Acetato de etila

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Acetato de etila
Alerta sobre risco à saúde
Ethyl-acetate-2D-skeletal.png Ethyl-acetate-3D-balls.png
Nome IUPAC Etanoato de etila
Nome sistemático Ethyl ethanoate
Outros nomes Éster de etila, acetato de etila, éster acético, éster de etanol
Identificadores
Número CAS 141-78-6
Número RTECS AH5425000
SMILES
Propriedades
Fórmula molecular C4H8O2
Massa molar 88.105 g/mol
Aparência líquido incolor
Densidade 0.897 g/cm³, líquido
Ponto de fusão

-83.6 °C, 190 K, -118 °F

Ponto de ebulição

77.1 °C, 350 K, 171 °F

Solubilidade em água 8.3 g/100 mL (20 °C)
Solubilidade em etanol,
acetona, éter dietílico,
benzeno
Miscível
Índice de refracção (nD) 1.3720
Viscosidade 0.426 cP at 25 °C
Estrutura
Momento dipolar 1.78 D
Riscos associados
Principais riscos
associados
Inflamável (F),
Irritante (Xi)
NFPA 704
NFPA 704.svg
4
1
0
 
Frases R R11, R36, R66, R67
Frases S S16, S26, S33
Ponto de fulgor  ?4 °C
LD50 11.3 g/kg, em ratos
Compostos relacionados
Ésteres carboxílicos relacionados Acetato de metila
Acetato de vinila
Anidrido acético (acetato de acetila)
Acetato de propila
Acetato de butila
Metanoato de etila
Glicolato de etila
Propionato de etila
Compostos relacionados Ácido acético
Etanol
N-etil acetamida
Tioacetato de etila
Éter dietílico
Anidrido acético
Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

Acetato de etila ou Acetato de etilo[1] (Fórmula: CH3COOCH2CH3) é um éster simples, que possui alta aplicação industrial. É um ótimo solvente, relativamente pouco volátil. É facilmente produzido industrialmente ou em laboratórios acadêmicos, a partir da reação de ácido acético com etanol, em presença de ácido sulfúrico.

É utilizado como um componente de formulações de essências artificiais de maçã, pera, framboesa, pêssego, e groselha, entre outras.[2]

No passado, já foi usado em medicina como um antiespasmódico (contra convulsões). Atualmente mulheres utilizam em substituição à acetona para remoção de esmaltes em suas unhas. Elas acreditam que seja menos prejudicial e nocivos às unhas e à pele. [2]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. http://labvirtual.eq.uc.pt/siteJoomla/index.php?Itemid=290&id=120&option=com_content&task=view
  2. a b SAFFIOTI, WALDEMAR; Fundamentos de Química; Companhia Editora Nacional; São Paulo, Brasil; 1968.