Agroecologia

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A agroecologia refere-se ao estudo da agricultura desde uma perspectiva ecológica. Tem como unidades básicas de análise os ecossistemas agrícolas, abordando os processos agrícolas de maneira ampla, não só visando maximizar a produção mas também otimizar o agroecossistema total - incluindo seus componentes socioculturais, econômicos, técnicos e ecológicos.[1]

Atualmente, o termo agroecologia pode ser entendido como uma disciplina científica, como uma prática agrícola ou como um movimento social e político.[2] Nesse sentido, a agroecologia não existe isoladamente, mas é uma ciência integradora que agrega conhecimentos de outras ciências, além de agregar também saberes populares e tradicionais provenientes das experiências de agricultores familiares de comunidades indígenas e camponesas.[3]

Portanto, a base de conhecimento da agroecologia se constitui mediante a sistematização e consolidação de saberes e práticas (empíricos tradicionais ou científicos), visando a agricultura ambientalmente sustentável, economicamente eficiente e socialmente justa.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A palavra agroecologia foi utilizada pela primeira vez em 1928, com a publicação do termo pelo agrônomo russo Basil Bensin.[4] [5]

O entendimento da agroecologia enquanto ciência coincidiu com a maior preocupação pela preservação dos recursos naturais nos anos 1960 e anos 1970. Os critérios de sustentabilidade nortearam as discussões sobre uma agricultura sustentável, que garantisse a preservação do solo, dos recursos hídricos, da vida silvestre e dos ecossistemas naturais, ao mesmo tempo que assegurasse a segurança alimentar. Porém, só depois de 1970, quando agrônomos passam a enxergar o valor da ecologia nos sistemas agrícolas, é que o termo começou a ser mais explorado, e a agroecologia passou a ser trabalhada com mais afinco,[6] passando a ser entendida como um campo de produção científica e como ciência integradora, preocupada com a aplicação direta de seus princípios na agricultura, na organização social e no estabelecimento de novas formas de relação entre sociedade e natureza.

A agroecologia é ainda uma ciência e uma prática em franca expansão. A partir dos anos 1980, as organizações não governamentais foram fundamentais na promoção e divulgação da agroecologia em todo o mundo e especialmente no Brasil.[7] Nos últimos anos nota-se uma preocupação constante de universidades, centros de pesquisa e programas e projetos de extensão em trabalhar aspectos e características técnico-científicas, bem como os impactos sociais provenientes da prática agroecológica.[8]

Definição[editar | editar código-fonte]

A proposta agroecológica segundo a pesquisadora Ivani Guterres:

"A abordagem agroecológica propõe mudanças profundas nos sistemas e nas formas de produção. Na base dessa mudança está a filosofia de se produzir de acordo com as leis e as dinâmicas que regem os ecossistemas – uma produção com (e não contra) a natureza. Propõe, portanto, novas formas de apropriação dos recursos naturais que devem se materializar em estratégias e tecnologias condizentes com a filosofia-base"[9]

Em sentido mais estrito, a agroecologia pode ser vista como uma abordagem da agricultura que se baseia nas dinâmicas da natureza, dentre as quais se destaca a sucessão natural, que permite a recuperação da fertilidade do solo, sem o uso de fertilizantes minerais, e o cultivo sem o uso de agrotóxicos.

A inovação metodológica proposta pelos estudos agroecológicos é a junção harmônica de conceitos das ciências naturais e conceitos das ciências sociais, o que nos leva a um patamar mais amplo de percepção dessa ciência. Tal junção permite o entendimento acerca da agroecologia como ciência, como movimento e como prática dedicada ao estudo das relações produtivas entre homem-natureza, visando sempre a sustentabilidade ecológica, econômica, social, cultural, política e ética. O resgate de saberes de comunidades indígenas e camponesas tradicionais se liga ao saber acadêmico-científico, buscando-se a cooperação e a unidade desses diferentes saberes na construção da agroecologia.[10]

A agroecóloga brasileira Ana Maria Primavesi, reforça em suas teses o laço que deve existir entre o fazer agroecológico e o saber tradicional e popular:

"A Ecologia se refere ao sistema natural de cada local, envolvendo o solo, o clima, os seres vivos, bem como as interrelações entre esses três componentes. Trabalhar ecologicamente significa manejar os recursos naturais respeitando a teia da vida. Sempre que os manejos agrícolas são realizados conforme as características locais do ambiente, alterando-as o mínimo possível, o potencial natural dos solos é aproveitado. Por essa razão, a Agroecologia depende muito da sabedoria de cada agricultor desenvolvida a partir de suas experiências e observações locais." [11]

No âmbito da agroecologia encontramos ainda discussões sobre manutenção da biodiversidade, agricultura orgânica, agrofloresta, permacultura, agroenergia, dentre outros temas.

Agroecologia e agronegócio[editar | editar código-fonte]

Basicamente, a proposta agroecológica para sistemas de produção agropecuária faz direta contraposição ao agronegócio, por condenar a produção centrada na monocultura, na dependência de insumos químicos e na alta mecanização, além da concentração da propriedade de terras produtivas, a exploração do trabalhador rural e o consumo não local da produção.[12]

As práticas agroecológicas podem ser vistas como práticas de resistência da agricultura familiar, perante o processo de exclusão no meio rural e de homogeneização das paisagens de cultivo. Essas práticas se baseiam na pequena propriedade, na força de trabalho familiar, em sistemas produtivos complexos e diversos, adaptados às condições locais e ligados a redes regionais de produção e distribuição de alimentos.

De acordo com Ivani Guterres, vivemos uma crise conjuntural no atual sistema de desenvolvimento capitalista. Essa crise teria sido causada em muito pelo modelo de exploração natural e social do agronegócio, ao impulsionar a mercantilização da terra, as privatizações e a precarização das condições de trabalho no campo. Para a pesquisadora, o resgate de saberes tradicionais e os avanços nos estudos científicos na área da agricultura ecológica alternativa são fundamentais para a construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis:

"A crise que vivemos é uma crise civilizatória e ambiental. O mundo todo está perguntando: onde está o 'novo', que contenha um conjunto de valores, um novo pensamento, um conhecimento que parece estar longe de nossas comunidades e assentamentos? Uma outra forma de agir, produzir, viver, e não esta do pensamento cartesiano, mecanicista, do individualismo tecnológico (a parte explica o todo), da consciência tecnocrática que nos levou à privatização, à mercantilização e ao cientificismo? Com isso, queremos debater e questionar: onde está o 'novo'? Que valores a agricultura camponesa tem? Onde se estão buscando elementos para a construção de uma estratégia de desenvolvimento humano e sustentável? Urge o resgate de identidades locais, tradicionais e culturais de saberes populares (identidade de classe), para que possamos construir um desenvolvimento rural sustentável, contrapondo o avanço convencional 'modernizador' que se impõe e coloca em risco o futuro do meio ambiente e da população brasileira."[9]

Transição agroecológica[editar | editar código-fonte]

A transição agroecológica é a passagem da maneira convencional de produzir com agrotóxicos e técnicas que agridem a natureza, para novas maneiras de fazer agricultura, com tecnologias de base ecológica, buscando proporcionar de maneira integrada a produção agrícola, o respeito e a conservação da natureza, sem esquecer jamais da meta de proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas, sejam elas consumidores ou produtores agrícolas.

A transição agroecológica pode ser interna aos sistemas de produção, e também externa, pois implica mudanças ou alterações nas características culturais, estruturais e/ou ecológicas em sistemas já estabelecidos. A transição externa é aquela que acontece fora das unidades de produção. Alguns dos fatores capazes de influenciar na transição agroecológica externa são: Consciência pública, organização, mercados e infra-estrutura; mudanças no ensino, pesquisa e extensão rural; Legislação; e Reforma Agrária.[13]

No Brasil, o segmento é ainda tímido, tanto no que diz respeito ao número de propriedades que passaram pelo processo de transição, quanto à projeção de seus produtos no mercado interno. Porém, com a promoção e divulgação cada vez mais constantes da agroecologia esse nicho, ainda predominantemente hortifrutigranjeito, tende a crescer.[8] Ações governamentais, mesmo que incipientes, também buscam reforçar esse laço com a agroecologia, seja através do financiamento de projetos de redes e ONGs ou de linhas de crédito diretas através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Desde a safra 2003/04, O Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) criou novas modalidades para o Pronaf, dentre elas, o Pronaf Agroecologia, que apóia agricultores familiares interessados em não utilizar insumos químicos e também aqueles que já estão em processo de transição agroecológica.[14]

Redes e organizações relacionadas à agroecologia[editar | editar código-fonte]

Diversas redes, organizações não-governamentais e movimentos espalhados pelo Brasil atuam no sentido de articular, organizar e formar agricultores familiares em relação aos saberes e fazeres da agroecologia. Estes espaços de articulação com a comunidade atuam de diversas formas: promovem oficinas de formação e prática agrocológica, bem como intercâmbios entre as comunidades, pesquisam aspectos geográficos, físicos e sociais das propriedades rurais, criam bancos de sementes nativas e crioulas e buscam com as experiências realizadas nas comunidades trabalhar com processos autogestionáveis.[15]

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), criada em 2002 após o I Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), busca reunir estas organizações a fim promover um intercâmbio de experiências que permita a construção de saberes mais sólidos e, com isso, fortalecer os movimentos agroecológicos.[16]

Projetos relacionados à agroecologia em universidades[editar | editar código-fonte]

Algumas universidades têm criado entre os alunos o interesse nesta área, principalmente nas Ciências Agrárias:

Universidade Estadual Paulista - UNESP - Campus de Rio Claro: Grupo de agroecologia Girasol, projeto de extensão; Campus de Botucatu - Grupo de Agroecologia Timbó

ESALQ - USP com núcleo de Agroecologia Nhengatu, grupo do de sistemas agroflorestais "SAF Pirasykauá", grupo de agricultura orgânica "Amaranthus", grupo de extensão rural "Terra" e grupo de gestão de resíduos orgânicos "CEPARA".

UFLA, com o Grupo de Extensão Yebá Ervas & Matos, promove atividades ligadas a agroecologia, sistemas agroflorestais, plantas medicinais e espiritualidade;

UFSC, com disciplinas dos cursos de graduação (como "Agroecologia" para o curso de Agronomia, "Sistemas de produção animal agroecológicos" para Zootecnia e Introdução à Permacultura, curso interdisciplinar sediado na Geografia) e de pós-graduação ( "Sistemas Agroflorestais" e " Agroecologia" no PPGA - Agroecossistemas), além de grupos de pesquisa como o Núcleo de Permacultura da UFSC, o GeaBio, entre outros.

UFRB, com ações do grupo AGROVIDA (Grupo de Apoio à Agricultura Familiar e Agroecologia);

UFG, com ações de pesquisa e extensão do GEPAAF (Grupo de Ensino, Pesquisa e Assistência técnica à Agricultura Familiar);

UFSJ, com o Grupo Guayi de Agroecologia em Sete Lagoas;

UFAM. com o GAU (Grupo de Agroecologia);

UFAL. com o GAC (Grupo Agroecológico Craibeiras);

UFS, com o EVA (Espaço de Vivência Agroecológica);

UFSCar,[17] com os Pés Vermelhos de GANJA (Grupo de Altruismo a Natureza Janta e Almoço)

UFPR, com o GEAE (Grupo de Estudos de Agricultura Ecológica, o primeiro grupo de agroecologia do Brasil, criado em 1981); o GESAF (Grupo de Estudos em Sistemas Agroflorestais e Questões Socioambientais, iniciado em 2006) e o NEPEA (Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia, formado em 2010);

UFERSA, com o GVAA (Grupo Verde de Agricultura Alternativa);

UEM, com o GAAMA (Grupo de Agroecologia de Maringá);

UNIMONTES (Campus Janaúba), com o NERUDA (Núcleo de Estudos em Extensão Rural e Desenvolvimento Agroecológico);

UFV, com o Programa de Extensão Universitária TEIA, com o GAO (Grupo de Agricultura Orgânica) e com o APÊTI (Grupo de Agrofloresta);

UFRural-RJ, com o GAE (Grupo de Agroecologia, criado em 1983);

UFPB, com o GESTAR (Grupo de Pesquisa Território, Trabalho e Cidadania), que desenvolve projetos de pesquisa, atividades de extensão universitária e publicações de trabalhos científicos no campo da agroecologia.

IFPB - Campus Sousa: projetos de sobrevivência com o semiárido.

Uespi - Campus Alexandre Alves de Oliveira (Parnaíba/PI), com o Grupo de Cajuí (Grupo de Pesquisa e Extensão em Agroecologia).

IFRN (Campus Ipanguaçu): tem como principal curso técnico integrado o curso em Agroecologia

UFC com o grupo de extensão GAUFC (Grupo de Agroecologia da Universidade Federal do Ceará) que foi fundado há 13 anos. •Instituto Federal do Pará (Campus Castanhal), com o nucleo NEA.

UFF, com o grupo M.A.E. (Mutirão de Agricultura Ecológica) e o projeto de extensão Geografia da Produção Alimentar, que trabalha com comunidades tradicionais do Alto Trombetas e Terra Indígena Mapuera, no município de Oriximiná (Pará), com o auxílio da Unidade Avançada José Veríssimo da UFF.[18]

UFRN, com o projeto Metodologias Agroecológicas em Ação (CNPq/MDA), em conjunto com a UFERSA e a UFPE

UNIRIO, com o Grupo de Agroecologia Boldinho da Urca

UFRJ, com o Grupo Capim Limão, projeto de extensão do curso de Biologia, e através de matérias eletivas relacionadas diretamente com Agroecologia em fase de aprovação, e com o MUDA, grupo de Agroecologia criado pelo curso de Engenharia Ambiental.

• GAE-UFPel, Grupo de Agroecologia da Universidade Federal de Pelotas, formado por volta de 1993, na Faculdade de Agronomia "Eliseu Maciel".

• GAU-UNEB, Grupo de Agroecologia Umbuzeiro

FEAB (Federação Estudantes de Agronomia do Brasil) e ABEEF(Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal) possuem núcleos específicos para esse debate

UFRGS - Grupo UVAIA (Uma Visão Agronômica com Ideal Agroecológico), movimento coletivo de agroecologia, criado em 2004, que desenvolve ativividades como extensão universitária. A ação central do grupo está no desenvolvimento de atividades práticas na Estufa da Biodiversidade (EBA) e no Sistema Agroflorestal, onde se busca realizar manejo agroecológico de diversos cultivos, manutenção de banco de sementes e de biodiversidade in vivo, e viveiro para produção de mudas de espécies e de vegetais com importância agronômica (uso medicinal, madeireiro, adubação verde, frutíferas, etc.), possibilitando trocas de experiências entre estudantes, agricultores e técnicos. Desde 2008, o Grupo UVAIA, participa da Rede Orientada ao Desenvolvimento da Agroecologia (RODA), que tem o objetivo de articular as iniciativas em ensino, pesquisa e extensão agroecológica na UFRGS.

UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul (Campus Cerro Largo) GANOM (Grupo de Agroecologia Noroeste Missões) formado por acadêmicos do curso de Agronomia com ênfase em Agroecologia, tem como principal objetivo aprofundar as discussões em torno da agroecologia, fomentar o debate sobre o modelo atual de desenvolvimento rural, acumular conhecimento técnico e metodológico para a transição agroecológica dos agroecossistemas, realizar extensão rural e dialogar com a comunidade local/regional procurando formas de desenvolvimento sustentáveis, economicamente viáveis, socialmente justas e que preservem a biodiversidade.

Graduação e pós-graduação[editar | editar código-fonte]

Algumas universidades implantaram curso superior em Agroecologia. É o caso da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul com o Curso Tecnológico Superior em Agroecologia, o Instituto Federal da Paraíba Campus Sousa desde 2009 oferece o Curso Superior "Tecnologia em Agroecologia", iniciado em 2010,Universidade Estadual da Paraíba, que oferece graduação em Agroecologia desde 2007, do Instituto Federal de Brasília, que oferta um Curso Tecnológico Superior em Agroecologia, iniciado em 2010, do Instituto Federal do Acre, que oferta um Curso Tecnológico Superior em Agroecologia, iniciado em 2011, do Instituto Federal do Espírito Santo - Campus de Alegre, que oferece pós graduação em agroecologia, e da Universidade Federal de São Carlos, que oferece os cursos de Mestrado em Agroecologia e Desenvolvimento Rural desde 2006 e graduação em Agroecologia desde 2009. A Universidade Federal do Oeste do Pará oferece desde 2011 o bacharelado interdisciplinar em Agroecologia A Universidade Estadual do Maranhão também oferece o curso de Mestrado em Agroecologia.[19]

No IFET-SE-MG campus Rio Pomba também há o curso de bacharelado em Agroecologia (O mais antigo do país).

IFAM-CMZL- Ifam Campos Manaus Zona Leste, curso de tecnólogo em agroecologia desde 2010.

IFS - Campus São Cristovão, ministra o curso de Tecnologia em Agroecologia desde 2010. E na avaliação do MEC foi considerado uns dos melhores corpo docente do Nordeste e tem a nota 3 na Avaliação.

AESA de Arcoverde/PE com curso de educação no campo intensifica a importancia da agroecologia e experiencias agroecológicas. No Estado Pará existe o Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas com o Mestrado em Agriculturas Amazônicas e Desenvolvimento Sustentável, em que há linha de pesquisa e disciplinas focadas em Agroecologia.[20]

Referências

  1. Altieri, Miguel; Nicholls, Clara I. Agroecología - Teoría y práctica para una agricultura sustentable. 1ª ed. México: PNUMA, 2000.
  2. Wezel, A., Bellon, S., Doré, T., Francis, C., Vallod, D., David, C. (2009). Agroecology as a science, a movement or a practice. A review. Agronomy for Sustainable Development
  3. Caporal, F. R., Costabeber, J. A., Paulus, G. Agroecologia: matriz disciplinar ou novo paradigma para o desenvolvimento rural sustentável. Brasília: 2006. Acessado em 2 de junho de 2010.
  4. Wezel, A., Soldat, V. (2009). A quantitative and qualitative historical analysis of the scientific discipline agroecology. International Journal of Agricultural Sustainability 7 (1): 3-18
  5. Lizarelli, Paulo Henrique. Experiências Agroecológicas nos Projetos de Assentamentos do Paraná. In Sonda, Claudia; Trauczynski, Silvia Cristina(orgs.). ]Reforma Agrária e Meio Ambiente : teoria e prática no estado do Paraná. Curitiba: ITCG, 2010; p. 259
  6. Gliessman, S. Agroecology: Ecological Processes in Sustainable Agriculture. Ann Arbor: Sleeping Bear Press, 1998.
  7. Benthien, P. F. ONGs E Agroecologia no Brasil. Resumos do II Congresso Brasileiro de Agroecologia. In Revista Brasileira de Agroecologia. Publicação da Associação Brasileira de Agroecologia. 2007. Acessado em 2 de junho de 2010.
  8. a b Portal Ambiente Brasil.Agroecologia no Brasil. [1] Acessado em 2 de junho de 2010.
  9. a b Guterres, I. Agroecologia militante: contribuições de Enio Guterres. São Paulo: Expressão Popular, 2006. Acessado em 19 de dezembro de 2014.
  10. Portal Adital - Notícias da América Latina e Caribe. Agroecologia: uma forte alternativa ao agronegócio – Entrevista com José Tardim. [2] Acessado em 2 de junho de 2010.
  11. Primavesi, A. M. Agroecologia e Manejo do Solo. Revista Agriculturas: experiências em agroecologia, vol. 5, nº 3 - Manejo sadio dos solos. [3] Acessado em 3 de junho de 2010.
  12. Gonçalves, S. Para além do agronegócio – A "agroecologia" e a reconstrução do atual sistema agrícola e alimentar. In: Thomaz, A. J., França, L. B. J. (orgs.) Geografia e Trabalho no Século XXI. Editorial Centelha: Presidente Prudente, 2009. p. 70-94.
  13. CLAUDINO; L. S. D; LEMOS, W.; DARNET, L. Fatores capazes de interferir na transição agroecológica externa e mudança social. Rev. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. Porto Alegre, v. 5, n. 1., p.56-62. Jan./abr./2012.
  14. Schneider, S. Mattei, L., Cazella, A. A. Histórico, caracterização e dinâmica recente do PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. In: Schneider, S., Silva, M. K., Marques, P. E. M. (Orgs.). Políticas Públicas e Participação Social no Brasil Rural. Porto Alegre, 2004, p. 21-50. [4] Acessado em 2 de junho de 2010.
  15. Agroecologia em Rede. Visitado em 20 de julho de 2010.
  16. Articulação Nacional de Agroecologia. Visitado em 20 de julho de 2010.
  17. UFSCar: Campus Sorocaba - Núcleo de Agroecologia Apetê-Caapuã - NAAC
  18. UAJV - Unidade Avançada José Veríssimo
  19. Universidade Estadual do Maranhão. Programa de Pós-Graduação em Agroecologia. Visitado em 21 de julho de 2010.
  20. Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas Universidade Federal do Pará. Visitado em 14 de setembro de 2013.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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