Anexo:Cronologia das operações militares dos Estados Unidos

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As operações militares dos Estados Unidos da América em outros países são numerosas desde 1775, com diferentes causas. Esta cronologia inclui as intervenções militares diretas (guerras, o envio de tropas, etc) e indiretas (sustentação logística de governos ou movimentos, a atividade do serviço de inteligência, etc).

Apenas 11 das intervenções contaram com declarações de guerra aprovadas pelo Poder Legislativo[1] .

Cronologia[editar | editar código-fonte]

A principal fonte de informações para esta cronologia é um relatório do Serviço de Pesquisas do Congresso dos Estados Unidos[2] .

1798-1809[editar | editar código-fonte]

  • 1798-1800 - Guerra Naval não declarada contra a França. Inclui ações de terra, como na cidade de Puerto Plata na República Dominicana, onde fuzileiros navais capturaram um corsário francês, em ação autorizada pelo Congresso.
  • 1806-1807 - Colorado, então território do Império Espanhol. O Capitão Zebulon Montgomery Pike Jr. comandou a Expedição Pike formada por um pelotão de soldados, que invadiu o território espanhol, por ordem do general James Wilkinson, tendo sido capturado em 26 de fevereiro de 1807, nas cabeceiras do Rio Grande, por autoridades espanholas, em uma região que agora faz parte do Colorado, tiveram os documentos confiscados e foram libertados em 1 de Julho de 1807.

1810-1819[editar | editar código-fonte]

  • 1812-1815 - Em 18 de junho de 1812, os Estados Unidos declararam guerra ao Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda, em decorrência de bloqueio naval contra os Estados Unidos durante hostilidades da Grã-Bretanha contra a França.
  • 1813-1814 - Ilhas Marquesas. foi construída uma fortaleza na Ilha de Nuku Hiva para proteger três navios capturados dos britânicos.
  • 1818 - Oregon. Em agosto é realizado um desembarque no Rio Columbia a partir de um navio (U.S.S. Ontario) enviado a partir de Washington, por meio do qual tomou-se posse do território de Oregon. O Império Britânico havia concedido a soberania, mas os Impérios Russo e Espanhol também reivindicavam a área.

1820-1829[editar | editar código-fonte]

  • 1820-1823 - África. Unidades navais reprimem o tráfico de escravos nos termos de uma Lei de 1819, que declarou infame o tráfico de escravos[5] .
  • 1822 - Cuba - Forças de repressão à pirataria naval desembarcaram na costa noroeste de Cuba e queimaram um ponto de apoio aos piratas.
  • 1823 - Cuba - Breves desembarques em busca de piratas: em 8 de abril perto de Escondido, em 16 de abril perto de Cayo Blanco, em 11 de julho na Baía Siquapa, em 21 de julho em Cabo Cruz e em 23 de outubro em Camrioca.
  • 1824 - Cuba - Em outubro, desembarque perto de Matanzas, em busca de piratas, operação autorizada em 1822.
  • 1824 - Porto Rico - Na época território do Império Espanhol - Em novembro o Comodoro David Porter, com um pequeno destacamento de desembarque, com 200 homens, atacou a cidade de Fajardo, pois o lugar teria abrigado piratas e insultado os oficiais da Marinha. Ele forçou um pedido de desculpas, tendo sido posteriormente submetido a corte marcial por exceder as suas competências[6] .
  • 1825 - Cuba - Em março operação conjunta de forças americanas e britânicas desembarcou em Sagua La Grande para capturar piratas.
  • 1827 - Grécia - Em outubro e novembro desembarque de pequenos destacamentos para caçar piratas nas ilhas de Argenteire, Míconos e Andros.

1830-1839[editar | editar código-fonte]

  • 1831-1832 - Ilhas Malvinas (Falkland Islands) - O Capitão Silas Duncan atacou Porto Solidão (Puerto Soledad) e fez prisioneiros após a apreensão de três baleeiros norte-americanos, os prisioneiros foram posteriormente entregues ao governo da Argentina.
  • 1835-1836 - Peru - entre 10 de dezembro de 1835 e 24 de janeiro de 1836, e entre 31 de agosto e 7 de dezembro de 1836. Fuzileiros navais protegeram os interesses americanos em El Callao e Lima, durante uma tentativa de revolução.

1840 - 1849[editar | editar código-fonte]

  • 1840 - Ilhas Fiji - Em Julho marines desembarcaram para punir nativos que atacaram americanos que faziam levantamento topográfico.
  • 1841 - Samoa - Em 24 de fevereiro marines desembarcaram e queimaram vilas após o assassinato de um marinheiro americano na Ilha Upolu.
  • 1843 - China - Desembarque de marines após um confronto entre americanos e chineses.
  • 1843 - Costa do Marfim - Entre 29 novembro e 16 dezembro. Operações para desencorajar a pirataria e o tráfico de escravos, com punição aos nativos em decorrência de ataques contra a navios mercantes.
  • 1844 - México - Presidente John Tyler destaca forças para proteger o Texas contra o México, enquanto o Senado discutia um tratado de anexação, rejeitada em 8 de junho de 1844. Posteriormente ele defendeu sua ação frente a uma investigação pelo Senado.
  • 1846-1848 - Guerra Mexicano-Americana. Em 13 de maio de 1846, os EUA reconheceram a existência de um estado de guerra com o México, após a Anexação do Texas, aprovada pelo Congresso em 28 fevereiro de 1845, os dois países não conseguiram resolver uma disputa de fronteira e presidente James K. Polk disse que era necessário enviar tropas para evitar que os mexicanos invadissem o Texas.

1850-1859[editar | editar código-fonte]

  • 1851 - Império Otomano - Jaffa, que atualmente pertence à Israel, sendo o porto de Tel_Aviv - em janeiro foi ordenada uma operação depois de um massacre de estrangeiros (inclusive norte-americanos).
  • 1851 - Egito (Ilha de São João). Em agosto exigiu-se reparação pela prisão ilegal de um capitão de um baleeiro americano.
  • 1853 - Nicarágua - Entre 11 e 13 de março, desembarque de marines para proteger vidas e interesses americanos durante distúrbios políticos.
  • 1853-1854 - Japão - Ilhas Ryūkyū e Bonin - Matthew Calbraith Perry enquanto espera por uma resposta do Japão, fez uma demonstrações de força, utilizando marines, nas quais obteve fornecimento de carvão do governador de Naha (Okinawa0, ele também realizou operações nas Ilhas Bonin com o objetivo de garantir facilidades para o comércio.
  • 1854 - Nicarágua - Entre 09 e 15 de julho. Forças navais bombardearam e queimaram San Juan del Norte (Greytown) para vingar um insulto contra o embaixador americano na Nicarágua.
  • 1855 - China - Entre 19 e 21 maio. Proteção aos interesses americanos em Xangai, e, entre 03 e 5 de agosto operação contra piratas perto de Hong Kong.
  • 1855 - Ilhas Fiji - Entre 12 setembro e 4 novembro - Desembarque de marines para buscar reparação por atos contra marinheiros e residentes americanos.
  • 1856 - China - Entre 22 outubro e 6 dezembro - Proteção de interesses americanos em Cantão no início da Segunda Guerra do Ópio, e para vingar um assalto a um barco desarmado que exibia a bandeira dos Estados Unidos.
  • 1858 - Uruguai - Entre 02 e 27 janeiro. Desembarque de marines para proteger propriedades norte-americanas durante uma revolução em Montevideo.
  • 1858 – Ilhas Fiji - Entre 06 e 16 outubro. Uma expedição de marines para punir os nativos pelo o assassinato de dois cidadãos norte-americanos em Waya.
  • 1858-59 – Império Otomano - O Secretário de Estado pediu uma demonstração de força naval ao longo do Levante depois de um massacre de americanos em Jaffa, que atualmente pertence à Israel, sendo o porto de Telaviv, e maus-tratos em outro lugar "para lembrar as autoridades (do Império Otomano), do poder dos EUA."
  • 1859 – Paraguai - O Congresso autorizou a utilização de um esquadrão naval para obter reparação por um ataque a um navio da Marinha no Rio Paraná durante 1855. Desculpas foram feitas após uma grande exibição de força.
  • 1859 – China - Entre 31 de julho e 2 de agosto - Desembarque de marines para proteger interesses americanos em Xangai.

1860-1869[editar | editar código-fonte]

  • 1860 - Angola, então parte do Império Português - 1 de março. Norte-americanos residentes em Kissembo chamaram navios americanos e britânicos para proteger vidas e propriedades durante conflitos com nativos.
  • 1864 – Japão - Entre 14 julho e 03 agosto - Proteção ao embaixador dos EUA no Japão durante visita à Yedo, em uma ocasião em que eram negociadas algumas reivindicações americanas, também tratava-se de uma demonstração de forças para favorecer os EUA naquelas negociações.
  • 1865 – Panamá/[[[Estados Unidos da Colômbia]]] - Entre 09 e 10 de março - Proteção às vidas e às propriedades dos residentes norte-americanos durante uma revolução.
  • 1866 – México - Em novembro - O General Sedgwick com uma tropa de 100 homens obteverendição de Matamoros, cidade fronteiriça, no Estado mexicano de Tamaulipas, em uma operação iniciada para proteger os residentes norte-americanos. Três dias após a rendição foi ordenado o retorno das tropas aos EUA, essa operação, posteriormente, foi repudiada pelo Presidente Andrew Johnson.
  • 1867 – Formosa (Ilha de Taiwan) - 13 de junho - Desembarque de marines que queimaram cabanas para punir o assassinato da tripulação de um navio americano que havia naufragado.
  • 1868 – Japão (Osaka, Hiolo, Nagasaki, Yokohama, e Negata) - Entre 4 e 8 de fevereiro; 4 de abril a 12 de maio; 12 a 13 de junho. Desembarque de marines para proteger interesses americanos durante uma guerra civil no Japão.
  • 1868 – Uruguai - 7 e 8; 19 a 26 de fevereiro. Proteção a residentes estrangeiros e da alfândega, durante uma insurreição em Montevidéu.
  • 1868 – Colômbia - Abril - Proteção a passageiros e valores em trânsito em Aspinwall durante a ausência da polícia local por ocasião da morte do presidente da Colômbia.

1870-1879[editar | editar código-fonte]

  • 1870 – México - 17 e 18 de junho - Destruição de um navio pirata, que tinha sido encalhado a cerca de 64 km acima da foz do Rio Tecapan.
  • 1870 - Reino do Havaí - 21 de setembro - Militares colocam a bandeira americana no mastro meia após a morte da Rainha Kalama, quando o cônsul americano em Honolulu não assumir a responsabilidade de fazê-lo. [RL30172]
  • 1871 – Coreia, Região do Rio Salee - Shinmiyangyo - Entre 10 e 12 junho - Captura de cinco fortes para punir os nativos por depredações contra americanos, em especial por matar a tripulação de uma Escuna, que foi queimada em seguida, além de disparos contra outros pequenos barcos norte-americanos.
  • 1873-96 – México - Tropas cruzaram a fronteira mexicana várias vezes em busca de ladrões de gado e outros bandidos.
  • 1876 - México - 18 de maio - Envio de tropas para servir como polícia na cidade de Matamoros, no Estado de Tamaulipas, temporariamente, enquanto aquela cidade estava sem governo.

1880-1889[editar | editar código-fonte]

  • 1882 – Egito - Entre 14 e 18 de julho - Proteção de interesses norte-americanos durante uma guerra entre britânicos e egípcios e saques da cidade de Alexandria pelos árabes.
  • 1888 - Coreia - Junho - Desembarque de marines para proteger norte-americanos residentes em Seul durante uma instável situação política, quando uma revolta da população era esperada.
  • 1888 – Haiti - 20 de dezembro - Exibição de força para persuadir o governo haitiano a desistir da apreensão de um navio norte-americano que havia sido apreendido sob a acusação de violação de bloqueio.
  • 1888-89 – Samoa - Entre 14 novembro de 1888 e 20 de março de 1889. Desembarque de marines para proteger cidadãos norte-americanos e o consulado durante uma guerra civil nativa.

1890-1899[editar | editar código-fonte]

  • 1891 – Estreito de Bering - Entre 2 julho e 5 de outubro. Opertação Naval contra a caça clandestina de focas.
  • 1891 – Chile - Desembarque de marines para proteger o consulado norte-americano, onde mulheres e crianças tinham se refugiado durante uma revolução em Valparaíso.
  • 1894 – Nicarágua - Entre 06 julho e 07 agosto - Proteger a interesses americanos em Bluefields após uma revolução.
  • 1894-95 – China - Um navio da marinha foi encalhado e usado como um forte em Newchwang para a proteção de cidadãos norte-americanos.
  • 1895 – Colômbia (Estado do Panamá) - Proteção dos interesses norte-americanos durante um ataque de bandoleiros na cidade de Bocas del Toro.
  • 1896 – Nicarágua - Proteção dos interesses norte-americanos em Corinto, durante uma agitação política.
  • 1898-1899 - China - Entre 5 de novembro de 1898 e 15 de março de 1899 - Proteção à embaixada em Pequim e ao consulado em Tientsin durante a disputa entre a imperatriz viúva e seu filho.

1900-1909[editar | editar código-fonte]

  • 1900 - China - Entre 24 de maio e 28 de setembro - Guerra dos boxers - Soldados americanos participaram nas operações para proteger a vida de estrangeiros, especialmente em Pequim, sendo que a presença militar em Pequim se prolongou por muitos anos após esse conflito. [RL30172]
  • 1901 - Colômbia (Estado do Panamá) - Entre 20 de novembro e 4 de dezembro - Proteção às propriedades norte-americanas no istmo (Ferrovia do Panamá), evitar o fechamento do trânsito durante graves distúrbios revolucionários.[RL30172]
  • 1902 - Colômbia (Estado do Panamá) - Entre 16 e 23 de abril - Proteção a vidas propriedades norte-americanas em Bocas del Toro, durante uma guerra civil.[RL30172]
  • 1902 - Colômbia (Estado do Panamá) - Entre 17 de setembro e 18 de novembro - os Estados Unidos colocam guardas armados em todos os trens que cruzam o Istmo para manter a linha ferroviária aberta e navios estacionados em ambos os lados do Panamá para impedir o desembarque de tropas colombianas. [RL30172]
  • 1903 - Honduras - Entre 23 e 30 ou 31 de março - Proteção do consulado americano e o cais para navios a vapor em Puerto Cortes, durante um período de atividade revolucionária.[RL30172]
  • 1903 - Síria - Entre 7 e 12 de setembro - Proteção ao consulado norte-americano em Beirute, quando uma revolta muçulmana era temida.[RL30172]
  • 1903-1904 - Etiópia - Vinte e cinco marines foram enviados para proteger o Cônsul-Geral norte-americano, enquanto negociava um tratado.[RL30172]
  • 1903-1914 - Panamá - Proteção dos interesses e vidas norte-americanas durante e após a revolução para Independência do Panamá e durante a construção do Canal do Panamá. Com breves intervalos, os marines dos Estados Unidos estiveram estacionados no Istmo de 4 de novembro de 1903 a 21 de janeiro de 1914 para proteger os interesses americanos. [RL30172]
  • 1904 - Marrocos (Tanger) - Operação para libertação de um norte-americano sequestrado, desembarque de marines para proteger o cônsul-geral.[RL30172]
  • 1904 - Panamá - Entre 17 e 24 de novembro - Proteção a vidas e propriedades norte-americanas em Ancon durante uma insurreição ameaçada.[RL30172]
  • 1906-1909 - Cuba - Entre setembro de 1906 e 23 de janeiro de 1909 - Restaurar a ordem, proteger estrangeiros e estabelecer um governo estável após grave atividade revolucionária.[RL30172]

1910-1919[editar | editar código-fonte]

  • 1910 - Nicarágua - Entre 19 de maio e 4 de setembro de 1910 - Proteção aos interesses norte-americanos em Bluefields.
  • 1911 - Honduras - 26 de janeiro - Desembarcaram de marines para proteger vidas e interesses norte-americanos durante uma guerra civil em Honduras.
  • 1912 - Honduras - Pequeno desembarque de marines em Puerto Cortes para evitar a apreensão pelo governo de uma ferrovia de propriedade de norte-americanos. As forças foram retiradas depois que os EUA desaprovaram a ação.
  • 1912 - Panamá - Tropas enviadas a pedido de ambos os partidos políticos para supervisionar eleições que eram disputadas fora da Zona do Canal do Panamá.
  • 1912-1925 - Nicarágua - Ocupação da Nicarágua pelos Estados Unidos - Entre agosto e novembro de 1912 - Proteção aos interesses norte-americanos durante uma tentativa de revolução. Uma pequena força, servindo como um guarda à representação e procurando promover a paz e a estabilidade, permaneceu até 5 de agosto de 1925.
  • 1912-1941 - China - Proteção aos interesses norte-americanos durante a fase tumultuada que teve início com a derrubada da Dinastia Qing ou Manchu pelo Kuomintang durante a Revolução de 1911-1912, que tiveram continuidade em decorrência da Invasão da China pelo Japão, principalmente em Pequim e ao longo do caminho para o mar. Em 1927, os EUA tinham 5.670 homens em terra na China e 44 navios militares em suas águas, em 1933 eram 3.027 homens armados em terra, a ação protetora era geralmente baseada em tratados feitos com a China entre 1858 e 1901.
  • 1914 - Haiti - Entre 29 de janeiro e 9 de Fevereiro; 20-21 de fevereiro; 19 de outubro - Protegido a cidadãos norte-americanos em um momento de tumulto e da revolução.
  • 1914 - República Dominicana - Entre junho e julho - Durante um movimento revolucionário, forças navais dispararam interromper o bombardeio à Puerto Plata, e pela ameaça do emprego da força para manter Santo Domingo como uma zona neutra.
  • 1915-1934 - Haiti - Entre 28 de julho de 1915 e 15 de agosto de 1934 - Manutenção da ordem durante um período de instabilidade política crônica.
  • 1916 - China - Desembarque de marines para sufocar uma rebelião em curso que ameaçava uma propriedade norte-americana em Nanquim.
  • 1916-24 - República Dominicana - Entre maio 1916 e setembro de 1924 - Manutenção da ordem durante um período de insurreição crônica.
  • 1917 - China - Desembarque de marines em Chungking para proteger vidas norte-americanas durante uma crise política.
  • 1917-1922 - Cuba - Proteção aos interesses norte-americanos durante uma insurreição e posterior situação instável. A maioria das tropas retitou-se em agosto de 1919, mas duas companhias mantiveram-se em Camaguey até fevereiro de 1922.
  • 1918-1919 - México - Após a retirada da Expedição Pershing, tropas norte-americanas invadiram o México pelo menos três vezes em 1918 e seis vezes em 1919, em busca dos bandidos . Em agosto de 1918 soldados norte-americanos e mexicanos lutaram em Nogales (Batalha de Nogales).
  • 1918-1920 - Panamá - Emprego de forças, conforme era previsto em tratado, para policiamento de Chiriqui, durante distúrbios relacionados com uma eleição.
  • 1919 - Honduras - Entre 08 e 12 de setembro - Desembarque de marines para manter a ordem em uma zona neutra durante uma tentativa de revolução.

1920-1929[editar | editar código-fonte]

  • 1920 - China - 14 de março - Desembarque de marines por algumas horas para proteger vidas norte-americanas durante uma agitação na Chiuchiang.[RL30172]
  • 1920 - Guatemala - Entre 9 e 27 de abril - forças para proteção da representação e outros interesses norte-americanos, durante um período de conflito entre sindicalistas e o Governo da Guatemala.[RL30172]
  • 1921 - Panamá e Costa Rica - Abril - Demonstração de forças utilizando esquadrões navais de ambos os lados do istmo para impedir uma guerra entre os dois países devido a uma disputa de fronteiras.[RL30172]
  • 1922-1923 - China - Entre abril de 1922 e novembro de 1923 - marines foram desembarcados cinco vezes para proteger a população em períodos de instabilidade.[RL30172]
  • 1924 - Honduras - Entre 28 de fevereiro e 31 de março, e, entre 10 e 15 de setembro - Proteção de vidas norte-americanas durante hostilidades em disputas eleitorais.[RL30172]
  • 1924 - China - em setembro, desembarque de marines para proteger norte-americanos e outros estrangeiros em Xangai durante hostilidades entre facções chinesas.[RL30172]
  • 1925 - China - Entre 15 de janeiro e 29 de agosto, desembarque de marines para proteger vidas e propriedade na Área Internacional em Xangai durante tumultos e manifestações.[RL30172]
  • 1925 - Honduras - Entre 19 e 21 de abril - Proteção aos estrangeiros em La Ceiba, durante uma revolta política.[RL30172]
  • 1925 - Panamá - Entre 12 e 23 de outubro - Desembarque de cerca de 600 soldados norte-americanos para manter a ordem e proteger os interesses norte-americanos contra greves e protestos.[RL30172]
  • 1926-1933 - Nicarágua - Entre 7 de maio e 5 de junho de 1926, e, entre 27 de agosto de 1926 e 3 de janeiro de 1933 - O golpe de Estado do General Emiliano Chamorro despertou atividades revolucionárias levando ao desembarque de marines para proteger os interesses dos Estados Unidos. Operações intermitentes ocorrem até 3 de janeiro de 1933.[RL30172]
  • 1926 - China - Entre agosto e setembro - Desembarque de marines para proteger cidadãos norte-americanos no contexto de um ataque nacionalista em Hankow. Uma pequena guarnição foi mantida no consulado geral, mesmo depois de 16 de setembro, quando o restante das tropas foi retirada. Do mesmo modo, entre 4 e 6 de novembro, houve um novo desembarque de marines para a proteção de estrangeiros, quando as forças nacionalistas capturaram Chiuchiang.[RL30172]
  • 1927 - China - Em fevereiro - A luta em Xangai exigiu um acréscimos de forças navais e de marines. Em março, uma guarnição naval foi posta no consulado americano em Nanking, depois que forças nacionalistas capturaram a cidade. Destróiers americanos e britânicos dispararam para proteger norte-americanos e outros estrangeiros. Posteriormente, efetivos adicionais de marines e mais navios de guerra foram estacionados nas proximidades de Xangai e Tientsin.[RL30172]

1930-1939[editar | editar código-fonte]

1940-1949[editar | editar código-fonte]

  • 1941 - Guiana Holandesa (Suriname) - Em novembro, o presidente ordenou que as tropas estadunidenses ocupassem a Guiana Holandesa, mas em acordo com o governo holandês no exílio, o Brasil colaborou para proteger o fornecimento de alumínio das minas de bauxita no Suriname.[RL30172]
  • 1941 - Islândia - Foi colocada sob a proteção dos Estados Unidos com o consentimento de seu governo com a substituição pelas tropas britânicas, por razões estratégicas.[RL30172]
  • 1945 - China - Em outubro, 50.000 marines foram enviados para o norte da China para ajudar as autoridades chinesas nacionalistas a desarmar e repatriar os japoneses na China e no controle dos portos, ferrovias e aeroportos. Isto em adição aos aproximadamente 60 mil soldados remanescentes na China no final da Segunda Guerra Mundial.[RL30172]
  • 1946 - Itália (Trieste) - O Presidente Truman ordenou o aumento das tropas e o reforço das forças aéreas no norte da Itália depois que as forças iugoslavas derrubaram um avião de transporte desarmado.
  • 1945-1949 - Ocupação da Coreia do Sul no pós Segunda Guerra Mundial, insurgência norte-coreana na República da Coreia[14]
  • 1948-1949 - China - Envio de marines para Nanking para proteger a embaixada dos EUA, quando a cidade foi tomada pelas tropas comunistas, e para Xangai para ajudar na proteção e evacuação de norte-americanos.[RL30172]

1950-1959[editar | editar código-fonte]

  • 1955-1964 - Vietnam - Em 12 de fevereiro de 1955 foram enviados os primeiros assessores militares para o Vietnã. Em 1964 havia 21 mil militares norte-americanos naquele país. Em 7 de agosto de 1964, o Congresso aprovou a Resolução do Golfo de Tonkin que previa que seriam tomadas "todas as medidas necessárias para repelir qualquer ataque armado contra as forças dos EUA... Para evitar novas agressões... (e) ajudar qualquer membro do Protocolo de Defesa Coletiva da Organização do Tratado do Sudeste Asiático (OTSA/SEATO) que solicitasse ajuda... "[15]

1960-1969[editar | editar código-fonte]

  • 1962 - Cuba - Crise dos mísseis de Cuba - Em 22 de outubro, o presidente Kennedy instituiu um bloqueio naval seletivo ("quarentena") para evitar a transferência de mísseis soviéticos ofensivos para Cuba. Também alertou a União Soviética que o lançamento de um míssil de Cuba contra as nações do Hemisfério Ocidental acarretaria em uma retaliação nuclear estadunidense contra a União Soviética. Um acordo negociado foi obtido em poucos dias.[RL30172]
  • 1962-1975 - Laos - De Outubro de 1962 até 1975, os Estados Unidos desempenharam um papel importante no apoio militar de forças anticomunistas no Laos.[RL30172]
  • 1964 - República Democrática do Congo (então Zaire). Envio de quatro aviões de transporte aéreo para as tropas congolesas durante uma rebelião e para o transporte de pára-quedistas belgas para proteger estrangeiros.[RL30172]
  • 1959-1975 - Guerra do Vietnã - Conselheiros militares atuaram no Vietname do Sul durante uma década, e seu efetivo foi aumentado na medida em que a posição militar do governo de Saigon tornava-se mais débil. O presidente Johnson, agosto de 1964, depois de citar o que ele chamou de ataques destruidores no Golfo de Tonkin, propôs resolução manifestando determinação em apoiar a liberdade e proteger a paz no Sudeste Asiático. O Congresso respondeu com a Resolução do Golfo de Tonkin, manifestando apoio a "todas as medidas necessárias" para repelir os ataques armados contra as forças estadunidenses e evitar novas agressões. Na sequência desta resolução, e na sequência de um ataque comunista a uma instalação norte-americana na região central do Vietnã, os EUA intensificaram sua participação na guerra, chegaram a um pico de 543 mil militares em Abril de 1969.[RL30172]
  • 1967 - Israel - Incidente USS Liberty em 8 de junho quando um navio de pesquisa técnica da Marinha foi atacado em 1967 pelas forças armadas israelenses, matando 34 e ferindo mais de 170 membros da tripulação norte-americana.

1970-1979[editar | editar código-fonte]

  • 1975 - Camboja - Em 12 de abril de 1975, o presidente Ford informou que havia ordenado as forças militares dos Estados Unidos para prosseguir com a evacuação planejada de cidadãos estadunidenses do Camboja. [RL30172]
  • 1975 - Vietnã - Operação Vento Constante - Em 3 de abril de 1975, o presidente Ford informou que embarcações navais dos Estados Unidos, helicópteros, e os fuzileiros navais foram enviados para ajudar na evacuação de refugiados e cidadãos estadunidenses do Vietnã.[RL30172]
  • 1975 - Vietnã do Sul. Em 30 de abril de 1975, o presidente Ford informou que uma força de 70 helicópteros de evacuação e 865 fuzileiros navais tinham evacuado cerca de 1.400 cidadãos estadunidenses e 5.500 de outros países e sul-vietnamitas de zonas de desembarque e em torno da Embaixada dos EUA em Saigon e do Aeroporto de Tan Son Nhut.[RL30172]
  • 1975 - Camboja - Entre 12 e 15 de maio de 1975 - Incidente Mayagüez - O Presidente Gerald Ford relatou que havia ordenado a retomada do Mayagüez SS, um navio mercante que fora apreendido por barcos de patrulha naval cambojanos nas águas internacionais e obrigado a ir para uma ilha próxima.[RL30172]
  • 1976 - Líbano - Entre 22 e 23 de julho de 1976 - Helicópteros foram utilizados para retirar cerca de 250 norte-americanos e europeus durante combates entre facções libanesas, depois que uma tentativa de retirada por meio de um comboio terrestre ter sido inviabilizada pelas hostilidades.[RL30172]
  • 1976 - Coreia do Sul - Envio de forças adicionais depois que dois soldados norte-americanos foram mortos por soldados norte-coreanos na zona desmilitarizada entre as duas Coreias, enquanto cortavam uma árvore (Incidente Axe).[RL30172]
  • 1978 - Congo (Zaire) - Entre 19 de maio e junho de 1978, aviões de transporte militar norte-americanos prestaram apoio logístico às operações de salvamento belgas e franceses.[RL30172]

1980-1989[editar | editar código-fonte]

  • 1981 - El Salvador - Depois de uma ofensiva da guerrilha contra o governo de El Salvador, a quantidade de conselheiros militares norte-americanos naquele país foi elevada para 55, para ajudar no treinamento militar das forças governamentais.[RL30172]
  • 1981 - Líbia - 19 de agosto - Primeiro Incidente sobre o Golfo de Sidra - Aviões norte-americanos abateram dois aviões líbios sobre o Golfo de Sidra. Os Estados Unidos realizavam periodicamente exercícios livres de navegação no Golfo de Sidra, reivindicado pela Líbia como águas territoriais, mas consideradas águas internacionais pelos Estados Unidos. [RL30172]
  • 1982 - Líbano - Em 21 de agosto de 1982, o Presidente Reagan relatou a expedição de 80 marines para para atuar durante a retirada de membros das forças de Libertação da Palestina de Beirute. Os marines deixaram a região em 20 de setembro de 1982.[RL30172]
  • 1982-1983 - Líbano - Força Multinacional no Líbano - Em 29 de setembro de 1982, o Presidente Reagan informou a implantação de 1.200 marines para servir em uma força multinacional temporária para facilitar a retomada do controle do país pelo governo libanês. Em 29 de setembro de 1983, o Congresso aprovou a Resolução (PL 98-119) da Força Multinacional no Líbano autorizando a participação continua durante 18 meses. [RL30172]
  • 1983 - Egito/Sudão - Depois que um avião líbio ter bombardeado uma cidade no Sudão em 18 de março de 1983, o Sudão e o Egito solicitaram ajuda aos EUA que enviaram um avião-radar AWACS para o Egito.[RL30172]
  • 1983 - Granada - Invasão de Granada (Operação Fúria Urgente) - citando a ameaça crescente de influência soviética e cubana e observando o desenvolvimento de um aeroporto internacional na sequência de um golpe de Estado e alinhamento com a União Soviética e Cuba, os EUA invadem a ilha de Granada. [RL30172]
  • 1983-1989 - Honduras - A partir de julho de 1983 foram realizados vários exercícios militares em Honduras, o que segundo alguns poderia levar a um conflito com a Nicarágua. Em 25 de março de 1986, helicópteros militares norte-americanos transportaram tropas hondurenhas até a fronteira com a Nicarágua para repelir tropas nicaraguenses.[RL30172]
  • 1983 - Chade - Em 8 de agosto de 1983, o Presidente Reagan relatou a implantação de dois aviões-radar AWACS, oito caças F-15, aviões e forças terrestres de apoio logístico para ajudar aquele país contra rebeldes apoiados por forças líbias.[RL30172]
  • 1984 - Golfo Pérsico - Em 5 de junho de 1984, um avião-radar AWACS e um avião tanque KC-10 norte americano foram empregados para auxiliar dois caças sauditas a abater dois caças iranianos sobre uma área do Golfo que fora proclamada como zona protegida para a navegação.[RL30172]
  • 1985 - Itália - Em 10 de outubro de 1985, pilotos da Marinha interceptaram um avião egípcio e o obrigaram a pousar na Sicília. O avião transportava os sequestradores do navio de cruzeiro italiano Achille Lauro, que tinham matado um cidadão americano durante o sequestro. [RL30172]
  • 1986 - Bolívia - Efetivos do Exército e aeronaves apoiam operações antidroga.[RL30172]
  • 1988 - Panamá - Em meados de março e abril de 1988, durante um período de instabilidade no Panamá e os EUA aumentaram a pressão para destituir Manuel Noriega, envio de mais 1.000 homens para reforçar a proteção ao canal, às vidas, às propriedades e aos interesses norte-americanos na área, que se somaram aos 10.000 militares norte-americanos que já estavam na Zona do Canal do Panamá.[RL30172]
  • 1989 - Colômbia, Bolívia e Peru - Iniciativa Andina de Guerra às Drogas - Em 15 de setembro de 1989, o Presidente George Bush anunciou a assistência militar para combater a produção de drogas e o narcotráfico. Em meados de setembro, havia entre 50 e 100 assessores militares na Colômbia, realizando atividades de transporte e treino na utilização de equipamentos militares, além de sete equipes de Forças Especiais cada uma com entre 2 e 12 integrantes para treinar tropas dos três países.[RL30172]
  • 1989 - Filipinas - Operação Resolução Clássica - Em 2 de dezembro de 1989, o Presidente George Bush informou que em 1 de dezembro, caças norte-americanos tinham ajudado o governo Aquino a repelir uma tentativa de golpe. Além disso, 100 marines foram enviados para proteger a embaixada dos EUA em Manila.[RL30172]
  • 1989-90 - Panamá - Operação Causa Justa - Em 21 de dezembro de 1989, o Presidente George Bush informou que tinha ordenado às tropas norte-americanas no Panamá para proteger as vidas dos cidadãos norte-americanos e prender o General Noriega. Até 13 fevereiro de 1990, todas as forças de invasão tinha sido retiradas.[RL30172] Cerca de 200 civis panamenhos foram mortos. O chefe de Estado do Panamá, general Manuel Noriega, foi capturado e levado para os Estados Unidos.

1990–1999[editar | editar código-fonte]

  • 1990 - Libéria: Em 6 de agosto de 1990, o presidente Bush informou que uma companhia armada de rifles tinha sido enviada para fornecer segurança adicional para a embaixada dos Estados Unidos em Monróvia, e que equipes de helicópteros evacuaram cidadãos estadunidenses da Libéria. [RL30172]
  • 1990 - Arábia Saudita: Em 9 de agosto de 1990, o presidente Bush informou que lançou a Operação Escudo do Deserto, ordenando um destacamento avançado de elementos materiais das forças armadas norte-americanas na região do Golfo Pérsico para ajudar a defender a Arábia Saudita após a invasão do Kuwait em 2 de agosto pelo Iraque. Em 16 de novembro de 1990, relatou o estabelecimento contínuo de forças para garantir uma opção adequada de ofensiva militar. [RL30172] Reféns estadunidenses são detidos no Irã. [RL30172] Um ponto de parada para as tropas ocorreu principalmente no campo aéreo de Bagram.
  • 1991 - Iraque e Kuwait: Operação Tempestade no Deserto. Em 16 de janeiro de 1991, em resposta à recusa por parte do Iraque para sair do Kuwait, aviões dos Estados Unidos e da Coalizão atacaram as forças iraquianas e alvos militares no Iraque e no Kuwait; em conjunto com uma coalizão de aliados e sob resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Em 24 de fevereiro de 1991, as forças das Nações Unidas, lideradas pelos Estados Unidos, lançaram uma ofensiva terrestre que finalmente expulsou as forças iraquianas do Kuwait dentro de 100 horas. As operações de combate terminaram em 28 de fevereiro de 1991, quando o presidente Bush declarou um cessar-fogo. [RL30172]
  • 1991-1996 - Iraque: Operação Provide Comfort. Entrega de ajuda humanitária e proteção militar para os curdos que fugiam de suas casas no norte do Iraque durante a revolta de 1991, por uma pequena força terrestre dos Aliados, baseada na Turquia, que começou em abril de 1991.
  • 1991 - Iraque: Em 17 de maio de 1991, o presidente Bush declarou que a repressão iraquiana do povo curdo havia exigido uma intervenção limitada das forças dos Estados Unidos no norte do Iraque para fins de ajuda de emergência. [RL30172]
  • 1991 - Zaire: Em 25-27 de setembro de 1991, depois que saques e tumultos eclodiram em Kinshasa, C-141 da Força Aérea transportaram 100 soldados e equipamentos belgas para Kinshasa. Aviões americanos também transportaram 300 soldados franceses para a República Centro Africana, evacuando cidadãos estadunidenses. [RL30172]
  • 1992 - Kuwait: Em 3 de agosto de 1992, os Estados Unidos iniciaram uma série de exercícios militares no Kuwait, após a recusa do Iraque para reconhecer uma nova fronteira elaborada pelas Nações Unidas e a recusa em cooperar com equipes de inspeção da ONU. [RL30172]
  • 1992-2003 - Iraque: Zonas de exclusão aérea no Iraque. Os Estados Unidos, Reino Unido, e seus aliados da Guerra do Golfo, declararam e executaram as "zonas de exclusão aérea" sobre a maioria do espaço aéreo soberano do Iraque, proibindo vôos iraquianos em zonas do sul do Iraque e do norte Iraque, e a realização de reconhecimento aéreo e bombardeios. Muitas vezes, as forças iraquianas continuariam, ao longo de uma década, a dispar sobre aviões estadunidenses e britânicos que patrulhavam as zonas de exclusão aérea. (Ver também: Operação Northern Watch e Operação Southern Watch). [RL30172]
  • 1992-1995 - Somália: Operação Restore Hope / Guerra Civil Somali: Em 10 de dezembro de 1992, o presidente Bush informou que havia implantado as forças armadas estadunidenses na Somália em resposta a uma crise humanitária e a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em apoio a UNITAF. A operação chegou ao fim em 4 de maio de 1993. No entanto, as forças dos Estados Unidos continuaram a participar da Operação das Nações Unidas na Somália sucessora (a UNOSOM II). (Veja também: Batalha de Mogadíscio). [RL30172]
  • 1993 - Macedônia: Em 9 de julho de 1993, o presidente Clinton informou a implantação de 350 soldados estadunidenses na República da Macedônia para participar da Força de Proteção das Nações Unidas para ajudar a manter a estabilidade na região da antiga Iugoslávia. [RL30172]
  • 1994-1995 - Haiti: Operação Uphold Democracy. Navios estadunidenses iniciaram um embargo contra o Haiti. Até 20.000 tropas militares dos Estados Unidos foram posteriormente implantadas no Haiti para restaurar o presidente democraticamente eleito do Haiti, Jean-Bertrand Aristide, de um regime militar que assumiu o poder em 1991, depois de um grande golpe. [RL30172]
  • 1994 - Macedônia: Em 19 de abril de 1994, o presidente Clinton informou que o contingente dos Estados Unidos na Macedônia fora aumentado por uma reforço de 200 oficiais. [RL30172]
  • 1995 - Bósnia: Operação Força Deliberada. Em 30 de agosto de 1995, aviões da OTAN e dos Estados Unidos iniciaram uma grande campanha de bombardeios ao Exército Sérvio-Bósnio em resposta a um ataque de morteiros sérvio-bósnio em um mercado de Sarajevo, que matou 37 pessoas em 28 de agosto de 1995. A operação durou até 20 de setembro de 1995. A campanha aérea, juntamente com uma força terrestre aliada, em conjunto com forças muçulmanas e croatas, contra as posições sérvias conduziram ao Acordo de Dayton em dezembro de 1995 com a assinatura das facções beligerantes. Como parte da Operação Joint Endeavor, os Estados Unidos e a OTAN despacharam as forças de paz da Força de Implementação (IFOR) para a Bósnia para defender o Acordo de Dayton. [RL30172]
  • 1996 - Libéria: Operação Assured Response. No dia 11 de abril de 1996, o presidente Clinton informou que, em 9 de abril de 1996, devido à "deterioração das condições de segurança e da consequente ameaça para os cidadãos americanos" na Libéria, havia ordenado que as forças militares estadunidenses evacuassem daquele país "cidadãos norte-americanos e alguns nacionais de outros países que haviam se refugiado no complexo da Embaixada dos Estados Unidos..." [RL30172]
  • 1996 - República Centro-Africana: Operação Quick Response. Em 23 de maio de 1996, o presidente Clinton informou o envio de militares estadunidenses para Bangui, República Centro Africana, para realizar a evacuação daquele país de "cidadãos norte-americanos privados e alguns funcionários do governo dos Estados Unidos" e prestar "segurança reforçada da embaixada americana em Bangui". [RL30172] Elementos do Corpo de Fuzileiros Navais da Força-Tarefa Conjunta da Resposta Garantida, respondendo na vizinha Libéria, providenciaram desde a segurança da embaixada à evacuação de 448 pessoas, incluindo entre 190 e 208 americanos. Os últimos marines deixaram Bangui em 22 de junho.
  • 1996 - Iraque: Operação Desert Strike. Bombardeios estadunidenses no norte para proteger a população curda contra os ataques do exército iraquiano.
  • 1996 - Bósnia: Operação Joint Guard. Em 21 de dezembro de 1996, os Estados Unidos e a OTAN estabeleceram as forças de paz da SFOR para substituir a IFOR no cumprimento do Acordo de Dayton.
  • 1997 - Albânia: Operação Silver Wake. Em 13 de março de 1997, forças militares estadunidenses foram usadas ​​para evacuar alguns oficiais do governo dos Estados Unidos e cidadãos estadunidenses de Tirana, Albânia. [RL30172]
  • 1997 - Congo e Gabão. Em 27 de março de 1997, o presidente Clinton informou em 25 de março de 1997, que uma força de evacuação de militares estadunidenses foi mobilizada para o Congo e o Gabão para proporcionar maior segurança e estar disponível para qualquer operação necessária de evacuação. [RL30172]
  • 1997 - Serra Leoa. Em 29 de maio e 30 de maio de 1997, militares estadunidenses foram mobilizados para Freetown, Serra Leoa, para preparar e realizar a evacuação de alguns oficiais do governo dos Estados Unidos e cidadãos estadunidenses. [RL30172]
  • 1997 - Camboja. Em 11 de julho de 1997, em um esforço para garantir a segurança dos cidadãos estadunidenses no Camboja durante um período de conflito interno ali, uma força tarefa de aproximadamente 550 militares foram implantadas na Base Aérea de Utapao na Tailândia para possíveis evacuações. [RL30172]
  • 1998 - Guiné-Bissau: Operação Shepherd Venture. Em 10 de junho de 1998, em resposta a um motim do exército na Guiné-Bissau, que colocava em risco a embaixada dos Estados Unidos, o presidente Clinton enviou uma força de evacuação de militares estadunidenses para Dakar, Senegal, para evacuar a cidade de Bissau. [RL30172]
  • 1998 - Libéria: Em 27 de setembro de 1998, os Estados Unidos enviaram uma força de evacuação de 30 militares norte-americanos para aumentar a força de segurança na Embaixada dos Estados Unidos em Monróvia. [1] [RL30172]

2000–2009[editar | editar código-fonte]

  • 2000 - Serra Leoa: em 12 de maio de 2000, uma embarcação de patrulha da Marinha dos EUA implantada em Serra Leoa para apoiar as operações de evacuação daquele país, caso necessário. [RL30172]
  • 2000 - Nigéria: soldados das Forças Especiais são enviados para a Nigéria para liderar uma missão de treinamento no país [18]
  • 2000 - Iêmen: em 12 de outubro de 2000, após o ataque ao USS Cole no porto de Áden, no Iémen, militares foram destacados para o Áden.[RL30172]
  • 2000 - Timor Leste: em 25 de fevereiro de 2000, um pequeno número de militares americanos foram enviados para apoiar a Administração Transitória das Nações Unidas em Timor Leste (UNTAET). [RL30172]
  • 2001 - Em 1 de abril de 2001, uma colisão aérea entre um avião de vigilância EP-3E ARIES II Aries da Marinha dos Estados Unidos e um caça interceptor J-8II da Marinha do Exército de Libertação Popular resultou em uma disputa internacional entre os Estados Unidos e a República Popular da China, chamado de incidente da Ilha de Hainan.
  • 2001 - Guerra no Afeganistão: Guerra ao Terror começa com a Operação Liberdade Duradoura. Em 7 de outubro de 2001, as Forças Armadas dos EUA invadem o Afeganistão em resposta aos ataques de 11 de setembro e "começam uma ação de combate no Afeganistão contra os terroristas da Al-Qaeda e seus apoiadores do Talibã". [RL30172]
  • 2002 - Iêmen: no dia 3 de novembro de 2002, um MQ-1 Predator estadunidense disparou um míssil Hellfire em um carro no Iêmen matando Qaed Salim Sinan al-Harethi, um líder da al-Qaeda que seria responsável pelo atentado ao USS Cole[RL30172]
  • 2002 - Filipinas: Operação Liberdade Duradoura - Filipinas, a partir de janeiro "equipados de combate e forças de apoio de combate" foram mobilizados para as Filipinas para treinar, ajudar e aconselhar as forças armadas das Filipinas para reforçar as suas "capacidades antiterroristas". [RL30172]
  • 2002 - Costa do Marfim: em 25 de setembro de 2002, em resposta a uma rebelião na Costa do Marfim, militares americanos foram para o país para ajudar na evacuação dos cidadãos americanos de Bouaké.[19] [RL30172]
  • 2003-2011 - Guerra do Iraque: Operação Liberdade do Iraque, em 20 de março de 2003, os Estados Unidos lideram uma coalizão que inclui o Reino Unido, Austrália e Polônia para invadir o Iraque com o objetivo declarado de "desarmar o Iraque em busca da paz, da estabilidade e da segurança, tanto na região do Golfo e como nos Estados Unidos."[RL30172]
  • 2003 - Libéria: Segunda Guerra Civil da Libéria, em 9 de junho de 2003, o presidente Bush informou, que em 8 de junho enviou cerca de 35 fuzileiros navais dos EUA em Monróvia, na Libéria, para ajudar a proteger a Embaixada dos EUA em Nouakchott, na Mauritânia, e para auxiliar em qualquer evacuação necessária seja da Libéria ou da Mauritânia. [RL30172]
  • 2003 - Geórgia e Djibouti: "equipados de combate e forças de apoio" estadunidenses foram enviados para a Geórgia e Djibuti para ajudar a melhorar as suas "capacidades antiterroristas".[20]
  • 2004 - Haiti: o golpe de Estado no Haiti de 2004 ocorre, os Estados Unidos enviaram pela primeira vez 55 combates militares equipados para aumentar as forças de segurança da Embaixada dos EUA ali e para proteger os cidadãos e propriedades americanos. Mais tarde, 200 equipados de combate e pessoal militar adicionais dos Estados Unidos foram enviados para preparar o caminho para a Força Multinacional Interina das Nações Unidas, a MINUSTAH. [RL30172]
  • 2004 - Guerra ao Terrorismo: atividades estadunidenses relacionadas com antiterroristas estiveram em curso na Geórgia, Djibouti, Quênia, Etiópia, Iêmen e Eritreia[21] .
  • 2004-presente: Ataques de drones no Paquistão
  • 2005-2006 - Paquistão: o presidente Bush envia tropas para prestar ajuda humanitária às aldeias remotas, nas montanhas da Caxemira no Paquistão atingidas por um forte terremoto.
  • 2006 - Líbano, Destacamento de Fuzileiros dos EUA, iniciam a evacuação de cidadãos norte-americanos dispostos a deixar o país em face de uma invasão terrestre por Israel e o continuo combate entre o Hezbollah e as forças armadas israelenses [22] [23]
  • 2007 - Somália: Batalha de Ras Kamboni, em 8 de janeiro de 2007, enquanto o conflito entre a União dos Tribunais Islâmicos e o Governo Federal de Transição continua, um caça AC-130 realiza um ataque aéreo contra um suposto agente da Al-Qaeda, juntamente com outros combatentes islâmicos, na Ilha Badmadow perto de Ras Kamboni no sul da Somália.[24]
  • 2008 - Ossétia do Sul, Geórgia: ajuda humanitária a Geórgia,[25] ajudando a transportar as forças georgianas do Iraque durante o conflito. No passado, os Estados Unidos forneceram treinamento e armas para a Geórgia.

2010–Presente[editar | editar código-fonte]

  • 2010-11 - Guerra no Iraque - Operação Novo Amanhecer: em 17 de fevereiro de 2010, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, anunciou que a partir de 1 de setembro de 2010, o nome "Operação Liberdade Iraquiana" seria substituído por "Operação Novo Amanhecer". Isto coincide com a redução de tropas americanas para 50.000.
  • 2011 - Líbia: Operação Amanhecer da Odisseia, as forças da coalizão impondo a resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU, com bombardeios às forças líbias.
  • 2011 - Osama bin Laden é morto por forças militares americanas no Paquistão como parte da Operação Lança de Netuno.
  • 2011 - ataques de drones contra militantes da Al-Shabab iniciam-se na Somália.[26] Isto marca o sexto país em que tais ataques foram realizados[27] incluindo Afeganistão, Paquistão, Iraque, Iêmen[28] e Líbia.
  • 2011 - Uganda: tropas de combate estadunidenses enviadas como conselheiros para Uganda.[29]
  • 2012 - Jordânia: 150 soldados estadunidenses implantados na Jordânia para ajudar a conter a guerra civil síria dentro das fronteiras da Síria.
  • 2012 - Turquia: 400 soldados e duas baterias de mísseis Patriot para a Turquia para impedir quaisquer ataques de mísseis da Síria.
  • 2012 - Chade: 50 soldados norte-americanos destacados para o Chade para ajudar a evacuar os cidadãos e pessoal da embaixada estadunidense da capital Bangui da vizinha República Centro-Africana em face ao avanço rebelde em direção à cidade.
  • 2013 - Mali: as forças dos EUA ajudam os franceses na Operação Serval com reabastecimento em voos e aviões de transporte.
  • 2013 - Somália: aviões da Força Aérea dos EUA apoiam os franceses na tentativa de resgate de reféns de Bulo Marer. No entanto, não usaram armas.
  • 2013 - Crise diplomática na península coreana em 2013
  • 2013 - Navy Seals realizam uma incursão na Somália e, possivelmente, mataram um alto oficial do Al-Shabaab, simultaneamente, outro ataque ocorreu em Tripoli, Líbia, onde forças de operações especiais capturaram Abu Anas al Libi (também conhecido como Anas al-Libi) [30]
  • 2014 - Uganda: V-22 Ospreys, MC-130s, KC-135s e soldados americanos adicionais são enviados para Uganda para continuar a ajudar as forças africanas na busca por Joseph Kony.[31]
  • 2014 - Iraque: intervenção americana no Iraque, centenas de soldados norte-americanos destacados para proteger os ativos norte-americanos no Iraque e para assessorar os combatentes iraquianos e curdos.[32] Em agosto, a Força Aérea dos Estados Unidos realizou um lançamento aéreo humanitário e a Marinha dos EUA iniciou uma série de ataques aéreos contra as forças alinhadas ao Estado Islâmico em todo o norte do Iraque. [33] [34]
  • 2014 - Síria: aeronaves americanas lançam bombas a uma base Estado Islâmico em Uqayrishah, Síria, conhecida como "Osama bin Laden". Em conjunto com este, duas dúzias de comandos americanos foram mobilizados para invadir a aldeia a fim de resgatar James Foley. A operação foi bem sucedida, com um soldado americano sendo ferido.[35]


Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. EE.UU. ha intervenido en cientos de guerras durante los últimos 215 años. Sin embargo, solo 11 fueron autorizadas por el Congreso de EE.UU., em castellano, acesso em 20 de setembro de 2013
  2. "Instances of Use of United States Armed Forces Abroad, 1798-2007" Updated January 14, 2008 Congressional Research Service reports Grimmett, Richard F. em inglês, acessado em 08 de junho de 2010
  3. Higgs, Robert. 2005. “Not Merely Perfidious but Ungrateful”: The U.S. Takeover of West Florida. at The Independent Institute, em inglês, página acessada em 16 de junho de 2010
  4. O Massacre de Negro Forte em inglês, acessado em 08 de junho de 2010
  5. African Slave Trade Patrol - 1820-1861, em inglês, acessada em 20 de junho de 2010
  6. Virtual American Biographies, em inglês, acessado em 20 de junho de 2010
  7. The United States attack on Kuala Batu, em inglês, acessado em 21 de junho de 2010
  8. Occupation of Monterey by Commodore Thomas ap Catesby Jones - 1842, em inglês, acessado em 26 de junho de 2010
  9. Commodore Perry's Expedition to Japan, em inglês, acessada em 26 de junho de 2010
  10. Mathew Perry & The Opening of Japan, em inglês, acessada em 26 de junho de 2010
  11. The Perry Expedition, em inglês, acessada em 26 de junho de 2010
  12. Bases e destróieres, acessado em 10 de julho de 2010
  13. History of U.S. Marine Corps Operations in World War II, Volume V: Victory and Occupation Frank, Benis M. Historical Branch, G-3 Division, Headquarters, U.S. Marine Corps. 1968, em inglês, acessado em 11 de julho de 2010
  14. MacArthur – Google Books
  15. Vietnam War Timeline, 7th Bn, 15th Arty Org, em inglês, acessado em 11 de julho de 2010
  16. COMNAVSURFOR Hosts Medal of Honor Ceremony, Marinha dos Estados Unidos, outubro de 2007, em inglês, acessado em 19 de julho de 2010
  17. John Pike. Operation Provide Promise from www.globalsecurity.org.
  18. US reasserts its interests in Africa, sending troops to Nigeria
  19. Text of a Letter from the President to the Speaker of the House of Representatives and the President Pro Tempore of the Senate The White House (September 26, 2002).
  20. Presidential Letter The White House (September 19, 2003).
  21. Presidential Letter The White House (March 20, 2004).
  22. Josh White. "U.S. Prepares Huge Lebanon Evacuation", Washington Post, July 18, 2006, p. A12.
  23. Lebanon Non-combatant Evacuation Operation (NEO) 2006 globalsecurity.org.
  24. Defense.gov News Article: Aircraft Attack Al Qaeda Haven, Ike Moves off Somalia
  25. U.S. Assails Russian 'Escalation' Of Crisis. Washington Post. 10 August 2008.
  26. Pilotless Drone strikes begin in Somalia
  27. Secret ‘Kill List’ Proves a Test of Obama’s Principles and Will, May 29, 2012, The New York Times.
  28. "Sources: Drone strikes in Yemen kill 6, including senior AQAP leaders - CNN.com", CNN, August 30, 2013.
  29. "Obama sends 100 troops to combat LRA in Uganda", The Guardian, October 14, 2011.
  30. "U.S. forces raid terror targets in Libya, Somalia - CNN.com", CNN, October 6, 2013.
  31. http://www.navytimes.com/article/20140324/NEWS/303240040/U-S-sending-special-operations-forces-CV-22-Ospreys-Uganda
  32. http://finance.yahoo.com/news/us-flying-iran-russia-syria-164839784.html
  33. http://www.cbsnews.com/news/obama-approves-humanitarian-air-drops-in-iraq/
  34. http://abcnews.go.com/International/wireStory/us-launched-airstrikes-iraq-24898607
  35. The failed US mission to try and rescue James Foley from Islamic State terrorists.

Notas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Crandall, Russell (2006). Gunboat democracy: US interventions in the Dominican Republic, Grenada and Panama (Lanham, Maryland: Rowman & Littlefield Publishers).
  • Allan Reed Millet & Peter Maslowski For the Common Defense: A Military History of the United States. ISBN 978-0-02-921597-5 Simon & Schuster Adult Publishing Group, 1994.
  • Bill Yenne Indian Wars: The Campaign for the American West ISBN 1-59416-016-3, Westholme, 2005

Ligações externas[editar | editar código-fonte]