Amero

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América do Norte

O amero é uma moeda hipotética proposta para uma união monetária nos países da América do Norte; é uma ideia baseada na moeda da União Européeia, o euro.

Entre os que apoiam esta ideia ficam o C.D. Howe Institute e o Fraser Institute do Canadá. Também o Centro de Investigación para el Desarrollo A.C. (CIDAC) do México, que é dirigido por Luis Rubio, está a favor, porque o México ganharia uma maior estabilidade econômica. A moeda circularia inicialmente nos países do NAFTA. Os demais países do continente se uniriam gradualmente a ela.

Muitos têm aderido a ideia de que a criação desta moeda tenha como objetivo, definido por uma pequena sociedade majoritária, controladores de nações, de construir uma nação mundial de governo sob o comando e interesses de banqueiros e famílias de prestígio. Essa manipulação vêm sendo conduzida nessas guerras sem pretextos, no cristianismo totalmente infundado e numa mídia descaradamente mentirosa, todos trabalhando manipuladamente para entreter e persuadir o povo.

Apoio[editar | editar código-fonte]

Canadá[editar | editar código-fonte]

É argumentado que essa união monetária economizaria até $3000 milhões em transações de moeda.[1] Os mesmos autores também adicionaram que o PIB do Canadá poderia subir em até 33% em um período de 20 anos se fosse adotada a unificação monetária.

A ideia de uma moeda comum recebeu, historicamente, mais apoio no Quebec do que em outras regiões do Canadá; em uma pesquisa em 2001, mais de 50% dos entrevistados favoreceram a ideia.[2]

México[editar | editar código-fonte]

A possibilidade de uma união monetária também foi discutida no México como um passo natural no desenvolvimento do NAFTA.[3]

Apoio em outras regiões[editar | editar código-fonte]

Muitos outros níveis menores de cooperação monetária ocorreram na América. Um número de nações como a Argentina, Brasil e Canadá ligaram as suas moedas ao dólar americano e em 2000, o Equador adotou o dólar americano como a sua moeda oficial. Em vários países na América Central e no Caribe o dólar americano já é oficialmente a moeda secundária.

Também serve paralelamente em Panamá (desde a independência em 1903) e em El Salvador (desde 2001), e também de maneira não oficial em Nicarágua e Cuba.

Integração econômica é também um objetivo da União de Nações Sul-Americanas, uma organização supranacional consistindo de todas as nações da América do Sul, nos moldes da União Europeia.

Referências

  1. W.B.P. Robson and D.E.W. Laidler.. (2002). "No Small Change: The Awkward Economics and Politics of North American Monetary Integration" 29. C.D. Howe Institute.
  2. "".
  3. Fabián Muñoz El Norte (April 10, 1999). Unificarían moneda México, Canadá y EU. Visitado em 2007-09-05.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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