Alfred Schnittke
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| Alfred Schnittke | |
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| Nascimento | 24 de novembro de 1934 Engels |
| Morte | 3 de agosto de 1998 Hamburgo |
| Nacionalidade | Russo |
| Ocupação | compositor, pianista |
| Movimento estético | Vanguardismo |
Álfred Garrievitch Schnittke (Engels, Rússia, 24 de Novembro de 1934 — Hamburgo, 3 de Agosto de 1998) foi o compositor mais importante a surgir na Rússia, logo após a Dmitri Shostakovich.
A sua música, nos seus primeiros anos, demonstra uma forte influência de Dmitri Shostakovich. Desenvolveu uma técnica poli-estilística em trabalhos como a sua épica Sinfonia nº 1 (1969-1972) e o seu Primeiro Concerto Grosso (1977). Nos anos 80, a sua música começou a ter o seu reconhecimento no estrangeiro. Escreveu então o Segundo (1980) e o Terceiro (1983) Quartetos para Cordas e também um Trio para Cordas (1985); o Ballet Peer Gynt (1985-1987); a Terceira (1981) a Quarta (1984) e a Quinta (1988) Sinfonias; e os Concertos para Viola (1985) e o seu primeiro para Violoncelo (1985-1986). Com a sua saúde deteriorada, a sua música começou por abandonar a maior parte da extroversão do seu Poli-Estilismo, retraindo-se num estilo mais retirado e deserto.
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Biografia [editar]
Filho de um jornalista judeu da Alemanha e de uma professora de origem católica do Volga alemão. Iniciou os estudos musicais em Viena.
Aos 14, mudou-se para Moscou onde se formou em piano e regência coral. Graduou-se no Conservatório de Moscou, onde concluiu sua pós-graduação e trabalhou como professor até os 38 anos de idade. A partir de 1972, dedicou-se ao cinema e compôs mais de 60 bandas sonoras em menos de 12 anos. Paralelamente aos filmes, alcançou prestígio internacional pela composição do Concerto Grosso nº 1, passando a reger suas obras.
Chegou a conhecer Dmitri Shostakovich, por quem tinha muita admiração musical. No entanto, não tiveram um contacto muito próximo.
Escreveu nove Sinfonias, inúmeros concertos, três óperas, ballets, seis concertos e música de câmara.
Recebeu prémios e condecorações por toda a Europa e Estados Unidos. Em 1985 sofreu o primeiro de uma série de derrames que o levaram à morte aos 64 anos.
Obras mais importantes [editar]
- 1968 (orquestrada em 1987) - Sonata n.º 2 para violino e piano "Quasi una sonata"
- 1976-1977 - Concerto grosso n.º 1, para dois violinos, cravo, piano preparado e Cordas
- 1982 - A Paganini para violino solo
- 1988 - Concerto para piano a quatro mãos e Orquestra de câmara
Livros [editar]
Saiu recentemente uma biografia sobre o compositor Schnittke, Música para todos os tempos escrito por Marco Aurélio Scarpinella Bueno, pela Algol Editora.
Ligações externas [editar]