Academia Brasileira de Literatura

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde maio de 2010).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

A Academia Brasileira de Literatura é uma instituição fundada no Rio de Janeiro em 12 de junho de 1980. Composta por 50 membros titulares, além de correspondentes, honorários e beneméritos ela tem por finalidade principal "promover e estimular a cultura da Língua Portuguesa e da Literatura, em especial, a Brasileira "[1]

Características[editar | editar código-fonte]

A Academia Brasileira de Literatura também designada pela sigla ABDL é uma associação civil cultural, sem fins lucrativos, tendo prazo de duração indeterminado, com foro na cidade do Rio de Janeiro. Fundada em 12 de junho de 1980, ela surgiu da iniciativa de estudiosos que trabalharam para tornar realidade o sonho de "uma academia formada somente por intelectuais".[2]

Desde o início, reúne membros atuantes e com representatividade intelectual e pública oriundos de quase todos os Estados da Federação. Embora sediada na cidade do Rio de Janeiro, por resolução estatutária, possui representatividade e atuação nacional. A Academia Brasileira de Literatura possui 50 cadeiras designadas por patronos escolhidos entre escritores brasileiros.[1] Desde 21 de agosto de 1980, o silogeu é sediado à Rua Teixeira de Freitas, 5. 3° andar, Glória, e funciona no auditório Pizarro Drummond, da Confederação das Academias de Letras do Brasil, situado no prédio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB.

A Academia Brasileira de Literatura é considerada patrimônio cultural imaterial brasileiro, pois, desenvolve trabalho relevante na preservação, estímulo e produção de trabalhos acadêmicos. São também finalidades da Academia: I) congraçar escritores brasileiros cujos méritos sejam reconhecidos pela Academia; II) promover e estimular a cultura da Língua Portuguesa e da Literatura, em especial, a Brasileira; III) preservar a memória dos patronos de suas cadeiras, de seus ex-ocupantes e de vultos outros que, por seus relevantes serviços prestados à Pátria e às letras, forem merecedores de homenagens; IV) comemorar, sempre que possível, os fatos marcantes da humanidade e as datas nacionais, especialmente, as brasileiras; V) organizar, promover e incentivar cursos e eventos literários.[3] À semelhança das demais academias de letras, o cargo de sócio é vitalício e a sucessão dá-se apenas pela morte do ocupante da cadeira. Formalizadas as candidaturas, os sócios, em sessão ordinária, manifestam a vontade de receber o novo confrade, através do voto secreto.

Patronos[editar | editar código-fonte]

Para cada uma das cinquenta cadeiras, os fundadores escolheram os respectivos patronos, homenageando personalidades que marcaram as letras e a cultura brasileira.

Presidentes da ABDL[editar | editar código-fonte]

O primeiro Presidente da A.B.D. L. foi Horácio de Almeida, Entre os demais presdentes destacam-se: Durval Lobo, Leodegário A. de Azevedo Filho, Paschoal Villaboim, Abeylard P. Gomes, Agenor Ribeiro, José Eduardo Pizzarro Drummond, Ricardo Frazão do Nascimento, José Alfredo de Andrade.

Eleito em 2009, o atual presidente é Roberto dos Santos Almeida.

Sócios Fundadores[editar | editar código-fonte]

Entre os sócios titulares que estiveram no ato de fundação da ABDL estão: Abel Pereira, Antônio Carlos Villaça, Helena Parente Cunha, Homero Homem, Horácio de Almeida, Horácio Pacheco, Irene de Albuquerque, Jesus Belo Galvão, Lyad de Almeida, Mario Camarinha da Silva, Margarida Ottoni, Nemécio Calazans, Paulino Jacques, Pizarro Drummond, Ricardina Yone, Umberto Peregrino, Venâncio Igrejas (Ministro). São também considerados fundadores aqueles que ocuparam primeiramente as posteriormente ao ato de instalação da Academia. A saber: Bella Josef, Telenia Hill.[4]

Sócios Titulares[editar | editar código-fonte]

Os atuais membros titulares da Academia Brasileira de Literatura são os seguintes (maio de 2010):

Sócios Correspondentes[editar | editar código-fonte]

Entre os membros correspondentes da ABDL estão Jarbas Gonçalves Passarinho ex-ministro da Federação, Sérgio Campos, Clóvis Assumpção, Aristheu Bulhões.

Revista da ABDL[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg "A revista da Academia Brasileira de Literatura, desde o seu primeiro número, em 1985, tem sido publicada, regularmente, a cada diretoria, com o objetivo de apoiar as iniciativas culturais programadas. Em suas páginas, os escritores, que a utilizam, têm a oportunidade de publicar suas obras literárias, sempre dentro de um critério de valor, que pode ser apreciado e reconhecido". Cquote2.svg

[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Confira: Predefinição:Estatutos. Academia Brasileira de Literatura: Rio de Janeiro, 2009.
  2. Confira: OTTONI, Margarida. Jubileu de Prata. In: Predefinição:Revista da Academia Brasileira de Literatura. ABDL/Peneluc: 2005. p.3.
  3. Confira: Estatutos. In: Predefinição:Revista da Academia Brasileira de Literatura. ABDL/Peneluc: 2009. p.10.
  4. Confira: Homenagem aos fundadores. In: Predefinição:Revista da Academia Brasileira de Literatura. ABDL/Peneluc: 2005. p.5-10.
  5. Predefinição:Revista da Academia Brasileira de Literatura. Rio de Janeiro: ABDL-Peneluc, 2005.
  • ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA. (Org. Afrânio Coutinho). Rio de Janeiro: MEC/FAE, 1990.
  • ANDRADE, José Alfredo. "Verba volant, scripta manent". In: Revista da Academia Brasileira de Literatura. Rio de Janeiro: ABDL/PENELUC, 2007. p. 3-4. ano XXII, n° 21.
  • JUSTA, Antônio. Aniversário. In: Revista da Academia Brasileira de Literatura. Rio de Janeiro: ABDL, 2000. p. 7-13. ano XVI, n° 16.
  • OTTONI, Margarida et al. Jubileu de prata. In: Revista da Academia Brasileira de Literatura. Rio de Janeiro: ABDL/PENELUC, 2005. p. 2. ano XX, n° 2º.

Fontes[editar | editar código-fonte]