Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Tom Jobim/Galeão
| Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro - Galeão Antonio Carlos Jobim |
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| IATA: GIG - ICAO: SBGL | ||||||||||||||||||
| Tipo | Público/Militar | |||||||||||||||||
| Administração | INFRAERO | |||||||||||||||||
| Serve | Rio de Janeiro | |||||||||||||||||
| Inauguração | 1 de fevereiro de 1952 (60 anos)
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| Altitude | 9 m (30 ft) | |||||||||||||||||
| Movimento em 2011 | 14.926.615 passageiros[1] 107.494.574t de carga[1] 139.441 aeronaves[1] |
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| Capacidade anual | 15 000 000 de passageiros | |||||||||||||||||
| Website oficial | Site oficial | |||||||||||||||||
| Pistas | ||||||||||||||||||
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O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim (IATA: GIG, ICAO: SBGL) é o maior aeroporto da cidade do Rio de Janeiro, o maior sítio aeroportuário do Brasil, e alcançou em janeiro de 2012 o status de segundo aeroporto mais movimentado no país em movimentação total de passageiros em voos internacionais e nacionais.[1] Localizado na ilha do Governador, Zona Norte do município, a aproximadamente 20 km do centro, é a principal porta de entrada para o Brasil, visto que o Rio de Janeiro é o destino mais visitado por turistas em todo Hemisfério Sul.[2]
Com uma área de 17,88 km², recebe todos os voos internacionais e a maior parte dos nacionais que servem ao Rio de Janeiro. Possui dois terminais de passageiros (TPS1 e TPS2), com capacidade para 7 milhões e 8 milhões de passageiros, respectivamente, totalizando 171 balcões de check-in, 24 horas por dia em operação.
Dispõe de 53 posições de estacionamento para aeronaves, sendo 23 com pontes de embarque. O aeroporto ainda é servido por um dos maiores, mais modernos e bem aparelhados Terminais de Logística de Carga do continente.[3] Trata-se do quarto terminal de cargas mais movimentado do país,[1] responsável por 6,2% do fluxo total desta natureza nos aeroportos brasileiros em 2007.[1] A Base Aérea do Galeão fica situada em seu perímetro.
O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro possui a segunda maior pista de aterrissagem do Brasil (4.000 m),[3] perdendo apenas para a Pista de Gavião Peixoto - EMBRAER, esta com 4.967 metros de comprimento, no Estado de São Paulo, tendo recebido pousos e decolagens do mítico Concorde na linha área Paris-Rio, incluindo o voo inaugural desta aeronave em 1976. Eram duas frequências semanais com uma escala em Dakar, perfazendo o trajeto em 7 horas e meia. A despedida do Concorde do Aeroporto do Galeão foi em 1982, quando a Air France cancelou este e outros voos deficitários.
O Plano Diretor do aeroporto prevê a construção de mais dois terminais de passageiros (TPS3 e TPS4) além de uma nova pista, paralela à atual 10/28, porém em menor comprimento.
No dia 5 de janeiro de 1999, uma lei federal alterou a denominação do aeroporto[4], em homenagem ao músico e compositor Antonio Carlos Jobim, falecido em 1994.
Em 29 de agosto de 2004, foram transferidos todos os voos, com exceção da Ponte aérea Rio-São Paulo e voos regionais, do Aeroporto Santos-Dumont para o Galeão[5], objetivando proporcionar maior conforto aos passageiros. O Santos-Dumont, com capacidade para 2 milhões de passageiros/ano, atendia a aproximadamente 5,3 milhões, sendo que o Galeão, possuindo uma capacidade de até 15 milhões, atendia a uma demanda de apenas 5 milhões de passageiros/ano.
Índice |
[editar] História
A história do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, como base de antiga aviação naval, começa em 1924 com a instalação da escola de aviação. Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9. Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Fokker holandesa e a Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar. Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.
A partir de 1945, o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões da Pan American e da Condor, além de outras companhias, foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos “hidros” Sirorskys ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e Constelations da Lockheed.
Houve uma “estação de hidros”, ao lado do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 1936, projetada pelo célebre arquiteto brasileiro Atílio C. Lima. Foi um dos primeiros prédios conceitualmente modernos construídos no Brasil. Desde os anos da Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi, além de movimentada base aérea da Força Aérea Brasileira, campo de pouso para aviões internacionais. Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através de lancha, desde a estação de hidros até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus, pois não existia uma estação de passageiros.
A recepção continuou precária até 1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiras. Esse terminal, com diversas ampliações ao longo dos anos, foi substituído pelo atual Terminal 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de janeiro de 1977. Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou a capacidade desse terminal para sete milhões de passageiros ao ano, coincidiu com o início das obras do Terminal 2. Esse novo terminal, um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender oito milhões de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de 1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
Após ter amargado durante anos uma estagnação com a perda de voos domésticos para o Aeroporto Santos Dumont (SDU) e internacionais para São Paulo (GRU), desde o fim de 2004 o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro vem recuperando gradualmente sua importância no cenário nacional com a volta dos voos domésticos e de alguns voos internacionais como o Rio-Atlanta (Delta), Rio-Porto (TAP), Rio-Santiago (Lan) e o incremento nas operações com o início de voos para o Panamá (Copa). Além disso, atraiu uma nova companhia aérea, a Webjet, que vem crescendo pouco a pouco no mercado doméstico, mantendo como principal base o Galeão.
Em 2007, o aeroporto ganhou mais voos internacionais para Madri (Air Europa, que apos um ano foi cancelado) e mais operações para Paris, com mais dois voos diários por parte da TAM e da Air France. Por conta de um acidente ocorrido no Aeroporto de Congonhas com um jato Airbus A320 da empresa TAM, houve por parte do governo a aplicação de severas restrições naquele aeroporto, ocasionando entre outros o fim das conexões. Com isso, parte do movimento do Aeroporto Santos Dumont, que dependia de conexões em Congonhas, passou a ser atendido pelas companhias aéreas com mais voos diretos partindo do Galeão. Houve forte incremento no número de voos para cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Salvador e Recife, e a criação de voos para destinos até então não atendidos sem escala, como Manaus. Com isso, a movimentação mensal passou de 770 mil para 1 milhão de passageiros uma vez que o Galeão passou a ser uma melhor opção também para passageiros em conexão.
Com o ressurgimento economico do estado do Rio de Janeiro, o aeroporto cresceu junto com o estado. Devido ao mercado de óleo e gás e grandes eventos internacionais como os jogos pan-americanos de 2007, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além do consideravel aumento do turismo externo[6] e interno, que irá bater recorde em 2011, além do aumento de competitividade entre as empresas(que fizeram os precos das passagens aéreas serem os mais baixos desde sempre), que aliado ao momento economico do Brasil faz com que muitos brasileiros voassem. Todos esses fatores fizem com que diversas companhias aéreas iniciaram ou incrementaram operações no aeroporto.
Atualmente, o Galeão passa por obras de reforma do Terminal 1 e conclusão do Terminal 2. Os investimentos estão sendo feitos para adequar o aeroporto à demanda projetada de passageiros. Com isso, ele estará capacitado também para atender o público dos eventos esportivos: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Com a conclusão das obras, o aeroporto passará a ter capacidade para processar 26 milhões de passageiros por ano, o que significará uma melhoria na operacionalidade, e também um maior índice de conforto para os usuários.
Ao fim de 2007, o Galeão bateu seu recorde de movimentação de passageiros, com 10.352.616 embarques/desembarques. Consequentemente, cresceu o interesse de operadores internacionais e domésticos pelo aeroporto, agora com fluxo 100% superior ao registrado em 2003.
Em 2008 foram inaugurados voos sem escalas da British Airways para Londres (LHR), da Taca para Lima, da TAM para as cidades de Nova Iorque (JFK) e Miami, e da Pluna rumo a Montevidéu, e em 2009 a US Airways começou a operar um vôo diário para Charlotte, na Carolina do Norte, sendo o Aeroporto do Galeão o primeiro destino da empresa americana na América do Sul.
Em 2010 o aeroporto ganha novos voos internacionais da TAM para Frankfurt, Paris e Londres inicialmente com 3 voos semanais cada, passaram a ser diarios para a Alemanha e 6 vezes por semana para Inglaterra, além de uma frequencia para Santiago. A American Airlines começa a voar 3 vezes por semana para Dallas e diário direto para Nova Iorque. Nos voos nacionais a Avianca Brasil começa operações no aeroporto para São Paulo e Brasília.
Em 2011, o aeroporto ganha diversas frequencias e companhias, algumas rotas novas como o voo charter para a Rússia com a Transaero, alguns incrementos de frequencias como a segunda frequencia diária da Copa airlines e o aumento de 3 para 6 voos semanais da British Airways para Londres e uma frequência diária nonstop para Santiago pela LAN Airlines(Além da outra com escala em São Paulo), e o retorno de diversas companhias que no passado já operaram no galeão como a Avianca colombiana com 3 voos semanais para Bogotá voos para Roma com a Alitalia, que começou apenas com 3 semanais e já conta com 5 frequencias semanais, o retorno da Lufhtansa com 5 voos semanais para Frankfurt, a holandesa KLM com 3 voos semanais para Amsterdam. Algums companhias aereas brasileiras deram ainda mais importancia para o aeroporto como a Azul linhas aéreas que começou as operações com voos para Campinas e já possui mais de 8 frequencias diárias alem de voos diretos para Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa. A Webjet também iniciou diversas operações como Ribeirão Preto, Florianópolis e Recife. A Passaredo Linhas Aéreas transferiu suas operações do Aeroporto Santos Dumont para o Galeão no dia 1 de Dezembro de 2011[7] .
Ainda em 2011, devido a crise europeia, a TAM reduziu sua malha para o continente saindo do aeroporto, colocando 4 voos semanais para Frankfurt 3 para Londres e 6 para Paris. A Taag reduziu de 4 para 3 e depois para 2 suas operações semanais no aeroporto e a American de 7 para 5 semanais a frequencia para Nova Iorque.
Em 2012 deu-se início dos voos para Buenos Aires e Dubai diário com a Emirates e a alemã Condor que surgirá como novidade para a rota Galeão - Frankfurt, a partir de 3 de novembro. Nos voos nacionais, pode-se destacar o incremento de voos da Azul e da Avianca para novos destinos nacionais.
Em janeiro de 2012 o aeroporto tornou-se o segundo aeroporto do Brasil em número de passageiros, ultrapassando o Aeroporto de Brasília(1.361.191 passeiros) e o Aeroporto de Congonhas(1.316.550 passeiros), registrando a marca de 1.629.690[8] passeiros, uma alta de 23% em relação ao mesmo periodo de 2011
Algumas especulações surgem no mercado como a volta da Royal Air Maroc com voos para Casablanca, a volta da South African Airways com voos para Johanesburgo, a volta da Transaero no voo sazonal em 2012 para Moscou, o inicio da Qatar Airways[9] que ligaria o Rio de Janeiro a Doha, no Qatar.
[editar] Estatísticas
| Histórico - Movimento Operacional | |||
|---|---|---|---|
| Ano | Passageiros | ||
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| 2003 | 4.619.229 | ||
| 2004 | 6.024.930 | ||
| 2005 | 8.657.139 | ||
| 2006 | 8.856.527 | ||
| 2007 | 10.352.616 | ||
| 2008 | 10.754.689 | ||
| 2009 | 11.828.656 | ||
| 2010 | 12.229.513 | ||
| 2011 | 14.926.615[10] | ||
| 2012 | 1.629.690(Até Janeiro) | ||
| Rank | Origem | Passageiros | Destino | Passageiros |
|---|---|---|---|---|
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| Rank | País | Passageiros |
|---|---|---|
| 1 | 176.096 | |
| 2 | 175.038 | |
| 3 | 62.210 | |
| 4 | 60.357 | |
| 5 | 57.474 | |
| 6 | 45.282 | |
| 7 | 36.642 | |
| 8 | 36.330 | |
| 9 | 35.403 | |
| 10 | 15.900 |
[editar] Antigas empresas
Empresas regulares de passageiros que não operam mais no aeroporto:
[editar] Falidas ou Incorporadas
Panair do Brasil (DC-7, DC-8, Caravelle): Faliu
Lloyd Aéreo Boliviano (727-200): Faliu
Transbrasil (BAC 1-11, 727-100, 707-320, 767-200, 767-300, 737-300, 737-400): Faliu
VASP (BAC 1-11, 737-200, 737-300, 727-200, A300, DC-10, MD-11): Faliu
Nationair (Boeing 767): Faliu
Lacsa (A320): Incorporada à TACA
Ecuatoriana (707, 727): Faliu
Air Madrid (A330-200): Faliu
Braniff (DC-8 e 747): Faliu; Substituída pela Eastern
Continental Airlines (767-200 e 767-400): Se fundiu com a United Airlines
Eastern (DC-10): Faliu; Substituída pela American Airlines
Pan Am (747, 747SP, 707 e TriStar): Faliu; Substituída pela United
APSA (Convair 990); Faliu
Aeroperú (DC-8, L-1011 e 757); Faliu
Swissair (DC-8, DC-10, MD-11); Faliu e substituída pela Swiss International Air Lines
Viasa (DC-8 e DC-10); Faliu
Cruzeiro do Sul (Caravelle, 727-100, A300, 737-200): Incorporada à Varig
Canadian Airlines (DC-10): Incorporada à Air Canada
Ladeco (737-200 e 727-100): Incorporada à LAN
Líneas Aéreas Paraguayas (707 e DC-8); Incorporada à TAM
British United (VC-10); Incorporada à British Caledonian
Spanair (767-300): Faliu
[editar] Cancelaram a escala
South African Airways (707 e 747SP): Cancelou a escala
Iraqi Airways (707-320 e 747-200): Operações suspensas; Posterior cancelamento
Cubana (Il-62): Cancelou a escala
Air Europa (A330-200, 767-300): Cancelou a escala
Japan Airlines (DC-8, 747-200): Cancelou a escala
Bellview Airlines (A300); Cancelou a escala
BOAC (Canadair Argounaut, De Havilland Comet): Substituída pela British United
British Caledonian (707 e DC-10); substituída pela British Airways pelo governo britânico
Aeroflot (IL-62, IL-86, IL-96); Cancelou a escala
Scandinavian Airlines System (DC-8, DC-10 e 767-200); Cancelou a escala
Swiss International Air Lines (MD-11); Cancelou a escala
[editar] Terminais e destinos
[editar] Terminal 1 (TPS1)
[editar] Terminal 2 (TPS2)
| Companhias | Destinos |
|---|---|
| Dubai - Buenos Aires (Ezeiza) | |
| Frankfurt | |
| Montevidéu | |
| Aracaju - Belo Horizonte (Confins) - Belém - Brasília - Campinas - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza - Foz do Iguaçu - Goiânia - Ilhéus - João Pessoa - Manaus - Natal - Petrolina - Porto Alegre - Recife - Salvador - São Paulo (Congonhas) - São Paulo (Guarulhos) - Vitória - São Luís - Buenos Aires - Caracas - Frankfurt - Londres - Miami - Nova York - Paris | |
| Porto Alegre - Salvador - São Paulo (Congonhas) - João Pessoa | |
| Assunção - Buenos Aires (Aeroparque) | |
| Lisboa - Porto | |
| Washington | |
| Charlotte | |
| Belo Horizonte - Curitiba - Fortaleza - Natal - Navegantes - Porto Alegre - Ribeirão Preto - Salvador - Goiania - Foz do Iguaçu - São José dos Campos - Uberlândia - São Paulo- Recife |
[editar] Charter regular
Andes Líneas Aéreas - Buenos Aires
Dynamic Airways LLC - Orlando
Lan Peru - Lima
WhiteJets - Havana - Varadero
[editar] Serviços
[editar] Facilidades
- Rede sem fio
- Wi-fi Internet grátis.
[editar] Transporte Público
[editar] Ônibus
| Linhas de ônibus por serviço |
|---|
|
[editar] Órgãos públicos
- Polícia Federal (DEAIN)
- Polícia Civil
- Receita Federal
- Vigilância Sanitária(ANVISA)
- Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
- SAC Agência Nacional de Aviação Civil/ANAC
- Senado
- BPTUR - Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas
- Guarda Municipal
- RIOTUR
- Correios
- Juizado de Menores
[editar] Agências bancárias
[editar] Terminal 1
[editar] Caixas eletrônicos
[editar] Terminal 1
[editar] Terminal 2
[editar] Incidentes e Acidentes
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Ver página anexa: Anexo:Lista de acidentes aéreos
- Década de 2000
- Em 31 de maio de 2009 o voo Air France 447 com destino ao aeroporto de Paris (Charles de Gaulle), cumprido por um Airbus A330-200, prefixo F-GZCP, desapareceu após deixar uma mensagem instantânea de pane elétrica e despressurização. O acidente permaneceu um mistério até 2011, quando as caixas-pretas foram encontradas. O avião caiu a nordeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo, após enfrentar uma forte tempestade na travessia do oceano, na zona de convergência intertropical. Estavam no avião 228 pessoas; não houve sobreviventes. Restos da fuselagem foram encontrados logo após o acidente e em 2011 durante as buscas pela caixas-pretas.[19]
- Em 11 de julho de 2007 um Boeing 747 da British Airways efetuou um pouso de emergência decorrente de um falso alarme de incêndio proveniente do porão de cargas. A INFRAERO informou que não foi encontrado nenhum foco de incêndio.
- Em 5 de maio de 2007, um Lockheed L1011-3(500) da EuroAtlantic Airways, matrícula CS-TEB, com destino a Montevidéu, chocou-se com pássaros na decolagem. A tripulação declarou emergência e retornou para o pouso.
- Década de 1990
- Em 12 de novembro de 1990, um de Havilland Canada DHC-5 Buffalo da Força Aérea Brasileira, matrícula FAB2350, acidentou-se na decolagem.
- Década de 1980
- Em 2 de dezembro de 1985, um Boeing 747-228B da Air France, matrícula F-GCBC, procedente de Paris com 273 pessoas a bordo, saiu da pista ao pousar. Aparentemente o cabo da manete de aceleração do motor número 1 rompeu-se, tornando impossível o controle de potência desse por parte da tripulação. O motor acelerou a um nível incomum, fazendo com que a aeronave saísse da pista, atravessasse uma vala e chocasse contra uma ladeira de concreto. Ninguém se feriu.
- Década de 1970
- Em 26 de julho de 1979 às 18h21min, um Boeing 707-330C cargueiro da Lufthansa, matrícula D-ABUY, com destino a Dakar, cumprindo o voo LH527, chocou-se contra a Serra dos Órgãos, região serrana do estado do Rio de Janeiro. A aeronave decolou do Galeão 5 minutos antes, e foi instruída pelo controlador em solo a seguir rumo ao VOR Caxias e manter uma altitude de dois mil pés após a decolagem. Ao decolar, o Controle de aproximação solicitou que a tripulação aumentasse a velocidade. A velocidade aumentou progressivamente até atingir 304 nós (563 km/h), excedendo o limite de 250 nós (463 km/h) que é determinado dentro da área de controle do Rio abaixo de 10,000 pés. Enquanto o voo 527 voava em direção às montanhas, o controlador de tráfego aéreo estava atarefado organizando a excessiva quantidade de tráfego que se aproximava pelo setor sul. Seu assistente falhou ao monitorar o Lufthansa. Ao voltar sua atenção ao Lufthansa 527, o controlador viu-se surpreso com a posição da aeronave e ordenou que imediatamente executasse uma curva pela direita e que aumentasse seu ângulo de subida. Tarde demais, a aeronave chocou-se contra as árvores na encosta da montanha, em uma altura de aproximadamente 800 metros. Todos os 3 ocupantes faleceram.
- Em 9 de junho de 1973, um Boeing 707-327C cargueiro da Varig, matrícula PP-VLJ, fazia uma aproximação por instrumentos para a cabeceira 14 (atual 15) com a manete dos speed brakes em 45° e os spoilers da seção interna da asa desativados, quando foi notado que a capa protetora dos spoilers estava aberta. O comandante ou o primeiro-oficial a fecharam e consequentemente ativaram os spoilers internos, fazendo com que a aeronave inclinasse para baixo. O Boeing desceu rapidamente de uma altura de 70m e chocou-se contra as luzes de aproximação e atolou. Dos 4 tripulantes, 2 morreram.
- Em 11 de julho de 1973, um Boeing 707-345C, matrícula PP-VJZ, fazendo o voo Varig 820, partiu do Rio de Janeiro (GIG) às 03h03min para um voo com destino a Paris-Orly (ORY). Às 13h57min o avião descia a FL080 já sob controle de Orly APP, que solicitou a tripulação de manter a altitude (FL080) e rumo para o VOR OLS e preparar para a aterrissagem na pista 26. Às 13h58min20s a tripulação fez contato com Orly APP e relatou um "incêndio a bordo". Uma descida de emergência foi solicitada. Às 13h59min foi dada a ordem para descer para 3000 pés e preparar para pouso na pista 07, fazendo uma aproximação o mais reta possível. Embora a situação fosse ficando pior a bordo (fumaça entrando na cabine e os passageiros ficando asfixiados), foi permitida uma descida para 2000 pés às 14h01min10s. Os tripulantes usaram as máscaras de oxigênio o que tornou impossível a leitura dos instrumentos. Às 14h03min o piloto decidiu fazer um pouso de emergência 5 km antes da pista com o trem de pouso baixado e os flaps em 80deg. O Boeing pousou com "nariz alto" e uma pequena inclinação à esquerda. A aeronave bateu em algumas pequenas árvores e fez um pouso duro em um campo. Os dois trens de pouso principais e os motores foram arrancadas ao longo da derrapagem. A fuselagem, no entanto, permaneceu intacta. Dez ocupantes (todos os tripulantes) evacuaram o avião. Até o momento em que os bombeiros chegaram (6-7 minutos mais tarde), o fogo já tinha queimado até o teto e não havia qualquer sinal de vida. Dos quatro passageiros inconscientes evacuados pelos bombeiros, apenas um sobreviveu. Dos 134 ocupantes, 123 morreram.
- Década de 1960
- Em 3 de março de 1965, um Vickers 701C Viscount da VASP, matrícula PP-SRQ, varou a pista após uma perda de motor simulada durante a decolagem. O aluno não conseguiu manter o controle direcional da aeronave.
- Em 21 de março de 1964, um Curtiss C-46D-15-CU da VASP, matrícula PP-LDL, teve um incêndio em seu motor número 2 que não pôde ser extinguido. A tripulação tentou alcançar o aeroporto, mas a asa direita acabou se desintegrando antes. A aeronave perdeu o controle e caiu na baía de Guanabara.
- Em 8 de abril de 1963, um Douglas DC-7C da Panair do Brasil, matrícula PP-PDM, perdeu o trem de pouso dianteiro durante a decolagem. O DC-7 deslizou sobre a pista até parar. Os motores 2 e 3 foram danificados, afetando os tanques de combustível e causando um incêndio. O acidente foi causado pelo recolhimento antecipado do trem de pouso. Ninguém morreu.
- Em 27 de novembro de 1962, um Boeing 707-441, da Varig, matrícula PP-VJB, fazendo o voo 810 partiu do Galeão - Rio de Janeiro as 0353 GMT com destino à Lima - Callao. A aeronave fez contato com os seguintes pontos: Pirassununga (0430), Campo Grande (0524), Corumbá (0548), Santa Cruz (0630), Cochabamba (0652), Charana (0715) e Pisco (0813). As 0809 relatou para o controle de tráfego aéreo, Lima, a altitude 36 mil pés (FL360), estimando em 0813 Pisco e Aeroporto de Callao em 0836 e pediu permissão para descer. O Controle (ATC) Lima foi avisado de um DC-6, que tinha saído em 0735 de Lima e foi também a Pisco, estimativa 0813, quando cruzaria em 13.500 pés (FL135). Depois de passar em 0813 Pisco e deixando 36 mil pés (FL360) em 0814, o voo 810 reportou, em 0819, que tinha chegado 26 mil pés. Recebeu autorização para continuar a descer para aproximação na pista 33. As 0824 em comunicou ao Controle de Aproximação (APP) dez minutos da estação, a 15 mil pés, ainda descendo, quando as 0830 horas ele tinha atingido 12 mil pés sobre Las Palmas. Como era muito alto para uma aproximação à pista 33 o Controle de Aproximação (APP) sugeriu que ele fizesse uma volta de 360° e reportasse novamente quando estivesse sobre Las Palmas. A aeronave prosseguiu a descida. Quando chegar a 330°, passando a leste de do Aeroporto de Lima, vire à esquerda passando sobre o Aeroporto Lima-Callao e continue girando, até rumar ao sul, passando a oeste de Las Palmas, a fim de iniciar o procedimento de ILS BACK COURSE e, em seguida, fez uma curva de 180° e virou para interceptar o ILS BACK COURSE (327°). No entanto, foi mantido o curso normal durante quase três minutos antes de iniciar a sua curva para o norte. Seu rumo era de 333° quando atingiu o pico La Cruz, cerca de 8 milhas a leste do rumo de aproximação do ILS BACK COURSE Morro Solar. Todos os 97 ocupantes morreram.
- Em 20 de agosto de 1962, um Douglas DC-8-33 da Panair do Brasil, matrícula PP-PDT, com destino Lisboa, ultrapassou os limites da pista, vindo a parar nas águas da baía de Guanabara. O acidente foi causado pelo fato do estabilizador vertical da aeronave ter sido alterado da sua configuração original para decolagem, e foi somado ao fato da tripulação ter tomado a decisão tardia de abortar a decolagem. Por causa disso, não houve pista nem tempo o suficiente para que a aeronave parasse com segurança. A tripulação aplicou fortemente os freios e o sistema de reversão para tentar parar a aeronave, fazendo com que o lado direito da aeronave inclinasse, arrastando os motores 3 e 4 no chão. O trem de pouso principal esquerdo afundou na areia, e acabou arrastando também os motores 1 e 2. Todos os quatro motores perderam seus ejetores e cones de reversão, fazendo a aeronave acelerar e continuar se movendo em alta velocidade. O avião acabou atingindo o muro do aeroporto, atravessou a avenida e avançou 50 metros mar adentro. O sistema de luzes de emergência não funcionaram, desorientando os passageiros em pânico. As saídas de emergência foram abertas, possibilitando a fuga da maioria dos passageiros. 15 dos 105 ocupantes morreram.
- Em 3 de março de 1962, um Lockheed L-049 Constellation da Panair do Brasil, matrícula PP-PCR, pousou sem o trem de pouso dianteiro.
- Em 25 de fevereiro de 1960, às 13h07, um Douglas R6D-1 da Marinha dos Estados Unidos procedente de Buenos Aires chocou-se em pleno voo com um Douglas DC-3 da Real Transportes Aéreos, matrícula PP-AXD, procedente de Campos dos Goytacazes, a uma altitude de aproximadamente 3000 pés (1600m), próximo ao Aeroporto Santos Dumont. O choque foi ocasionado por um erro por parte da tripulação da aeronave americana, que não cumpriu as instruções de altitude fornecidas pelo controle de tráfego aéreo, e também pela má interpretação dos instrumentos de voo que sofreram uma possível falsa marcação devido a existência do bondinho do Pão de Açúcar (comum à época), resultando numa má execução do procedimento de aproximação e pouso.
- Década de 1950
- Em 22 de dezembro de 1959, um Vickers Viscount 827 da VASP, de matrícula PP-SRG, procedente de São Paulo e um avião de treinamento Fokker T-21 da Força Aérea Brasileira, matrícula FAB 0742, colidiram de forma bizarra: o T-21 era pilotado por um jovem cadete, que fazia acrobacias sobre a casa de sua namorada no bairro de Ramos, zona norte do Rio de Janeiro, quando colidiu com o avião da VASP, que se encontrava em aproximação para pouso no Galeão. No acidente, morreram os 33 ocupantes do Viscount e também 5 pessoas em terra, com a queda dos destroços de ambas as aeronaves. O cadete da FAB causador do acidente saiu ileso, saltando de paraquedas.
- Em 11 de janeiro de 1959, um Lockheed L-1049G Super Constellation da Lufthansa, matrícula D-ALAK, procedente de Hamburgo com 39 pessoas a bordo, caiu próximo à pista durante o pouso. Durante uma aproximação chuvosa, a aeronave desceu abaixo da altitude prevista e o trem de pouso dianteiro chocou-se com a água. Os pilotos tentaram prosseguir a aproximação mas a aeronave acabou caindo próximo à Praia das Flecheiras, muito perto da pista. 36 dos 39 ocupantes morreram.
- Em 27 de julho de 1952, às 11h46, um Boeing 377 Stratocruiser da Pan American World Airways, matrícula N1030V, com destino a Buenos Aires, teve problemas no fechamento da porta, e consequentemente, na pressurização da cabine de passageiros. A falha no reconhecimento do problema por parte da tripulação levou a uma descompressão explosiva, que arrancou parte da fuselagem e sugou uma mulher para fora do avião. A aeronave retornou ao Galeão e pousou às 12h13.
[editar] Restaurantes e Lanchonetes
- Gate Zero
- Bob's
- Demoiselle
- Spoleto
- GIG
- Pastello
- Pastatore
- Rei do Matte
- Casa do Pão de Queijo
- Air Café Palheta
Referências
- ↑ a b c d e f [1]
- ↑ O Globo
- ↑ a b Infraero – Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
- ↑ Lei nº 9.778, de 5 de janeiro de 1999. Presidência da República. Planalto.gov.br.
- ↑ INFRAERO. Transferência dos voos do Santos-Dumont para o Galeão. INFRAERO.
- ↑ [2]
- ↑ [3]
- ↑ http://www.infraero.gov.br/images/stories/Estatistica/2012/janeiro2012.pdf
- ↑ [4]
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ Anuário do Transporte Aéreo 2010.
- ↑ Anuário Estatístico 2011 - Ano Base 2010.
- ↑ http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/84573-malha-azul-inclusao-e-exclusao/
- ↑ http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/84573-malha-azul-inclusao-e-exclusao/
- ↑ http://www.condor.com/eu/the-company/news.jsp;jsessionid=8F651F8F1A83F8B32F436E1E369B81E5.content01
- ↑ http://airlineroute.net/2012/01/19/de-gigssa-w12/
- ↑ [5]
- ↑ [6]
- ↑ "Air France Says 'No Hope' For Missing Jetliner", National Public Radio, 2008-06-01. Página visitada em 2008-06-01.
[editar] Bibliografia
- Centro de Referência Histórica da Ilha do Governador. História - Curiosidades - Fatos. Site A ilha do Governador
- Historia do Aeroporto - Infraero Histórico
[editar] Ver também
- Acidente aéreo
- Lista de acidentes aéreos
- Lista de aeroportos do Brasil
- Lista de aeroportos do Brasil por movimento
- Crise no setor aéreo brasileiro
[editar] Ligações externas
- Guia Online do Aeroporto Internacional do Galeão
- WikiRio - Informações práticas sobre o Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim
- Ilha Carioca » Aeroporto do Galeão (em português)
- Mapa dos arredores do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro no OpenStreetMap
- Vôos online do Aeroporto do Galeão