Amália de Solms-Braunfels

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Amália
Princesa de Orange
Condessa de Solms-Braunfels
Gerrit van Honthorst - Amalia van Solms.jpg
Amália por Gerrit van Honthorst
Governo
Consorte Frederico Henrique de Orange
Vida
Nascimento 31 de Agosto de 1602
Braunfels, Alemanha
Morte 8 de Setembro de 1675 (73 anos)
Filhos Guilherme II de Orange
Luísa Henriqueta de Orange-Nassau
Henriqueta Amália de Orange-Nassau
Isabel de Orange-Nassau
Isabel Carlota de Orange-Nassau
Albertina Inês de Orange-Nassau
Henriqueta Catarina de Orange-Nassau
Henrique de Orange-Nassau
Maria de Orange-Nassau
Pai João Alberto I de Solms-Braunfels
Mãe Inês de Sayn-Wittgenstein

Amália de Solms-Braunfels (31 de Agosto de 1602 - 8 de Setembro de 1675) foi uma regente de Orange. Era a esposa do príncipe Frederico Henrique de Orange e mãe de Guilherme II de Orange.

Família[editar | editar código-fonte]

Amália era a filha mais nova do conde João Alberto I de Solms-Braunfels e da condessa Inês de Sayn-Wittgenstein. Os seus avós paternos eram o conde Conrand de Solms-Braunfels e a princesa Isabel de Nassau-Dillenburg. Os seus avós maternos eram o conde Luís I de Sayn-Wittgenstein e Isabel de Solms-Laubach.[1]

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Amália passou a sua infância no castelo dos seus pais em Braunfels. Tornou-se membro da corte de Isabel da Boémia, esposa do eleitor palatino Frederico V, o "rei inverno" da Boémia. Depois de as forças imperiais derrotarem Frederico, Amália fugiu com a rainha grávida para o ocidente. Foi-lhes proibida protecção porque o imperador o tinha ordenado. Isabel entrou em trabalho de parto durante a sua fuga e Amália ajudou-a a dar à luz.

A sua viagem acabou em Haia, onde o stadholder Maurício de Nassau lhes garantiu alísio em 1621. As duas apareciam com frequência na corte, onde o meio-irmão mais novo de Maurício se apaixonou por Amália em 1622. Amália recusou-se a ser sua amante, esperando um casamento.

Casamento e descendência[editar | editar código-fonte]

Quando Maurício de Nassau morreu, Frederico Henrique tornou-se stadtholder e prometeu casar-se, cumprindo a palavra quando se casou com Amália no dia 4 de Abril de 1625.

O seu casamento produziu nove filhos, dos quais apenas cinco viveram até à idade adulta:

Esposa do Stadtholder[editar | editar código-fonte]

Quando Frederico Henrique se tornou-se stadholder após a morte do seu meio-irmão Maurício, a sua influência cresceu substancialmente, tal como a de Amália. Juntos, Frederico Henrique e Amália conseguiram aumentar a vida da corte na Haia. Mandaram construir vários palácios, incluindo o Huis ten Bosh. Amália era uma grande coleccionadora de arte e era vista como inteligente, arrogante e ambiciosa, não muito bonita, mas com uma aparência fresca e atraente.

Amália era a principal casamenteira da família, arranjando o casamento do seu filho Guilherme II com a princesa-real Maria de Inglaterra e da Escócia, filha do rei Carlos I de Inglaterra e das suas filhas com vários príncipes alemães.

Tinha uma grande influência na política, sendo a conselheira política do seu marido e, quando ele ficou doente em 1640, passou a participar abertamente na vida política e a receber diplomatas estrangeiro. A sua influência contribuiu muito para a Paz Ocidental em 1648. Como reconhecimento pela sua ajuda, o rei Filipe IV de Espanha deu-lhe a área em volta de Turnhout em 1649.

Referências

  1. Alison Weir, Britain's Royal Family: A Complete Genealogy (London, U.K.: The Bodley Head, 1999), page 265.