Análise de balanço

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Denomina-se análise de balanço a atividade que busca identificar fatores positivos ou negativos sobre a saúde financeira e administrativa das empresas nos números divulgados em seus balanços patrimoniais.

As empresas que possuem políticas administrativas mais transparentes divulgam prévias trimestrais de seus balanços anuais de forma a possibilitar que resultados parciais possam ser avaliados antes mesmo do término do exercício em curso.

A metodologia de análise consiste em comparar valores como receita, lucro ou patrimônio líquido com o mesmo período do exercício anterior para determinar sua evolução. Também são calculados diversos indicadores de balanço, também chamados indicadores fundamentalistas,[1] que têm por objetivo identificar características não visíveis nos números puros do balanço.

As principais alterações de forma no balanço segundo o Sistema de Normalização Contabilista relativamente ao Plano Oficial de Contabilidade em Portugal[editar | editar código-fonte]

O sistema de normalização contabilística (SNC), veio trazer uma maior aproximação às normas de contabilidade internacionais, na medida em que o modelo assenta mais em princípios gerais do que em regras especificas. Assim, ele trará uma maior liberdade e simultaneamente uma maior responsabilidade.

No que respeita ao balanço, as principais alterações a salientar são.

  • Balanço mais sintético e notas mais importantes
  • Apresentação só do activo liquido
  • Separação entre activos correntes e não correntes
  • Separação entre passivos correntes e não correntes
  • Nova nomenclatura
  • Imobilizações incorpóreas = Activos fixos intangíveis
  • Imobilizações corpóreas = Activos fixos tangíveis
  • Amortização: Aplica-se apenas aos activos intangíveis
  • Depreciação: Aplica-se aos activos tangíveis
  • Existências = Inventários

No que respeita às Demonstrações de Resultados (DR), são de notar as seguintes alterações de forma:

  • Não existe separação entre rendimentos e gastos
  • Desaparecem os resultados extraordinários que passam a estar incorporados em outros rendimentos e gastos operacionais
  • Nova nomenclatura: Os custos passam a designar-se por gastos e os proveitos e ganhos assumem a denominação de rendimento.

Recomenda-se a consulta dos seguintes sites para mais esclarecimentos:

  • Comissão de normalização contabilística: www.cnc.min-financas.pt
  • Comissão do mercado de valores mobiliários (CMVM): www.cmvm.pt
  • Ordem dos revisores oficiais de contas (ROCs): www.oroc.pt


Referências

  1. Carlos Alberto Debastiani, Felipe Augusto Russo "Avaliando Empresas, Investindo em Ações" (2008), Novatec
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