Alberto Janes

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Alberto Janes (Reguengos de Monsaraz, 13 de Março de 1909Lisboa, 21 de Outubro de 1971) foi um dos mais populares compositores portugueses das décadas de 1950 e 1960, autor de algumas das mais conhecidas canções de Amália Rodrigues. A qualidade dos temas que escreveu coloca Janes numa posição de destaque entre os compositores portugueses da sua época, gozando ainda hoje de uma merecida reputação entre os intérpretes do fado.

Percurso[editar | editar código-fonte]

Alberto Fialho Janes nasceu em 13 de março de 1909 em Reguengos de Monsaraz. Licenciou-se em Farmácia na Universidade do Porto tendo começado por dirigir a farmácia da família em Reguengos.

Amália Rodrigues grava "Foi Deus" da sua autoria.

Na década de 1960 foi professor de Matemática e de Física em Oeiras e Cacém. Durante 10 anos foi Director Técnico da Farmácia Estácio, em Lisboa.

Em 1968 Amália grava "Vou Dar de Beber À Dor" que foi dos discos mais vendidos do ano.

Em Abril de 1970 é lançado um EP de Amália Rodrigues constituído inteiramente por composições da sua autoria: "È ou Não É", "A Rita Yé, Yé", "Vai de Roda Agora" e "Lá na Minha Aldeia".

Morreu em 21 de Outubro de 1971 após sofrer um ataque cardíaco.

Obra[editar | editar código-fonte]

"Foi Deus", "Vou Dar De Beber À Dor" (A casa da Mariquinhas), "É ou não é", "Il mare é amico mio", "Caldeirada", "Ao poeta perguntei", "Vai de roda agora", "Lá na minha aldeia", "Oiça Lá Ó Senhor Vinho" cantadas por nomes como Amália Rodrigues, Francisco José, Fernando Machado Soares, Hermínia Silva, Alfredo Marceneiro ou António Zambujo.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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