Andaluzita
| Andaluzita | |
|---|---|
| Classificação Strunz | VIII/B.02-20 |
| Fórmula química | Al2SiO5 = Al[6]Al[5]OSiO4 |
| Propriedades cristalográficas | |
| Sistema cristalino | Ortorrômbico - Dipiramidal |
| Hábito cristalino | {{{hábito}}} |
| Classe de simetria | |
| Parâmetros da célula | a = 7,79 b = 7,9 c = 5,56 |
| Grupo espacial | Pnnm |
| Propriedades físicas | |
| Densidade | 3,15 g/cm³ |
| Dureza | 7,0 a 7,5 |
| Clivagem | 3 |
| Fratura | |
| Cor | castanho, verde, rosa, violeta e vermelho |
| Brilho | Vítreo |
| Opacidade | |
| Risca | Incolor |
| Ocorrência | |
| Outras | {{{outras}}} |
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A andaluzite (português europeu) ou andaluzita (português brasileiro) é um silicato de alumínio, com a fórmula química Al2SiO5.
Índice |
[editar] Ocorrência
A andaluzite (português europeu) ou andaluzita (português brasileiro) é um mineral comum em zonas de metamorfismo regional e se forma com altas pressões e/ou temperaturas. Os minerais cianita e sillimanita são polimorfos da andaluzita, cada qual ocorrendo em regimes diferentes de temperatura-pressão, não ocorrendo pois em simultâneo na mesma rocha. É transparente, de cor variável, prismática, fortemente pleocroica e usada como gema, embora raramente tenha mais de 2 quilates. É produzida principalmente no Brasil e no Sri Lanka. Dureza 7,0 a 7,5 e densidade 3,16 a 3,20.
A quiastolita é uma variedade de andaluzita cujos cristais contêm inclusões carbonosas em forma de cruz, sendo comum em algumas rochas metamórficas.
[editar] Referências
- Branco, Pércio de Moraes, 2008, Dicionário de Mineralogia e Gemologia, São Paulo, Oficina de Textos, 608 p. il.
[editar] Detalhes
| Lustre | |
| Peso específico | 3.16 - 3.20 |
| Índice de refracção | 1.641-1.648 |
| Geminação | Lamelar |