Adrenalina
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| Nome IUPAC (sistemática) | |
| 4-[1-hidroxi-2-(metilamino)etil]benzeno-1,2-diol | |
| Identificadores | |
| CAS | 51-43-4 |
| ATC | A01AD01 B02BC09, C01CA24, R01AA14, R03AA01, S01EA01 |
| PubChem | 838 |
| DrugBank | APRD00450 |
| Informação química | |
| Fórmula molecular | C9H13NO3 |
| Massa molar | 183.204 g/mol |
| Farmacocinética | |
| Biodisponibilidade | nula (oral) |
| Metabolismo | sinapse adrenérgica (MAO ou COMT) |
| Meia-vida | 2 minutos |
| Excreção | urina |
| Considerações terapêuticas | |
| Administração | ? |
A adrenalina ou epinefrina é uma hormona, derivado da modificação de um aminoácido aromático (tirosina), secretado pelas glândulas supra-renais, assim chamadas por estarem acima dos rins. Em momentos de "stress", as supra-renais secretam quantidades abundantes deste hormônio que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.
Quando lançada na corrente sanguínea, devido a quaisquer condições do meio ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente ou psicologicamente, medo), a adrenalina aumenta a frequência dos batimentos cardíacos (cronotrópica positiva) e o volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o tal fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e "queima" gordura contida nas células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação, como reagir agressivamente ou fugir, por exemplo. É utilizada também pela medicina em ressuscitações no caso de parada cardíaca ou para aumentar a duração de anestésicos locais devido ao seu efeito vasoconstrictor.
Afeta tanto os receptores beta¹-adrenérgico (cardíaco) e beta²-adrenérgico (pulmonar). Possui propriedades alfa- adrenérgicas que resultam em vasoconstrição.
A adrenalina também tem como efeitos terapêuticos a broncodilatação, o controle da frequência cardíaca e da pressão arterial.
[editar] Origem do nome
A palavra "adrenalina" foi criada pelo cientista que conseguiu isolar este hormônio pela primeira vez, o bioquímico japonês Elissandro Jokichi Takamine, que formou o nome em questão tomando o nome dos rins, sobre o qual se situam as glândulas secretoras, como já mencionado. Utilizou então ad- (prefixo que indica proximidade), renalis (relativo aos rins) e o sufixo -ina, que se aplica a algumas substâncias químicas (as aminas).
Nota: Não confundir com efedrina.
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