Agonista parcial

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Gráfico comparativo da ação de um agonista total e um agonista parcial

Em farmacologia um agonista parcial (exemplos: pindolol, buspirona, pentazocina) é aquele que estimula um receptor com menor potencial que a estimulante original endógeno.[1]

Função fisiológica[editar | editar código-fonte]

O estimulante do receptor endógeno sempre está presente no organismo e o agonista parcial irá competir com os locais de ligação deste receptor. No entanto, quando observadas baixas concentrações do estimulante original, o agonista parcial poderá atuar como um agonista.[2] Caso estas concentrações do estimulante endógeno sejam maiores, o antagonista parcial irá atuar como um agonista que compete pelos locais de ligação o que causa uma diminuição da ação dos estimulantes originais mais fortes. Isto quer dizer que, o estimulante endógeno que possui capacidade de fazer a célula responder 100%, vai ter essa capacidade de estímulo diminuída pela ligação do agonista parcial ( não estimula a célula a 100% da sua capacidade de resposta) .[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

  1. a b ANTONHY, Patrícia K. Segredos em farmacologia: respostas necessárias ao dia a dia em rounds, na clínica, em exames orais e escritos. Porto Alegre: Artmed, 2005
  2. Farmacología integrada. pag.256