Alexandre Padilha

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Alexandre Padilha
Padilha em 2014
Ministro da Saúde do  Brasil
Mandato 1 de janeiro de 2011
até 2 de fevereiro de 2014
Presidente Dilma Rousseff
Antecessor(a) José Gomes Temporão
Sucessor(a) Arthur Chioro
Ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do  Brasil
Mandato 28 de setembro de 2009
31 de dezembro de 2010
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a) José Múcio Monteiro
Sucessor(a) Luiz Sérgio de Oliveira
Vida
Nascimento 14 de setembro de 1971 (42 anos)
São Paulo, SP
Dados pessoais
Partido PT
Profissão Médico

Alexandre Rocha Santos Padilha (São Paulo, 14 de setembro de 1971) é um médico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi ministro das Relações Institucionais no governo Luís Inácio Lula da Silva e ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff[1] . É pré-candidato a governador de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT) [2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi coordenador geral da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina em 1990, coordenador do Diretório Central de Estudantes da Unicamp e membro do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo entre 1991 e 1993. Foi membro da coordenação nacional das campanhas à presidência da República de Luiz Inácio Lula da Silva em 1989 e em 1994. Entre 2000 e 2004, foi coordenador de Projetos de Pesquisa, Vigilância e Assistência em Doenças Tropicais, no Pará, o programa da Organização Mundial de Saúde (OMS).[3] Por este motivo, teve Santarém como seu domicílio eleitoral até junho de 2013.[3]

Em maio de 2013, iniciam investigações[4] mediadas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por suspeitas de irregularidades na Funasa em 2004, quando Padilha era diretor de Saúde Indígena do órgão. Teriam sido constatadas irregularidades na celebração e na execução dos convênios firmados entre a Funasa e a FUB (Fundação Universidade de Brasília). Segundo nota do Ministério da Saúde, as irregularidades teriam ocorrido antes de Padilha assumir o cargo de diretor de Saúde Indígena em 15 de junho de 2004.[5]

Em junho de 2013, a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) declaram Alexandre Padilha "persona non grata"[6] por este defender a importação de médicos estrangeiros para atuarem em áreas remotas do Brasil, sem realizarem o exame de comprovação de capacidade denominado Revalida. Em julho do mesmo ano, o Conselho Regional de Medicina do Pará abriu processo ético-disciplinar[7] contra Padilha por este supostamente anunciar-se como infectologista de maneira ilegal. Em resposta, Padilha publicou uma foto de seu diploma de especialista em infectologia numa rede social.[8] A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) publicou nota confirmando que Padilha concluiu o programa de residência médica da instituição.[9] [10] Em 2004, durante o primeiro mandato do Governo Lula, assumiu o cargo de diretor de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).[3] No ano seguinte, foi conduzido para a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República, onde permaneceu até 2010, primeiro como assessor e depois como ministro.[3] Assumiu a pasta no final de setembro de 2009, após José Múcio Monteiro ser indicado pelo então presidente Lula à vaga aberta no Tribunal de Contas da União (TCU).

Família[editar | editar código-fonte]

Alexandre Padilha é filho único do casal Anivaldo Pereira Padilha e Macilea Rocha Santos Chaves[11] . Nasceu no ano que em seus pais, militantes de movimentos de igrejas contra a ditadura no Brasil, foram forçados a se separar [12] .Anivaldo Padilha foi preso sob tortura durante 11 meses. Quando ele saiu do Presídio Tiradentes, Macilea engravidou [13] . A perseguição do regime militar continuou e o pai de Alexandre Padilha exilou-se no Uruguai, Chile, Argentina, Estados Unidos e Suíça, sem poder assistir ao nascimento do filho [14] . A mãe de Alexandre Padilha optou por permanecer no Brasil. Trancou o quinto ano de Medicina e ficou na clandestinidade por mais de dois anos [15] . Por isso, nos primeiros anos de vida, Alexandre Padilha mora em diferentes bairros de São Paulo, depois em Belo Horizonte e em Maceió [16] . Com a distensão da ditadura, mãe e filho se estabelecem no Butantã, bairro paulistano de classe média onde o menino brinca no ambiente do Instituto Butantã e da Cidade Universitária da USP [17] . Padilha aprende a ler e escrever aos quatro anos de idade, ajudado pela avó, Anita Padilha, que o incentiva a corresponder-se com o pai exilado e com seus irmãos nascidos do segundo casamento de Anivaldo com a americana, Colleen Reeks [18] . Somente aos 8 anos de idade, depois da Lei da Anistia, Alexandre Padilha pôde abraçar o pai pela primeira vez [19] .

Infância[editar | editar código-fonte]

Alexandre Padilha fez a pré-escola em Maceió e em São Paulo, na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Monte Castelo[20] . Cursou o primeiro grau na escola Joana D’Arc, no Butantã [21] , e o segundo grau na escola experimental Pueri Domus, na Granja Julieta [22] . Durante a infância, costumava acompanhar a mãe já formada médica e conhecida como Doutora Leia [23] no trabalho voluntário de fim de semana que ela prestava no posto de saúde da paróquia do Parque Regina, no Campo Limpo, bairro pobre de São Paulo [24] . Aos 15 anos, Padilha sai do Butantã para morar em uma casa no Campo Limpo, construída pela Dra. Leia junto com seu segundo marido, Felisbino Chaves, que havia sido padre na paróquia local [25] .

Formação Acadêmica e Militância Estudantil[editar | editar código-fonte]

Aos 17 anos, Alexandre Padilha ingressa na Faculdade de Medicina da Unicamp e vai morar em república de estudantes em Campinas [26] . Participa da política estudantil desde o início do curso . No segundo ano, já se torna o presidente da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) [27] e em seguida do DCE da Unicamp [28] . Por três anos, cursou poucas matérias para dedicar mais tempo à militância estudantil e à construção da Juventude do PT [29] . O líder estudantil ajuda a criar a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico, cujo propósito principal era o de aproximar o estudante da saúde pública [30] . O movimento resultou em uma profunda reestruturação do ensino médico brasileiro, que antecipou o contato dos estudantes com o SUS. As aulas, antes restritas ao quinto e ao sexto ano, passaram a acontecer já no primeiro semestre do curso [31] . Nos anos de militante estudantil, Alexandre Padilha também participou das discussões que geraram grandes mudanças na saúde pública: a criação do SUS, a humanização do tratamento manicomial, a integração da universidade com indústria e a inovação tecnológica, a criação de cursos de extensão para levar o serviço médico universitário a comunidades carentes [32] .

Militância Partidária[editar | editar código-fonte]

Alexandre Padilha divide-se, no início dos anos 1990, entre a militância estudantil e a partidária. Filiado ao PT desde os 17 anos [33] na zonal do Campo Limpo [34] , participa das campanhas presidenciais de Lula em 1989 e 1994. E mais tarde, da campanha de Dilma [35] .

Em 1992, ajuda a fundar e assume a direção da primeira Secretaria da Juventude do PT no Estado de São Paulo [36] . Nesta função, discute políticas para a juventude junto a sindicatos e às primeiras prefeituras eleitas pelo PT, acompanhando gestões e demandas municipais [37] .

Formaturas[editar | editar código-fonte]

Retoma o curso na Unicamp em 1995, diplomando-se em Medicina dois anos depois. Na sequência,ingressa na pós-graduação da USP [38] . Faz Especialização em Infectologia atraído pela intensa discussão médica e ética provocada pela epidemia da AIDS. Cumpre os dois anos obrigatórios da Especialização, estendendo os estudos ao terceiro ano opcional [39] .

Casamento[editar | editar código-fonte]

Alexandre Padilha é casado com a jornalista brasiliense Thássia Alves desde 2012. Ainda não oficializaram a união no papel [40] . Conheceram-se no Ministério da Saúde, onde Thássia trabalhava como assessora de imprensa. Quando começou o namoro, ela pediu demissão do MS. Foi para a assessoria de imprensa da UnB e depois do Ministério do Desenvolvimento Social [41] . Entre 2003 e 2010, Alexandre Padilha viveu em união estável com a publicitária paulista Cristiana Mori, em Santarém e em São Paulo.

Carreira Profissional[editar | editar código-fonte]

Durante a especialização, Alexandre Padilha é convidado pela USP para participar, em Santarém no Pará, da montagem do Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP [42] . No ano seguinte, assume o comando do Núcleo, que já desenvolve protocolos de pesquisa em parceria com a Organização Mundial da Saúde. O Núcleo de Extensão funciona recebendo estudantes e médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em pequenas comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas combatendo a malária e outras epidemias como tuberculose, doença de chagas, aids, infecção hospitalar [43] . Alexandre Padilha se reveza entre o Pará e São Paulo, trabalhando e estudando [44] . Na capital paulista, assume a supervisão técnica do ambulatório de Doenças dos Viajantes do HC [45] . No interior do Pará convive e cuida de comunidades da Amazônia, entre elas a tribo Zo’é, que estava quase dizimada pela malária e pneumonia [46] . Em 2000, conclui o curso de Especialização em Infectologia [47] recebendo o registro CRM-SP 91136 [48] . Logo concorre e é aprovado no concurso para o HC. Alexandre Padilha, porém, opta por continuar no núcleo da USP na região amazônica[49] dedicando-se, em parceria com a OMS, à pesquisa para desenvolver o Coartem [50] , medicamento que hoje é o mais eficaz na cura da malária grave, e que seria o trabalho de campo para o seu futuro doutorado[51] .

Carreira Política[editar | editar código-fonte]

O empenho de Padilha para o enfrentamento da malária, chama atenção do Ministério da Saúde. Por indicação do secretário-executivo do MS, Gastão Campos – que foi seu professor na Unicamp – o presidente Lula, recém-eleito em 2003, convida Alexandre Padilha para a direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), mudando assim seus planos de fazer o doutorado [52] . Ao assumir a Funasa, Alexandre Padilha realiza, em parceria com a Controladoria Geral da União e a Polícia Federal, auditorias para apurar denúncias de irregularidades administrativas. Ele também muda o modelo de gestão para aumentar a supervisão sobre os gastos do órgão [53] . Nos dois anos em que comandou a Funasa, também implantou a política de intercâmbio com universidades brasileiras para levar equipes multidisciplinares e tecnologia às tribos indígenas. Prossegue o trabalho para salvar a comunidade Zo’é da extinção, instalando inclusive uma unidade cirúrgica e ambulatorial dentro da aldeia. Hoje os Zo’é estão livres da malária e da tuberculose e não apresentam casos de diabetes, hipertensão, anemia ou doenças sexualmente transmissíveis [54] .

Secretário de Relações Institucionais[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2005, Alexandre Padilha é chamado para integrar o Ministério das Relações Institucionais. Entra como chefe de gabinete da Secretaria de Assuntos Federativos. No ano seguinte, torna-se subchefe de Assuntos Federativos, ficando responsável pelo mapeamento das demandas estaduais e municipais levadas ao Governo Federal por governadores, prefeitos, deputados e vereadores [55] . No segundo mandato do presidente Lula, em 2009, com apenas 38 anos, é nomeado ministro das Relações Institucionais, tornando-se assim o coordenador político da Presidência da República [56] . É quando Alexandre Padilha ajuda a imprimir a marca municipalista do Governo Lula[57] . O jovem ministro participa da montagem dos programas relacionados às demandas regionais, que acabam compondo algumas das marcas mais importantes da gestão: PAC [58] , Minha Casa Minha Vida, Bolsa-Família e o marco regulatório do Pré-Sal [59] . Durante a sua passagem pela pasta de Assuntos Institucionais também atua, junto à sociedade organizada e ao Congresso Nacional, na elaboração e aprovação de leis como o Fundeb [60] , Estatuto da Igualdade Racial, Lei de Consórcios Públicos[61] , Lei das PPPs, a Lei Nacional de Saneamento [62] e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – a primeira lei de iniciativa popular [63] .

Ministro da Saúde[editar | editar código-fonte]

Foi nomeado ministro da Saúde pela então presidente-eleita Dilma Rousseff e tomou posse em 1 de janeiro de 2011, substituindo José Gomes Temporão, que ocupava o cargo no Governo Lula.[64] Logo após assumir a pasta, enfrentou uma greve dos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).[65] Seu substituto na SRI foi o ministro Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira.[66]

Lutou pela interiorização de médicos desde seu primeiro ano de gestão, em 2011.Lançou o Programa de Valorização do profissional da Atenção Básica (Provab) em que médicos recém formados receberiam uma bolsa no valor de R$ 10 mil e bônus de 10% de pontuação em provas de residência para trabalhar em unidades de saúde de municípios de interior e periferias. Em 2013, Ipea divulga pesquisa de que o maior problema do SUS, segundo os próprios usuários, era a falta de médicos. Padilha começa então a divulgar diagnósticos da falta de médicos no Brasil e sua proporção por pacientes no mundo para comprovar a falta de recurso humano no SUS. Em junho de 2013, após longo embate com corporação médica sobre o tema de levar profissionais de saúde ao interior e importar médicos para atender regiões mais carentes, a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) declaram Alexandre Padilha "persona non grata"[67] por não defender interesses da corporação. Em julho do mesmo ano, o Conselho Regional de Medicina do Pará abriu processo ético-disciplinar[68] contra Padilha por este supostamente anunciar-se como infectologista de maneira ilegal. Em resposta, Padilha publicou uma foto de seu diploma de especialista em infectologia numa rede social.[69] A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) publicou nota confirmando que Padilha concluiu o programa de residência médica da instituição.[70]

Em outubro de 2013, a presidente Dilma sanciona a medida provisória do programa "Mais Médicos" convertendo em lei, após sua aprovação na Câmara do Deputados e no Senado Federal. Na ocasião, Dilma pede desculpas ao médico cubano Juan Delgado que sofreu com preconceito e xenofobia quando chegou com grupo de outros médicos cubanos no Estado do Ceará, sendo chamados de escravos, incitando a violência e colocando a população contra a corporação médica.

Com a aprovação do programa por 84,3% da população segundo pesquisa CNT, Padilha se torna um dos pré-candidatos petistas à disputa pelo governo de São Paulo em 2014, tendo transferido seu título eleitoral de Santarém para São Paulo em junho de 2013.[3] Segundo o jornal carioca O Globo, a candidatura ou não do ministro deve ser anunciada na segunda quinzena de agosto.[3]

Deixou o comando do Ministério da Saúde em fevereiro de 2014. Transferiu o cargo para Arthur Chioro, ex-secretário de saúde de São Bernardo do Campo.[71]

Referências

  1. http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/ministro
  2. http://www.ifolharegional.com.br/site/noticias_i.php?id=1328
  3. a b c d e f http://oglobo.globo.com/pais/de-olho-em-2014-padilha-muda-titulo-para-sao-paulo-8748998
  4. http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/investigacao-poe-alexandre-padilha-na-mira-da-procuradoria
  5. http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/ministerio-da-saude-responde-ao-vazamento-da-pgr
  6. http://www.amb.org.br/Site/Home/NOT%C3%8DCIAS/Carta-aberta-aos-m%C3%A9dicos-e-%C3%A0-popula%C3%A7%C3%A3o-brasileira%2036907.cnt
  7. http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=658805&%7Ccrm-pa-abre-processo-contra-ministro-da-sa%C3%BAde#.UdyDbW20Sjg
  8. http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?t=Ministro-posta-diploma-provar-ser-infectologista&id=57006
  9. http://www.fm.usp.br/newsletter/visaodestaques.php?id=261&cab=htcabdestaqueportal
  10. "Ministro posta diploma para provar ser infectologista". Notapajos Globo. Página visitada em 21 de março de 2014.
  11. http://www.simesp.com.br/images/uploads/revistadr/revista11.pdf
  12. http://www.metodista.br/fateo/noticias/Anivaldo_Padilha_Depoimento.pdf
  13. http://www.senado.gov.br/noticias/OpiniaoPublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20110425&datNoticia=20110425&codNoticia=545236&nomeOrgao=&nomeJornal=Valor+Econômico&codOrgao=2729&tipPagina=1
  14. http://www.cebsuai.org/2012/05/ditadura-militar-anivaldo-padilha-e.html
  15. http://www.senado.gov.br/noticias/OpiniaoPublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20110425&datNoticia=20110425&codNoticia=545236&nomeOrgao=&nomeJornal=Valor+Econômico&codOrgao=2729&tipPagina=1
  16. http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/enoticia/
  17. http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_a_l/camilacerqueiracesar/index.php?p=129
  18. http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/03/1431467-alexandre-padilha-filhos-da-resistencia.shtm
  19. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1433549-ato-lembra-50-anos-do-golpe-e-pede-punicao-a-torturadores-da-ditadura.shtml
  20. http://jovempan.uol.com.br/noticias/saude/ministro-admite-preocupacao-do-governo-com-obesidade-infantil.html
  21. http://cjd.uauline.com.br/depoimentos
  22. http://www.camara.leg.br/internet/plenario/notas/conjuntas/cn2409131130.pdf
  23. http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-80/vultos-da-republica/padilha-no-laboratorio
  24. http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/enoticia/
  25. http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-80/vultos-da-republica/padilha-no-laboratorio
  26. http://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_de_Ciências_Médicas_da_Unicamp
  27. http://ultimosegundo.ig.com.br/os-60-mais-poderosos/alexandre-padilha/521e675fbcb4e5f327000004.html
  28. http://mancheteatual.com.br/info/politico/alexandre-padilha-noticias-fotos-e-perfil
  29. http://www.senado.gov.br/noticias/OpiniaoPublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20110425&datNoticia=20110425&codNoticia=545236&nomeOrgao=&nomeJornal=Valor+Econômico&codOrgao=2729&tipPagina=1
  30. http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/11/1377578-alexandre-padilha-passo-a-passo.shtml
  31. http://www.fcm.unicamp.br/fcm/fcm-hoje/noticias/2011/medicina-conta-historia-da-reforma-curricular-e-entrega-premio-de-incentivo-a
  32. http://portal.conasems.org.br/index.php/comunicacao/ultimas-noticias/509-entrevista-alexandre-padilha
  33. http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/03/22/padilha-fala-de-politica-e-saude-ponto-ponto/
  34. http://oglobo.globo.com/pais/o-pt-precisa-ser-renovado-para-voltar-fazer-um-discurso-mais-para-juventude-
  35. http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2011/11/19/leia-a-transcricao-da-entrevista-de-alexandre-padilha-a-folha-e-ao-uol.htm
  36. http://www.pt.org.br/noticias/view/juventude_petista_discute_agendas_para_o_proximo_perio
  37. http://www.eleicoes2014.com.br/alexandre-padilha/
  38. http://sentirbem.uol.com.br/index.php?modulo=canal_direto&id=3&tipo=1
  39. http://www.fm.usp.br/site/noticias-detalhe/Nota-de-Esclarecimento
  40. http://vejasp.abril.com.br/blogs/terraco-paulistano/2014/01/thassia-alves-candidata-a-primeira-dama-de-sao-paulo/
  41. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1419944-mulher-de-padilha-vai-cuidar-de-redes-sociais-na-campanha.shtml
  42. http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/enoticia/
  43. http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=1731&catid=842:bra-02-a-noticias&Itemid=450
  44. http://idisa.jusbrasil.com.br/noticias/2903595/integra-do-discurso-do-ministro-da-saude-alexandre-padilha-durante-a-cerimonia-de-transmissao-de-cargo-em-03-de-janeiro-de-2011-em-brasilia-df
  45. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/galeria_ministros/pdf/Curriculo_Ministro_Alexandre_Padilha.pdf
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  47. http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/ministro
  48. http://www.blogquartopoder.com.br/2013/07/ministro-alexandre-padilha-e-processado.html
  49. http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/enoticia/
  50. http://www.amazonia.fiocruz.br/br/component/content/article/784-alexandre-padilha-sera-o-novo-ministro-da-saude.html
  51. http://www.biomedexperts.com/Profile.bme/1071384/Alexandre_Padilha
  52. http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nomeacao-de-ministro-da-saude-e-elogiada-por-militantes,656772,0.htm
  53. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2811200419.htm
  54. http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/2031-povo-zo-e-recebe-visita-da-presidenta-da-funai-e-do-ministro-da-saude
  55. http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/12/padilha-assume-ministerio-da-saude-no-futuro-governo.html
  56. http://noticias.terra.com.br/brasil/lula-empossa-novo-ministro-de-relacoes-institucionais,6c686f7d7fc4b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
  57. http://www.estadao.com.br/arquivo/nacional/2006/not20060323p56324.htm
  58. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/galeria_ministros/pdf/Curriculo_Ministro_Alexandre_Padilha.pdf
  59. http://segurogarantia.net/noticia/sp-e-o-carro-chefe-do-pre-sal/
  60. http://www.fortaleza.ce.gov.br/reuniao-da-frente-nacional-de-prefeitos-fnp-acontece-em-fortaleza-na-proxima-semana
  61. http://portal.conasems.org.br/index.php/comunicacao/ultimas-noticias/509-entrevista-alexandre-padilha
  62. http://www.redgealc.net%2Fdownload.php%3Flen%3Des%26id%3D2202%26nbre%3DPainel2-AlexandrePadilha.pdf%26ti%3Dapplication%2Fpdf%26tc%3DContenidos&ei=Jm5BU52uM8Hv0gHtv4HIBw&usg=AFQjCNHIhbchOKpGMh7rUHNvEqTf7iX1oA&sig2=xA-m9MMazoec1RJ_Ra6yog&bvm=bv.64125504,d.dmQ
  63. http://www.apj.inf.br/detalhe_entrevista.php?codigo=13
  64. Título não preenchido, favor adicionar [ligação inativa] (em português). Sítio do Ministério da Saúde. Página visitada em 21 de março de 2014.
  65. Peres, Bruno (25 de julho de 2012). Greve da Anvisa não ameaça importação de remédios, diz Padilha (em português). Valor Econômico. Página visitada em 25 de julho de 2012.
  66. Falcão, Márcio; Nery, Natuza; Flor, Ana (20 de dezembro de 2010}). Dilma confirma indicação de sete novos ministros (em português). Folha de S. Paulo. Página visitada em 20 de dezembro de 2010.
  67. http://www.amb.org.br/Site/Home/NOT%C3%8DCIAS/Carta-aberta-aos-m%C3%A9dicos-e-%C3%A0-popula%C3%A7%C3%A3o-brasileira%2036907.cnt
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  69. http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?t=Ministro-posta-diploma-provar-ser-infectologista&id=57006
  70. http://www.fm.usp.br/newsletter/visaodestaques.php?id=261&cab=htcabdestaqueportal
  71. De saída, Padilha critica tucanos e legados malditos dos anos 90 (em português). Folha de São Paulo. Página visitada em 21 de março de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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