Anamnese (filosofia)

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Anamnese, (em grego antigo: ἀνάμνησις anamnésis) na filosofia de Platão, consiste no esforço progressivo pelo qual a consciência individual remonta, da experiência sensível para o munda das ideias.1

Fédon[editar | editar código-fonte]

Para Platão, a morte é uma projeção para o desconhecido, porém, ao mesmo tempo, ele aponta para este desconhecido, mostrando que lá está a possibilidade de se conhecer o que é pleno, (tò íson, o igual em si mesmo)2 , neste escrito Sócrates afirma que o saber é uma rememoração, isto é, que o aprender é recordar, uma derivação do mesmo raciocínio sobre a morte como realização da filosofia, pois, se o viver provém do que está morte, então o que aprendemos vivendo é uma recordação da morte de onde viemos.3

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Referências

  1. Hilton Japiassú, Danilo Marcondes. Dicionário básico de filosofia. [S.l.]: Zahar, 1996. p. 10. ISBN 978-85-378-0341-7
  2. Platão, Fédon, 72b
  3. Custódio Almeida. Hermenêutica e dialética: dos estudos platônicos ao encontro com Hegel. [S.l.]: EDIPUCRS, 2002. p. 123. ISBN 978-85-7430-243-0