Ainur (Tolkien)

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Os Ainur (singular: Ainu), na obra literária criada pelo filólogo e professor britânico J. R. R. Tolkien, são espíritos imortais criados do pensamento de Eru Ilúvatar (os primeiros a serem criados por ele) antes da criação de Arda. Seu nome é traduzido do quenya como os Sagrados. A partir do tema que lhes foi proposto por Eru, desenvolveram a Grande Música. Alguns desceram a Eä, passando a ser conhecidos como Valar e Maiar.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Através dos livros da série The History of Middle-earth, nota-se que a ideia que Tolkien apresenta dos Ainur vai evoluindo ao longo do tempo. No princípio, os Ainur (que ainda não tinham este nome) se pareciam com um panteão de deuses pagãos, sendo comum haver Ainur irmãos ou com filhos. Posteriormente, eles foram se aproximando da ideia cristã de anjos. Seus aspectos físicos não apresentam descrições completas em escrito, afinal, segundo Tolkien estes seres poderiam assumir formas variadas e até mesmo revestir-se com seus pensamentos, descortinados por enorme glória e terror. Sua majestade se comparada às terras de Arda era grandiosa e inigualável, de acordo com o Silmarillion.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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