Américo Amorim

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Américo Amorim
Américo Amorim
Nome completo Américo Ferreira de Amorim
Nascimento 1934
 Portugal
Nacionalidade  Portugal
Ocupação Corticeira Amorim

Américo Ferreira de Amorim (Mozelos, 21 de Julho 1934) é um empresário português.

Terminou o Curso Geral do Comércio e ingressou na empresa de cortiça da família, cuja origem remonta a 1870. Com os seus irmãos, participou na fundação da Corticeira Amorim, da Ipocork e da Champcork, empresas do sector dos derivados da cortiça. Posteriormente tornou-se responsável executivo da holding Corticeira Amorim, que controla as empresas corticeiras e afins. Através de outra holding, a Amorim - Investimentos e Participações, estendeu os seus investimentos aos sectores da energia, do turismo e da finança, sendo um dos principais accionistas do Banco BIC Português, a terceira maior instituição bancária de Angola. Em nome individual concentra participações sociais de relevo na Galp Energia e no Banco Popular espanhol, onde é o terceiro maior accionista. É cônsul-geral honorário da Hungria em Portugal.

Índice

[editar] 2010

Segundo a lista de 2010 da revista Forbes[1], Américo Amorim tornou-se no homem mais rico de Portugal, com uma fortuna avaliada em 4,0 mil milhões de dólares, ultrapassando o até então mais rico Belmiro de Azevedo.[2] Em 2009, sua fortuna caiu 25%, para 2 mil milhões de euros, decorrente de fraco desempenho em investimentos na área financeira, mantendo-se contudo como o mais rico do país.[3] Na edição da Forbes de 2010, Américo Amorim surge na 212.ª posição na lista das personalidades mais ricas do mundo, com uma fortuna avaliada em 4,0 mil milhões de dólares.[4]

[editar] 2011

Na lista elaborada pela revista Forbes em 2011 é o mais rico de Portugal e um dos 200 homens mais ricos do Mundo. Américo Amorim, vale 5,1 mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros), mais 1,1 mil milhões (791 milhões de euros) do que os 4 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de Euros) que valia em 2010[5].

Em 24 de Agosto de 2011, Amorim, tendo sido questionado pelo Jornal de Negócios acerca da disponibilidade para o pagamento de um imposto extraordinário sobre as grandes fortunas, declara não considerar-se rico. "Não me considero rico. Sou trabalhador", afirmou o empresário[6].

Referências

[editar] Ligações externas

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