Albertina Inês de Orange-Nassau

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Albertina Inês
Princesa imperial de Nassau-Dietz
Princesa de Orange
Cônjuge Guilherme Frederico de Nassau-Dietz
Descendência
Amália
Henrique Casimiro II
Guilhermina
Casa Nassau
Pai Frederico Henrique de Orange
Mãe Amália de Solms-Braunfels
Nascimento 9 de Abril de 1634
Haia, Países Baixos
Morte 26 de Maio de 1696 (62 anos)
Oranjewoud, Países Baixos

A princesa Albertina Inês de Orange-Nassau (9 de Abril de 1634 - 26 de Maio de 1696), foi uma regente de Friesland, Groningen e Drenthe. Era a quinta filha do stadtholder Frederico Henrique de Orange e da princesa Amália de Solms-Braunfels.

Família[editar | editar código-fonte]

Albertina Inês nasceu em Haia e era a quinta criança dos nove filhos do príncipe Frederico Henrique de Orange e da princesa Amália de Solms-Braunfels. Alguns dos seus irmãos acabariam por morrer antes de chegar à idade adulta, deixando-a apenas com quatro sobreviventes: o príncipe Guilherme II de Orange, a princesa Luísa Henriqueta de Orange-Nassau, a princesa Henriqueta Catarina de Orange-Nassau e a princesa Maria de Orange-Nassau.

Os seus avós paternos eram Guilherme, o taciturno e a sua quarta esposa, Luísa de Coligny. O seu avô foi assassinado por ordem do rei Filipe II de Espanha que acreditava que Guilherme o tinha traído a ele e à religião católica. Os seus avós maternos eram João Alberto I de Solms-Braunfels e a sua esposa, Inês de Sayn-Wittgenstein.[1]

Casamento e descendência[editar | editar código-fonte]

Albertina Inês com os seus três filhos em 1668 por Abraham van den Tempel.

Em 1652 casou-se com o seu primo em segundo-grau, o conde Guilherme Frederico de Nassau-Dietz, de quem teve três filhos:

Regência[editar | editar código-fonte]

Após a morte do seu marido em 1664, Albertina tornou-se regente do seu filho em Friesland, Groningen e Drenthe numa altura em que a Inglaterra e o bispado de Münster tinham declarado guerra aos Países Baixos. Uma vez que todo o dinheiro que o país tinha para a defesa tinha ido para reforçar a frota marítima, o exército tinha sido deixado desprovido de meios. Quando Groningen estava a ser atacada, Albertina Inês apressou-se para a cidade para dar apoio moral. As forças dos seus inimigos retiraram-se, mas seis anos depois os Países Baixos voltaram a ser atacados a sul pelos franceses comandados pelo rei Luís XIV, e a norte pelo bispo de Münster e pelo arcebispo de Colónia. Foi ela que organizou a defesa e manteve o moral das tropas.

É através dela que a actual rainha dos Países Baixos, Beatriz, descende de Guilherme, o taciturno.

Referências

  1. Jirí Louda and Michael MacLagan, Lines of Succession: Heraldry of the Royal Families of Europe, 2nd edition (London, U.K.: Little, Brown and Company, 1999), table 34.
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