Amoebozoa

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Como ler uma caixa taxonómicaAmoebozoa
Chaos carolinense

Chaos carolinense
Classificação científica
Domínio: Eukaryota
(sem classif.) Unikonta
Reino: Amoebozoa
Lühe, 1913 emend.
Subgrupos

Amoebozoa é um clado de protozoários amebóides, incluindo a maioria que se move através de movimentos citoplasmáticos internos. Os seus pseudópodes têm a forma de dedo e são denominados lobopódios. A maioria são unicelulares, e são comuns no solo e em habitats aquáticos, com alguns encontrados como simbiontes de outros organismos, incluindo alguns organismos patogénicos.

Classificação[editar | editar código-fonte]

O clado Amoebozoa pode ser categorizado como supergrupo ou então filo dependendo da classificação proposta.[1] Cavalier-Smith propôs três subfilos dentro do grupo: Conosea, Lobosea e Protamoebae.[2] A monofilia do clado é baseada na análise genética da pequena subunidade ribossomal (SSU rRNA) e da análise combinada de sequências proteícas.

Patogenicidade[editar | editar código-fonte]

Trofozoítos de Entamoeba histolytica.

Várias espécies de Amoebozoa causam infecções em humanos, entre elas:

Registro de fósseis[editar | editar código-fonte]

Microfósseis (VSMs) em forma de vaso descobertos ao redor do mundo mostram que amoebozoas já existiam desde a Era Neoproterozoica. As espécies de fósseis Melanocyrillium hexodiadema, Palaeoarcella athanata e Hemisphaeriella ornata vêm de rochas com 750.000 mil anos de idade. Todos os três VSMs compartilham uma forma hemisférica, abertura invaginada e recortes regulares, que se assemelham fortemente com arcellinids modernos, que são Testate amoebae. P. athanata em particular, tem a mesma aparência do gênero Arcella existente.[3] [4]

Referências

  1. Jan Pawlowski (2008). The twilight of Sarcodina: a molecular perspective on the polyphyletic origin of amoeboid protists (PDF) (em inglês) Department of Zoology and Animal Biology, University of Geneva. Protistology. Página visitada em 10 de novembro de 2013.
  2. Cavalier-Smith, T.. (2009). "Megaphylogeny, cell body plans, adaptive zones: causes and timing of eukaryote basal radiations". Journal of Eukaryotic Microbiology 56: 26-33. DOI:10.1111/j.1550-7408.2008.00373.x.
  3. Porter, Susannah H., Meisterfeld, Ralf, and Knoll, Andrew H.. (2003). "Vase-shaped microfossils from the Neoproterozoic Chuar Group, Grand Canyon: a classification guided by modern testate amoebae" (em inglês). Journal of Paleontology 77 (3): 409–429.
  4. Porter, Susannah M.. (2006). "Neoproterozoic Geolobiology and Paleobiology" (em inglês). The Proterozoic Fossil Record of Heterotrophic Eukaryotes 27: 1–21. Dordrecht, Países Baixos: Springer. DOI:10.1007/1-4020-5202-2. Página visitada em 10 de novembro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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