Amendoeira

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Amendoeira em flor perto de Urueña, em Valladollid, na Espanha

Amendoeira em flor perto de Urueña, em Valladollid, na Espanha
Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: eudicotiledóneas
Clado: rosídeas
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Subfamília: Prunoideae
Género: Prunus
Subgénero: Amygdalus
Espécie: P. dulcis
Nome binomial
Prunus dulcis
(Mill.) D. A. Webb
Commons
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Prunus dulcis (antes classificada como Prunus amygdalus ou Amygdalus communis), popularmente conhecida como amendoeira, amêndoa-de-coco, amêndoa-durázio e amêndoa-molar[1] , é uma árvore de folha caduca da família Rosaceae. A semente do seu fruto é geralmente considerada como um fruto seco: a amêndoa. Tal como o pessegueiro, pertence ao subgénero Amygdalus. Em Portugal, é frequente na região do Douro e no Algarve.

Apesar de o termo amêndoa se referir ao fruto da amendoeira (Prunus dulcis), usualmente ele também é referido a sua semente, ou mesmo às sementes de outras variedades de amendoeiras. De tais sementes, são extraídos óleos e essências possuidores de propriedades medicinais e muito utilizados na indústria de cosméticos e na produção do licor marasquino[1] .

A amendoeira é originária das regiões quentes e áridas do Oeste da Ásia, sendo levada, provavelmente, para a Grécia e Norte da África durante a época pré-histórica. Alguns autores, porém, consideram o Norte da África como local de origem desta espécie.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Amêndoa" provém do grego amygdále, através do latim amygdala[1] . Prunus dulcis, traduzido do latim, significa "ameixa doce"[2] . "Durázio" provém do latim duracinu, significando "duro"[3] . "Molar" provém do latim molare, "de moinho"[4] .

Referências

  1. a b c FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. pp.103,104
  2. http://translate.google.com.br/
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.614
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 149
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