Abricó-de-macaco

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Couroupita guianensis no Palácio Real de Phnom Penh, no Camboja

Couroupita guianensis no Palácio Real de Phnom Penh, no Camboja
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Ericales
Família: Lecythidaceae
Género: Couroupita
Espécie: C. guianensis
Nome binomial
Couroupita guianensis
Aubl.
Sinónimos
Couroupita acreensis R. Knuth

Couroupita antillana Miers
Couroupita froesii R. Knuth
Couroupita guianensis var. surinamensis Eyma Couroupita idolica Dwyer
Couroupita membranacea Miers
Couroupita peruviana O. Berg
Couroupita saintcroixiana R.Knuth
Couroupita surinamensis Mart. ex Berg
Couroupita venezuelensis R. Knuth
Lecythis bracteata Willd.
Pekea couroupita A. Juss.

Couroupita guianensis- MHNT

O abricó-de-macaco (Couroupita guianensis Aubl.; Lecythidaceae), também conhecido pelos nomes populares castanha-de-macaco, cuia-de-macaco, macacarecuia, maracarecuia, amêndoa-dos-andes e amendoeira-dos-andes[1] , é uma espécie de árvore originária da Amazônia que tem frutos redondos que pendem em cachos e flores exuberantes. É bastante usada em paisagismo urbano e em fazendas. Possui altura média entre 8 e 15 metros, fruto tipo baga, grande e redondo, e suas flores, muito perfumadas, saem diretamente do tronco.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Abricó" se originou do francês abricot[2] . "Castanha" se originou do grego kástanon, através do latim nux castanea, "noz de castanheiro"[1] . "Cuia" se originou do tupi ku'ya[3] . "Amêndoa" e "amendoeira" se originaram do grego amygdále, através do latim amygdala[4] .

Ocorrência[editar | editar código-fonte]

Nas Américas do Sul e Central, em regiões tropicais, incluindo toda a Amazônia, na mata semidecídua de terras baixas, em margens inundáveis. Nativa em: Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá (onde está em perigo crítico), Peru, Suriname, Venezuela.

É amplamente cultivada fora de sua abrangência nativa. Na foto abaixo, tronco da árvore no Jardim Botânico do Rio de Janeiro com os frutos aparentes.

MonkeyAbricot.jpg

Referências

  1. a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.365
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.14
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.506
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.103

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • Lorenzi, Harri, Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol 1, 4a. edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2002. ISBN 85-86714-16-X

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