Anexo:Cronologia da Guerra Civil Líbia

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5fd35f dot.svg Cidades controladas por forças pró-Kadhafi
550000 dot.svg Cidades controladas por forças rebeldes

MarkePunktBlau.svg Cidades sem controle estabelecido
O curso da guerra.
  Domínio rebelde em 1º março.
  Conflitos entre março e julho.
  Área tomada pelos rebeldes/novo regime em agosto.
  Área dominada pelo novo regime em 1º de outubro.
  Últimos bolsões de resistência do antigo regime.
Big battle symbol.svg Principais Campanhas. Small battle symbol.svg batalhas.

Esta é uma cronologia dos acontecimentos da Guerra Civil Líbia.

O conflito teve início no dia 15 de fevereiro de 2011, sendo que teve alguns antecedentes.

Janeiro[editar | editar código-fonte]

16 de janeiro
  • O governo de Kadhafi bloqueia o acesso ao Youtube e outras redes sociais.[1]
19 de janeiro
  • Kadhafi apoia o ex-presidente da Tunísia, Ben Ali.[2]
29 de janeiro
  • Apenas dez dias depois, Kadhafi emenda o apoio e diz estar com o povo tunisino. Tripoli lança um plano social de 17.520 milhões de euros.[3]

Fevereiro[editar | editar código-fonte]

9 de fevereiro
  • Kadhafi adverte contra "os conspiradores" da revolta e assegura que o protesto no Egito foi orquestrados pela al-Jazira e pelos serviços secretos de Israel. O líder líbio adverte que quem promova "o caos" irá "responder por isso".[carece de fontes?]
15 de fevereiro
16 de fevereiro
  • Fathi Terbil é libertado na madrugada do dia 16, mas os protestos continuaram toda a noite, e nos dias seguintes[4] .
17 de fevereiro
  • A repressão do "dia da fúria" contra o regime deixa pelo menos 20 mortos na Líbia.[5]
18 de fevereiro

Uma fuga em massa de prisioneiros foi registrada pela manhã em uma penitenciária de Bengazi[6] .

19 de fevereiro
  • Os mortos na repressão dos protestos ascendem já a 84 pessoas.[7]

A cidade de Aydabiya declarou-se "cidade livre do regime de Kadhafi[8]

Protestos de oposição do lado de fora da Casa Branca em Washington no dia 19 de fevereiro de 2011.
  • A Líbia envia unidades militar de elite para restabelecer o controlo, para a cidade de Bengazi[7] . Testemunhos descrevem cenas de caos, como quando franco-atiradores do exército dispararam sobre os manifestantes e estes se defenderam com paus e pedras.
  • Alguns veículos blindados foram incendiados nas ruas. O governo da Turquia assegurou que os eventos na Líbia atingiram proporções alarmantes e que enviará aviões para evacuar os seus cidadãos.
  • O serviço de internet foi cortado.
  • Os comitês revolucionários ameaçaram os manifestantes oposicionistas com uma resposta “violenta e fulminante”.
  • Manifestantes capturaram dois policiais e os enforcaram em Al-Baida, segundo o jornal “Oea”, próximo a Seif Al Islam, filho de Kadhafi.[9] .
20 de fevereiro
  • Saif al Islam Kadhafi, filho do líder líbio Muamar Kadhafi, disse em entrevista à televisão, que a Líbia está à beira de uma guerra civil e que a violência é resultado de um "complô estrangeiro".
  • À noite foram ouvidos intensos disparos em vários bairros de Trípoli.
  • Houve combates em Bengazi, Al-Baida e outras cidades no leste da Líbia (Cirenaica), nos quais manifestantes tomaram armas dos militares.
  • Na Venezuela foram negados boatos que diziam que Muamar Kadhafi teria viajado para aquele país[10] .
  • O representante permanente da Líbia na Liga Árabe, Abdel Moneim al Honi, demitiu-se do cargo para "se unir à revolução" e protestar contra "a repressão e a violência contra os manifestantes"[11] .
21 de fevereiro
  • Segundo a organização internacional Human Rights Watch, o número de mortos desde o início dos protestos chega a 233. Em resposta, o filho de Muammar Kadhafi, Seif Al Islam Kadhafi, afirmou que essa informação é equivocada e que serve apenas para desestabilizar a ordem o país. Seif Al Islam Kadhafi diz que, caso a Líbia caia nas mãos separatistas, ela "irá se partir em pequenos emirados, controlados por regimes islâmicos, como existia há 60 ou 70 anos".[12]

O ministro da justiça, Mustafa Mohamed Abud Al Jeleil, também chamado de Jalil, renuncia.[13]

  • O preço do petróleo do tipo Brent subiu 1,75%, atingindo US$ 104,57, maior nível desde o início da crise econômica, em 2008[14] .
  • O embaixador líbio na Índia, Ali al-Issawi, decidiu deixar o cargo em protesto contra o uso de violência por parte do governo e afirmou que mercenários estrangeiros foram mobilizados para atuar contra cidadãos líbios, o embaixador líbio na China também renunciou[15] .
  • O vice-embaixador da Líbia junto das Nações Unidas, Ibrahim Dabbashi, acusou o líder do país, Muammar Kadhafi, de ter declarado guerra ao povo do país, que pede a sua saída do poder[16] .
  • A sede central do governo líbio (local onde se reúne o Congresso Geral do Povo, ou Parlamento) e o prédio que abriga o Ministério da Justiça em Trípoli foram incendiados[17] .
  • Surgem rumores de que aviões militares foram empregados para contra manifestantes em Trípoli[18] , que foram contestados por Saif al Islam Kadhafi, filho de Muhamar Kadhafi, que afirma que os aviões militares bombardearam apenas depósitos de armas, longe das zonas urbanas[19] .
22 de fevereiro
  • Kadhafi aparece na TV e diz que não fugiu da Líbia [20] .
  • Milhares de estrangeiros tentam deixar a Líbia [21] .
  • Abdul Fatah Yunis, Ministro do Interior, que foi um coronéis que participou do golpe que colocou Kadhafi no poder em 1969, renuncia, afirmando que o bombardeamento da população civil foi o que me fez unir à revolução. Nunca imaginei que chegaríamos a disparar contra o nosso povo. A Líbia de Muammar Kadhafi desmoronou-se e o regime atraiçoou a revolução.[22] .
24 de fevereiro
  • Gaddafi diz que só deixa o país se estiver morto. Ele diz que os manifestastes fazem parte de grupos terroristas ligados a Bin Laden e a al-Qaeda.[23]
  • O barril do petróleo tipo Brent é negociado em Londres com uma máxima de US$ 119,79 (alta de 8,54%)[24] .
  • Venezuela diz que há interesses estrangeiros na crise líbia[26] [27] .
26 de fevereiro
  • A Organização das Nações Unidas se reuniu para tentar acabar com a violência no país. Uma das decisões tomadas pelo Conselho de Segurança impõe que não sejam mais vendidas armas para a Líbia e que Kadhafi não possa mais ter acesso aos seus bens, decisão apoiada pelos Estados Unidos.[29]
  • É anunciada a formação de um governo oposição.[30] Abdul Nafa Moussa, o general das Forças Armadas da Líbia, pede que o exército se volte contra Kafhafi.[31]
  • Governo da Líbia arma civis para combater manifestantes[32] .
27 de fevereiro
  • Já passa de cem mil o número de pessoas que deixaram a Líbia por causa dos protestos. A Agência de Refugiados da ONU informa que a maioria são imigrantes ilegais que deixaram o país para refugiarem-se em países vizinhos, migrando para outros países africanos ou voltando para seus países de origem.[33] [34] Navio com 148 brasileiros consegue chegar à Grécia dois dias após deixar a Líbia.[35] Robert Mugabe, líder no Zimbábue, diz que apoia Kadhafi e que pretende ajudá-lo. Enviou tropas para Líbia com essa finalidade. A Inglaterra afirma que Muammar Gaddafi poderia fugir para o Zimbábue se não houvesse outra possibilidade em seu país.[36]

A oposição controla a cidade de Zauia, a cinquenta quilômetros da capital da Líbia, Trípoli. Nessa última semana, confrontos entre as forças leais ao dirigente líbio Kadhafi e os oponentes do governo deixaram 23 mortos e 44 feridos.[37] Kadhafi diz que a ONU não deve interferir em assuntos do governo líbio e que, por enquanto, o país não está em guerra. Kadhafi diz que a população o apoia e que apenas pequenos grupos rebeldes são contra o seu governo.[38] Kadhafi também disse que combaterá os grupos rebeldes e que não sairá do poder.[39]

  • Tropas leais à Kadhafi, lançaram uma contraofensiva no território controlado pelos insurgentes no leste do país, e retomaram a cidade de Ras Lanuf, que fica na metade do caminho entre Trípoli e Bengazi.[40]
28 de fevereiro
Opositores de Gaddafi fazendo comício em cima de um tanque de guerra em Benghazi
  • A União Europeia aprova a proibição da venda de armas, incluindo gás lacrimogênio ou qualquer outro equipamento que possa ser usado contra os manifestantes, para a Líbia e o o congelamento dos bens de Kadhafi. As decisões valem para Kadhafi e mais vinte e cinco membros da sua família. As decisões tomadas são semelhantes às anunciadas pelos Estados Unidos em 26 de fevereiro de 2011.[41] Os Estados Unidos reposicionam seus aviões, navios e militares ao redor da Líbia.[42] Conforme a secretária de estado norte-americana Hillary Clinton, os navios poderão ser usados para missões humanitárias e para resgate.[43] Kadhafi diz que o povo o ama e morreria para protegê-lo.[44]

Março[editar | editar código-fonte]

1 de março
  • A ONU alerta para os problemas com imigrantes ilegais na fronteira entre Líbia e Tunísia. Estima-se que mais de 70 mil pessoas já passaram pela fronteira entre os dois países buscando refúgio dos confrontos entre grupos pró-Gaddafi e opositores.[45] Milhares de pessoas ficam esperando a liberação para passar em um muro de concreto que divide os dois países, outras tentam escalá-lo. Os soldados que cuidam da fronteira permitem, a cada algumas horas, a passagem de um grupo de imigrantes líbios.[46] No Egito, a situação é parecida, mais de 60 mil pessoas já cruzaram a fronteira fugindo dos protestos desde o dia 19 de fevereiro de 2011.[45] A situação nessa fronteira atingiu um nível de crise. Kadhafi enviou forças de segurança para a fronteira. O temor de uso de violência contra manifestantes aumenta.[47] A ONU suspende a Líbia do conselho de direitos humanos, por unanimidade e consenso, após a repressão que ocorre no país.[48]
2 de março
  • O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad desencoraja a intervenção do ocidente na crise árabe.Disse que os povos árabes "cavarão cova" dos soldados ocidentais.[49] A França envia aviões e um navio para a fronteira líbia para retirar egípcios.Os aviões e navios carregarão pelo menos cinco mil refugiados em menos de uma semana.[50] O Conselho Nacional Líbio, que reúne os rebeldes anti-Gaddafi pedem um ataque aéreo dos países estrangeiros aos "mercenários".O porta-voz do conselho Hafiz Ghoga diz que acredita que o Níger, Mali e Quênia estariam mandando tropas para apoiar Gaddafi.Também disse que iriam para o oeste do país, caso Gaddafi se recuse a renunciar.[51] Um avião militar bombardeia a cidade de Brega, onde estavam comemorando sua vitória contra tropas oficialistas. O ataque não causou nenhuma vítima, mas abriu duas crateras de cerca de vinte metros na cidade.[52] Dois navios de guerra americanos chegam no Mar Mediterrâneo, rumo á Líbia.Conforme os americanos, esses navios são apenas para serviços humanitários, ajudando pessoas em situação de risco ou então entregando ajuda ao país.[53]
  • Kadhafi faz um discurso de quase três horas para partidários na comemoração do 34º aniversário do advento do "poder das massas" na Líbia[56] .
3 de março
  • Aviões oficialistas voltam a bombardear cidade de Brega. As instalações foram bombardeadas, o que provocou quatro mortes.[58] O Tribunal Penal Internacional vai investigar Gaddafi e vários altos dirigentes na Líbia, por causa de crimes contra a humanidade.A OTAN informou não ter a intenção de intervir na Líbia.[59] Hugo Chávez propôs uma tentativa de negociação para a paz na Líbia,[60] mas os rebeldes(opositores de Gaddafi) recusam mediação, alegando ser tarde demais para negociações.[61] O governo da Líbia diz que o embargo imposto pela ONU foi baseado em fatos incorretos e notícias tendenciosas vinculados por diferentes meios de comunicação.[62] Barack Obama declarou que Gaddafi deve renunciar e que seu regime perdeu legitimidade.[63]
4 de março
  • Filho da Gaddafi, Saif al-Islam, disse que ao canal britânico Sky News que o bombardeio contra o porto de Brega pretendia assustar rebeldes.Também disse que o governo fará de tudo para que o porto não passe nas mãos dos rebeldes.[64] O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados da ONU disse que a Fronteira entre a Líbia e a Tunísia está sendo controlada por forças leais a Gaddafi.Também disseram que 12.500 pessoas estão bloqueadas na fronteira com a Tunísia depois de uma fuga e aguardam uma operação de retirada.[65] Fidel Castro elogiou a proposta de Hugo Chávez de mediar a crise na Líbia, sem intervenção da OTAN.[66] Forças aliadas de Gaddafi usaram gás lacrimogênio contra os manifestantes em Trípoli.Não há relatos de feridos.[67] A cidade de Zawiyah foi retomada por governistas, após vários dias em poder dos rebeldes.[68] A Interpol lançou um alerta internacional contra Gaddafi e mais 15 líbios, incluindo membros de sua família e assessores íntimos, por causa de envolvimentos em ataques contra a população líbia.[69] .Os confrontos entre as forças de Gaddafi e os rebeldes, na cidade de Zawiyah, matou 30 civis e o chefe rebelde.[70] A Líbia já está sem internet há mais de 24 horas.Empresas afirmam que a internet cessou abruptamente no país.[71]
  • A ofensiva rebelde avança em direção à Sirte, são tomados o lugarejo de al-Uqaylah[72] e Ras Lanuf, onde está localizada uma grande refinaria de petróleo e um porto, na tomada de Ras Lanuf ocorreram intensos combates[73] .
5 de março
  • Forças da Gaddafi lutam pela cidade de Zawiyah. Segundo agências, a cidade está cercada pelas forças oficialistas.[74] A ALBA apoiou a proposta do Hugo Chávez de mediar a crise na Líbia, com a finalidade de evitar a agressão militar da OTAN.[75] [76] Um relatório das Nações Unidas diz que mais de 190 mil pessoas fugiram da Líbia, por causa da violência.[77] Os jornalistas estrangeiros estão impedidos de deixar o hotel.A internet está bloqueada e há ameaças de prisão.[78]
  • Rebeldes criam comitê de crise liderado por Mahmoud Jebril, um intelectual líbio que esteve envolvido com um projeto chamado "Visão Líbia" antes trás da revolta para estabelecer um estado democrático e também é integrado por: Omar Hariri, um dos oficiais que fez parte do golpe de Kadhafi em 1969 e que foi preso mais tarde; Ali Essawi, antigo embaixador na Índia; Ahmed Zoubeir, um dissidente do regime de Kadhafi, que passou quase 30 anos na prisão; Fathi Terbil, professor de ciência política; Selwa Adrilli e Fathi Baja[80] [81] .
6 de março
  • Gaddafi disse que milhares de líbios invadirão a europa, sem ninguém para detê-los.[82] Gaddafi também disse que retomou algumas cidades na Líbia, que estavam em poder dos rebeldes, mas os rebeldes negam. Os tanques das forças leais a Gaddafi abriram fogo na cidade de Misrata, a 150 quilômetros a leste de Trípoli.[83]
  • A TV líbia anuncia supostas vitórias das tropas oficialistas em direção à Bengasi, Tobruk, Misrata e Ras Lanuf, que teriam sido recuperadas das mãos de "grupos terroristas". Em Trípoli manifestantes saem às ruas para comemorar, a TV líbia também exibiu imagens de "manifestações de alegria" em Sirte e em Sabha. No entanto tais eventos foram negadas pelos rebeldes[84] , sendo confirmada vitória oficialista apenas em Bin Jawad [85] .
  • O Conselho Nacional transitório, órgão criado pelos rebeldes com o objetivo de fazer a transição política na Líbia, abriu uma conta no Twitter para se comunicar com os meios de comunicação nacionais e estrangeiros de forma direta[86] .
7 de março
  • Gaddafi propôs um encontro entre os rebeldes e o Parlamento para discutir um acordo para viabilizar sua renúncia, mas a proposta foi rejeitada pelos rebeldes[87] .
8 de março
  • Cresce apoio a criação de zona de exclusão aérea sobre a Líbia[88] .
9 de março
  • Kadhafi envia emissários ao Cairo, Lisboa e Bruxelas[89] e em entrevista à TV turca acusou o ocidente de querer roubar o petróleo da Líbia[90] .
10 de março
  • A França reconhece o Conselho Nacional de Transição, que reúne a oposição ao regime de Kadhafi, como único “representante legítimo do povo líbio”[92] .
11 de março
  • Venezuela critica intervencionismo e arrogância contra Líbia[94] .
  • Berlusconi admite possível erro de cálculo com Kadafi[95] .
12 de março
  • Liga Árabe decide apoiar imposição de zona de exclusão aérea na Líbia, votaram contra essa decisão apenas Argélia e Síria, também foi decidido estabelecer um contato formal com o Conselho Nacional da Líbia, formado pelos opositores do líder Muamar Kadhafi[97] . Por sua vez o Conselho rebelde acusou Síria e Argélia de apoiarem Kadhafi[98] .
  • As forças leais à Muamar Kadafi continuam a avançar na direção leste da Líbia, empurrando a linha de frente para 20 quilômetros a leste de Ras Lanuf, se aproximando de Al-Gayla[99] .
  • Em Guiné-Bissau ocorreu uma pequena manifestação de solidariedade ao líder líbio Muammar Kadhafi[100] .
13 de março
  • Forças leais à Muamar Kadafi tomam a cidade de Brega, onde está localizado um importante porto e complexo petrolífero[101] .
14 de março
  • Forças leais à Muamar Kadafi tomam a cidade de Zuwarah, cidade do oeste da Líbia a 100 quilômetros da capital, Trípoli[102] .
  • O primeiro-ministro turco, Tayyip Recep Erdogan, que se opõe a uma intervenção da OTAN aconselhou Muammar Kadhafi a nomear um presidente que goze de apoio popular, para tentar resolver a crise em que o país está mergulhado[103] .
16 de março
  • Rebeldes líbios capturam petroleiro de 25 mil toneladas[105] .
17 de março
  • Confronto entre tropas rebeldes e pró-Kadhafi na cidade de Ajdabiyah deixa mais de trinta civis mortos. A cidade já foi cercada pelas tropas oficialistas, rebeldes tentam conter o domínio.[106] Kadhafi anunciou que as suas tropas seriam enviadas a Benghazi para conter a revolta. Em anúncio por rádio, Kadhafi avisou que os traidores seriam expulsos e que os civis que não estão envolvidos com a revolução não deveriam temer.[107] O vice-chanceler do país afirmou no dia seguinte que as tropas não invadiriam a cidade.[108]

A ONU diz que tomou todas as medidas necessárias para proteger os cidadãos líbios das tropas de Kadhafi.[109]

18 de março
  • O vice-chanceler líbio, Khaled Kaim, afirmou que as tropas do governo Kadafi não entrarão na cidade de Benghazi e que o seu posicionamento respeita o cessar-fogo imposto pela Organização das Nações Unidas. O vice-chanceler também disse que não há intenção de atacar os rebeldes[108] . Khaled chamou o secretário-geral da ONU a enviar uma missão de verificação, que, também verificaria os crimes perpetrados pela oposição, também teriam sido convidados observadores de Malta, Turquia, Alemanha e China[111] .
19 de março
  • Na madrugada[112] , forças leais a Muamar Kadhafi lançaram uma grande ofensiva contra Benghazi e alguns obuses caíram no centro, sobretudo na Avenida Gamal Abdel Nasser, os violentos confrontos ocorreram em Foweihat, a 5 quilômetros do centro.[113] Durante os combates um avião rebelde foi derrubado[114] . Em decorrência dos bombardeios, centenas de pessoas fugiram da cidade.[115]
  • O confronto foi vencido pelos rebeldes, que afirmaram ter matado pelo menos 19 membros das forças oficialistas, capturado um número não determinado de inimigos, conseguido deter o avanço inimigo nos arredores da cidade, apreendido uma grande quantidade de material militar (pelo menos sete tanques e sete lança-mísseis), além de ter destruídos outros veículos militares[116] .
  • Por sua vez, o governo líbio afirmou que fora vítima de um ataque a oeste de Benghazi[117] .
  • Após realizarem missões de reconhecimento[118] , aviões franceses (Rafale e Mirage 2000) dispararam contra um veículo líbio que pertencia claramente às forças leais a Kadhafi, às 16h25min no GMT (13h25min em Brasília, GMT -3:00), após esse primeiro ataque, aviões franceses realizaram outros três bombardeios, destruindo vários tanques do Exército líbio na região de Benghazi[119]
  • Civis partidários de Kadhafi formaram escudo humano em torno de casa de Kadhafi em Trípoli.[120]
  • EUA, Reino Unido, Canadá e Itália também realizaram ataques[121] [122] , mais de 110 mísseis Tomahawk foram disparados[123] nas primeiras horas da ofensiva que foi denominada como Odisseia do Amanhecer[124] [125] . Kadhafi desrespeitou o cessar-fogo imposto pela ONU. Alain Juppé disse que as decisões contra Kadafi vão até que o regime líbio cumpra as decisões do Conselho de Segurança.
  • A Líbia denunciou que civis foram atingidos nos ataques da Odisseia do Amanhecer[126] , em represália, Kadhafi ameaçou atacar objetivos civis e militares no Mar Mediterrâneo e afirmou que vai abrir os depósitos de armas para permitir ao povo defender a Líbia[127] , por outro lado, a Líbia solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas[128] . A AFP divulgou trecho carta de Kadhafi dirigida à Barack Obama, na qual Kadhafi afirma que mesmo se houver uma guerra entre a Líbia e os Estados Unidos, Obama continuará a ser o seu filho e continuará a amá-lo. Kadafi trata o presidente como honrado Barack Hussein Obama.[129]
  • Kadafi diz que irá responder militarmente o ataque dos países ocidentais à Líbia. Pretende armar os civis para que defendam a nação. O dirigente reconhece a situação de calamidade por que passa o seu país e afirma que ele se tornou um campo de guerra. Informações da televisão estatal do país, portanto não confirmadas por um órgão neutro, dizem que Njela, um avião francês que participa da coalizão ocidental contra a Líbia, havia sido abatido por baterias antiaéreas militares.[130]
Menina segura cartaz em Benzazi em que se lê "as tribos da Líbia são um grupo".
20 de março
  • Kadafi diz que ele e seu povo estão armados e prontos para lutar pela Líbia. O dirigente prevê que a guerra em seu país será longa e diz que não permitirá que o Ocidente roube o petróleo líbio.[131]
  • As autoridades líbias afirmam que morreram pelo menos 64 civis neste primeiro dia de bombardeios, aos quais que se somam mais de 100 feridos[133] .
  • Porta-voz do conselho rebelde afirma mais de 8 mil rebeldes foram mortos nos confrontos do último mês][134] .
  • Ban Ki-moon apela à Líbia que cumpra promessa de cessar-fogo[135] , anunciado para valer a partir das 19:00 GMT[136] .
  • EUA negam que objectivo da operação seja derrubar Kadhafi[140] .
  • Os aviões franceses que sobrevoaram a Líbia não bombardearam as forças de Muammar Kadafi, pois não detectaram ameaça a civis[141] .
21 de março
  • Putin compara intervenção na Líbia às cruzadas medievais[147] .
  • Kadafi pede que líbios façam marcha pacífica em direção a Benghazi[149] [150] .
22 de março
  • Muamar Kadafi fez pela noite uma aparição em público em sua residência de Bab el-Aziziya, em Trípoli, na qual fez um breve discurso para simpatizantes, transmitido pela TV, no qual prometeu vitória[152] .
23 de março
25 de março
  • Representantes do governo líbio manifestam-se favoráveis ao plano de paz proposto pela União Africana [154] [155] , que prevê um período de transição na Líbia, que leve a eleições democráticas.[156]
26 de março
  • França derruba cinco aviões de combate Galeb e dois helicópteros de combate MI-35 das forças leais ao líder líbio Muammar Kadhafi[158] .
  • A coligação internacional efetuou ataques aéreos intensivos contra as forças oficialistas nos 400 km de estrada que ligam Ajdabiyah a Sirte[159] .
27 de março
  • Rebeldes retomaram quase sem resistência Ras Lanuf e Ben Jawad, localidades que se encontravam praticamente desertas, a partir de Ben Jawad desviaram sua marcha para o sudoeste em direção a localidade de Naufaliya[160] [161] .
28 de março
  • Coalizão internacional atinge uma das principais unidades do exército pró-Kadhafi.[164]
  • Turquia se oferece para mediar cessar-fogo na Líbia[165] .
29 de março
30 de março
31 de março
  • O Vaticano denunciou que bombardeios das forças ocidentais mataram pelo menos 40 civis em Trípoli[172] .

Abril[editar | editar código-fonte]

1 de abril
  • Rebeldes propõem um cessar-fogo que foi rejeitado por Kadhafi.[173]
2 de abril
  • Rebeldes anunciam que tomaram a cidade de Brega.[175]
Destruição causada por ataques de aviões franceses.
3 de abril
  • Vigário apostólico de Trípoli pede fim dos bombardeamentos.[178]
  • Oficialistas forçam recuo rebelde em Brega.[181]
  • Ofensiva oficialista causa 32 mortes em Kotla.[182]
  • Aviões franceses destroem blindados do Exército líbio em Ras Lanuf.[183]
  • Emissário de Kadhafi se reúne com primeiro-ministro grego.[184]
4 de abril
  • Em divulgação pela rede Al Jazira, Abdel Ati al-Obeidi, vice-ministro das Relações Exteriores da Líbia, afirmou que o governo Kadhafi deseja negociar um cessar-fogo com os rebeldes para acabar com os confrontos no país.[185]
  • Turquia recebe emissário de Kadhafi e se manifesta a favor do cessar-fogo.[186]
  • Governo líbio diz está disposto a promover eleições e uma reforma em seu sistema político.[187]
5 de abril
  • Petroleiro aporta em Tobruk para fazer o primeiro carregamento de petróleo na região controlada pelos rebeldes.[190]
  • Abdelati Obeidi é nomeado como novo chanceler da Líbia após a saída de Moussa Koussa, que fugiu do país para se refugiar em Londres, no Reino Unido. Antes da nomeação Obeidi era ministro de Estado para Assuntos Europeus.[192]
6 de abril
  • Ataques aéreos à Líbia são complicados pela presença de civis, diz Alain Juppe, ministro das Relações Exteriores da França. A Otan deve promover os ataques com cautela para evitar a morte de civis líbios.[193]
  • Kadhafi envia carta à Obama, na qual pede fim dos ataques à Líbia.[194]
  • Oficialistas atacam campos petrolíferos sob controle dos insurgentes.[196]
7 de abril
  • Rebeldes são atingidos por fogo amigo da Otan.[199]
  • General dos Estados Unidos vê risco de impasse no conflito.[201]
8 de abril
  • Rebeldes líbios pintaram o teto de veículos com tinta rosa brilhante para evitar novos incidentes de fogo amigo[202] .
9 de abril
  • Otan destrói 17 tanques das forças oficialistas[203] e força um caça Mig-23 rebelde a aterrissar[204] .
10 de abril
  • Otan destrói 25 tanques das forças oficialistas[205] .
11 de abril
  • O ex-chefe da diplomacia líbia, Mussa Kussa, advertiu nesta segunda-feira que a Líbia pode se converter em "uma nova Somália"[210] .
14 de abril
  • EUA rejeitam pedido para retomar bombardeios na Líbia [215] .
  • Espanha não quer aumentar participação militar na Líbia [216] .
15 de abril
  • Canadá anuncia que não enviará mais aviões para Líbia até as eleições[219] .
17 de abril
20 de abril
  • Oficialistas propõem realização de eleições no prazo de seis meses após possível cessar fogo[221] .
21 de abril
  • Rebeldes tomam posto de controle na fronteira com a Tunísia[222] .
22 de abril
  • Rebeldes tomam edifícios utilizados por franco-atiradores oficialistas em Misrata[223] .
24 de abril
  • O Papa Bento XVI defende solução da crise por meio diálogo[225] .
25 de abril
  • A Argélia acredita em solução para a Líbia sem renúncia de Kadhafi[227] .
26 de abril
28 de abril
29 de abril
  • A Otan afirma que desde 31 de março, destruiu, pelo menos, 220 tanques e veículos armados, setenta lança-mísseis e duzentos depósitos de munição.[232]
30 de abril
  • Kadhafi, em pronunciamento pela televisão estatal, propõe negociar o cessar-fogo sem nenhuma pré-condição como sua rendição ou seu exílio, mas proposta é rejeitada por rebeldes e pela Otan.[234] [235]
  • Kadhafi diz que qualquer barco ou navio que tentar aportar no porto de Misrata será atacado.[239]
  • Ataque da Otan à casa do filho de Kadhafi, Saif al-Arab Kadhafi, causa a morte do rapaz e de três netos do líder líbio.[241] Kadhafi, que possivelmente estaria no local, saiu ileso.[242] [243] [244] Em Bengazi, rebeldes festejaram a morte de familiares de Kadhafi.[244]

Maio[editar | editar código-fonte]

5 de maio
  • Governo líbio diz que pedido para Kadhafi deixar o poder é imoral.[245]
6 de maio
  • Líbia diz que desviar seus investimentos em outros países para ajudar os rebeldes é um ato de pirataria.[246]
  • Governo líbio promove conferência nacional de tribos, que pedem fim da insurreição armada.[248] [249]
9 de maio
  • Rebeldes rompem linha oficialista à oeste de Misrata.[250]
11 de maio
15 de maio
  • Baghdadi Mahmudi, primeiro-ministro da Líbia, oferece trégua para que a OTAN anunciar imediatamente o cessar-fogo.[252]
16 de maio
  • OTAN rejeita oferta de trégua por parte da Líbia e bombardeia centro petrolífero de Ras Lanuf, provocando um vazamento de combustível nesse território.[253]
  • Sergei Lavrov, chanceler russo, disse que a Rússia receberá representantes do ditador Kadhafi e dos rebeldes para tentar chegar a um acordo de paz entre ambos os lados. Lavrov disse que o governo russo quer por fim ao "banho de sangue" por um meio "canal político". O chanceler disse também que condena os ataques partidos da OTAN, ele lembra que, no conselho de segurança da ONU, a única decisão foi a de estabelecer uma zona de exclusão aérea e que ataques não estavam previstos.[254] [255]
  • Explosões foram sentidas por jornalistas em Trípoli. O alvo dos bombardeios seria, possivelmente, a residência de Kadhafi.[256]
  • Procurador do Tribunal Penal Internacional, TPI, pede a prisão de Kadhafi por crimes contra a humanidade.[257]
  • O ministro italiano de Relações Exteriores, Franco Frattini, disse que o mandado de prisão deve ser cumprido em até um mês.[257]
17 de maio
  • A Líbia considerou "incoerente" o mandado de prisão a Kadhafi, dizendo que ele teria sido baseado em "informações da mídia" que não correspondem à realidade do país.[258]
  • Ministro do Petróleo, Shokri Ghanem, foge do país e se abriga na Tunísia. A rede Al-Jazira disse que um guarda fronteiriço confirmou a deserção. O Conselho Nacional de Transição líbio também acredita que o ministro tenha saído do país. Essa notícia não foi confirmada pelo governo líbio.[259] [260]
26 de maio
  • Rebeldes anunciam que planejam realizar eleições dois anos após a queda de Kadhaffi [263] [264] .
29 de maio
30 de maio

Junho[editar | editar código-fonte]

2 de junho
6 de junho
7 de junho
8 de junho
  • Oficialistas lançam grande ofensiva contra Misrata, registram-se 14 mortos e 26 feridos nas fileiras rebeldes[273] [274] .
  • Publicada pesquisa que indica que 6 em cada 10 norte-americanos se opõe a participação dos EUA no conflito[276] .
10 de junho
  • A Turquia oferece ajuda para que Kadhafi deixe a presidência da Líbia. O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan disse que o ditador "não tem outra opção" e sugere que aceite a oferta do país.[277] [278] [279]
  • Forças leais a Kadhafi atacam a cidade de Misrata e, por informações da Reuters, deixam dez mortos. Outras fontes citam mais de trinta mortos.[280] [281]
  • Rebeldes denunciaram ataques de Kadhafi a Zintan e disseram que a OTAN não faz o suficiente para detê-las.[281]
11 de junho
12 de junho
14 de junho
16 de junho
  • Filho de Khadafi reitera proposta de realização de eleições na Líbia[288] [289] .
22 de junho
24 de junho
  • Troca de prisioneiros indica início de conversações[293] .

Julho[editar | editar código-fonte]

1 de julho
  • Realizada em Trípoli grande manifestação pro-regime[296] [297] .
6 de julho
14 de julho
  • Human Rights Watch acusa rebeldes de realizarem incêndios criminosos, saques e espancamento de civis nas áreas recentemente capturadas[299] [300] . Mahmoud Jibril, presidente do conselho executivo do Conselho Nacional de Transição, disse que as reclamações representavam apenas uns poucos incidentes, que seriam objeto de investigação e que os responsáveis seriam levados à justiça. O coronel El-Moktar Firnana, que era o comandante militar rebelde nas Montanhas Nafusa, admitiu que alguns abusos tinham ocorrido, mas disse que tais ataques violaram as ordens emitidas para não atacar civis ou provocar danos contra civis, e, também afirmou que algumas pessoas haviam sido punidas, sem dar maiores detalhes[301] .
28 de julho
29 de julho
31 de julho
  • Rebeldes derrotam mílícia oficialista em Benghazi, que dias antes havia libertado 300 oficialistas da prisão[307] .

Agosto[editar | editar código-fonte]

1 de agosto
4 de agosto
6 de agosto
11 de agosto
  • Tunísia manda exército reprimir contrabando de combustível para a Líbia.[311] .
12 de agosto
13 de agosto
14 de agosto
17 de agosto
18 de agosto
19 de agosto
20 de agosto
  • Rebeldes fecham o cerco a Kadhafi e cercam Trípoli.[326]
  • Moradores de Trípoli podem ouvir tiros e explosões partidos de diversas localidades.[326]
21 de agosto
  • Rebeldes anunciam início da tomada de Trípoli.[327]
  • A Internet volta a estar disponível na Líbia após cinco meses de bloqueio.[328]
  • Kadhafi pede, por áudio, à população de Trípoli que lute "até a última gota de sangue" para defender a cidade.[329]
22 de agosto
Noticiário no Brasil sobre a tomada de Trípoli.
  • Rebeldes tomam Trípoli.[330]
  • A tomada de Trípoli é festejada em vários países do mundo árabe.[330]
  • Após a tomada de Trípoli, Kadhafi some.[331]
23 de agosto
  • Rebeldes saqueiam o quartel-general de Muammar Gaddafi e seus complexos governamentais e residenciais.[332]
  • Muammar Gaddafi ressurge prometendo "morte ou vitória".[334]
24 de agosto
  • Rebeldes dizem controlar 95% da Líbia.[336]
25 de agosto
  • Rebeldes dizem ter cercado lugar onde Gaddafi está escondido.[338]
  • Gaddafi pede que a população marche por Trípoli para "purificar" a cidade e que "agentes estrangeiros" sejam expulsos do país.[340]
29 de agosto
  • Mulher e três filhos de Kadhafi refugiaram-se na Argélia[341] .
  • União Africana denunciou execução indiscriminada de negros na Líbia[343] . Esse comentário se somou às denúncias de grupos internacionais de defesa dos direitos humanos que informaram a ocorrência de espancamentos e detenções indiscriminadas de imigrantes procedentes de países da África subsaariana. Abdel-Hafiz Ghoga, porta-voz do CNT, repudiou as acusações[344] [345] [346] .
31 de agosto
  • A Anistia Internacional afirmou temer que combatentes ligados ao regime deposto sofram maus tratos, relatando que até mesmo pessoas que estavam internadas em hospitais foram tiradas de seus leitos e presas.[347]

Setembro[editar | editar código-fonte]

1 de setembro
  • Foi aberta reunião de cúpula em Paris que reuniu líderes de diferentes países para traçar um projeto para o futuro da Líbia e estabelecer as medidas necessárias para promover a reconstrução do país.[348]
  • A Rússia reconheceu o novo regime, a medida teria como objetivos: aumentar a influência sobre influência nos projetos de reconstrução pós-guerra e proteger os interesses petrolíferos.[350] [351] .
2 de setembro
  • Novo regime anunciou prazos para a realização de eleições: oito meses para a eleição de uma assembleia constituinte e vinte meses para a realização de eleições. O termo de início desses prazos seria a data do desbloqueio de 15 bilhões de dólares. Foi dado um ultimato para o dia 10 de setembro para a rendição de partidários do regime deposto em Sirte.[352]
  • Novo regime nega a existência de um acordo secreto para a venda de 35% do petróleo líbio à França. Alain Juppé, chefe da diplomacia francesa, também afirmou desconhecer o acordo, mas defendeu que os países que se colocaram primeiro ao lado da oposição tenham preferência na celebração de novos contratos, declarando que a operação militar que custou caro, teria sido um investimento no futuro. Por sua vez, William Hague, chefe da diplomacia britânica, afirmou que seu país não ficaria para trás nos contratos envolvendo a reconstrução do país.[349]
4 de setembro
  • Publicado relato jornalístico que informa sobre perseguição de forças do novo regime contra os tuaregues[353]
6 de setembro
  • Relatos jornalísticos atestaram a existência de saudosistas do regime deposto em Trípoli.[354]
  • Mansour Daou, primo de de Muammar al-Gaddafi e ex-comandante da Guarda Revolucionária da Líbia, chegou a Niamey, capital do Niger, escoltado por um comboio militar, junto com outras pessoas que apoiavam o regime deposto e Agaly ag Alambo, um líder rebelde tuaregue natural do Níger. Antes da chegada desse comboio, muitos tuaregues já haviam fugido da Líbia em direção ao Níger [355] [356] .
8 de setembro
  • Novo regime estimou em 30.000 pessoas o número de mortos, em 50.000 o número de feridos e em 4.000 o número de desaparecidos.[357]
  • Relato jornalístico constatou insatisfação com o novo regime em Ajaylat.[358]
12 de setembro
  • Brigi Rafini, primeiro-ministro do Níger, afirmou que 32 pessoas ligadas ao regime deposto chegaram ao país desde 2 de setembro, incluindo um dos filhos do líder deposto (Saadi Gadafi).[360]
  • Forças leais ao regime deposto atacaram o portão principal de uma refinaria de petróleo próxima à cidade costeira de Ras Lanuf.[360] [361]
13 de setembro
  • A Anistia Internacional relatou que embora a maior parte das violações aos direitos humanos tivessem sido realizadas pelas forças do regime deposto, partidários do novo regime também estariam envolvidos em torturas e assassinatos[362] .
15 de setembro
  • Gaddafi acusou a Otan de "terrorismo e destruições indescritíveis em Sirte", seu porta-voz Mussa Ibrahim acusou o novo regime de deixar "regiões inteiras com fome para obrigá-las a rendição", citando principalmente Sirte e Bani Walid.[363]
16 de setembro
18 de setembro
  • Publicado relato jornalístico que constata perseguição contra pessoas de cor negra por parte do novo regime.[367]
20 de setembro
22 de setembro
23 de setembro
  • Publicado relato jornalístico que informa sobre perseguição contra pessoas que fugiram de Tawurgha[372] .
30 de setembro
  • Durante o mês de setembro cerca de 400 mil líbios atravessaram a fronteira em direção à Tunísia[373] .

Outubro[editar | editar código-fonte]

1 de outubro
  • Human Rights Watch pediu aos líderes do novo regime que ponham fim às prisões arbitrárias e aos maus tratos aplicados aos prisioneiros de guerra. A organização visitou 20 instalações penitenciárias em Trípoli e relatou que as prisões estavam saturadas e insuficientemente abastecidas e que alguns prisioneiros receberam choques elétricos e outros exibiram cicatrizes para apoiar suas acusações de maus tratos, e nenhum deles teve acesso a um juiz[374] .
  • Uma equipe da Cruz Vermelha conseguiu entregar ajuda humanitária em Sirte e relatou severa escassez de suprimentos médicos em um hospital da cidade[375] , tais informações foram confirmadas por pessoas que fugiram da cidade[376] .
3 de outubro
  • Centenas de famílias fogem da cidade de Sirte, sitiada por tropas do novo regime[377] .
4 de outubro
  • Publicado relato jornalístico que diz que crianças no distrito de Abu Salim, em Trípoli, se recusavam a cantar o hino do novo regime[378] .
5 de outubro
  • Forças leais ao novo regime saquearam e queimaram casas de civis na aldeia de Abu Hadi, localizada 12 Km ao sul de Sirte[379] .
6 de outubro
  • Registrados violentos confrontos em Ragdaline, nos dias anteriores combatentes leais ao regime deposto fizeram incursão até a cidade vizinha de Zouara e mataram Fathi al-Idrissi, um comandante local ligado ao no regime. No início de outubro também foram registrados combates em al-Jmeil, al-Assah e Ajaylat, localidades próximas da fronteira com a Tunísia[380] .
  • Foi divulgada uma mensagem de áudio na qual o líder deposto conclamou os líbios a irem às ruas aos milhões para resistir aos líderes provisórios do país[381] .
9 de outubro
  • Forças do novo regime assumiram o controle do aeroporto de Bani Walid[382] e em Sirte assumem o controle do principal hospital e do Campus Universitário [381] [383] [384] .
14 de outubro
  • Ocorreu uma manifestação favorável ao líder deposto no Distrito de Abu Salim, na qual manifestantes levaram bandeiras verdes, e que resultou em uma troca de tiros entre partidários do novo regime e do líder deposto[385] [386] .
  • Publicado relato jornalístico que estima a existência de 7.000 prisioneiros de guerra e sustenta alegações de tortura[387] .
15 de outubro
  • Forças do antigo regime retomam áreas em Sirte[388] .
17 de outubro
  • Tropas do novo regime controlam maior parte de de Bani Walid após semanas de cerco, moradores locais não participam das comemorações[389] [390] .
20 de outubro
23 de outubro
  • Revelado o testamento de Muammar Gaddafi, no qual ele expressou o desejo de ser enterrado no túmulo de sua família em Sirte e pedia aos seus partidários que continuassem a resistir e a lutar contra qualquer agressão estrangeira contra a Líbia[394] [395] .
  • Em cerimônia realizada na cidade de Benghazi, que começou com uma leitura do Alcorão, o novo regime declarou a libertação da Líbia, ocasião na qual a nova liderança do país:
  1. pediu tolerância e reconciliação;
  2. declarou que Sharia seria a "fonte básica" da legislação no país e que as leis que contradizem os ensinamentos do Islã seria anuladas;
  3. prometeu a relaização de eleições junho de 2012[396]
25 de outubro

Referências

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  2. Analistas traçam paralelo entre protestos no Oriente Médio e fim da União Soviética 28 de janeiro de 2011. Página visitada em 25 de fevereiro de 2011.
  3. El País. Kadhafi rectifica y da ahora su respaldo a la revolución tunecina (em espanhol). Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
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  5. Dia da fúria deixa 20 mortos na Líbia. Folha de S. Paulo (17 de fevereiro de 2011). Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
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  9. Serviço de internet é cortado na Líbia, acessado em 02 de março de 2010
  10. Líbia está à beira da guerra civil, diz Saif al Islam Kadhafi, acessado em 04 de março de 2011
  11. Representante líbio deixa Liga Árabe para "se unir à revolução", acessado em 04 de março de 2011
  12. Número de mortos em protestos na Líbia atinge 233, diz organização. Página visitada em 21-2-2011.
  13. Kadhafi vai se matar antes de perder poder na Líbia, diz ministro desertor. Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
  14. Instabilidade na Líbia faz preço do petróleo chegar a US$ 104,57, acessado em 04 de março de 2011
  15. Diplomatas líbios renunciam e aumentam pressão sobre Kadafi, acessado em 04 de março de 2011
  16. ONU diplomata líbio acusa Kadhafi de genocídio, acessado em 04 de março de 2011
  17. Sedes do governo e do Ministério da Justiça em Trípoli estão em chamas, acessado em 04 de março de 2011
  18. Aviões militares terão lançado ataque sobre a capital da Líbia, acessado em 04 de março de 2011
  19. Aviões militares bombardearam paióis e não a população, garante filho de Kadhafi, acessado em 04 de março de 2011
  20. Kadhafi aparece na TV e diz que não fugiu da Líbia, acessado em 04 de março de 2011
  21. Milhares de estrangeiros tentam deixar a Líbia, acessado em 04 de março de 2011
  22. Líbia: Ministro do Interior demite-se, acessado em 04 de março de 2011
  23. Ditador faz pronunciamento a TV. (em português) Globo.com (24 de fevereiro de 2011). Página visitada em 26 de fevereiro de 2011.
  24. Crise na Líbia faz petróleo atingir quase US$ 120; dólar cai e bovespa sobe, acessado em 04 de março de 2011
  25. Avião com 114 brasileiros que estavam na Líbia chega a Malta, acessado em 04 de março de 2011
  26. Venezuela diz que há interesses estrangeiros na crise líbia, acessado em 04 de março de 2011
  27. Na Venezuela, Chávez diz que Líbia vive 'guerra civil', acessado em 04 de março de 2011
  28. Rebeldes controlam terminais petrolíferos no leste da Líbia, acessado em 06 de março de 2011
  29. a b Presidente dos Estados Unidos pede para que ditador deixe o poder
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  33. Cem mil pessoas já deixaram a Líbia Noticias.uol.com.br (27 de fevereiro de 2011). Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
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  35. Brasileiros fugindo dos protestos na Líbia chegam à Grécia. Folha de S. Paulo (27 de fevereiro de 2011). Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
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  84. Líbia: operação de propaganda em Trípoli desestabiliza oposição, acessado em 06 de março de 2011
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  126. Ataques do Ocidente acertaram civis, alega Líbia, acessado em 19 de março de 2011
  127. Kadhafi ameaça transformar Mediterrâneo em campo de batalha, acessado em 19 de março de 2011
  128. Líbia pede reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, acessado em 19 de março de 2011
  129. "Se houver guerra, Obama continuará a ser meu filho", acessado em 19 de março de 2011
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  134. Revolta na Líbia matou mais de 8 mil, afirma porta-voz do conselho rebelde, acessado em 20 de março de 2011
  135. Ban Ki-moon apela à Líbia que cumpra promessa de cessar-fogo, acessado em 20 de março de 2011
  136. Líbia: Regime de Kadhafi anuncia cessar-fogo, acessado em 20 de março de 2011
  137. UA exige cessação de hostilidades e compromisso do processo de reforma na Líbia, acessado em 20 de março de 2011
  138. Liga Árabe contesta ataques aéreos na Líbia, acessado em 20 de março de 2011
  139. Rússia e três países latino-americanos condenam bombardeio, acessado em 20 de março de 2011
  140. EUA negam que objectivo na Líbia seja derrubar Kadhafi, acessado em 20 de março de 2011
  141. Sem detectar ameaça a civis, França não faz novos ataques, acessado em 20 de março de 2011
  142. Apoiantes de Kadhafi cercaram Ban Ki-moon na praça Tahrir, no Cairo, acessado em 25 de março de 2011
  143. Índia pede fim dos bombardeios na Líbia, acessado em 25 de março de 2011
  144. Governo brasileiro pede cessar-fogo na Líbia, acessado em 25 de março de 2011
  145. Turquia critica ataques aéreos internacionais na Líbia, acessado em 25 de março de 2011
  146. Nova sessão do Conselho de Segurança sobre a Líbia, acessado em 25 de março de 2011
  147. Putin compara intervenção na Líbia às cruzadas medievais, acessado em 25 de março de 2011
  148. Tropas de Kadhafi recuam para Ajdabiya, acessado em 25 de março de 2011
  149. Kadafi pede que líbios façam 'marcha estratégica' em direção a Benghazi, acessado em 29 de março de 2011
  150. Tribos líbias participam de marcha de reconciliação para Benghazi , acessado em 29 de março de 2011
  151. Caça F-15 dos EUA cai na Líbia, acessado em 25 de março de 2011
  152. Kadhafi reaparece e volta a prometer vitória, 'no curto ou no longo prazo', acessado em 26 de março de 2011
  153. Muçulmanos tanzanianos consideram de bárbaras as operações da coligação, acessado em 26 de março de 2011
  154. Delegação do governo líbio aceita proposta da UA de negociar com rebeldes, acessado em 26 de março de 2011
  155. Líbia está disposta a 'aplicar mapa do caminho' da União Africana, acessado em 26 de março de 2011
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]