Amêijoa
| Amêijoa | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Amêijoas
|
||||||||||
| Classificação científica | ||||||||||
|
||||||||||
|
|
||||||||||
|
|
Amêijoa é a designação comum dada a vários moluscos bivalves, de várias famílias da ordem Veneroida, essencialmente dos Lucinidae, dos Cardiidae e Veneridae. Muitos são utilizados na alimentação humana. No Brasil são mais conhecidas pelo seu nome em italiano: vongola, no plural vongole, ambas com tônica na primeira sílaba (proparoxítonas).
Índice |
[editar] Algumas espécies
- Phacoides pectinatus - da família dos Lucinídeos. A sua área de distribuição estende-se dos Estados Unidos da América até ao sul do Brasil. É constituído por duas conchas ovais semelhantes, de cor branca e opaca, medindo cerca de 9 cm de comprimento. Recebe também o nome de lambreta, sarnambi ou sernambi.
- Amiantis purpurata - da família dos Venerídeos. A sua área de distribuição estende-se do sudeste brasileiro até à Argentina. As suas conchas são de cor rosada com listas concêntricas amareladas. São, tal como a anterior, chamadas de sarnambi ou sernambi.
- Corbicula fluminea - conhecida por amêijoa asiática.
[editar] Usos humanos
[editar] Aquário
A Tridacna maxima, uma espécie de amêijoa gigante, é uma espécie popular para os aquários de água salgada.
[editar] Em contexto religioso
A civilização Moche do Peru antigo venerava o mar e seus animais. Eles frequentemente representavam amêijoas em sua arte.[1]
Nas tradições judias todos os moluscos são considerados não Cashrut e portanto estritamente evitados por judeus.
[editar] Como moeda
Algumas espécies de amêijoas, principalmente Mercenaria mercenaria, foram usadas pelos Algonquinos do leste da América do Norte para manufaturar wampum, um tipo de moeda com conchas.[carece de fontes]
[editar] Ver também
Referências
- ↑ Berrin, Katherine & Larco Museum. The Spirit of Ancient Peru:Treasures from the Museo Arqueológico Rafael Larco Herrera. New York: Thames and Hudson, 1997.