Adamantinoma

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Adamantinoma
Microfotografia de um adamantinoma.
Classificação e recursos externos
DiseasesDB 31676
MeSH D050398
Star of life caution.svg Aviso médico

Adamantinoma ósseo é um tumor maligno de baixo grau, descrito por Fischer em 1913, acometendo pessoas da segunda e terceira décadas de vida, estando em 85% dos casos presente na tíbia. Cursa com metástase pulmonar de aparecimento tardio, da ordem de 15%.

História[editar | editar código-fonte]

Sua etiologia é ainda interrogada; estudos corroboram provavelmente com origem epitelial. O adamantinoma da mandíbula (hoje ameloblastoma) é originário da dentina, e viu-se que, apesar de parecido na histologia, é um tumor totalmente diferente do adamantinoma da tíbia.

Diagnóstico[editar | editar código-fonte]

A clínica é de dor insidiosa e massa palpável, porém 20% abrem com quadro de fratura patológica. Diferencia-se da displasia osteofibrosa por esta incidir em menores de 10 anos, ser indolor e totalmente intracortical. Na radiologia, o adamantinoma apresenta-se como múltiplas lesões líticas excêntricas acometendo grande área em diáfise da tíbia com contornos bem definidos. Inicia-se na cortical, mas invade medular. Pode ainda invadir a fíbula por contiguidade.

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Cirurgia ampla ou radical. Não responde bem a quimioterapia ou radioterapia. O Prognóstico é de 85% sobrevida em 10 anos.

Referências