América Futebol Clube (Pernambuco)

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América-PE
America FC (PE).svg
Nome América Futebol Clube
Alcunhas Mequinha
Alvi-Verde da Estrada do Arraial
Campeão do Centenário
Periquito
Torcedor/Adepto Esmeraldino
Alviverde
Americano
Mascote Periquito
Fundação 12 de abril de 1914 (100 anos)
Localização Brasaorecife.jpgRecife, Pernambuco PE, Brasil Brasil
Mando de jogo em Ademir Cunha
Capacidade (mando) 7 000 espectadores
Presidente Brasil João Antônio Moreira
Treinador Brasil Humberto Santos
Patrocinador PernambucoRota do Mar
BrasilBig Ben
BrasilHabib's
Pernambuco Banorte,
PernambucoPrefeitura Paulista
Material esportivo Brasil Garra
Competição Pernambuco Campeonato Pernambucano
Divisão Pernambuco Série A1
Pernambuco PE 2014 9º colocado
Pernambuco PE A2 2013 Vice-campeão
Pernambuco PE 2012 12º colocado
Website Site Oficial
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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América Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco. Atualmente manda suas partidas na cidade de Paulista, usando o Estádio Ademir Cunha para realização de tais jogos.

A sede fica localizada na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, zona norte da cidade. Sua torcida era composta por grandes famílias aristocratas do Recife e também era querido pela Colônia Portuguesa Recifense, sem contar os outros torcedores espalhados pelo Recife, especialmente nos bairros de Casa Amarela, Casa Forte, Apipucos e Caxangá.

História[editar | editar código-fonte]

O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.

Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.

Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.

Maior virada do futebol brasileiro[editar | editar código-fonte]

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os trinta minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.

Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

Campeão do Centenário da Independência em 1922[editar | editar código-fonte]

Em 1922, o América sagrava-se bicampeão pernambucano, mas o grito que ecoava no Recife era o de Campeão do Centenário, pois nesse ano o Brasil comemorava 100 anos de independência a Portugal.

A Campanha vitoriosa foi a seguinte:

07.05 América 9 x 1 Sport 21.05 América 4 x 0 Peres 04.06 América 2 x 1 Náutico 23.07 América 3 x 1 Equador 06.08 Torre 1 x 0 América 22.10 América 2 x 1 Santa Cruz 05.11 América 4 x 2 Flamengo

Jogos interrompidos pelos mais diversos motivos, principalmente pelo fato de o campo ter ficado escuro, como o clássico América x Sport da primeira rodada, que terminaria decidindo o campeonato; jogos anulados, como o que envolveu o Torre e o novato Equador; entrega de pontos – Equador, Santa Cruz ao Sport, e Peres ao Náutico; jogo não realizado, devido ao desinteresse dos dois clubes – Flamengo e Santa Cruz – após adiamento provocado pelas chuvas, que caíram intensamente, tudo isso marcou o Campeonato Pernambucano de 1922, disputado sob intensa época chuvosa e frio.

O Senhor Inverno, que duas décadas mais tarde, durante a segunda Guerra Mundial, terminaria provocando o fracasso das tropas de Hitler na sua incursão pela União Soviética, deu as cartas no campeonato pernambucano, só que em proporções bem menores, justamente no ano em que o Brasil comemorava o centenário do Grito do Ipiranga.

O campeonato foi disputado em turno único. Assim, houve apenas os jogos de ida. Mais uma vez, Sport e América surgiam como candidatos ao título de campeão. Os rubro-negros pretendiam interromper a marcha de seu maior rival, que buscava o segundo bicampeonato.

A Liga já tinha instituído o sistema de dois ou mais jogos por rodada. Logo de saída, Náutico x Centro Peres deixou de ser disputado por causa do mau tempo. Tendo sido marcada para outra data, a partida terminou não sendo realizada porque o Peres entregou os pontos. Vitória do Náutico, portanto, por WO. No mesmo dia, 7 de maio, o América derrotava o Sport pela contagem de 7 a 1, tendo sido o encontro suspenso por falta de iluminação. Na época invernosa, como ainda acontece hoje, escurece mais cedo nessa região, e os campos ainda não tinham iluminação artificial.

A direção da Liga determinou que os oito minutos restantes fossem disputados em data posterior, depois do cumprimento da tabela. Assim, rubro-negros e alviverdes voltaram a campo em 19 de novembro. Loca, Jaqueira, chamado de América Parque, onde a partida estava sendo disputada ao ser interrompida. Embora estivessem programados apenas alguns poucos jogos, um grande público compareceu. É que estava em cena o pomposo título de Campeão do Centenário.

O América, que sofrera uma derrota em meio à sua jornada, ao perder para o Torre por 1 a 0, chegava àquele momento, com 10 pontos ganhos, enquanto o Sport tinha 11, sem incluir, é claro, os pontos daquela partida, que os americanos estavam ganhando por 7 a 1.

Foram instantes dramáticos. O Sport lançou-se furiosamente ao ataque. Se conseguisse pelo menos empatar o jogo, ficaria com 12 pontos, e deixaria o gramado festejando a conquista de mais um título. Já o América se defendia com unhas e dentes, uma vez que se o placar fosse mantido, passaria a somar 12 pontos e levantaria a taça, pois o Sport permaneceria com 11. E foi o que ocorreu. Fim de jogo, vitória do América por 7 a 1. A torcida alviverde fez muito barulho na comemoração da conquista que ainda é lembrada, quando a imprensa se refere ao clube como o Campeão do Centenário.

Time-base campeão: Nozinho; Rômulo e Cunha Lima; Lindolpho, Licor e Faustino; Meirinha, Fabinho, Zé Tasso, Juju e Matuto.

O 1° campeão nordestino (Troféu Nordeste 1923)[editar | editar código-fonte]

Enquanto no sul se organizava a Copa dos Campeões e o Torneio Rio-São Paulo, em Alagoas foi organizada uma competição diferente: a Taça Nordeste (o primeiro torneio inter-estadual da região Nordeste de que se tem notícias).

A competição ocorreu para festejar o Dia do Trabalhador, em Maceió. Foram convocadas oito das melhores equipes do Nordeste: Botafogo e Vitória (Bahia), Cabo Branco e América (Paraíba), CRB e CSA (Alagoas) e Sport e América (Pernambuco).

O Mequinha passou às semifinais ao lado do Botafogo-BA e enfrentaria mais uma vez o Sport fazendo uma reprise da final de 1922, e dessa vez aplicando 6 a 2 no Leão, que era até então devastador.

O todo poderoso América ficaria conhecido em todo Nordeste e faria uma final histórica contra o CSA de Alagoas, que havia vencido o Botafogo da Bahia, o campeão baiano da época.

Na final um dos jogos mais eletrizantes da história, com uma vitória para ambas equipes. Como o América detinha a vantagem, sagrou-se o primeiro campeão nordestino de que se tem notícias.

O primeiro jogo foi realizado no dia 4 de fevereiro e o América venceu o CSA por 2 a 1, mostrando todo poderio de uma equipe que era famosa em todo Nordeste. O CSA abriu a contagem através de Nelcino. Zé Tarso e Juju deram a vitória ao clube pernambucano. No dia 6, ocorreu a segunda partida. O CSA a venceu por 4 a 3. Foi uma das mais eletrizantes partidas de futebol da história do América. Juju fez 1 a 0 para o América. Nelcino empatou e Bráulio fez 2 a 1 para o CSA. Zé Tarso empatou outra vez, daí Odulfo fez 3 a 2 e 4 a 2 para os alagoanos. Juju voltou a marcar para o América, fechando o placar. Foi uma vitória consagradora no torneio e que repercutiu nos grandes jornais do Recife. Americanos e azulinos jogaram as duas partidas com os mesmos jogadores. O América tornava-se a primeira potência do futebol nordestino.

O CSA formou com Mendes, Osvaldo e Hilário; Campelo, Mimi e Geraldino; Bráulio; Alírio; Odulfo; Murilo e Nelcino. O América atuou com Nezinho, Romulo e Faustino; Lyndolfo; Moreira e Zizi; Lapinho; Leça; Zé Tarso; Juju e Araújo.

Tal título seria para alguns a maior conquista do clube alviverde até hoje, por ser uma conquista além dos domínios pernambucanos.

1944: O Último e heróico Título[editar | editar código-fonte]

Zezinho, Capuco, Julinho, Djalma, Edgard, Oseás, Pedrinho, Barbosa, Leça, Galego e Rubens. Essa é a formação da Equipe Esmeraldina que foi Campeã pernambucana pela ultima vez. Foi o título mais sofrido e heróico do América. Vejam os resultados dessa final acirrada contra o Nautico: 28/01 Náutico 1 x 1 América, 04/02 Náutico 2 x 3 América, 09/02 Náutico 0 x 2 América, 18/02 América 3 x 0 Náutico.

Vejam o que foi dito em uma materia esportiva do Diário de Pernambuco de 20 de fevereiro de 1945:

“O Recife viveu horas de grande vibração esportiva, vibração espontânea e justificada do povo, à tarde e durante a noite de anteontem, quando o glorioso América Futebol Clube sagrou-se, mais uma vez, campeão pernambucano de futebol [ganhou do Náutico, com um placar de 3x0]. Aquela grande assistência que lotava parte das dependências do estádio da Ilha do Retiro recebeu com verdadeiro júbilo o triunfo do esquadrão americano, numa disputa leal, onde vencidos e vencedores foram dignos dos mais francos aplausos. O triunfo do América, não o triunfo de domingo, mas o triunfo do campeonato foi justo e merecido. Depois de 17 anos de trabalho, 17 anos de sonhos, o campeão do Centenário, honrando as suas tradições de baluarte dos desportos pernambucanos, conquista mais um custoso laurel para a sua história.”

A festa do Título durou muito tempo, Casa Amarela em peso festejava a conquista houve comemorações no Antigo Bar Savoy e no Clube Português do Recife, pois na época ainda não possuia a Sede da Estrada do Arraial.

Após a conquista do campeonato de 1944 pelo América, somente os outros três grandes times da capital pernambucana levantaram o caneco.

João Cabral de Melo Neto, um americano[editar | editar código-fonte]

O reconhecido escritor pernambucano foi um grande torcedor americano e sempre que podia ia ver os jogos do seu clube de coração. Além de poeta, João Cabral chegou a ocupar posição de center-half, ou, como se diz hoje, volante, e foi uma promessa do futebol pernambucano. Nele, disposição física e apuro intelectual conviveram sem crises ou antagonismos. Na adolescência, jogou pelos times do América e do Santa Cruz. Em 1935, aos 15 anos, foi campeão juvenil pelo Santa Cruz.

Dentre suas grandes obras destaca-se "Morte e Vida Severina", de 1955. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomando posse de sua cadeira em 6 de maio de 1969. No final da década de 80, descobriu que sofria de uma doença degenerativa incurável, a qual lhe impunha fortes e constantes dores de cabeça, o que causaria, aos poucos, a perda de sua visão, fazendo-o parar de escrever e ficar depressivo, e a vontade de falar (“Não tenho muito o que dizer", argumentava).

Morreu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos, encoberto com a bandeira do América e com a tristeza de não rever o Campeão do Centenário forte como antes, em sua juventude. Um dos momentos marcantes de seu velório foi o discurso proferido Arnaldo Niskier, no "Salão dos Poetas Românticos", na Academia Brasileira de Letras, onde foi velado seu corpo:

"Fecham-se os olhos cansados do poeta João e não conseguimos realizar o sonho que agora desvendo: ver o América Futebol Clube voltar aos seus dias de glória. Nem o daqui do Rio, nem aquele que era a sua verdadeira paixão: o América do Recife."

Anos de jejum e Taça Recife[editar | editar código-fonte]

Após o Glorioso e heróico título pernambucano de 1944, o América ainda conseguiu um vice-campeonato em 1952, perdendo para o Naútico. Os anos seguintes foram de jejum e, aos poucos, durante o final da década de 1950 e as décadas de 1960 e 1970, o América foi perdendo espaço no cenário esportivo do estado por nunca mais ter consquitado um título. Prevalecia ainda sua "fiel torcida da Velha-Guarda Americana" sempre quando o América ia jogar, e ainda possuindo a simpatia do público do bairro de Casa Amarela.

Em 1975, enfim o América fazia ecoar o grito de campeão. Venceu o Naútico na final da Taça Recife, desbancando até o Santa Cruz que na época era a maior potência local.

A imprensa recifense dava uma certa atenção ao time do América, tanto pelas polêmicas dos dirigentes, como pelos jogadores contratados, e também na tentativa de soerguer o clube, que já vinha numa descendente no futebol. O clube era carinhosamente chamado de Verdão 75. Nos seus jogos sempre havia a presença de uma torcida, mesmo pequena, mas com charanga e bandeiras alviverdes. O artilheiro daquela edição da Taça Recife foi Edu Montes, com 7 gols.

Retorno a Primeira Divisão Pernambucana[editar | editar código-fonte]

Em 2010, após 15 anos de ausência, o América, num disputado campeonato da série A-2, correspondente a segunda divisão, retorna a elite pernambucana ao se sagrar vice-campeão. Venceu a equipe do Chã Grande/Decisão, em pleno Barbosão, pelo placar de 4x1, com o último gol (do acesso), marcado pelo meia Miller. O título ficou com a equipe do Petrolina.

Futuro ambicioso e uma esperança de novas glórias[editar | editar código-fonte]

Depois de conseguir, com muita luta, a permanência na elite do Campeonato Pernambucano, o América Futebol Clube pretende dar um passo muito mais largo, através de um projeto bastante ambicioso para o ano do centeário, 2014. O Mequinha fechou uma parceria, em 2011, com o Sporting, a prefeitura de Abreu e Lima e a MSC Inter Sports.

O time americano ganhará não só patrocinadores de alto escalão, como uma casa nova – um estádio com estrutura avançada e Centro de Treinamento. Em troca, o Periquito tem a função de mandar jovens revelações para o Leão lusitano.

Para começar, já no próximo Campeonato Pernambucano (2012), o Mequinha deverá ir a campo com o material esportivo da Adidas, que aderiu ao projeto e é o novo fornecedor do clube. Enquanto o Real Hospital Português se tornou o novo patrocinador. No entanto, a maior das mudanças será em infraestrutura.

Os portugueses da MSC Inter Sports e do Sporting fecharam a parceria com o América e a Prefeitura de Abreu e Lima para construir um novo “ninho” para o Periquito. Um estádio com instalações modernas, capacidade para mais de 10 mil torcedores, Centro de Treinamento e alojamentos. Tudo para o Mequinha fortalecer a categoria de base e revelar cada vez mais atletas.

“Foi montado um projeto muito grande, ambicioso para engrandecer ainda mais o América. Todos os envolvidos estão muito contentes com a situação. O Mequinha ganhará em estrutura, a cidade de Abreu e Lima serás sede dos jogos do time e o Sporting receberá atletas promissores”, disse o supervisor técnico do alviverde pernambucano Hélio Andrade.

As primeiras “jóias” já foram exportadas para os portugueses. Os cinco garotos de 18 anos que participaram da série de peneirões em Recife, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho estão na terra lusa treinando com o elenco sub-19 do Sporting. Os zagueiros Itainã Nery e Paulo Silva, o lateral-direito Carlos Alberto, o volante Fabrício Silva e o atacante Jonatha Santos.

Ainda no acordo feito entre os presidentes do América, João Antônio Moreira, e do Sporting, Godinho Lopes, foi determinado que em 2014, o Leão virá para Pernambuco, onde fará a pré-temporada e enfrentará o Mequinha em um amistoso. Tudo isso no ano da Copa do Mundo, no Brasil, e do centenário do clube pernambucano.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Regionais[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Equipe campeã do Troféu Nordeste, em 1923, a maior conquista do clube.

Outras Conquistas[editar | editar código-fonte]

  • Copa Roman: 1968.
  • Copa da Juventude: 1974.
  • Torneio Aniversário da Cidade de Jaboatão 1981.
  • Copa de Desportos Terrestres: 1986.
  • Taça Joaquim Inácio

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Futebol feminino[editar | editar código-fonte]

  • Globo terraqueo 3.gif Copinha do Mundo Sub-17(Representando a seleção dos Estados Unidos): 2014.

Futebol Master[editar | editar código-fonte]

  • PernambucoCampeonato Pernambucano: 1991

Olympic pictogram Futsal.png Futsal[editar | editar código-fonte]

  • Pernambuco Campeonato Pernambucano Adulto -1985
  • Pernambuco Taça cidade do Recife - 1981

Olympic pictogram Table tennis.png Tênis de Mesa[editar | editar código-fonte]

  • Pernambuco Campeão Pernambucano Infantil - 2001
  • Pernambuco Campeão Pernambucano Master - 2001

Ciclismo[editar | editar código-fonte]

  • Pernambuco Campeão Pernambucano - (1975, 1976, 1977, 1978)

Handebol[editar | editar código-fonte]

Pólo Aquático[editar | editar código-fonte]

Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Brasil
Campeonato
Brasileiro
Série B
Ano 1972 1981 1989 1991
Pos. 15º 96º 59º
Brasil
Campeonato
Brasileiro
Série C
Ano 1990
Pos. 26º


Ídolos[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 175º
  • Pontuação: 25 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Adson
Brasil Dida
Brasil Eduardo
Brasil/Guiné Equatorial Danilo
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Baiano Z
Brasil Léo Gama Z
Brasil Carioca Z
Brasil Maneco Z
Brasil Adriano Z
Brasil Jailton Z
Brasil Roma Z
Brasil Negretti Z
Brasil Davi Z
Brasil Algodão Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Danilo Reis M
Brasil Pereira M
Brasil Cléber M
Brasil Roberto M
Brasil Miller M
Brasil Carlinhos M
Brasil Alexandre Oliveira M
Brasil Lewis M
Brasil Edmilson M
Brasil Rosivaldo M
Brasil Ricardo Mineiro M
Atacantes
Jogador
Brasil Dunga
Brasil Roma
Brasil Cláudio
Brasil David Dener
Brasil França
Brasil Gil Xavier
Brasil Edinho Recife
Brasil Challerson
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Humberto Santos T

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • O América é a quarta força do estado de Pernambuco em se tratando em número de títulos conquistados. Nos ultimos tempos, Porto e Central ambos da cidade de Caruaru, se revezavam pela quarta hergemonia do futebol pernambucano. Atualmente o Salgueiro da cidade homônima é a quarta força do estado e ambos os três clubes não têm nenhum título pernambucano da 1ª divisão.
  • O América Futebol Clube, mesmo com tanta tradição na área futebolística, nunca teve um estádio propriamente dito. Até o início dos anos 1990 era comum vê-lo jogando com mando de campo nos estádios dos principais rivais.
  • O América já teve outros esportes agregados além do futebol, como o futebol de salão, com o qual conquistou o título da cidade do Recife em 1981 e o título pernambucano de 1985, além do vice-campeonato em 1989, e o basquete, com este sendo vice-campeão pernambucano em 1977 e 1978.
  • O América trouxe para a apresentar seus uniformes para a Temporada 2012 a modelo paraguaia Larissa Riquelme.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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