Amendoeira-da-praia

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Terminalia catappa Blanco1.144.png

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Combretaceae
Género: Terminalia
Espécie: T. catappa
Nome binomial
Terminalia catappa
L.

A amendoeira-da-praia (Terminalia catappa L.; Combretaceae), também chamada amêndoa, amendoeira, anoz, árvore-de-anoz, coração-de-nego, castanhola, sete-copas, chapéu-de-sol, guarda-sol, terminália[1] , figueira-da-índia (em Angola) e caroceiro (em São Tomé e Príncipe) é uma árvore de grandes dimensões que pode atingir 35 metros de altura. É típica de regiões tropicais. Especula-se que sua origem esteja na Índia e na Nova Guiné.

Amendoeira-da-praia em um vaso

É muito comum por todo o Brasil, especialmente na Região Sudeste, pois gosta do calor para se desenvolver. Também é extremamente comum em regiões praianas. Em Santos, no estado de São Paulo, seu fruto é conhecido como cuca. No estado do Espírito Santo, os frutos são chamados de castanhas e a árvore é conhecida como castanheira.

Tem a copa bastante larga, fornecendo bastante sombra. Possui folhas caducas.

É cultivada como árvore ornamental. Os seus frutos comestíveis, embora um pouco ácidos, são muito apreciados pelos morcegos. A sua madeira é vermelha, sólida e resistente à água, tendo sido utilizada para fazer canoas na antiga Polinésia.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Amêndoa" e "amendoeira" se originaram do grego amygdále, através do latim amygdala[2] . "Amendoeira-da-praia" é uma referência à sua predileção por ambientes à beira-mar. "Castanhola" se originou do castelhano castañuelas, numa referência à semelhança do fruto com o instrumento típico espanhol. "Amêndoa" e "amendoeira" se originaram do grego amygdále, através do latim amygdala[3] . "Terminália" veio do latim terminale, "terminal"[4] . "Chapéu-de-sol" e "guarda-sol" são referências à sombra generosa que produz. "Castanha" se originou do grego kástanon, através do latim nux castanea, "noz de castanheiro"[5] .

Cultivo e usos[editar | editar código-fonte]

Terminalia catappa é amplamente cultivada em regiões tropicais do mundo como uma árvore ornamental devido às suas folhas de sombra densa fornecer. O fruto é comestível, com um sabor ligeiramente amargo. A madeira é vermelha, sólida e muito resistente à água utilizada na Polinésia para fazer canoas . As folhas contêm vários flavonóides (como kamferol ou quercetina ), vários taninos (como punicalina , punicalagin ou tercatina ), saponinas e fitoesteróis . Devido à sua grande quantidade de ingredientes activos, as folhas (e mesmo a casca) são usados ​​em vários medicamentos tradicionais para diversos fins. Por exemplo, em Taiwan as folhas destacadas da árvore são usados ​​como uma erva para o tratamento de doenças do fígado .


No Suriname o chá das folhas é receitado contra disenteria e diarréia . Foi alegado que as folhas contêm agentes para a prevenção do câncer , embora não tenha sido demonstrado, e antioxidantes , além anticlastogénico . Ele é usado por criadores de peixes ornamentais, principalmente peixes betas , peixes registros , peixe e killifish , mas pode ser usado em qualquer espécie, é conhecida por suas propriedades medicinais em peixes e ajudar em seus criadores por séculos, na reprodução peixes no Taiwan ao usar as folhas secas da planta, colocando-as no aquário ou no filtro.

Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.104
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.103
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.366
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 667
  5. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.365
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