Cronologia da Guerra do Afeganistão (2001–presente)

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Esta é a cronologia da atual Guerra do Afeganistão.

2001[editar | editar código-fonte]

2002[editar | editar código-fonte]

2003[editar | editar código-fonte]

2004[editar | editar código-fonte]

  • 6 de janeiro: A ISAF expande seu mandato para além de Cabul.
  • 9 de outubro: Karzai vence a primeira eleição presidencial direta da história do país. Karzai é eleito com 55% dos votos no primeiro turno, mas opositores acusam simpatizantes do candidato de tentativa de fraude.

2005[editar | editar código-fonte]

  • 23 de junho: Forças afegãs e americanas fazem uma grande operação no chamado Triângulo Negro do sul do país e deixa mais de 130 mortos.
  • 28 de junho: No pior ataque isolado às forças dos EUA no Afeganistão, 16 soldados americanos das forças especiais são mortos quando o helicóptero MH-47 Chinook em que estavam é derrubado por rebeldes; três marinheiros americanos também morrem no mesmo dia em apoio à missão no Afeganistão;
  • 18 de setembro: O Afeganistão realiza suas primeiras eleições legislativas e Provinciais depois de 2001. A votação ocorre de maneira tranquila e com poucos incidentes.
  • 19 de dezembro: O novo Parlamento faz sua primeira reunião.

2006[editar | editar código-fonte]

  • Maio: A coalizão internacional realiza a ofensiva Mountain Thrust no sul do país. Em seis semanas, cerca de mil talibãs são mortos, segundo fonte militar.
  • 2 a 17 de setembro: A Operação Medusa na província de Candaar deixa mais de mil talibãs mortos, segundo a OTAN, que perde cerca de 20 soldados.

2007[editar | editar código-fonte]

  • 27 de fevereiro: Atentado suicida em frente à base americana de Bagram (norte de Cabul) durante visita do então vice-presidente americano Dick Cheney deixa 24 mortos.

2008[editar | editar código-fonte]

  • 22 de agosto: Um bombardeio americano no oeste do país mata 90 civis e reativa polêmica sobre as vítimas civis de bombardeios estrangeiros.

2009[editar | editar código-fonte]

  • 11 de fevereiro: Ataques reivindicados pelos talibãs contra edifícios do governo em Cabul deixam 34 mortos.
  • 27 de março: O presidente Barack Obama anuncia uma nova e "abrangente" estratégia para a Guerra do Afeganistão. Em anúncio oficial, ele afirma que a Al Qaeda encontrou solo seguro no Paquistão e por isso os EUA devem expandir a "guerra ao terror" para o país vizinho. O presidente norte-americano promete ainda um reforço de 17 mil soldados e 4.000 militares de treinamento para reverter os recordes de violência no país.
  • 4 a 5 de maio: Os EUA lançam bombardeios aéreos na Província de Farah (oeste) que deixam dezenas de civis mortos. Os relatos, contudo, são contraditórios. A comissão afegã de direitos humanos afirma que houve 97 vítimas, o governo afegão culpa os americanos pela morte de 140 e Washington coloca entre 20 a 30 civis mais 60 a 65 talibãs. O ataque reaviva as críticas aos ataques aéreos das forças internacionais e as vítimas civis.
  • 23 de junho e 2 de julho: Início das operações militares britânica Garra de Pantera e americana Khanjar ("Punhalada" em pashtu) na fortaleza talibã na Província de Helmand.
  • 30 de julho: Os talibãs ordenam que os afegãos boicotem as eleições e peguem em armas contra os invasores.
  • 31 de julho: A ONU anuncia que mais de mil civis morreram durante o primeiro semestre de 2009, um aumento de 24% em relação ao menos período de 2008. No total, 76 soldados estrangeiros morreram em julho, um recorde desde 2001.
  • 12 de agosto: cerca de 400 marines americanos e cem soldados afegãos lançam uma nova ofensiva contra o Talibã na Província de Helmand (sul), com o objetivo de garantir a segurança antes das eleições presidenciais.
  • 20 de agosto: são realizadas eleições presidenciais no país. O Talibã, na tentativa de impedir o processo eleitoral, promove atentados no norte do país, mas o forte esquema de proteção armado em torno do pleito, com 300.000 policiais e soldados estrangeiros, garante a votação
  • novembro: o líder da oposição, Abdullah Abdullah anunciou sua renúncia apresentada ao segundo turno das eleições, a realizar no dia 8, o que significava a reeleição automática do presidente Hamid Karzai.
  • 1 de dezembro: o governo dos EUA pediu a OTAN o envio de 10.000 tropas adicionadas a mais 30.000 em que o país se compromete a implantar, em 2010. O Reino Unido se comprometeu em enviar mais 500 militares, enquanto outros países da coalizão estão estudando a proposta.

2010[editar | editar código-fonte]

2011[editar | editar código-fonte]