André Matsangaíssa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

q

q


Emblem-question.svg
Este artigo ou seção pode conter texto de natureza não enciclopédica.
Justifique o uso dessa marcação e tente resolver essas questões na página de discussão.
Editor, considere adicionar a data dessa marcação. Isso pode ser feito automaticamente substituindo essa predefinição por {{subst:não enc}}.
Emblem-scales.svg
A neutralidade desse artigo (ou seção) foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.

André Matade Matsangaissa (18 de Março de 1950 — 17 de outubro de 1979) foi o primeiro comandante em chefe da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), movimento armado onde ele foi um dos fundadores, em 1975 na antiga Rodésia.

André Matsangaissa, um dissidente da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), foi morto pelas forças governamentais em Gorongosa no ano de 1979, num ataque da RENAMO a uma posição das forcas governamentais.[1]

Após a morte de André Matsangaíssa, Afonso Dhlakama assumiu a liderança da então guerrilha RENAMO, no auge da guerra civil moçambicana. Com efeito, foi a 17 de Outubro, de 1979, na Vila Paiva de Andrade, Gorongosa, que tombou o Arquitecto da Democracia Multipartidária, Lutador implacável contra o comunismo e o Monopartidarismo implantados em Moçambique. André Matsangaissa, cedo compreendeu que Moçambique só podia ser efectivamente dos Moçambicanos se estes fossem livres de escolher os seus destinos, os seus governantes, no estrito respeito às liberdades consignadas na Declaração Universal dos Direitos do Homem e dos povos, rubricada pelos países membros das Nações Unidas logo após o término da segunda grande guerra mundial, e que Moçambique ratificou logo a seguir a independência, em 1975. Foi graças à luta iniciada por ele continuada por Afonso Dhlakama e seus companheiros, que Moçambique se libertou das guias de marchas, das aldeias comunais, das cooperativas agrícolas e de consumo, das machambas do povo, campos de reeducação, praticas de chamboco, autentico “xibalo” e instrumentos desumanos da escravização do preto pelo preto. É preciso que cada Moçambicano tenha sempre presente que a luta da Renamo trouxe a liberdade religiosa, liberdade de circulação, liberdade de imprensa e de criação jornalística, liberdade de pensar diferente em suma, as liberdades que hoje estão plasmadas na Constituição da Republica, são fruto da luta da Renamo. A economia do mercado que hoje cria empresários de sucessos, é fruto da Renamo, fruto do sonho desse grande homem que a terra engoliu com a sua queda a 17 de Outubro de 1979. O sangue do comandante André, fertilizou a democracia e hoje colhemos os frutos.

eis a questão que futuro esperamos da dita frente da libertação nacional?

Referências

  1. Mozambique: Chronology of War and Peace in Mozambique www.c-r.org. Visitado em 2008-10-09.
Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.