Aliá

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes (desde Abril de 2008). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Aliá ou Aliyah (translit. do hebraico עליה ou עלייה : ascensão ou elevação espiritual) é o termo que designa a imigração judaica para a Terra de Israel ( em hebraico, Eretz Israel) - que, até 1948, correspondia ao território do Mandato Britânico da Palestina - e, a partir de 1948, para o Estado de Israel.

A emigração judaica é chamada em yerida (em hebraico, יריד,: descida). Os imigrantes judeus são chamados olim e os emigrantes são os yordim.

Aliá é um importante conceito no Judaísmo, fundamental para o Sionismo e foi consagrado na Lei do retorno.

No Judaísmo, o termo aliá também se refere à honra concedida a alguém de ser chamado para ler determinadada passagem da Torá, durante a cerimônia matinal do Shabat ou em qualquer outro dia em que se tenha a leitura. Nesta acepção, aliá designa a "ascensão" espiritual, mediante a leitura do livro sagrado, que proporcionaria ao fiel uma ligação mais íntima e próxima à Terra Santa, sofrendo suas benéficas influências. Como a passagem determinada para cada cerimônia é subdividida em pelo menos sete seções, sete pessoas, no mínimo, são chamadas para as leituras.

Aliá, no sentido da imigração para Israel, ocorre permanentemente mas também em ondas. As primeiras duas ondas de imigração aconteceram entre 1882 e 1914; as três seguintes, entre 1919 e 1939. A sexta aliá, entre 1945 e 1948, trouxe muitos sobreviventes do Holocausto. As ondas posteriores de imigração incluíram os Falasha da Etiópia, os emigrados da antiga União Soviética e outros.

O rabino ortodoxo Menachem Mendel Schneerson, chamado "O Rebe", pelos seguidores do movimento Chabad Lubavitch, foi um dos maiores incentivadores da imigração de judeus para Israel e da sua permanência ali, mesmo em tempos muito difíceis, como na Guerra do Golfo, com os scuds caindo em solo israelense. Quando alguém, preocupado com os riscos a que estavam expostos seus parentes e amigos em Israel, lhe pedia conselhos sobre como proceder, ele respondia que o local mais seguro do mundo é Israel, especialmente Jerusalém, centro do qual emanam a todo instante e ininterruptamente as bênçãos Divinas para o mundo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre história israelense e judaica é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.