Alex Klein

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde fevereiro de 2008). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.
Alex Klein
Informação geral

Alex Klein (Porto Alegre, 1964) é um músico brasileiro.

Klein atua regularmente como maestro, pedagogo e solista de oboé no Brasil, Estados Unidos, França, Japão, China, México, Panamá e Portugal. Sua atuação no meio musical vai desde o ensino básico infantil, da musicalização escolar até concertos memoráveis nas mais importantes salas de concerto do mundo, como o Carnegie Hall (E.U.A.), Berliner Philharmonie (Alemanha), Royal Albert Hall (Inglaterra) e o Bunka Kaikan e Sapporo Concert Hall (Japão).

É detentor de vários prêmios internacionais, e até hoje o único músico brasileiro a conquistar um Prêmio “Grammy” na música erudita, o mais alto prêmio e reconhecimento internacional da música na atualidade e no qual Klein competiu com os mais célebres nomes da música clássica internacional. O intérprete, maestro, pedagogo, diretor artístico e humanista Alex Klein nasceu em Porto Alegre, cresceu em Curitiba e cursou parte de seus estudos universitários em São Paulo. Hoje é Diretor Artístico da Oficina de Música de Curitiba, grande festival de música da América Latina, e Maestro Adjunto do Festival de Música de Saint Berthelemy, nas Antilhas Francesas.

O "Festival de Oboé Alex Klein", realizado anualmente na China, atrai centenas de oboístas participantes de vários países da Ásia. Klein participa regularmente de outros grandes festivais de música internacionais, como o Instrumenta Verano (Puebla, México), Festival de Música do Pacífico (Sapporo, Japão), Festival de Música de Aspen (E.U.A.), Festival de Música de Santa Fé (E.U.A.), Festival Internacional de Música de Santa Maria da Feira (Portugal), o Festival de Instrumentos de Palhetas Duplas do Panamá, e muitos outros.

Klein hoje é convidado a apresentar master classes nas mais renomadas escolas de música do mundo, como a Juilliard School (Nova York, EUA), os Conservatórios Nacionais Superiores de Música (de Paris e Lyon, França) e o Conservatório Central de Música de Pekim, China.

Ganhou vários prêmios internacionais. Klein mantém-se até hoje como o único oboísta a vencer grandes concursos internacionais em ambos os lados do atlântico norte, assegurando uma unanimidade do reconhecimento de seu talento único e capaz de vencer as barreiras impostas pelas diversas escolas nacionalistas de oboé. Em setembro de 1988, foi o primeiro oboísta em três décadas a vencer o Primeiro Prêmio no Concurso Internacional de Execução Musical realizado em Genebra, Suíça, competindo com 84 oboístas das mais renomadas escolas de música do mundo. O prêmio anterior entregue em 1959, teve como vencedor o oboísta suíço Heinz Holliger, considerado um dos maiores oboístas do século XX.

klein recebeu também o prêmio mais alto no 2º. Concurso Internacional de Oboé de Tókio, Japão, o Primeiro Prêmio no Concurso Internacional de Oboé "Fernand Gillet" (E.U.A.), o Prêmio de "Melhor Intérprete de Música Tcheca" no Concurso Internacional Primavera de Praga, na Tchecoslováquia, o Primeiro Prêmio e a especial menção como "Melhor Intérprete de Música Brasileira" no Concurso Nacional de Piracicaba, Brasil, e enquanto ainda era universitário, competiu no Carnegie Recital Hall de Nova York com os melhores jovens profissionais de orquestras sinfônicas estadunidenses para vencer o Primeiro Prêmio no 1o. Concurso Internacional de Oboé de Nova York. Como resultado deste prêmio inédito, aos 21 anos, foi imediatamente convidado a fazer sua estréia como solista orquestral na grande sala do teatro Carnegie Hall, em Nova York. O prêmio máximo em Nova York lançou sua carreira internacional.

Klein também foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo OSESP), Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Concurso Jovens Solistas da Orquestra Jovem Municipal de São Paulo, Concurso Jovens Solistas do Festival de Música de Aspen (E.U.A.) e o Concurso para Solistas Graduandos do Conservatório de Música de Oberlin (E.U.A.).

Alex Klein começou a gravar com 14 anos, e hoje já tem dezenas de obras gravadas como solista, músico de câmara e como membro de orquestras e conjuntos sinfônicos. Suas gravações invariavelmente tem sido sucessos absolutos na crítica e Klein acumula hoje um total de 5 "Grammys" recebidos por várias gravações feitas nos últimos 10 anos. Em 2002, recebeu o Prêmio Grammy na categoria de "Melhor Solista Instrumental com Orquestra" pela sua gravação do Concerto para Oboé e Pequena Orquestra de Richard Strauss, gravado para a companhia alemã Teldec com a participação da Orquestra Sinfônica de Chicago e seu regente titular Daniel Barenboim.

Apesar de muitos brasileiros já terem sido homenageados por Prêmios Grammy no passado nas áreas de "world music" e "latino", o Grammy de Klein foi o primeiro, e é até hoje o único Prêmio Grammy recebido por um brasileiro na área da música clássica.

Klein também recebeu outros 4 Prêmios Grammy na categoria de "Melhor Gravação Orquestral” como membro da Orquestra Sinfônica de Chicago.

"É sempre um pouco simplório tentar descrever um instrumentista como Klein: ele é um dos poucos gigantes (Yo-Yo Ma é outro) que parecem ter o espírito da música fluindo por suas veias, que tocam como se eles tivessem acesso direto à mesma fonte que inspirou o compositor. É um raro talento, um que é reconhecido instintivamente pelo público (seja este composto por peritos ou novatos), e é sempre um pouco humilhante ouvir.”

The Seattle Times, Novembro, 1998 Revista Veja [1]

Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas