Amósis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde julho de 2009)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Amósis
Fragmento de uma estátua de Amósis.
Fragmento de uma estátua de Amósis.
Faraó do Egito
Reinado c. 1550 a 1525 a.C., 
Predecessor Kamés (Alto Egito)
Khamudi (Baixo Egito)
Sucessor Amenófis I
Esposa(s) Amósis-Nefertari
Amósis-Sitkamose
Amósis-Henuttamehu
Filhos Amósis-Meritamon
Amósis-Sitamon
Siamon
Amósis-ankh
Amenófis I
Ramose
Mutnofret
Pai Taá II
Mãe Ah-hotep I
Falecimento c. 1525
Tumba Múmia encontrada em Deir el-Bahari, porém foi originalmente enterrada provavelmente em Abidos

Amósis, Ahmose ou Ahmés foi o primeiro rei da XVIII dinastia egípcia, que inaugura um dos períodos mais famosos da história do Antigo Egipto conhecido como o Novo Império, onde se inserem personalidades como Hatchepsut, Amenófis III e Aquenáton. Governou cerca de vinte e cinco anos, entre 1580 e 1558 a.C. ou entre 1550 e 1525 a.C. para outros historiadores.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Neto da rainha Teticheri, era filho de Taá II e da rainha Ah-hotep I. Sucedeu ao seu irmão mais velho Kamés (ou Kamósis) como rei de Tebas. Deveria ter cerca de dez anos quando se tornou rei, razão pela qual a sua mãe foi co-regente até Amósis atingir os quinze ou dezesseis anos.

A região do Delta do Egipto tinha sido dominada desde 1640 a.C. pelos Hicsos, um povo de origem asiática, que chegaria a fundar uma dinastia. No sul do Egipto, em Tebas, uma dinastia nacional governaria a par da dinastia estrangeira. Os últimos soberanos desta dinastia (a XVII) decidiram combater os Hicsos com o objectivo de expulsá-los do território nacional. Amósis continuou o trabalho que tinha sido começado pelo seu pai e irmão na expulsão daquele povo.

No ano 6 do seu reinado Amósis tomou a cidade de Aváris, capital dos Hicsos. O seu exército não se contentou com este acto, tendo optado por penetrar na Palestina, onde durante três anos cercou a cidade de Charuhen, que acabaria por ser tomada pelos egípcios.

Depois de afastados os Hicsos, Amósis teve que lidar com problemas a sul, na região da Núbia. Três campanhas militares levaram à submissão do reino de Cuche, que tinha apoiado os Hicsos.

Amósis foi casado com a sua irmã ou meia-irmã, a rainha Amósis-Nefertari, umas das figuras femininas mais importantes da XVIII dinastia.

A actividade construtora do monarca centrou-se na região do Alto Egipto, em particular em Tebas. Em Abido ordenou a construção de um cenotáfio dedicado à sua avó. A actividade mineira no Sinai foi restabelecida (minas de turquesa), assim como os contactos comerciais com Biblos.

Desconhecem-se muitos pormenores do seu reinado devido à falta de documentos. Uma das fontes que melhor permite conhecer a actuação militar do rei é a biografia de Amósis (filho de Abana), um dos oficiais do seu exército.

Até hoje não foi identificado o seu túmulo, embora se saiba que a sua múmia foi colocada no chamado "esconderijo" de Deir el-Bahari, com o objectivo de evitar os assaltos dos saqueadores.

No documentário The Exodus Decoded, Amósis é colocado como o suposto irmão de Moisés.[carece de fontes?] Simcha Jacobovici foi duramente criticado por arqueólogos e Teólogos.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Kamés
Faraó
XVIII Dinastia
Sucedido por
Amenófis I
Ícone de esboço Este artigo sobre um Faraó é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.