Aeroporto de Marabá

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Aeroporto João Correa da Rocha
Aeroporto de Marabá PA.jpg
IATA: MAB - ICAO: SBMA
Tipo Público
Administração INFRAERO
Serve Marabá
Localização Não disponível
Inauguração 20 de maio de 1978


Altitude 109 m (358 ft)
Movimento em 2009 243.094 passageiros[1]
1.911.844 mi Kg de carga[1]
9.592 aeronaves[1]
Capacidade anual 80.000 passageiros
Website oficial Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
07/25 2 000 m (6 562 ft) Asfalto

O Aeroporto João Correa da Rocha (IATA: MABICAO: SBMA) é um aeroporto que serve a cidade de Marabá no Brasil. Embora opere somente voos domésticos, é um dos aeroportos mais movimentados da região Norte do Brasil, e também um dos que mais crescem em número de passageiros.

Está situado às margens da Rodovia Transamazônica no 3,5 km - sentido ponte sobre o rio Itacaiunas à Itupiranga - distrito urbano da Cidade Nova[2] .

História[editar | editar código-fonte]

Até 1978, o Aeroporto João Correa da Rocha contava com uma pista de pouso e decolagem precária, sendo o seu movimento realizado pela aeronaves DC-3 (Douglas) e táxis aéreos[3] .

A ligação com o centro da cidade era deficiente, face sua localização ser além do Rio Itacaiunas, que separa o aeroporto do centro histórico da cidade. Àquela época não existia a ponte rodoviária sobre esse rio e o tráfego de pessoas e veículos dava-se por barcas e balsas, o que dificultava sobremaneira a sua utilização e desenvolvimento[3] .

O Contrato de Doação da Prefeitura de Marabá para a União Federal foi definido em 14 de setembro de 1977 (Processo protocolado no Ministério da Fazenda sob o nº MF 0768-81.479/69)[3] . Surgiu assim o novo aeroporto, construído pelo Ministério da Aeronáutica, através da COMARA - Comissão de Aeroportos da Amazônia. Foi inaugurado em 20 de maio de 1978[3] .

Acidentes[editar | editar código-fonte]

O incidente do Voo Varig 254 em 3 de setembro de 1989, que ia de Marabá para Belém, foi o mais trágico acidente aéreo que já ocorreu em um avião que decolou do aeroporto João Correa da Rocha. Um Boeing 737-200 prefixo PP-VMK da companhia aérea brasileira Varig - voo Varig RG-254 - após cometer um erro de navegação ao decolar de Marabá, o comandante voou durante mais de três horas sem saber onde estava[4] . Ao acabar o combustível, o piloto teve que realizar um pouso forçado, em plena floresta amazônica, próximo a São José do Xingu, no Mato Grosso. Na aterrissagem, o impacto do avião contra as árvores causou a morte de 12 ocupantes e ferimentos em outros 42[5] .

Companhias Aéreas e suas ligações com Marabá[editar | editar código-fonte]

Companhias Destinos
Brasil Gol Linhas Aéreas Belém, Brasília. (Em breve Santarem apartir de 27/09/14
Brasil SETE Linhas Aéreas Altamira, Araguaína, Belém, Conceição do Araguaia, Ourilândia do Norte, Parauapebas, Redenção, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu.
Brasil TAM Linhas Aéreas Belém, Brasília.
Brasil TRIP Linhas Aéreas Altamira, Araguaína, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Montes Claros, Parauapebas.

Destinos Domésticos[editar | editar código-fonte]

Cidades em que possui ligação direta[editar | editar código-fonte]

Cidades em que possui ligação indireta[editar | editar código-fonte]

Horário de voos[editar | editar código-fonte]

Voo Companhia Horário Destino(s) Frequência Aeronave
Leme GLOGLO-1800 Gol 07:10 Brasília Diariamente 737-700
Leme SLXSLX-6402 SETE 08:40 Redenção, Conceição do Araguaia, Santana do Araguaia Segunda à Sexta Grand Caravan
Leme SLXSLX-6404 SETE 08:40 Ourilândia do Norte, Parauapebas, São Félix do Xingu Segunda à Sexta Grand Caravan
Leme SLXSLX-6412 SETE 10:25 Altamira, Belém Segunda à Sexta Embraer 120
Leme GLOGLO-1176 Gol 11:10 Belém Diariamente 737-700
Leme TAMTAM-3870 TAM 12:35 Belém Diariamente A320-200
Leme TIBTIB-5238 TRIP 12:45 Altamira Diariamente Embraer 175
Leme TIBTIB-5239 TRIP 13:10 Belém Diariamente Embraer 175
Leme GLOGLO-1177 Gol 14:10 Brasília Diariamente 737-700
Leme SLXSLX-6408 SETE 14:15 Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu Segunda à Sexta Grand Caravan
Leme TAMTAM-3871 TAM 15:45 Brasília Diariamente A320-200
Leme SLXSLX-6413 SETE 16:45 Araguaína, Palmas, Goiânia Segunda à Sexta Embraer 120
Leme TIBTIB-5239 TRIP 16:50 Parauapebas Diariamente Embraer 175
Leme TIBTIB-5239 TRIP 16:55 Montes Claros Diariamente Embraer 175
Leme TIBTIB-5239 TRIP 18:15 Belo Horizonte-Confins Diariamente Embraer 175
Leme SLXSLX-6403 SETE 19:00 Belém Segunda à Sexta Grand Caravan
Leme SLXSLX-6405 SETE 19:05 Belém Segunda à Sexta Grand Caravan
Leme GLOGLO-1801 Gol 00:10 Belém Diariamente 737-700

Aviões usados pelas companhias[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

Companhias Aeronaves
Brasil Gol Boeing 737-700.
Brasil SETE Embraer 120, Grand Caravan.
Brasil TAM Airbus A319, Airbus A320.
Brasil TRIP Embraer 175.

Complexo aeroportuário[editar | editar código-fonte]

Pista do aeroporto.
Sítio aeroportuário
  • Área: 3.350.767,05 m²
Pátio das aeronaves
  • Área: 19.217 m²
Pista
  • Dimensões(m): 2.000 x 45
  • Piso: A
  • Sinalização: S
Terminal de passageiros
  • Área: 603 m²
Estacionamento
  • Capacidade: 60 vagas
Estacionamento de aeronaves
  • Número de posições: 15[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Movimento Operacional. Infraero. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
  2. Aeroporto de Marabá. Infraero. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
  3. a b c d Histórico. Infraero. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
  4. Livro conta a história de três acidentes aéreos que comoveram o Brasil. Folha Uol. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
  5. Os piores acidentes aéreos na história da aviação brasileira. Ultimo Segundo. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
  6. Complexo aeroportuário. Infraero. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
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