encontravam na 2ª divisão deram a Abel notoriedade entre os clubes portugueses.

O regresso ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Após cinco anos em Portugal, o treinador voltou ao Brasil em 1995, para assumir o Vasco da Gama, clube onde jogou por três anos. Mas sua carreira como treinador do clube carioca não durou tanto tempo e após apenas dois meses como treinador, foi demitido. Em seguida, novamente assumiu o comando do Internacional até o final do ano seguinte.

Os três paranaenses[editar | editar código-fonte]

Em 1997 assumiu o Atlético Paranaense e permaneceu no cargo por um ano. No ano seguinte treinou o Coritiba, ganhando o estadual depois de 10 anos, e o Paraná, por um período muito curto, mas suficiente para conseguir ser treinador dos três maiores clubes do Paraná e de forma seguida.

A sua passagem pelo Paraná Clube foi curta pois, pouco tempo depois de assumir a equipe, ele recebeu uma proposta para retornar ao Vasco da Gama. O clube passava por um momento difícil após a derrota no Campeonato Mundial de Clubes e Abel foi contratado. Depois de alguns meses no comando vascaíno, ele recebeu uma proposta de um clube francês, deixando o Vasco às vésperas da grande decisão do campeonato carioca. Essa passagem pelo Vasco, apesar de rápida, foi notória devido à goleada de 5 a 1 sobre o Flamengo, no domingo de Páscoa. Em julho de 2000, como já estava combinado desde a saída dele do Vasco, foi contratado pelo Olympique de Marseille.

De volta ao Brasil em 2001, treinou o Atlético Mineiro e o Botafogo, pela segunda vez. Mas Abel não ficou muito tempo no Botafogo, pedindo demissão no ano seguinte, devido o fraco elenco do clube.[4] Ainda em 2002, treinou novamente o Atlético-PR.

Em 2003 assumiu a Ponte Preta com o objetivo de manter o clube na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. A posição final não foi muito boa (21º), mas o objetivo foi alcançado e no fim do ano ele deixou o clube com a missão cumprida.[5]

As derrotas na Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Valorizado no mercado de treinadores, assumiu o Flamengo em 2004,[6] tendo como auxiliar-técnico o ex-jogador Andrade.[7] O rubro-negro carioca tinha um projeto, comandado por outro ex-jogador, Júnior, que visava assegurar uma vaga para a Taça Libertadores da América do ano seguinte. Abel levou o clube ao título do Campeonato Carioca de 2004 e à final da Copa do Brasil do mesmo ano. Porém, na decisão contra o Santo André, após empatar o primeiro jogo em 2 a 2, foi derrotado no Maracanã por 2 a 0, perdendo, assim, a chance de conquistar o título e, consequentemente, a vaga para a Libertadores. Após o jogo, Abel declarou que esta tinha sido a maior derrota na sua carreira.[8]

Em 2005, após seis meses longe do futebol, Abel voltou ao clube onde iniciou a carreira de jogador e assumiu o cargo de treinador do Fluminense, completando assim o ciclo dos quatro grandes do Rio de Janeiro. Com o tricolor carioca ele conquistou mais um título do Campeonato Carioca e teve a oportunidade de disputar outra final da Copa do Brasil, porém mais uma vez foi derrotado por um clube de São Paulo, desta vez o Paulista de Jundiaí.

Diferente da atitude da diretoria do Flamengo que o demitiu após a derrota na final, a diretoria tricolor manteve o treinador no cargo para a disputa do Campeonato Brasileiro, visando uma boa posição que garantisse uma vaga à Libertadores. Abel quase conseguiu alcançar esse objetivo, terminando em 5º, apenas uma posição abaixo da zona de classificação à Libertadores. Na Copa Sul-Americana daquele ano, ele conseguiu levar o Fluminense às quartas-de-final.

A conquista mundial[editar | editar código-fonte]

Em 2006 Abel voltou a Porto Alegre para assumir mais uma vez o comando do Sport Club Internacional. Esta passagem tornou-se a mais vitoriosa dele em todos os clubes. O começo não foi feliz e, no primeiro trimestre, acabou perdendo o título do Campeonato Gaúcho de Futebol, após dois empates com o Grêmio, mas foi mantido pela diretoria para a disputa da Taça Libertadores que já estava a decorrer. A confiança foi retribuída e Abel conduziu o Internacional ao seu primeiro título da competição intercontinental, após uma final disputada com o então campeão do mundo São Paulo. O título garantiu a presença do Internacional no Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, em dezembro daquele ano. Abel não perdeu a oportunidade e conquistou o título mundial após derrotar o Barcelona na final, por 1 a 0, com gol de Adriano Gabiru. No Campeonato Brasileiro, Abel levou o Internacional à 2ª posição.

Naquele jogo, em Yokohama, o time do Inter jogou com uniforme branco. Fato marcante, além do gol de Gabiru, foi a cena mostrando o zagueiro Índio, sangrando com o nariz quebrado.

Com as conquistas, Abel foi mantido para o ano seguinte para a continuidade do trabalho, renovando o contrato por mais um ano.[9] Mas os bons resultados não se repetiram. No Campeonato Gaúcho a equipe colorada não passou da primeira fase, e na Libertadores sequer chegou às oitavas-de-final. Após os fracassos, Abel foi demitido do cargo.[10]

Quando saiu do clube colorado, o treinador declarou ter propostas do exterior incompatíveis com o mercado brasileiro. Porém, após recusar propostas do Cruzeiro[11] e do Atlético Mineiro,[12] e admitir propostas de um clube da França e de um clube dos Emirados Árabes Unidos, não acertou com nenhum clube.[13] Abel acabou por voltar ao Internacional apenas quatro meses após ter sido demitido.[14]

Após o retorno ao Internacional, Abel ainda levou o clube gaúcho a conquista do Campeonato Gaúcho de 2008, sagrando uma goleada de 8 a 1 sobre o Juventude no Estádio Beira Rio, após derrota por 1 a 0 em Caxias do Sul. O título para Abel era inédito, embora tenha sido campeão regional em quase todos os times que passou. Abel acabou sendo contratado pelo Al-Jazira poucas semanas após a conquista, dando espaço para Tite. No clube dos Emirados Árabes, conquistou a Copa do Presidente e o Campeonato Local, chegando até a ser citado para comandar a Seleção do país, mas preferiu acertar seu retorno para o Fluminense, clube que esperou três meses após a saída de Muricy Ramalho.[15]

Campeão carioca e brasileiro de 2012 pelo Fluminense[editar | editar código-fonte]

Abel, logo após retornar do mundo arábe, iniciou sua trajetória no Fluminense enviando, inicialmente, seu auxiliar-técnico Leomir de Souza, ex-jogador do próprio clube das Laranjeiras e campeão brasileiro de 1984 com toda a equipe. Leomir, em sua primeira partida, ganhou do Cruzeiro por 2 a 1, com dois gols de Rafael Moura. Abel então estreou no jogo contra o Corinthians, sendo que ele perdeu o primeiro jogo dele em sua volta. A campanha do Fluminense foi boa e assim terminou na 3ª colocação do campeonato nacional.

Logo no ano seguinte, seu time ganhou quase todos os campeonatos que disputou: Taça Guanabara, Torneio Luiz Penido, Campeonato Carioca e, por fim, Abel ganhou o único título que faltava em sua carreira: o Campeonato Brasileiro. Este título foi conquistado com 3 rodadas de antecipação, em um jogo em Presidente Prudente. O Fluminense chegou a fazer 2 a 0 diante do Palmeiras antes de ceder o empate que perduraria até os 43 minutos do segundo tempo. O placar final foi 3 a 2, com dois gols de Fred e um gol contra de Maurício Ramos.

Com salários de R$ 700 mil reais, Abel Braga é o técnico mais bem pago do Brasil, à frente de nomes como Vanderlei Luxemburgo, do Grêmio, Muricy Ramalho, do Santos, e Tite, do atual campeão da Libertadores, Corinthians.[16] [17] [18] [19]

Em 30 de maio de 2013, depois da eliminação do Flu na Libertadores, Abel saberia que supostos torcedores do clube picharam nas Laranjeiras, sede do clube, "Fora Abel". Os jogadores, ademais, também seriam citados, com a escrita de "Time Sem Vergonha".[20]

Acabou não resistindo à uma sequência de cinco derrotas consecutivas do Fluminense no Campeonato Brasileiro, sendo a última delas por 2 a 0 contra o Grêmio, em Porto Alegre, e acabou demitido pelo Tricolor Carioca.

Retorno ao Inter[editar | editar código-fonte]

Em 2014, acertou seu retorno ao Internacional, em sua 6ª passagem pelo clube. Conquistou o seu 2º título gaúcho ao vencer o rival Grêmio na decisão. Porém, viu o Colorado ser eliminado da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana para Ceará e Bahia, respectivamente. No dia 27 de agosto, atingiu a marca de 300 jogos á frente do Internacional.[21]

Temperamental[editar | editar código-fonte]

Ao longo da sua carreira, Abel Braga sempre foi visto como uma pessoa que não media as palavras, por vezes causando embaraços aos dirigentes e jogadores por suas declarações. No Botafogo, quando treinador, foi a público por diversas vezes reclamar da falta de reforços, o que acabou mais tarde resultando no seu pedido de demissão. O ano de 2006 foi, além de marcante pelos títulos, também marcante pelas suspensões. Em outubro foi suspenso por 30 dias por insultos ao árbitro Vágner Tardelli.[22] No mesmo ano foi julgado mais duas vezes pelo STJD por ter comparecido ao vestiário do Internacional em dois jogos no período em que ainda cumpria a pena anterior, sendo uma vez absolvido[23] e a outra punido com 90 dias de suspensão.[24] Ainda em 2006, mas referente a um caso de 2001, quando treinava o Atlético-MG, foi dado início a um processo contra Abel em nome do árbitro Luiz Carlos Silva por danos morais.[25]

Em 30 de maio de 2013, no desembarque tricolor após a eliminação na Libertadores, na qual o clube era um dos favoritos ao título, diante do paraguaio Olimpia, Abel Braga foi, junto com seus atletas, ironizado por torcedores rivais que estavam no Aeroporto Tom Jobim. O grupo, entoando cantos e gritos, clamou "Abel é Mengão". Ao ouvir tal coro, o treinador "fez gestos obscenos e levou as mãos à genitália".[26]

Títulos como jogador[editar | editar código-fonte]

Fluminense
Vasco da Gama

Títulos como treinador[editar | editar código-fonte]

Internacional
Campeonato Mundial de Clubes da FIFA
Copa Libertadores da América
Fluminense
Vasco da Gama
Santa Cruz
Atlético-PR
Coritiba
Flamengo
Al-Jazira

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizado dia 13 de abril de 2014

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
Belenenses 120 - - -
Vitória de Setúbal 30 - - -
Olympique de Marseille 81 - - -
Atlético Mineiro 54 - - -
Flamengo 52 - - -
Al-Jazira 114 - - -
Fluminense 217 113 44 59
Internacional 302 166 78 58

Referências

  1. Abel Braga completa 200 jogos como técnico do Flu contra o Bangu
  2. Brasil e PSG: quase sempre uma história de sucesso – Por Guto Monte Ablas
  3. Abel Braga - Zagueiro Central O Brasil na Copa do Mundo. Página visitada em 18 de abril de 2008.
  4. Abel Braga pede demissão no Botafogo Globoesporte.globo.com (8 de Julho de 2002). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  5. Técnico Abel Braga deixa a Ponte Preta Globoesporte.globo.com (17 de Dezembro de 2003). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  6. Abel Braga é o novo treinador do Flamengo Globoesporte.globo.com (17 de Dezembro de 2003). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  7. Fla confirma Andrade como auxiliar de Abel Braga Globoesporte.globo.com (23 de Dezembro de 2003). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  8. Abel diz que foi a maior derrota da sua carreira Globoesporte.globo.com (1 de Julho de 2004). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  9. Abel renova por mais um ano Globoesporte.globo.com (12 de Dezembro de 2006). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  10. Inter confirma demissão do técnico Abel Braga Jbonline.terra.com.br (24 de Abril de 2007). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  11. Abel Braga descarta assumir a Raposa Globoesporte.globo.com (30 de Abril de 2007). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  12. Abel recusa proposta do Galo Globoesporte.globo.com (23 de Julho de 2007). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  13. Abel admite proposta da França Globoesporte.globo.com (24 de Abril de 2007). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  14. Volta de Abel é confirmada pelo Inter Globoesporte.globo.com (10 de Outubro de 2007). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  15. Após 87 dias de espera, Abel chega ao Flu e avisa: 'Entrega será total' Globoesporte.globo.com. Página visitada em 8 de junho de 2011.
  16. Abel Braga lidera o top 10 de salários
  17. Retrospectiva Fluminense - Setembro a Dezembro. Página visitada em 1 de Janeiro de 2013.
  18. Retrospectiva Fluminense - Janeiro a Abril. Página visitada em 31 de Dezembro de 2012.
  19. Retrospectiva Fluminense - Maio a Agosto. Página visitada em 29 de Dezembro de 2012.
  20. [1]
  21. Abel Braga completa 300 jogos e ganha placa
  22. Abel pega 30 dias por ofensas a árbitro Globoesporte.globo.com (4 de Outubro de 2006). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  23. Abel Braga é absolvido pelo STJD Globoesporte.globo.com (27 de Outubro de 2006). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  24. Abel Braga é suspenso por 90 dias Globoesporte.globo.com (16 de Novembro de 2006). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  25. Abel Braga é processado por árbitro Globoesporte.globo.com (17 de Outubro de 2006). Página visitada em 9 de Setembro de 2007.
  26. [2]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Chiquinho
Ênio Andrade
Cláudio Duarte
Muricy Ramalho
Alexandre Gallo
Clemer
Treinador do Internacional
1988–1989
1991
1995
2006–2007
2007–2008
2014–
Sucedido por
Paulo César Carpeggiani
Cláudio Duarte
Pedro Rocha
Alexandre Gallo
Tite
Precedido por
Alexandre Gama
Enderson Moreira
(interino)
Treinador do Fluminense
2005
2011–2013
Sucedido por
Ivo Wortmann
Vanderlei Luxemburgo